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Tanselle apresenta novo trabalho em Concerto

Tanselle, cantora moçambicana, detentora de uma voz única, apresentou-se em concerto com a sua banda no último final de semana no Mafalala Libre, onde estiveram presentes amigos e admiradores do seu estilo musical.

Tanselle preparou para a noite de sexta-feira, 16 faixas musicais do seu trabalho que já está no mercado e outras inéditas preparadas para o próximo álbum.

Após o espectáculo, a artista não deixou de lado a sua tamanha satisfação “A minha actuação foi interessante, acho que ouve muita energia, estou satisfeita com a performance e estou convencida de que as pessoas gostaram e estamos cada dia a melhorar.

Tanselle em Concerto
“Estou satisfeita com a performance e estou convencida de que as pessoas gostaram”

O concerto contou com uma convidada especial que levou um tom diferente ao show, foi uma surpresa agradável aos espectadores, ver um momento poético com Tatiana Sumburane.

Tatiana afirmou-nos que o seu lado poético vem já desde muito antes mesmo da televisão, rádio.

É algo que eu pouco exerço, porque eu ainda estou a procurar reunir o meu trabalho, mais daqui a mais um pouco, todos que não conhecem o meu trabalho vão ter essa oportunidade, seja em apresentações ao vivo ou na minha obra literária” disse Tatiana Sumburane.

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Tatiana Sumburane declamando um poema ao som da música de Tanselle.

Ainda sobre o momento de poesia, Tanselle comentou:a primeira vez que assisti a Tatiana a declamar foi no dia 7 de Abril na Tv Miramar, achei que ela tinha muita energia e conseguia contar muito bem a historia, e então decidi fazer essa fusão entre a música e o poema que ela declamou e foi exactamente o que aconteceu, foi uma harmonia muito bonita

Outra apresentação espectacular foi a do Kamane Kamas que junto com a estrela da noite interpretou uma nova música da autoria dos dois intitulada “Nguena”.

Esta música foi lançada no passado dia 27 do corrente mês, Tanselle prometeu ainda na conversa que tivemos, lançar um novo álbum em 2015.

Kamane
Kamane colaborou com Tanselle no tema “Nguena”.

Perguntamos também ao músico e parceiro de carreira da Tanselle, o Kamane o que estava a achar do concerto “É um show brilhante extremamente emocionante, é um estilo que não é muito minha praia mais eu aprecio pelo facto de ser bom. Estou agora a trabalhar com a Tanselle no seu novo single que já vai sair o vídeo, a mensagem que deixo para a Tanselle é que ela continue nessa linhagem e com Deus tudo acontece.

O concerto conseguiu juntar apreciadores da música Soul e Jazz Fusion.

Para os que não viram e não tiveram a oportunidade de ver só dizer que não podemos desprezar antes de ver. E dizer que nós artistas devemos impor a nossa presença. Quando alguém tem a oportunidade de nos ver é quando realmente conhece o nosso trabalho” Disse a Tanselle no final da nossa conversa.

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Famosas Internacionais Sem Maquilhagem

A maquilhagem para além de deixar a cara livre de algumas imperfeições, ela tem o poder de deixar a cara mais bonita.

Algumas mulheres ficam totalmente irreconhecível quando não estão maquilhadas e o melhor exemplo disso são algumas estrelas internacionais, que intencionalmente ou não tiveram seus rostos sem maquilhagem expostos, deixando muitos fãs boquiabertos. Você vai conferir agora uma prova viva de que a maquilhagem faz milagres.

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Receitas naturais para aumentar os lábios

Muitas pessoas, principalmente mulheres, estão sempre em busca de cosméticos que ajudem a aumentar e destacar sua beleza. Um dos desejos de muitas mulheres é ter lábios mais cheios, e isso faz com que estejam sempre em busca de técnicas para conseguir isso. Mas você sabia que existem métodos naturais que podem ajudar a aumentar seus lábios?

Receitas naturais

O importante mesmo, acima de tudo, é manter seus lábios sempre hidratados e, uma vez por semana, você pode fazer uma esfoliação com açúcar em movimentos suaves e circulares, mas cuidado para não machucar os lábios, pois a pele é bem fina. Mas se você busca mesmo aumentar os lábios sem usar os artifícios da maquiagem, confira abaixo outras dicas.

Bálsamo de canela

Quando você passar o bálsamo de canela nos lábios, sentirá um leve formigamento. Isso acontece devido à propriedade da canela estimular o fluxo sanguíneo. Você pode misturar o óleo de canela com seis colheres de sopa de azeite de oliva, colágeno e cápsulas de vitamina E de forma a diminuir a queimação, uma vez que a vitamina E é calmante. Você pode fazer a mistura e colocar em potes de brilho labial e mantê-los sempre bem fechados após o uso.

Bálsamo de manteiga de karité

Usada em produtos cosméticos, ou ainda para culinária, a manteiga de karité possui propriedades antiUV e anti-inflamatória. Ela vai ajudar na hidratação dos lábios junto aos outros ingredientes que ajudarão a aumentar o volume dos lábios. Use uma caneca que seja resistente ao calor, pois irá precisar submergir em água. Misture uma colher de sopa de manteiga de karité com uma colher de sopa de azeite de oliva, uma colher de cera de abelha e meia colher de óleo de rícino. Coloque a vasilha em banho-maria com a água já em ponto de fervura. Continue mexendo até derreter a cera e a manteiga. Deixe esfriar antes de usar.

Hortelã

A hortelã, assim como a canela, possui um componente que estimula a circulação sanguínea trazendo o tão desejado volume nos lábios. No entanto, ela também possui um outro componente chamado mentol que, quando usado em excesso, pode causar inflamações leves nos lábios, tornando-os mais ásperos. Para preparar, separe quantidades iguais de óleo de hortelã, vaselina e manteiga de karité. Misture todos os ingredientes e aplique. Os ingredientes, ao mesmo tempo que causam o inchaço dos lábios, ajudam a manter a hidratação e acalmar a ardência derivada do inchaço.

Os benefícios e malefícios do leite de soja

O leite de soja (extrato hidrossolúvel de soja) é obtido a partir dos grãos desta leguminosa e é um dos produtos à base de soja mais conhecidos e utilizados pela população do Brasil. Existem diversas marcas que comercializam a bebida, inclusive com produtos que combinam o leite de soja com sucos de frutas. O produto também pode ser encontrado na forma de pó e que pode ser utilizado no preparo de cremes, tofu, maionese, iogurte, vitaminas, sopas e demais alimentos. Este tipo de leite pode ser usado como uma alternativa ao leite de vaca para quem tem intolerância à lactose, porém o seu consumo não é aconselhável para crianças e indivíduos que tenham hipotireoidismo e anemia. Assim como o leite de vaca, o consumo do leite de soja possui os seus benefícios e os seus malefícios.

