Ecos do VII festival nacional de cultura


























Embora não haja como associar o termo ladrão com bondade, nesta série nós mostramos 10 casos de ladrões que tiveram atitudes dignas de reconhecimento e até alguns aplausos depois de cometerem assaltos e roubos.

Um ladrão roubou o laptop de um professor universitário, e depois devolveu o conteúdo num disco de memória USB. O professor, que leciona na Universidade de Umeå, no norte da Suécia, ficou devastado quando o seu computador portátil, contendo dez anos de trabalho, foi roubado.

Um ladrão armado que tentou roubar de uma babá com uma arma, saiu de mãos vazias e envergonhado pelos dois filhos da casa, que lhe ofereceram suas economias guardadas no “porquino”.

Jami McElrath teve sua câmara roubada por um ladrão que invadiu o carro dela. Quando o ladrão descobriu que Jami era doente terminal, “seu coração mudou” e devolveu a câmara.

Em Outubro de 2011, um gatuno viu que um dos vidros de um carro num um estacionamento do supermercado não tinha sido fechado. O ladrão fez o que os ladrões fazem, roubou dois telefones celulares e uma carteira que estavam no veículo. Quando ele ligou um dos telefones, ele encontrou imagens de pornografia infantil. Ele ficou com tanto nojo que se entregou à polícia para poder ajudar às autoridades a investigar o indivíduo de quem roubou os itens. A investigação levou à prisão de um homem 46 anos.

Um homem roubou um carro e pôs-se em fuga (obviamente), pouco tempo depois, voltou e repreendeu os proprietários da viatura depois de perceber que uma criança estava lá dentro.

Um ladrão devolveu jóias a seu proprietário quase 10 anos depois de roubar os itens de uma casa na Arábia Saudita, dizendo em uma carta que ele lamenta pelo roubo e pedindo ao proprietário que o perdoasse.

O caso aconteceu no Brasil, quando um homem devolveu o carro que havia roubado depois do proprietário ligar e contar que passava por algumas dificuldades financeiras.

Um ladrão decidiu devolver a urna contendo as cinzas do marido de Carol Lalonde que ele havia roubado.

O ladrão deve ter ficado com medo de não receber o presente de natal. Ele havia roubado um Pai Natal (Papai Noel) e dois pingüins infláveis ??do quintal James McClaren em Unionville. Ela desapareceu com os itens sem deixara pistas.

Uma pintura valiosa que foi roubada à mão armada de um museu de Bruxelas em 2009, foi devolvida depois de os ladrões não conseguiram vendê-la no mercado negro.
As cirurgias plásticas são a moda da vez. A cada dia que passa mais pessoas submetem-se ao bisturi afim de terem a tão desejada aparência. Não há receio de pagar muito para dar um up na auto-estima. Para algumas colocar a vida em risco compensou e é só alegria, já outras dariam tudo a voltar a ser como eram, antes de decidirem ter a brilhante ideia de fazer cirurgias plásticas “inovadoras”.
Beshine actualmente detém o título de “Maiores Seios da Europa” , graças aos implantes de expansão dos seios que ela faz regularmente.

Beshine diz que não sofre de dores nas costas devido a um rigoroso programa de fortalecimento das mesma, mas ela luta para encontrar roupas que se encaixam e, não surpreendentemente, não pode mais dormir de barriga para baixo.

Vanity Wonder, de 30 anos, é uma viciada em cirurgias plásticas do mercado negro. Ela injectou tudo que se possa imaginar para aumentar o bumbum. Desde 2006, quando começou com as injecções!

Chris se submeteu à dolorosa e complicada operação em Setembro do ano passado. Ele saiu do hospital em Dezembro, 6,4 centímetros mais alto. A desvantagem do processo é que ele terá que usar muletas até o final de Janeiro e não conseguirá andar normalmente até marco. “Eu sabia que tinha que fazer isso”, garantiu o britânico.

