Crime Perfeito #5: Roubo de 100 Milhões em Diamantes
Aproximadamente 7h da noite de uma sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2003, a “Escola de Torino” estava prestes a realizar o maior roubo de diamantes que o mundo já viu. Leonardo Notarbartolo, o líder da quadrilha, supostamente permaneceu no cofre na sexta-feira, quando as portas de segurança se fecharam automaticamente. Algumas horas depois, o elevador que desce até o cofre foi supostamente usado por três outros membros da Escola. O detector de movimento ao pé do elevador já havia sido desactivado por uma aplicação de spray de silicone, e o detector de luz do cofre tinha sido inutilizado com um simples pedaço de fita.
O acesso ao cofre não era tão fácil como entrar nele. O cofre em si era protegido por um sistema de bloqueio dual: uma combinação e uma fechadura com chave, com aço reforçado. A parte fundamental foi fácil, já que duplicatas da chave tinham sido feitas com antecedência. A fechadura de combinação foi um pouco mais difícil, e a polícia ainda não divulgou informações de como eles conseguiram quebrá-la.
Por trás dessas duas fechaduras havia um alarme de segurança que notificava a polícia assim que o cofre era aberto (quando os ímãs não se tocavam mais, o alarma soava). O alarme era automático e não podia ser desligado. O cofre foi derrotado com o mais minimalista dos movimentos: o grupo de assaltantes cortou os ímãs de seus locais de repouso e os deixou juntos, permitindo que a porta do cofre fosse aberta sem separar os ímãs.
Dentro do cofre, a Escola arrombou a porta pesada, sabendo que não seriam perturbados enquanto realizavam o maior roubo de diamantes da história. Eles invadiram 160 caixas de segurança, estourando fechaduras com uma ferramenta que eles criaram especificamente para o trabalho.
Esses profissionais não se limitaram a pegar os diamantes, dos quais o comércio é muito mais restrito do que a maioria crê; eles também pegaram a papelada necessária para vender os diamantes como legítimos. O que não poderia ser facilmente revendido, itens com valores combinados totalizando na casa dos milhões de dólares, foram deixados descuidadamente no chão do cofre.
No momento em que o assalto havia sido descoberto, os ladrões estavam muito longe. No entanto, o suposto líder da quadrilha, Leonardo Notarbartolo, foi condenado com base no DNA encontrado em um sanduíche comido pela metade encontrado perto da cena do crime. Ele foi condenado a 10 anos de prisão. Os outros membros da Escola nunca foram apreendidos e é improvável que serão, porque o estatuto de limitações já expirou ou expirará em breve.
Hypescience























































Acho que peguei a cor do Hulk! Irónico, já não sou Pinóquio, nem penso em trapalhadas do Lobo Mau. Quisera eu se olhassem pra mim como Superman, posso até não chegar aos pés dele, mas tenho a determinação do Spideman. Vida minha, por onde anda a minha Branca de neve? Ou será Ariel?






























Veja a seguir as fotos da cerimónia civil e algumas da festa que teve lugar na quinta do casal na Matola.

















