Os benefícios do leite de soja

  • O leite de soja é uma boa fonte de proteínas, fibras e vitamina B. Além disso, contém isoflavona, um composto orgânico que atua na prevenção de doenças como o câncer de mama, de cólon, de útero e de próstata; e alivia os sintomas da tensão pré-menstrual e da menopausa;
  • Pode ser consumido por pessoas alérgicas à lactose e à proteína presentes no leite de vaca;
  • Esta bebida também pode auxiliar no controle da diabetes e do colesterol alto, no combate à osteoporose e na redução do risco de desenvolvimento de doenças cardíacas;
  • É livre de colesterol e possui menos gordura que o leite de vaca.
  • Embora o leite de soja também tenha muitos nutrientes, ele possui apenas 29,3 % de cálcio em relação ao leite bovino;
  • Quando consumido em excesso, a bebida faz mal à saúde, pois, devido aos fatores antinutricionais, pode dificultar a absorção de minerais e de aminoácidos, fitoestrogênios que podem alterar o funcionamento da tireoide. Há controvérsias com relação à quantidade segura para o consumo do leite de soja, mas alguns pesquisadores recomendam 50 mg de isoflavona por dia, o que equivale a 500 ml da bebida (ou a aproximadamente 200g de tofu e menos de 50g do grão torrado);
  • Bebês e crianças só devem consumir leite, suco ou qualquer outro produto à base de soja sob orientação médica. Esse cuidado deve ser tomado, pois a soja pode afetar o desenvolvimento hormonal das crianças. Vale ressaltar que a bebida é aconselhável apenas a partir dos 3 anos de idade e nunca como substituto do leite de vaca, e sim como complemento alimentar.

Os malefícios do leite de soja

  • Embora o leite de soja também tenha muitos nutrientes, ele possui apenas 29,3 % de cálcio em relação ao leite bovino;
  • Quando consumido em excesso, a bebida faz mal à saúde, pois, devido aos fatores antinutricionais, pode dificultar a absorção de minerais e de aminoácidos, fitoestrogênios que podem alterar o funcionamento da tireoide. Há controvérsias com relação à quantidade segura para o consumo do leite de soja, mas alguns pesquisadores recomendam 50 mg de isoflavona por dia, o que equivale a 500 ml da bebida (ou a aproximadamente 200g de tofu e menos de 50g do grão torrado);
  • Bebês e crianças só devem consumir leite, suco ou qualquer outro produto à base de soja sob orientação médica. Esse cuidado deve ser tomado, pois a soja pode afetar o desenvolvimento hormonal das crianças. Vale ressaltar que a bebida é aconselhável apenas a partir dos 3 anos de idade e nunca como substituto do leite de vaca, e sim como complemento alimentar.

Britânica relata sofrer de hipersensibilidade a wi-fi e sinais de celular

Uma mulher de 63 anos acredita que sofre de EHS (síndrome de intolerância hipersensível eletromagnética) – em outras palavras, ela acha que os dispositivos eletrônicos fazem mal a ela devido aos sinais de wi-fi e celular. As informações são do jornal Daily Mail.

Por causa disso, Mary Coales não pode ir a teatros, restaurantes, cinemas, aeroportos ou parques. Além disso, quando ela tem uma consulta no hospital, tem que esperar do lado de fora do prédio até o último momento enquanto idas ao supermercado são feitas o mais rápido possível.

Até uma simples caminhada diante de sua casa pode causar uma dor terrível em sua boca. Por isso, ela sempre sai usando um traje especial feito de prata e poliamida transparente. Ela insiste que essa é a única maneira de se proteger da radiação causada pelo wi-fi e pelos sinais de celular.

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Ela faz parte de um grupo de até 5% da população que acreditam ser afetados por ondas eletromagnéticas. Eles afirmam ter alergia às ondas de rádio e micro-ondas emitidas pelos aparelhos, por exemplo. Além disso, pessoas que sofrem de EHS relatam sintomas que vão desde dor de cabeça e náuseas a dificuldades e até mesmo paralisia respiratória. Alguns também temem que a radiação cause câncer, doenças autoimunes e distúrbios neurológicos a longo prazo.

Em entrevista ao jornal Daily Mail, Mary Coales afirma que desenvolveu a hipersensibilidade a ondas eletromagnéticas em 2012. Até então não acreditava na existência da condição.

— A ideia de ficar doente por causa da tecnologia que eu tinha usado durante anos sem previamente ter quaisquer problemas é surreal. Mas a dor que eu sofri é muito real. Na pior das hipóteses, senti como se estivesse como teaser dentro da minha boca.

Ela explica que teve de mudar toda a sua vida para evitar a exposição aos sinais de wi-fi e celular. Por isso, ela quase não vai a lugares públicos. Ao evitar os sinais de wi-fi e de celular, Mary acredita que reduziu significativamente seus sintomas.

Sinal de perigo?

A ideia de que os campos eletromagnéticos podem afetar nossa saúde foi levantada pela rimeira vez nos anos 60, quando o médico americano Robert O. Becker começou uma campanha contra os postes de eletricidade. Becker acreditava que eles estavam prejudicando a saúde dos que viviam nas proximidades.

Nos últimos anos, com o avanço da indústria de telecomunicações, o medo de que o aumento da radiação eletromagnética por causa de celulares e ondas wi-fi seja prejudicial tem aumentado. Embora não haja provas concretas de ligação entre a tecnologia móvel e doenças, estudos têm apontado efeitos preocupantes.

Um estudo de 2011 descobriu que, na presença de radiação wi-fi, a atividade cerebral dos estudantes do sexo masculino foi reduzido em áreas associadas à atenção. Outra pesquisa apresentada à Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, em 2010, relatou que os sinais de wi-fi atenuaram significativamente a atividade cerebral em mulheres jovens quando elas estavam tentando repetir uma série de números tinha sido lida a elas.

Isso foi o suficiente para que a Assembleia Europeia pedisse restrições ao wi-fi nas escolas e ao uso de telefones celulares por crianças.

A Agência de Proteção à Saúde da Grã-Bretanha, no entanto, diz que não há evidência científica que liga problemas de saúde com equipamentos elétricos, embora reconheça que pessoas estejam relatando sintomas reais.

Muitos experts estão céticos. O professor Malcolm Sperrin, diretor no Royal Berkshire NHS Foundation Trust, no Reino Unido, diz que não há evidência de uma correlação entre o wi-fi e sinais de celular e a doença.

— O nível de radiação é muito baixo – na maioria dos casos, quase indetectável. A intensidade de radiação wi-fi é 100 mil vezes menor que a de um forno de micro-ondas doméstico.

Diabetes

O que é a diabetes?

A diabete é uma doença crónica que se caracteriza pelo aumento dos níveis de açúcar (glicose) no sangue e pela incapacidade do organismo em transformar toda a glicose proveniente dos alimentos. À quantidade de glicose no sangue chama-se glicemia e quando esta aumenta diz-se que o doente está com hiperglicemia.

Quem está em risco de ser diabético?

A diabetes é uma doença silenciosa que se pode desenvolver sem sintomas durante muitos anos. É uma doença em crescimento, que atinge cada vez mais pessoas em todo o mundo e em idades mais jovens. No entanto, há grupos de risco com fortes probabilidades de se tornarem diabéticos:

  • Pessoas com familiares diretos com diabetes;
    Homens e mulheres obesos;
    Homens e mulheres com tensão arterial alta ou níveis elevados de colesterol no sangue;
    Mulheres que contraíram a diabetes gestacional na gravidez;
    Crianças com peso igual ou superior a quatro quilogramas à nascença;
    Doentes com problemas no pâncreas ou com doenças endócrinas.
    Quais são os sintomas típicos da diabetes?