Uma mulher de São Petersburgo, na Rússia, decidiu tomar uma atitude drástica para ficar parecida com Jessica Rabbit, seu personagem favorito de desenho animado. Convencida de que seus lábios finos eram feios, ela aplicou 100 injecções de silicone para ampliá-los.
Kristina Rei, de 22 anos, gastou cerca de R$ 11,5 mil para fazer as aplicações de silicone:
– Eu acho esta aparência fantástica e isso me faz feliz. Eu quero parecer como um personagem de desenho animado. Estou viciada nisso – disse.

O médico Oneal Morris foi detido na Florida, nos Estados Unidos, acusado de injectar uma mistura de cimento nas nádegas de uma paciente.
Transexual, Morris realizava as injecções na sua casa, sem qualquer licença médica.
De acordo com o jornal ‘The Sun’, a mistura utilizada foi de cimento, óleo e super-cola e custou à mulher 500 euros.
A paciente teve de ser internada e chegou a estar em risco de vida.

Valeria Lukyanova, de 21 anos, é da Rússia e se tornou sensação na internet. Ela, de fato, lembra a boneca, com seus longos cabelos loiros e o corpo aos moldes da Barbie (com cintura bem fina, seios fartos e pernas longas).
Depois do sucesso na internet, os internautas começaram a pesquisar seus antigos posts nas redes sociais, levantando rumores rumores de que ela tinha feito cirurgias desde o nariz até remoção de costela.

Rajee Narinesingh, 48, que também é transexual, disse que Oneal Morris a enganou. Segundo ela, sua intenção era tornar suas bochechas, queixo e lábios mais femininos. Entretanto, o resultado ficou bem distante do seu sonho.
Ela admitiu ao Daily Mail que recorreu aos cuidados de Morris porque não tinha dinheiro para pagar um cirurgião plástico licenciado.

Brian Zembic é um apostador profissional que teve sua parte de azar. Ele fez um nome para si mesmo através da participação em apostas elaboradas. No passado, ele havia concordado em viver em um banheiro durante uma semana por US $ 14.000, e ele viveu em uma caixa por uma semana por US $ 25.000. No entanto, sua maior reivindicação à fama é quando ele concordou em viver com implantes de peito por $ 100.000. Ele fez o que viria a chamar de a “mais estúpida” aposta em desespero, em 1996, depois de perder mais de US $ 100.000 de uma ponta de estoque ruim.
É uma dança tradicional moçambicana e que representa a resistência colonial do país sobretudo na região sul. Maioritariamente praticada nas regiões interiores de Gaza e Maputo, a dança tem poucos praticantes ao nível das cidades.


É uma dança originária da comunidade makonde, e é sem dúvida, a dança mais conhecida e mais divulgada em toda a província de Cabo Delgado e até mesmo em todo país. A sua difusão chega a ultrapassar as fronteiras nacionais.
O mapiko, é uma das principais danças tradicionais makonde, é praticado nos ritos de iniciação e cumpri a função lúgubre, em caso de morte de um membro do grupo ou da comunidade. Pratica-se também em algumas cerimónias de investidura de chefes clânico-linhageiros (vahumu).
O elemento central do mapiko é o lipiko, dançarino principal, este deve estar, necessariamente, envolto em panos e mascarado. A máscara, tanto pode representar figuras de animais (coelho, leão, cão, leopardo, hiena), como também pode representar uma figura humana, que simboliza o espírito de um defunto a ser invocado. Da cintura para cima todo corpo do dançarino fica coberto de guizos.
A dança inicia com o tocar do batuque, likuti, e é acompanhada por um coro formado pela assistência, que se dispõe de modo a formar um corredor por onde deve passar o lipiko. Na extremidade, surge o dançarino que, à grande velocidade, entra no recinto de dança e se atira contra o muro formado pela assistência, que recua assustada. O coro canta e dialoga, através de gestos, com o lipiko.

É uma versão feminina do mapiko, sendo a bailarina principal a mulher. Ela tanto pode ser adulta como adolescente. Aliás, o habitual tem sido uma rapariga adolescente, capaz de executar os movimentos com maior vigorosidade.
Para bailar no terreiro da aldeia, ou em qualquer outro recinto, ela é completamente coberta de panos da cabeça aos pés. Estes panos cruzam o tronco, partindo das espáduas até a cintura. A este nível é colocada uma capulana, localmente designada por inguvo ya magombe. Outras capulanas são dobradas várias vezes e enroladas nos braços e nas pernas da dançarina. Na execução da dança, essas capulanas abanam, acompanhando os movimentos rápidos, para trás e para frente, da jovem dançarina.
Na encenação, a bailarina segura nas mãos um ou dois lenços e um pequeno machado ou enxada. Na falta destes objectos, ela pode pegar na mão uma simples vara. Quando dança, o tronco da bailarina inclina-se ligeriramente para frente, dobrando sobre os rins, com os braços estendidos para os lados e para a frente, levemente curvados. Nessa posição, move-se em pequenos passos, abanando o tronco ao ritmo do batuque.
A dança tem lugar no lipanda, local onde decorrem as cerimónias de iniciação feminina. Todavia, a prática do lingundumbwe tornou-se de tal modo livre que toda a gente pode conhecer a mulher mascarada. Esta dança é a mis característica dos ritos femeninos, constituindo o principal divertimento das iniciadas, do primeiro ao último dia.
Os instrumentos do lingundumbwe compreendem um batuque principal (ntoji) e dois auxiliares, sendo umligoma e o outro o likuti.
A orquestra instrumental da dança é assegurada por homens. A presença masculina, á semelhança do que acontece com a maior parte das danças femininas, não só visa garantir o manejo dos instrumentos, como também serve para assegurar a protecção dos instrumentos, como também serve para assegurar a protecção dos respectivos agrupamentos, sobretudo em caso de deslocações.
Considerada muito antiga pelos habitantes de Nanhupu, em Montepuez. Em língua makhuwa, tahura quer dizer “batuque grande”.
Participam na dança homens e mulheres adultos, que usam um pano preto cingido em forma de saia, uma camisola interior, um lenço branco e um cinto. Nas pernas, os dançarinos amarram chocalhos que, com o bater dos pés no chão, produzem um som. Dispõem-se em círculo, empunhando objectos como machadinhos, enxadas ou paus. Esta dança é praticada à noite, em cerimoniais fúnebres, ritos de iniciação e no período de colheitas.
Para assinalar este período, o chefe da aldeia organiza a recolhe de produtos para a confecção de otheka, um tipo de cerveja de fabrico caseiro. Bebe-se e dança-se toda noite, como forma de expressar alegria pelas colheitas conseguidas. Esta é também uma forma de manifestar agradecimento aos espíritos por terem proporcionado boas colheitas.
Os instrumentos são compostos por quatro tios de batuques: um tahura grande, um likuti, um nikoni e um ntxuntxu. As canções retratam, essencialmente, o dia-a-dia da vida social e económica da comunidade.
É uma dança feminina. Os homens apenas participam como instrumentistas. A esta dança foi atribuído o nome de tamadune em honra de uma mulher makhonde, co-fundadora do grupo cultural, que era assim chamada.
É praticada por ocasião da recepção dos recém-iniciados, rapazes ou raparigas, e também em dias festivos. Não possui nenhum traje específico e, para a sua execução, as dançarinas formam um círculo, destacando-se duas a duas para o meio da roda.
Usa-se, como instrumentos, seis batuques: um ntodje, três makuti e dois três magoma. As canções entoadas evocam alguns acontecimentos importantes da comunidade e factos ligados à Luta de Libertação Nacional, como é o caso do Massacre de Mueda.

É uma dança de origem árabe, ligada à religião muçulumana, que pode ser praticada em cerimónias, festas e datas específicas do calendário islâmico. Ela tornou-se vulgar na região nortenha do país, mais precisamente, no litoral das províncias de Cabo Delgado, Nampula e Zambézia. É uma dança essencialmente feminina, na qual os homens apenas participam como instrumentistas. Todavia, há casos em que os grupos são compostos só por mulheres.
Participam na dança principalmente mulheres adultas. No momento da actuação elas apresentam-se, habitualmente, maquilhadas e com o rosto pintado de mussiro, um produto cosmético natural, que trata a pele feminina e empresta as mulheres um ar singular. Entre as dançarinas do tufo é estabelecida uma hierarquia, com a designação de uma rainha. Um dos critérios adoptados para a sua escolha é a graciosidade e beleza das linhas do rosto e do corpo, assimtomadas para simbolizar a feminidade da mulher makhuwa.
Na dança tufo, o rigor no traje e nos adornos são fundamentais. As mulheres e as raparigas usam um uniforme formado por capulana, blusa e lenço, quase sempre de cores garridas. As capulanas são amarradas à cintura, uma por cima da outra, cobrindo as pernas.