Todas as pessoas em risco devem fazer análises. Quando já tem valores muito elevados, manifesta-se:

Nos adultos – A diabetes é, geralmente, do tipo 2 e manifesta-se através dos seguintes sintomas:

Urinar em grande quantidade e muitas mais vezes, especialmente durante a noite (poliúria);
Sede constante e intensa (polidipsia);
Fome constante e difícil de saciar (polifagia);
Fadiga;
Comichão (prurido) no corpo, designadamente nos órgãos genitais;
Visão turva.
Nas crianças e jovens – A diabetes é quase sempre do tipo 1 e aparece de maneira súbita, sendo os sintomas muito nítidos. Entre eles encontram-se:

  • Urinar muito, podendo voltar a urinar na cama;
    Ter muita sede;
    Emagrecer rapidamente;
    Grande fadiga, associada a dores musculares intensas;
    Comer muito sem nada aproveitar;
    Dores de cabeça, náuseas e vómitos.

É importante ter presente que os sintomas da diabetes nas crianças e nos jovens são muito nítidos. Nos adultos, a diabetes não se manifesta tão claramente, sobretudo no início, motivo pelo qual pode passar despercebida durante alguns anos.

Os sintomas surgem com maior intensidade quando a glicemia está muito elevada. E, nestes casos, podem já existir complicações (na visão, por exemplo) quando se deteta a doença.

Como se diagnostica a diabetes?

Se sentir alguns ou vários dos sintomas deve consultar o médico do centro de saúde da sua área de residência, o qual lhe pedirá para realizar análises ao sangue e à urina.

Pode ser diabético…

Se tiver uma glicemia ocasional de 200 miligramas por decilitro ou superior com sintomas;
Se tiver uma glicemia em jejum (oito horas) de 126 miligramas por decilitro ou superior em duas ocasiões separadas de curto espaço de tempo.
Que tipos de diabetes existem?

Diabetes Tipo 2 (Diabetes não Insulinodependente) – É a mais frequente (90 por cento dos casos).

O pâncreas produz insulina, mas as células do organismo oferecem resistência à ação da insulina. O pâncreas vê-se, assim, obrigado a trabalhar cada vez mais, até que a insulina produzida se torna insuficiente e o organismo tem cada vez mais dificuldade em absorver o açúcar proveniente dos alimentos.

Este tipo de diabetes aparece normalmente na idade adulta e o seu tratamento, na maioria dos casos, consiste na adoção duma dieta alimentar, por forma a normalizar os níveis de açúcar no sangue. Recomenda-se também a atividade física regular.

Caso não consiga controlar a diabetes através de dieta e atividade física regular, o doente deve recorrer a medicação específica e, em certos casos, ao uso da insulina. Neste caso deve consultar sempre o seu médico.

Diabetes Tipo 1 (Diabetes Insulinodependente) – É mais rara.

O pâncreas produz insulina em quantidade insuficiente ou em qualidade deficiente ou ambas as situações. Como resultado, as células do organismo não conseguem absorver, do sangue, o açúcar necessário, ainda que o seu nível se mantenha elevado e seja expelido para a urina.

Contrariamente à diabetes tipo 2, a diabetes tipo 1 aparece com maior frequência nas crianças e nos jovens, podendo também aparecer em adultos e até em idosos.

Não está diretamente relacionada, como no caso da diabetes tipo 2, com hábitos de vida ou de alimentação errados, mas sim com a manifesta falta de insulina. Os doentes necessitam de uma terapêutica com insulina para toda a vida, porque o pâncreas deixa de a produzir, devendo ser acompanhados em permanência pelo médico e outros profissionais de saúde.

Diabetes Gestacional – Surge durante a gravidez e desaparece, habitualmente, quando concluído o período de gestação. No entanto, é fundamental que as grávidas diabéticas tomem medidas de precaução para evitar que a diabetes do tipo 2 se instale mais tarde no seu organismo.

A diabetes gestacional requer muita atenção, sendo fundamental que, depois de detetada a hiperglicemia, seja corrigida com a adoção duma dieta apropriada. Quando esta não é suficiente, há que recorrer, com a ajuda do médico, ao uso da insulina, para que a gravidez decorra sem problemas para a mãe e para o bebé.

Uma em cada 20 grávidas pode sofrer desta forma de diabetes.

Outras complicações associadas à diabetes

  • Retinopatia – lesão da retina;
    Nefropatia – lesão renal;
    Neuropatia – lesão nos nervos do organismo;
    Macroangiopatia – doença coronária, cerebral e dos membros inferiores;
    Hipertensão arterial;
    Hipoglicemia – baixa do açúcar no sangue;

    Hiperglicemia – nível elevado de açúcar no sangue;

    Lípidos no sangue – gorduras no sangue;
    Pé diabético – arteriopatia, neuropatia;
    Doenças cardiovasculares – angina de peito, ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais;
    Obstrução arterial periférica – perturbação da circulação, por exemplo nas pernas e nos pés;
    Disfunção e impotência sexual – a primeira manifesta-se de diferentes formas em ambos os sexos;
    Infeções diversas e persistentes – boca e gengivas, infeções urinárias, infeções das cicatrizes depois das cirurgias.

Como se trata a diabetes?

Diabetes tipo 1 – Os doentes podem ter uma vida saudável, plena e sem grandes limitações, bastando que façam o tratamento prescrito pelo médico corretamente.

O objetivo do tratamento é manter o açúcar (glicose) no sangue o mais próximo possível dos valores considerados normais (bom controlo da diabetes) para que se sintam bem e sem nenhum sintoma da doença. Serve ainda para prevenir o desenvolvimento das manifestações tardias da doença e ainda para diminuir o risco das descompensações agudas, nomeadamente da hiperglicemia e da cetoacidose (acidez do sangue).

Este tratamento, que deve ser acompanhado obrigatoriamente pelo médico de família, engloba três vertentes fundamentais: adoção de uma dieta alimentar adequada, prática regular de exercício físico e o uso da insulina.

Diabetes tipo 2 – O tratamento é semelhante mas, devido à menor perigosidade da doença, a maioria das vezes basta que a alimentação seja adequada e que o exercício físico passe a fazer parte da rotina diária para que, com a ajuda de outros medicamentos específicos (que não a insulina), a diabetes consiga ser perfeitamente controlada pelo doente e pelo médico.
Os medicamentos usados no tratamento deste tipo de diabetes são geralmente fármacos (comprimidos) que atuam no pâncreas, estimulando a produção de insulina.

Seguindo uma alimentação correta e adequada, praticando exercício físico diário e respeitando a toma dos comprimidos indicada pelo médico, um doente com diabetes tipo 2 garante a diminuição do risco de tromboses e ataques cardíacos; a prevenção de doenças nos olhos e nos rins e da má circulação nas pernas e nos pés, fator que diminui significativamente o risco de amputações futuras.

O que é a insulina?

A insulina é uma hormonal hipoglicemiante segregada pelas células beta dos ilhéus de Langerhans do pâncreas, que é usada no tratamento dos doentes diabéticos. Pode ser obtida a partir do pâncreas do porco ou feita quimicamente e de forma idêntica à insulina humana através do uso de tecnologia do DNA recombinante ou da modificação química da insulina do porco.

Em Portugal só é comercializada insulina igual à insulina humana, produzida com recurso a técnicas de engenharia genética, sendo as reações alérgicas muito raras em virtude da sua grande pureza. No mercado estão disponíveis diversas concentrações de insulina. No nosso país, só se encontra disponível a concentração U-100 (1ml=100 unidades).

Por que é que a insulina é necessária para o tratamento da diabetes tipo 1?

Porque, nos doentes com a diabetes tipo 1, as células do pâncreas que produzem insulina foram destruídas, motivo pelo qual este produz muito pouca ou nenhuma insulina. Como sem insulina não se pode viver, a administração de insulina produzida laboratorialmente é um tratamento imprescindível de substituição.