A Dança Nyau foi certificada pela Organização das Nações Unida para Educação Ciência e Cultura (UNESCO) em Novembro de 2005,como .uma obra-prima do património oral e intangível da humanidade A dança Nhau, constitui a cultura dos habitantes da província de Tete, que exige bastante agilidade do seu dançarino, duma máscara de madeira e a dança tabu de ritos de iniciação.Como tradição dos habitantes desta província, usam certos símbolos de seus hábitos e costumes, como símbolos de maniqueira, que representam matéria prima para fazer sumo, doces, bebidas alcoólicas e alimentação , e o de cabrito que representa fonte de riqueza. Como uma indumentária deste povo, para mulheres ” chithero”, capulana com blusa “bhaju” mesmo tecido e os homens ” ngonda” tecido branco denominado “tchiria” para os adultos. Os mitos, Deus da chuva considerado “nsato”.
Relato de um espectador: “O nhau estava forte. A princípio chegara um homem alto, tão alto que tocava com a cabeça as últimas folhas dos eucaliptos. Por detrás dele vinha uma jibóia. A seguir veio um contingente de dançarinos. Todos traziam máscaras medonhas, de animais e aves. Estavam nus. Os seus corpos eram pintados de um branco forte que lembrava a cal. Empunhavam azagaias, chuços, catanas, machados. Alguns tinham os flancos cobertos com pequenas esteiras de bambu, à primeira vista, poder-se-ia julgar que tinham os movimentos presos. Mas a agilidade é a condição primária do nhau”.
Alguém do passado descreveu como era a antiga dança nhau na região do Zóbuè, em Tete. Dança tabu, sobretudo o nhau chipeta, esta dança era também uma iniciação que exigia sacrifício, virilidade e heroísmo.
Hoje é mais o nhau macanga que se dança com algumas misturas do outro, sem deixar de ser espectacular. Nesta máscara algo medonha perpetua-se um rito, que uma cultura antiga esculpiu de enigmas.
Uma dança em vias de desaparecer. É uma demonstração da fé apresentada só por homens que dançam e cantam e com uma espécie de alfinete, navalhas, pregos grandes de aço ou ferro, espetos de ferro ou outros instrumentos afiados que se dá o nome de “tupachi”, que penetram no corpo, perfurando a carne e que tem como admiração do público esses dançarinos não sangram nem os corpos ficam com marcas das perfurações. Segundo a informação que obtivemos, para se preparar o corpo do dançarino para este ritual, eles ficam no mínimo 15 dias sem actividade sexual e sem comer polvo nem peixe. Esta dança era antigamente muito praticada nos casamentos islâmicos. Esta dança ainda pode ser encontrada na ilha de Moçambique, Angóche e Pemba.
Medico tradicional que acaba de xegar de Nampula! Veio pra ajudar você: cura quase tudo!
Então eu cresci assim, achando que as línguas maternas (dialecto) eram coisas de pessoas atrasadas. Eu só aprendi para ter como me comunicar com meus amigos.
Lembro-me que os grupinhos na escola eram sempre divididos por pessoas que falavam bem português, os que falavam mais ou menos e os que não falavam. Sim, naquela época era possível encontrar famílias aqui na cidade que não sabiam falar português, pois naquela época era complicado ter um televisor para auxiliar as famílias a aprender o português brasileiro das novelas como acontece hoje. Sim sim, o português falado em Moçambique hoje é mais abrasileirado do que qualquer outra coisa, mas essa é outra história…
Agora eu sou crescido e tenho acompanhado as vozes que dizem que é preciso ensinar as línguas maternas nas escolas, é preciso ter orgulho da nossa cultura e tradição, é preciso valorizar as nossas línguas maternas e blablabla.