Como se usa a insulina?

O tratamento com insulina é feito através de injeção na gordura por baixo da pele ou através da utilização da bomba de perfusão subcutânea de insulina.

Até à data o desenvolvimento científico ainda não conseguiu produzir nenhuma forma de insulina que possa ser tomada por via oral, uma vez que o estômago a destrói automaticamente.

Insulina injetável

Por ser injetável, é necessário que o doente tenha atenção ao modo como manuseia a insulina. Deve ter os seguintes cuidados:

Colocar a cápsula de proteção sem tocar na agulha após a utilização da seringa/caneta;
Guardar a seringa/caneta à temperatura ambiente;
Não utilizar a seringa ou a agulha da caneta se estas estiverem rombas;
Não limpar a agulha com álcool;
Manter a cápsula quando inutilizar a seringa/caneta e ter muito cuidado na sua eliminação.
Onde se injeta a insulina?

A insulina pode ser injetada na região abdominal, nas coxas, nos braços e nas nádegas. A parede abdominal é o local de eleição para uma mais breve absorção da insulina de ação rápida. Deve ser usada para as injeções realizadas durante o dia. A coxa utiliza-se preferencialmente para as injeções de insulina de ação intermédia, sendo a região das nádegas uma boa alternativa.

Deve proceder-se à rotação dos locais onde se administra a injeção, de forma a evitar a formação de nódulos, porque estes podem interferir na absorção da insulina.

Como conservar a insulina?

Os frascos de insulina, as cargas instaladas nas canetas e as seringas pré-cheias descartáveis em uso devem ser conservados à temperatura ambiente, mas afastados da luz solar direta e de locais como a televisão e o porta-luvas do carro.

Bomba de perfusão subcutânea de insulina

Este método terapêutico visa adequar a insulinoterapia a padrões de vida intensivos com motivação para a monitorização, a situações de gravidez ou de má tolerância a terapias intensivas com múltiplas administrações de insulina e, ainda, a casos de hipoglicemias severas frequentes.

As pessoas com diabetes tipo 1 podem candidatar-se à utilização da bomba de perfusão subcutânea de insulina. Para tal, basta dirigirem-se aos centros de tratamento e serem eleitas para a disponibilização do referido aparelho.

Onde me posso informar sobre os centros de tratamento?

Os centros de tratamento são aprovados pela Direção-Geral da Saúde, mediante candidatura espontânea de hospitais do Serviço Nacional de Saúde e de entidades com acordos/contratos estabelecidos nesta área com o Serviço Nacional de Saúde.

Neste momento, estão aprovados:

Unidade Local de Saúde de Matosinhos;
Centro Hospitalar do Porto – Hospital Geral de Santo António;
Centro Hospitalar de São João – Hospital São João;
Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho;
Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra – Hospital Pediátrico;
Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra – Hospitais da Universidade de Coimbra;
Centro Hospitalar do Oeste;
Centro Hospitalar Lisboa Norte – Hospital Santa Maria;
Centro Hospitalar de Lisboa Central – Hospital Curry Cabral;
Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal
Quais são os critérios de elegibilidade dos doentes para o tratamento para perfusão subcutânea contínua de insulina?

A elegibilidade dos doentes para este tipo de tratamento exige uma adequada validação das suas características. No entanto, existe um requisito fundamental e comum a todos os doentes selecionados: haver motivação e prática de automonitorização da glicemia capilar, bem como competência na sua utilização de forma satisfatória (por parte das pessoas com diabetes tipo 1 e seus familiares no caso das crianças), uma vez que o ajuste da dose de insulina deve ser efetuado de forma progressiva e automonitorizada.

Entre os requisitos (não cumulativos), figuram ainda a necessidade de flexibilidade no estilo de vida e de pequenas doses de insulina, bem como situações de gravidez.

O que significa ter a diabetes controlada?

Significa que os níveis de açúcar no sangue se encontram dentro dos parâmetros definidos pelos especialistas. É o médico que, de acordo com fatores como a idade, tipo de vida, atividade e existência de outras doenças, define quais os valores de glicemia que o doente deve ter em jejum e depois das refeições.

Convém lembrar-se de que os valores do açúcar no sangue variam ao longo do dia, motivo pelo qual se fala em limites mínimos e limites máximos.

Como se sabe se a diabetes está controlada?

Diariamente, é o doente que se analisa e vigia a si próprio, quer através do seguimento da alimentação correta e da prática de exercício, quer da realização de testes ao sangue e à urina em sua casa.

São justamente os testes realizados diariamente pelo doente que permitem saber se o açúcar no sangue está elevado, baixo ou normal e que, posteriormente, lhe permitem o ajustamento de todo o tratamento.

Consequentemente, a melhor forma de saber se a diabetes se encontra ou não controlada é realizando testes de glicemia capilar (picada no dedo) diariamente e várias vezes ao dia.

Se os valores estiverem dentro dos limites indicados pelo médico, a diabetes está controlada. Se não, o doente deve consultar o médico assistente.

Como prevenir a diabetes?

Controlo rigoroso da glicemia, da tensão arterial e dos lípidos;
Vigilância dos órgãos mais sensíveis, como a retina, rim, coração, nervos periféricos, entre outros;
Bons hábitos alimentares;
Prática de exercício físico;
Não fumar;
Cuidar da higiene e vigilância dos pés.
Que direitos têm os doentes diabéticos?

Um plano de tratamento e objetivos de autocuidado
Aconselhamento personalizado sobre a alimentação adequada;
Aconselhamento sobre a atividade física adequada;
Indicação sobre a dosagem e o horário da medicação e ainda sobre como adequar as doses com base na autovigilância;
Indicação sobre os objetivos para o seu peso, glicemia, lípidos no sangue e tensão arterial;
Análises laboratoriais regulares para controlo metabólico e do seu estado físico
Revisão, pela equipa de saúde, dos resultados da autovigilância e do tratamento corrente, em cada contacto com profissionais da equipa;
Análise, revisão e alteração, sempre que necessário, dos objetivos de autovigilância;
Ajuda e esclarecimento;
Educação terapêutica contínua;
Verificação, pela equipa de saúde, do seu controlo;
Verificação, se necessário, do peso, tensão arterial e dos lípidos sanguíneos;
Avaliação anual dos olhos e da visão, dos pés, da função renal, dos fatores de risco para doenças cardíacas, das técnicas de autovigilância e de injeção e dos hábitos alimentares;
Tratamento de problemas especiais e emergências
Conselhos e cuidados às mulheres que desejem engravidar;
Acompanhamento especializado na gravidez e no parto;
Conselhos e cuidados a crianças, adolescentes e às suas famílias;
Acessibilidade adequada a cuidados especializados, em caso de problemas nos olhos, nos rins, nos pés, nos vasos sanguíneos ou no coração;
Acompanhamento adequado à pessoa idosa;
Educação terapêutica para o doente e para a sua família
O porquê da necessidade de controlo dos níveis de glicemia;
Como controlar os níveis de glicemia através de uma alimentação adequada, atividade física adaptada e tratamento com medicação oral e/ou insulina;
Como avaliar o seu controlo através de testes de sangue e/ou urina (autovigilância) e atuar face aos resultados (autocontrolo);
Quais os sintomas de aumento dos níveis de glicose e acetona, como prevenir e tratar;
Quais os sintomas de descida do nível de glicose, como prevenir e tratar;
O que fazer quando está doente;
Prevenção e tratamento das possíveis complicações crónicas, incluindo lesões nos olhos, nos rins, nos pés e o endurecimento das artérias;
Como lidar com o exercício físico, com as viagens e com outras situações sociais ou de lazer;
Como atuar perante eventuais problemas de emprego, serviço militar, seguros, licença de condução automóvel, entre outros;
Informação sobre o suporte social e económico existente, para que o diabético tenha os direitos sociais (emprego, reforma e outros) que as suas capacidades e habilitações possibilitem, sem qualquer tipo de restrição ou discriminação.
Quais são os deveres dos diabéticos?

Para que a vida se prolongue e a diabetes não seja um impedimento ao usufruto de uma vida normal, o diabético deve:

Assumir comportamentos que o conduzam permanentemente à obtenção de ganhos de saúde e que contribuam para o seu autocontrolo
Predispor-se a aprender continuamente a controlar a sua diabetes;
Tentar ser autónomo, praticando o seu próprio autocontrolo;
Examinar regularmente os pés;
Avaliar/observar os olhos, de dois em dois anos;
Tentar seguir um estilo de vida saudável;
Controlar o peso;
Praticar atividade física regular;
Evitar o tabaco;
Esclarecer-se sobre quando e como contactar a equipa de saúde em situação de urgência ou de emergência;
Contactar a equipa de saúde sempre que sinta necessidade e até que fique esclarecido sobre as questões que o preocupam;
Entrar em contacto e conversar com outras pessoas que tenham a diabetes e com associações locais ou nacionais de doentes diabéticos;
Assegurar que a família, amigos e colegas de trabalho se encontram esclarecidos sobre as necessidades da diabetes;
Controlar diariamente a sua diabetes, desempenhando um papel ativo no seu tratamento
Fazer a sua autovigilância e adaptando o tratamento aos resultados – autocontrolo;
Tomar corretamente a medicação;
Examinar e cuidar dos pés;
Contactar a equipa de saúde se verificar que está mal controlado ou se apresentar hipoglicemias graves, ou ainda se surgirem sintomas de infeção;
Evitar desperdícios dos recursos comuns existentes, de forma a contribuir para a manutenção e, se possível, aumento dos seus direitos
Cumprir o plano de vigilância e terapêutica;
Usar corretamente os materiais de controlo e tratamento;
Usar adequadamente os serviços de saúde;
Utilizar corretamente o Guia do Diabético disponibilizado pelo seu médico assistente e ajudar os outros diabéticos a fazê-lo também.
Em suma, olhe por si próprio, ajude os profissionais a cuidar bem da sua saúde, seguindo conselhos tão simples e práticos como os seguintes:

Pratique exercício com regularidade;
Não fume;
Vigie bem a sua diabetes;
Não engorde;
Controle a tensão arterial;
Mantenha os níveis de colesterol e triglicéridos controlados e dentro dos parâmetros aconselhados pelos médicos.
Onde procurar ajuda?

No centro de saúde da sua área de residência, onde deverá contactar o seu médico de família.

Depressão

O que é a depressão?

Depressão é uma doença que se caracteriza por afectar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio anormal de tristeza. Todas as pessoas, homens e mulheres, de qualquer faixa etária, podem ser atingidas, porém mulheres são duas vezes mais afectadas que os homens. Em crianças e idosos a doença tem características particulares, sendo a sua ocorrência em ambos os grupos também frequente.

Como se desenvolve a depressão?

Na depressão como doença (transtorno depressivo), nem sempre é possível haver clareza sobre quais acontecimentos da vida levaram a pessoa a ficar deprimida, diferentemente das reacções depressivas normais e das reacções de ajustamento depressivo, nas quais é possível localizar o evento desencadeador.

As causas de depressão são múltiplas, de maneira que somadas podem iniciar a doença. Deve-se a questões constitucionais da pessoa, com factores genéticos e neuro-químicos (neurotransmissores cerebrais) somados a factores ambientais, sociais e psicológicos, como:

  • Estresse
  • Estilo de vida
  • Acontecimentos vitais, tais como crises e separações conjugais, morte na família, climatério, crise da meia-idade, entre outros.

Como se diagnostica a depressão?

Na depressão a intensidade do sofrimento é intensa, durando a maior parte do dia por pelo menos duas semanas, nem sempre sendo possível saber porque a pessoa está assim. O mais importante é saber como a pessoa sente-se, como ela continua organizando a sua vida (trabalho, cuidados domésticos, cuidados pessoais com higiene, alimentação, vestuário) e como ela está se relacionando com outras pessoas, a fim de se diagnosticar a doença e se iniciar um tratamento médico eficaz.

O que sente a pessoa deprimida?

Freqüentemente o indivíduo deprimido sente-se triste e desesperançado, desanimado, abatido ou ” na fossa “, com ” baixo-astral “. Muitas pessoas com depressão, contudo, negam a existência de tais sentimentos, que podem aparecer de outras maneiras, como por um sentimento de raiva persistente, ataques de ira ou tentativas constantes de culpar os outros, ou mesmo ainda com inúmeras dores pelo corpo, sem outras causas médicas que as justifiquem. Pode ocorrer também uma perda de interesse por actividades que antes eram capazes de dar prazer à pessoa, como actividades recreativas, passatempos, encontros sociais e prática de esportes. Tais eventos deixam de ser agradáveis. Geralmente o sono e a alimentação estão também alterados, podendo haver diminuição do apetite, ou mesmo o oposto, seu aumento, havendo perda ou ganho de peso. Em relação ao sono pode ocorrer insónia, com a pessoa tendo dificuldade para começar a dormir, ou acordando no meio da noite ou mesmo mais cedo que o seu habitual, não conseguindo voltar a dormir. São comuns ainda a sensação de diminuição de energia, cansaço e fadiga, injustificáveis por algum outro problema físico.
Como é o pensamento da pessoa deprimida?

Pensamentos que frequentemente ocorrem com as pessoas deprimidas são os de se sentirem sem valor, culpando-se em demasia, sentindo-se fracassadas até por acontecimentos do passado. Muitas vezes questões comuns do dia-a-dia deixam os indivíduos com tais pensamentos. Muitas pessoas podem ter ainda dificuldade em pensar, sentindo-se com falhas para concentrar-se ou para tomar decisões antes corriqueiras, sentindo-se incapazes de tomá-las ou exagerando os efeitos “catastróficos” de suas possíveis decisões erradas.

Pensamentos de morte ou tentativas de suicídio

Frequentemente a pessoa pode pensar muito em morte, em outras pessoas que já morreram, ou na sua própria morte. Muitas vezes há um desejo suicida, às vezes com tentativas de se matar, achando ser esta a ” única saída ” ou para ” se livrar ” do sofrimento, sentimentos estes provocados pela própria depressão, que fazem a pessoa culpar-se, sentir-se inútil ou um peso para os outros. Esse aspecto faz com que a depressão seja uma das principais causas de suicídio, principalmente em pessoas deprimidas que vivem solitariamente. É bom lembrar que a própria tendência a isolar-se é uma consequência da depressão, a qual gera um ciclo vicioso depressivo que resulta na perda da esperança em melhorar naquelas pessoas que não iniciam um tratamento médico adequado.

Sentimentos que afectam a vida diária e os relacionamentos pessoais

Frequentemente a depressão pode afectar o dia-a-dia da pessoa. Muitas vezes é difícil iniciar o dia, pelo desânimo e pela tristeza ao acordar. Assim, cuidar das tarefas habituais pode tornar-se um peso: trabalhar, dedicar-se a uma outra pessoa, cuidar de filhos, entre outros afazeres podem tornar-se apenas obrigações penosas, ou mesmo impraticáveis, dependendo da gravidade dos sintomas. Dessa forma, o relacionamento com outras pessoas pode tornar-se prejudicado: dificuldades conjugais podem acentuar-se, inclusive com a diminuição do desejo sexual; desinteresse por amizades e por convívio social podem fazer o indivíduo tender a se isolar, até mesmo dificultando a busca de ajuda médica.

Como se trata a depressão?

A depressão é uma doença reversível, ou seja, há cura completa se tratada adequadamente. O tratamento médico sempre se faz necessário, sendo o tipo de tratamento relacionado ao perfil de cada paciente. Pode haver depressões leves, com poucos aspectos dos problemas mostrados anteriormente e com pouco prejuízo sobre as actividades da vida diária. Nesses casos, o acompanhamento médico é fundamental, mas o tratamento pode ser apenas psicoterápico.

Pode haver também casos de depressões bem mais graves, com maior prejuízo sobre o dia-a-dia do indivíduo, podendo ocorrer também sintomas psicóticos (como delírios e alucinações) e ideação ou tentativas de suicídio. Nessa situação, o tratamento medicamentoso se faz obrigatório, além do acompanhamento psicoterápico.

Os medicamentos utilizados são os antidepressivos, medicações que não causam “dependência”, são bem toleradas e seguras se prescritas e acompanhadas pelo médico. Em alguns casos faz-se necessário associar outras medicações, que podem variar de acordo com os sintomas apresentados (ansiolíticos, antipsicóticos).

Bem-estar emocional na infância ‘compra felicidade’

Um estudo da LSE (London School of Economics) afirma que estabilidade emocional no lar tem mais influência na felicidade futura de crianças do que dinheiro ou um bom desempenho acadêmico.

De autoria do professor Richard Layward, considerado um dos principais especialistas no mundo em ‘estudos da felicidade’, o estudo entrevistou mais de 9.000 pessoas nascidas na Grã-Bretanha em diversas situações sociais durante um período de três semanas no ano de 1970.

Essas pessoas foram acompanhadas até os 34 anos de idade, e vários dados de sua trajetória foram analisados, como renda familiar, histórico de trabalho, e mesmo a ficha criminal. A partir dessas análises, a equipe desenvolveu um modelo matemático explicando variações nos níveis de felicidade entre a população britânica.

Para avaliar a estabilidade emocional, a equipe de Layward também se concentrou em detalhes minuciosos como crises de insônia na infância e mesmo incontinência urinária, passando por desordens alimentares.

Os pesquisadoras concluíram que a “saúde emocional” na infância esteve no topo da lista de fatores determinantes. O histórico acadêmico ficou em último lugar.

Saúde emocional

O estudo concluiu que a renda é responsável por apenas 1% de variação nos índices de felicidade expressados pelas pessoas estudadas, enquanto a “saúde emocional” na infância responde por 6%.

As conclusões do estudo são controversas, em especial o argumento de que o desempenho intelectual na infância pode ter muito menos influência do que se pensava no que se pode chamar de realização na vida adulta.

Um dos acadêmicos envolvidos no estudo da LSe Andre E. Clarke disse que ” sabemos que vamos provocar ultraje ao dizer que educação e dinheiro estão entre os menos importantes determinantes de sucesso”, escreveu

Nos últimos anos, os “estudos da felicidade” ganharam popularidade não apenas no meio acadêmico como político. Ao ponto de pesquisadores e mesmo chefes de estado, como o premier britânico, David Cameron, falarem publicamente em termos como “PIB da felicidade” como parte de discussões para melhor entender as necessidades da população.

Cameron recentemente declarou que “era chegado o momento de admitir que há mais na vida que o dinheiro”.

Nova gripe aviária chega à Europa e ameaça países com menos recursos

Um novo surto de gripe aviaria detectado na Europa, similiar ao que se estendeu pela Ásia neste mesmo ano, ameaça o sector avícola, informaram nesta segunda-feira a Organização das Nações Unidas para a FAO (Alimentação e Agricultura) e a OIE (Organização Mundial da Saúde Animal). Ambas organizações disseram que os países mais ameaçados são aqueles com menos recursos situados em torno do Mar Negro e no Atlântico oriental, atravessados por rotas migratórias de aves selvagens.

Na Europa, Alemanha, Países Baixos e Reino Unido já confirmaram a presença deste vírus em fazendas avícolas. Já o primeiro caso do continente detectado em animais selvagens no continente ocorreu com um pato, em território germânico.

Neste mesmo ano, a República Popular China, Japão e Coreia do Sul já constataram a presença do vírus H5N8 em fazendas e aves migratórias e aquáticas, afirmaram estas organizações internacionais.

As organizações apontaram, além disso, que o fato de ter localizado este vírus em três países europeus, tanto em aves selvagens como de curral em um período de tempo tão curto, sugere que os pássaros em liberdade têm um papel fundamental no contágio da doença. Apesar de não haver confirmação se o H5N8 pode afectar humanos, o vírus é altamente patogénico para aves domésticas e afecta em grande medida frangos e perus, assim como pássaros selvagens em menor medida.

Aves migratórias teriam introduzido gripe aviaria na Europa, segundo OMS

A FAO e a OIE assinalaram que os países com condições de biosegurança mais baixas e uma preparação veterinária mais limitada são os que apresentam um maior risco de contágio, que pode se traduzir em efeitos devastadores para o sustento de seus habitantes e para a economia e o comércio.

A aparição e propagação do H5N8, de acordo com estes organismos, demonstram a capacidade de evolução destes vírus, com grande impacto na saúde e na alimentação, e evidencia a necessidade de implementar sistemas de vigilância e mecanismos de controle.

Com o objetivo de proteger a subsistência das famílias que baseiam sua economia no comércio deste tipo de aves, a FAO e a OIE recomendaram que os países ameaçados pelo vírus adoptem de uma série de medidas de prevenção. Assim, aconselharam o aumento de esforços de vigilância para a pronta detecção do vírus, facilitação de uma resposta rápida por parte dos serviços veterinários, reforço das medidas de biosegurança para minimizar o contacto entre aves domésticas e selvagens e conscientização dos caçadores e indivíduos do perigo deste vírus.

Até o momento, nenhum humano foi contagiado por este novo surto de gripe aviária, apesar de estar relacionado com o vírus H5N1 que se estendeu desde a Ásia até Europa e África entre 2005 e 2006. Esta epidemia causada pelo H5N1, relacionada também com as pássaros em liberdade, provocou a morte de quase 400 pessoas e de centenas de milhões de aves domésticas.

Vírus Ébola

O vírus Ebola causador da Febre Hemorrágica Ebola é uma doença grave com alta taxa de mortalidade.

O vírus é transmitido através do contato com sangue, vômito, urina, fezes e secreções íntimas da pessoa infectada ou através do consumo da carne de animais infectados, como morcegos frutíferos e ‘carnes de caça’.

O Ebola provoca sintomas como febre alta, vômitos e diarreia com progressão para hemorragia interna e falência múltipla dos órgãos. Esta doença ainda não tem cura, nem uma vacina específica, sendo mais frequente na África devido a seus costumes, crenças, hábitos alimentares e também devido ao fraco sistema de saúde destes países.

Sintomas do vírus Ebola

Primeiros sintomas

Os primeiros sintomas do vírus Ebola podem demorar de 2 a 21 dias para surgir após a contaminação e incluem:

  • Febre acima de 38,3ºC;
  • Enjôos;
  • Dor de garganta;
  • Tosse;
  • Cansaço excessivo e
  • Fortes dores de cabeça.

Sintomas posteriores

Após 1 semana os sintomas podem se agravar:

  • Vômito (que pode conter sangue);
  • Diarreia (que pode conter sangue);
  • Garganta inflamada;
  • Hemorragias que levam ao sangramento pelo nariz, ouvido, boca ou região íntima;
  • Manchas ou bolhas de sangue na pele;
  • Alterações cerebrais e possível coma.

Como se transmite o vírus Ebola

A transmissão do vírus Ebola ocorre através do contato direto com qualquer fluido corporal como sangue, saliva, vomito, urina, fezes, sêmen ou secreção vaginal de pessoas infectadas, mesmo depois de mortas. Manipular ou ingerir carne de animais infectados também é uma forma de transmissão do Ebola.

O indivíduos que tem mais risco de ser contaminado pelo Ebola são os familiares mais próximos dos infectados, como pais, filhos e cônjuges, e também profissionais de saúde como médicos e enfermeiros, que estão em contato direto com estes pacientes. No entanto qualquer pessoa que esteja em contato com as secreções de um infectado pode ficar doente.

Medidas de Prevenção do vírus Ebola

As medidas de prevenção do vírus Ebola são:

  • Lavar as mãos com água e sabão várias vezes ao dia;
  • Ficar afastado dos doentes com Ebola e também dos mortos pelo Ebola porque eles também podem transmitir a doença;
  • Não comer ‘carne de caça’ e morcegos porque elas podem estar contaminadas com o vírus, pois são reservatórios naturais;
  • Não tocar nos fluidos corporais de um infectado, como sangue, vômito, fezes ou diarreia, urina, secreções da tosse e espirros e das partes íntimas;
  • Usar luvas, roupa de borracha e máscara quando entrar em contato com um contaminado, não tocando nesta pessoa e desinfetar todo este material após o uso;
  • Queimar todas as roupas da pessoa que morreu por causa do Ébola.

Como a infecção com o Ebola pode demorar até 21 dias para ser descoberta, durante um surto de Ebola recomenda-se evitar viajar para os locais afetados e também locais que fazem fronteiras com estes países. Uma outra medida que pode ser útil é evitar locais públicos com grandes concentrações de pessoas, porque nem sempre se sabe quem pode estar infectado e a transmissão do vírus é fácil.

O que fazer se ficar doente com Ebola

O que se recomenda fazer em caso de infecção pelo Ebola é manter a distância de todas as pessoas e procurar um centro de tratamento o mais rápido possível porque quanto antes o tratamento for iniciado, maiores são as chances de recuperação. Tenha especial cuidado com seu vômito e diarreia.

Como tratar o Ebola

O tratamento para o vírus Ebola consiste em manter o paciente hidratado e alimentado, mas não existe um tratamento específico que seja capaz de curar o Ebola. Os pacientes infectados são mantidos em isolamento no hospital para manter a hidratação e controlar infecções que possam surgir, diminuir os vômitos e também para evitar a transmissão da doença para outros.

Pesquisadores estão estudando como criar um medicamento que possa curar o Ebola e também uma vacina que possa prevenir o Ebola, mas apesar dos avanços científicos, eles ainda não foram aprovados para serem usados em humanos.

SIDA

A SIDA é provocada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), que penetra no organismo por contacto com uma pessoa infectada. A transmissão pode acontecer de três formas: relações sexuais; contacto com sangue infectado; de mãe para filho, durante a gravidez ou o parto e pela amamentação.

O VIH é um vírus bastante poderoso que, ao entrar no organismo, dirige-se ao sistema sanguíneo, onde começa de imediato a replicar-se, atacando o sistema imunológico, destruindo as células defensoras do organismo e deixando a pessoa infectada (seropositiva), mais debilitada e sensível a outras doenças, as chamadas infecções oportunistas que são provocadas por micróbios e que não afectam as pessoas cujo sistema imunológico funciona convenientemente. Também podem surgir alguns tipos de tumores (cancros).

Entre essas doenças, encontram-se a tuberculose; a pneumonia por Pneumocystis carinii; a candidose, que pode causar infecções na garganta e na vagina; o citomegalovirus um vírus que afecta os olhos e os intestinos; a toxoplasmose que pode causar lesões graves no cérebro; a criptosporidiose, uma doença intestinal; o sarcoma de Kaposi, uma forma de cancro que provoca o aparecimento de pequenos tumores na pele em várias zonas do corpo e pode, também, afectar o sistema gastrointestinal e os pulmões.

A SIDA provoca ainda perturbações como perda de peso, tumores no cérebro e outros problemas de saúde que, sem tratamento, podem levar à morte. Esta síndrome manifesta-se e evolui de modo diferente de pessoa para pessoa.

Febre Amarela

A Febre Amarela é uma doença hemorrágica viral de elevada mortalidade. Actualmente, estão estimados cerca de 200.000 casos e 30.000 mortes anuais. A doença é transmitida, tal como o Dengue, pela picada dos mosquitos Aedes infectados. As áreas de risco são as regiões tropicais de África e América do Sul (ver figuras 1 e 2). No continente sul-americano, Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador e Peru têm um risco acrescido. As manifestações da doença são muito variadas, daí a dificuldade em reconhecer precocemente a doença, e vão desde o indivíduo sem sintomas até disfunção orgânica generalizada. A fase inicial da doença é caracterizada por sintomas tipo gripal, com febre alta, cefaleias, dores musculares, falta de apetite e náuseas/vómitos. Em cerca de 15% dos casos há evolução para uma fase tóxica, de elevada mortalidade, caracterizada por disfunção multi-orgânica (sobretudo fígado e rins) condicionando hemorragias generalizadas e anúria.

De alertar o viajante com destino a áreas de risco do Brasil que a doença continua bastante activa neste país, e actualmente em expansão para sul (ver figura 3). De Dezembro de 2008 a Fevereiro de 2009 o estado brasileiro notificou 48 casos, 13 dos quais com desfecho fatal.

Fred Jossias Lobolou

O Apresentador Moçambicano Fred Jossias lobolou, neste sábado, dia 23 de Novembro, a sua namorada e cantora Helena. A cerimónia foi realizada no Pavilhão do Estrela Vermelha, tendo contado com mais de 40 convidados, entre familiares, amigos e figuras públicas nacionais.

O rei dos bifes que andou fora das telas após o escândalo da suruma no programa atracções, que culminou com a sua expulsão da Televisão Miramar, surpreendeu a todos com o noivado, mostrando que ultrapassou bem a má fase da sua carreira.

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O noivado acontece após um longo relacionamento, do qual nasceu o primeiro filho do casal e um ano depois do ex-apresentador do programa atracções separar-se da sua anterior companheira Anabela, com a qual também tem um filho.

Ainda não se sabe para quando está marcado o casamento, mas fontes do MMO indicam que Fred está entusiasmado com a nova fase, e que o público pode esperar boas novas para breve.

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Hepatite A

A Hepatite A existe de uma forma hiperendémica na maior parte do mundo, é causada por um vírus que pertence à família Picornaviridae e o ser humano é o único reservatório do mesmo.

Nos países onde a doença é rara, a transmissão é principalmente feita de pessoa para pessoa (crianças em instituições, toxicodependentes), enquanto nos países onde a doença é mais prevalente, a transmissão é feita indirectamente por via fecal-oral ou através da água e alimentos contaminados. A doença não se distingue de qualquer outra hepatite viral, não evolui para a cronicidade e tem um período de incubação de 2-7 semanas.

O maior risco para viajantes não imunes existe nas viagens para África, América do Sul, Sudeste Asiático e para o subcontinente Indiano. Nestas zonas >70-90% da população será seropositiva para esta infecção desde os 5 anos de idade. O risco para os viajante não imunes e sem profilaxia nestas zonas é calculado em 2% para “turistas de mochilas” e 0.07-0.3% para turistas alojados em bons hotéis e por cada mês de estadia.

Prevenção

Medidas gerais: os viajantes devem evitar o consumo de alimentos e bebidas potencialmente contaminadas. Para mais informação ver “Água e Alimentos” na secção “Cuidados”.

Vacinação: aconselha-se a vacinação contra a Hepatite A, a todos os viajantes, independentemente da duração da viagem, para todos os destinos fora da Europa, América do Norte, Austrália, Nova Zelândia e Japão. Na Europa recomenda-se a vacinação de todos os viajantes para a Albânia, Roménia, Bulgária e países da ex-Jugoslávia, bem como, em caso de permanência prolongada, nos países Bálticos, Polónia, Hungria, República Checa e Eslováquia. A vacina é constituída pelo vírus inactivado, sendo segura e com uma eficácia superior a 95%. A revacinação deve ser feita no período compreendido entre 6-12 meses após a primeira dose.

Malária

A Malária é uma doença infecciosa transmitida pela picada do mosquito Anopheles infectado pelo agente Plasmodium. Actualmente, é endémica em mais de 100 países, sobretudo nos continentes Africano, Asiático e Sul-Americano, visitados anualmente por mais de 125 milhões de viajantes (ver mapas em baixo). É a principal causa de febre no viajante. Sabe-se que, por ano, cerca de 30.000 viajantes adoecem por malária após o regresso a casa, e um número indeterminado adoece na própria viagem.

Espécies

Existem 4 espécies do agente Plasmodium: Plasmodium falciparuma, Plasmodium vivax, Plasmodium ovale e Plasmodium malariae. Quando indicada pelo seu médico da Consulta de Aconselhamento ao Viajante, a medicação profilática previne apenas a infecção do agente mais perigoso, o Plasmodium falciparum. As outras espécies não são prevenidas pelos esquemas quimioprofiláticos utilizados. Acrescente-se ainda que nenhum regime é 100% eficaz, mesmo para o Plasmodium falciparum. É fácil de concluir, portanto, que as medidas gerais têm um papel fundamental na prevenção da doença, e devem ser sempre realizadas, mesmo com uso de medicamentos.

Prevenção

Medidas gerais: evitar exposição nos períodos de maior actividade do mosquito – ao amanhecer e ao entardecer; usar roupas compridas evitando áreas de pele descoberta e usar calçado fechado; utilizar repelentes de insectos com DEET, IR3535 ou icaridina na pele e roupa (puffs regulares ao longo do dia); aplicar rede mosquiteira na cama, se possível impregnada com insecticida (permetrina); ar condicionado (quando possível) é um método bastante eficaz de afastar os mosquitos do quarto.

Medicamentos

Mefloquina (Mephaquine), Atovaquone+Proguanil (Malarone), Doxiciclina, Cloroquina, Cloroquina+Proguanil.

Decoração de Sapatos Com Capulana

A capulana é mesmo um tecido mágico – não há limites quando ao que se pode fazer com o tecido da capulana, por isso trouxemos neste artigo, mais uma obra prima feita com a capulana.

Recebemos a Kamyla Mendes uma artista que trabalha com a capulana, decorando sapatos, chinelos, roupas, convites, entre outros. Ela vai dar-nos uma aula de decoração de sapatos com a capulana.

Material Necessário

sapatos-capulana-1
Material necessário para decorar sapatos com capulana.
  • Capulana
  • Os Sapatos
  • Cola de tecidos
  • Dois pincéis(Um com ponta fina e outra com ponta grossa)
  • Tesoura

Passos Para Decorar Sapatos Com Capulana

1. Limpeza

Primeiro limpamos o sapato, não podemos decorar com ele sujo.

2. Recorte

O segundo passo é recortar a capulana na medida que chegue para cobrir todo o sapato. Uma dica para si, ao decorar o sapato com uma capulana de muitas estampas, é necessário fazer recortes semelhantes, que tenham a mesma estampa para que um sapato não seja diferente do outro.

3. Colagem

O terceiro passo é passar a cola com um pincel com ponta grossa. Primeiro passamos a cola de um lado e em seguida colamos a capulana no sapato, faz-se o mesmo processo para o outro lado. Colamos também a capulana nas bordas do sapato. Para passar a cola nas bordas usa se um pincel com uma ponta fina.

4. Secar

Com a capulana já colada no sapato, deixamos secar por duas horas no mínimo e só depois recortamos o tecido que resta com uma lâmina ou com chizato.

Acompanhe o vídeo que fizemos, explicando e fazendo passo a passo a transformação de um sapato velho para uma obra prima de capulana.

https://www.youtube.com/watch?v=ltjpmKYd3ow

Cristiano Ronaldo lança linha de sapatos

O craque Cristiano Ronaldo vai lançar em Fevereiro próximo, sapatos de luxo para público com alto poder económico.

Cristiano Ronaldo está para marcar a sua entrada no mercado dos calçados com duas linhas. A linha “CR7” tem um tom casual, projectada para o uso diário e o preço estará em torno dos 300 euros (11.700,00 Mt).

Já, a linha “Cristiano Ronaldo”, possui características mais formais, confeccionada totalmente a mão a partir de peles naturais, e o preço vai rondar em torno dos 450 euros (17.550,00 mt).

Esta linha vai ser totalmente manufacturada em Portugal, precisamente em Guimarães na empresa “CR7 Footwear”, criada especialmente para o fabrico dos calçados.

O objectivo da marca é “satisfazer os consumidores que se revêm na excelência, desempenho e sofisticação do produto“, segundo o site oficial dos calçados CR7.

Os calçados de Cristiano Ronaldo estarão disponíveis em 20 Países, em Portugal estarão a venda em mais de 60 lojas.

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Autópsia de Robin Williams revelou não haver álcool nem drogas em seu organismo

A autópsia realizada no actor Robin Williams revelam que o malogrado não tinha drogas nem álcool no organismo na altura do seu suicídio à 11 de Agosto do corrente ano.

Segundo o TMZ, a causa da morte do actor foi asfixia, devido ao enforcamento. Constatou-se também que Williams sofria de ansiedade e de Parkinson.

TMZ avançou ainda que na noite antes de se matar, o comediante colocou vários relógios dentro de uma meia e deu-os a um desconhecido para os guardar. A publicação relata que, mesmo não existindo drogas no seu sistema, Williams tinha ingerido dois antidepressivos e muito café.

A esposa de Robin tinha dito às autoridades logo após a morte do actor, que ele vinha se queixado dos medicamentos e a forma como o faziam sentir.

Robin Williams, artista de 63 anos foi encontrado no seu quarto enforcado com um cinto. Williams também terá tentado cortar os pulsos com um canivete.

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