Esqueceram das reguadas que me davam quando eu falava changana?
Eu aprendi que falar changana ou qualquer outra língua materna é coisa de pobre.
Hoje quando eu falo alguma palavra em dialecto num restaurante ou noutro sítio qualquer as pessoas ao meu lado me olham como se eu tivesse dito algo super ofensivo, mas porque?
Porquê é que soa bem dizer: Eu não sei falar changana? Não é culpa das pessoas, todos nós crescemos aprendendo a valorizar o português e a desprezar as demais línguas nossas. Não é culpa nossa se hoje nós não sabemos falar nossas línguas maternas, eu falo do changana porque é o dialecto que mais se fala onde eu morro, mas poderia ser ndau, sena, chopi, etc. Esse desdém pelos nossos dialectos, assim como nossos hábitos e nossa cultura, foi implantado nas nossas cabeças pela sociedade.
Hoje eu me mato de gargalhadas quando vejo jornalistas e apresentadores atropelando o português tentando embelezar seus discursos quando na realidade seu público mal fala português.
Afinal porque tiraram o programa do Matusse na Miramar? O que O Melhor do Brasil tem a ver com Moçambique? Nada. Absolutamente nada. Porque a TVM não tem programas fixos em língua materna local? Porque pah!
Porque os nossos dirigentes precisam de interpretes quando vão falar com as vovós lá no campo? Será que não sabem mesmo falar dialecto? E se não sabem, porque não aprendem? Tem vergonha? Então porque raio nossos filhos tem que aprender as línguas maternas na escola se ninguém valoriza???





A dois passos da capital moçambicana, o património natural da ilha da Inhaca é uma preciosidade. Sem potencial para o turismo de massas, Inhaca é, para os amantes do turismo de natureza e das caminhadas, um verdadeiro tesouro à espera de ser descoberto.

A ilha de Inhaca foi considerada património biológico da humanidade. Situada a 32 km a leste da metrópole é mais um dos belos recantos que a natureza presenteou a Moçambique, sendo especialmente atractiva para os poetas, sonhadores e cientistas. Que desde 1911 a visitam para estudar as mais de 300 espécies raras de aves, incluindo o invulgar pica peixe dos mangais, borboletas. E várias espécies de corais e mamíferos, caso dos golfinhos, baleias e dugongos.

Localizada numa zona de transição entre o clima tropical e o clima temperado quente, a Inhaca tem duas estações: a estação quente e húmida, que decorre entre Outubro e Abril, e a estação fria e seca, entre os meses de Maio e Setembro. A temperatura média anual ronda os 23 graus centígrados e o melhor período para viajar resulta de uma combinação das duas estações, entre os meses de Março/Abril e Julho.

O Pestana Inhaca Lodge tem um total de 40 quartos situados entre magníficos coqueiros e jardins exóticos, todos equipados com camas com rede anti-mosquito, ventoinha de tecto, telefone, TV Satélite.





2 – Areia Nos Seus Sapatos

3 – Seu Pai

4 – Pássaros Feios
6 – Sua Comida…



9 – Crianças

10 – Isto


12 – Algas

13 – Caranguejos

14 – Protector Solar nos Olhos

15 – Preservativos Usados

16 – Cães Que Causam Problemas


18 – Ter Que Entrar Na Água Para Mijar

19 – Vento

20 – Multidões


22 – Agulhas Usadas

23 – Costas Peludas

24 – Roupa Molhada Pelo Bikini

25 – Baleias Que Explodem

26 – Medusas – Águas Vivas – Sei lá

27 – Fraldas

28 – Bronzeamento

29 – Mais Costas Peludas

30 – Bebés Nus

31 – Estacionamento

32 – Toalhas Molhadas e Roupa Suja em Casa






38 – Tubarões


Só paquerar pode não é uma boa ideia, mas fica pior quando você decide usar uma dessas palavras: