25 Pessoas Que Você Vai Querer Conhecer



4 – O Cozinheiro Que Inventou Essa Técnica
















22 – A Pessoa Que Promoveu Essa Festa Onde Todos Tem a Mesma Altura







4 – O Cozinheiro Que Inventou Essa Técnica
















22 – A Pessoa Que Promoveu Essa Festa Onde Todos Tem a Mesma Altura




Veja na íntegra o filme moçambicano sobre violência doméstica dirigido por Mickey Fonseca.
Breve Sinopse:
Quando Dina um adolescente de 14 anos engravida, Fauzia (mãe), começa a perceber que o comportamento violento de Remane (marido) atingiu níveis extremos. Após uma grande briga que deixa Fauzia no hospital, Dina convence a mãe a abrir um processo contra seu pai. No tribunal Fauzia confronta Remane pela última vez.
A verdadeira mensagem escondida naquelas palavras bonitinhas e emocionantes…

Prezados Colegas – Malditos Escravos
Chegou a minha vez de me despedir de todos vocês. Os últimos anos foram magníficos no desenvolvimento da minha carreira, mas é hora de partir em busca de novos desafios profissionais.
Estou saindo desta merda. Após anos de exploração sem sentido, baixo salário e horas-extras não remuneradas, finalmente consegui encontrar um emprego melhor que este.
Gostaria de deixar meus agradecimentos a todas as pessoas que de alguma forma me ajudaram durante todos estes anos. Sei que posso acabar esquecendo alguém, mas algumas delas merecem uma saudação a parte:
Abaixo segue a lista das pessoas que transformaram a minha vida num inferno durante todos estes anos. Existem muitos outros idiotas, mas não consigo lembrar o nome de todos:
1- Em especial fica um forte abraço para o Teixeira, meu chefe ao longo desta jornada, pelo aprendizado, dicas e também repreensões;
Idiota do Teibicha, maldito corno, jamais cumpriu sequer uma das promessas que me fez. Sempre de mau humor, consegue a todo o momento desmotivar a equipe com sua incompetência e métodos pré-históricos de trabalho.
2 – Para toda a equipa da Área de Pessoal, em especial para a Rita, pela simpatia, disposição em resolver meus problemas e também por ter me seleccionado (hehe);
A vaca do RH, pelo mau humor quotidiano com cara de mal amada, e clara insatisfação em ajudar quem quer que seja.
3 – A toda equipe de TI, que prontamente solucionou inúmeros problemas em nosso sistema;
Aos incompetentes da área de sistema, que demoram uma eternidade para resolver qualquer problema em nossas máquinas, e normalmente o fazem com cara feia e má vontade.(QUE TIRARAM A NOSSA INTERNET)
4 – A equipe do nosso escritório Regional de Maputo, pela ajuda com nossos eventos;
Aos sanguessugas do escritório regional, incapazes de resolver qualquer problema por conta própria, fizeram eu perder inúmeros finais de semana para ajudar em situações que eles criaram.
Fica aqui o meu grande abraço para todos vocês, pelas risadas, happy-hours, problemas resolvidos e desafios enfrentados. Tenho orgulho de ter feito parte desta família maravilhosa.
Adeus para todos. Chega de fofoca, baixo nível, picuinha e palhaçada.
Sei que conversaremos em breve.
Nunca mais quero ver nenhum de vocês.
Abraços!
Morram!


Localização/superfície
Com uma superfície de 700 km2, esta reserva é localizada no distrito de Matutuíne na Província de Maputo e foi legalmente criada através do Diploma Legislativo n.º 1994 de 23 de Julho de 1960.
Espécies protegidas
A área foi estabelecida essencialmente para proteger elefantes, tendo beneficiado da introdução do rinoceronte branco em 1977.

Vegetação
A REM possui componentes na costa e no interior, com uma vasta gama de tipos de habitat e um remarcável valor de biodiversidade. A sua ligação com o Maputaland Centre of Global Plant Diversity, rico em diversidade de espécies e em endemismo, particularmente na avifauna, herpetofauna e hyctiofauna.
A REM é interessante por várias razões:
Maputaland Centre of Plant Diversity: a área situa-se numa parte deste centro de endemismo significante de plantas, uma das quatro únicas identificadas na África Austral. A área está na posição estratégica do limite sul dos trópicos e contém espécies das zonas temperadas do sul.
Apresenta uma surpreendente variedade de combinação de comunidades de plantas e ecossistemas, algumas das quais não são protegidas em mais nenhum lugar na África Austral.
Terras húmidas de significado internacional: a reserva e seus arredores possuem uma variedade de comunidades de terras húmidas, incluindo as margens estuarinas.
Fauna
Larga população de mamíferos
A REM possui uma população superior a 300 elefantes concentrados na parte noroeste da reserva. É única população remanescente de elefantes na província de Maputo. É a que se situa mais a sul do continente além das do Parque de Elefantes de Tembe e do Parque Nacional do Addo (África do Sul). Suspeita-se que esta população e as de Tembe constituam um grupo genético muito particular.

Além do elefante (Loxodonta africana), pode se ver os seguintes mamíferos: chango (Redunca arundinum), cudo (Tragelaphus strepsiceros), piva (Kobus ellipsiprymnus), changane (Neotragus moschatus), cabrito cinzento (Sylvicapra grimmia), cabrito vermelho (Cephalophus natalensis) e o hipopótamo (Hippopotamus amphibius).
Aves
Foram identificadas cerca de 337 espécies de aves incluindo o Stanley bustard e o Pel’s fishing owl. A reserva comporta uma variedade de espécies de aves graças aos tipos de habitat, incluindo algumas listadas pela CITES, e três espécies e 47 subespécies que são quase endémicas ao Maputaland Centre.
Espécies marinhas: A reserva possui pelo menos três espécies de peixe, endémicas ou quase endémicas ao Maputaland Centre. A fauna marinha é muito variada, incluindo baleias, golfinhos, tartarugas marinhas que nidificam ao longo da costa e inumeráveis espécies de peixes.
Populações de répteis
A reserva contém uma considerável população de crocodilos do Nilo, a mais larga a sul de Gorongosa. O nível de endemismo é muito elevado.

No alto do sopé do Himalaia, os destemidos Gurung arriscam suas vidas para chegar à uma enorme concentração de abelhas afim de colher o maior favo de mel do mundo.












Em Moçambique é normal encontrar em cada esquina um lugar para passar qualquer tipo de refeição, desde as principais refeições até os lanches. Dependendo das capacidades financeiras de cada um, estas podem ser no “informal” como documentam as imagens a seguir, o que beneficia a camadas socialmente baixas ou em restaurantes, que tem uma ala própria de frequentadores.
O que salta a vista de qualquer um, é que em algumas zonas as refeições são preparadas na cara dos consumidores e, em muitos desses lugares, não tem as condições mínimas de higiene. Engana-se quem pensa que ninguém compra. São várias pessoas que preferem passar as refeições nesses locais em detrimento das casas de pasto.
As imagens que seguem foram tiradas em Angónia, província de Tete.
Uma lista de coisas simples do nosso dia à dia, que se pararmos para pensar, vamos perceber que são as melhores coisas do mundo.

















Mohammed Omar é, de todos os fugitivos mais procurados do mundo, talvez aquele de que menos se sabe. Antigo combatente mudjahidine durante a ocupação soviética do Afeganistão, ferido quatro vezes, uma das quais num olho, emergiu como líder talibam em 1994, em plena guerra civil, numa altura em que os afegãos, fartos de abusos dos senhores de guerra, aclamaram o movimento dos estudantes de teologia. Em 1996, o seu movimento capturou Kabul e todas as grandes cidades afegãs – com a excepção das do território da Aliança do Norte, comandada por Ahmed Sha Massoud- caíram sobre o seu controlo. Líder de facto da maior parte do país entre 1996 e 2001, proibiu os papagaios, as fotografias, a música. Fechou as mulheres em casa e fez explodir os budas de Bamyan. E, claro, deu guarida a Bin Laden – razão pela qual os EUA oferecem 10 milhões de dólares pela sua captura. No entanto, segundo Ahmed Rashid, prestigiado jornalista paquistanês, ele será parte essencial das conversações secretas que visam a retirada dos EUA do país, em 2014.
Semion Mogilevich
Acredita-se que este ucraniano de múltiplas nacionalidades – entre outras, russa, israelita e húngara – é o maior dos chefes da máfia russa, com poder para influenciar nações e, até, a economia global. Trata-se de um novo tipo de gangster que se auto-intitula um homem de negócios, como, aliás, reflectem as suas alcunhas: Don Semion e Don Miolos (tem um curso de economia).
Augustin Bizimana
É o mais importante fugitivo ao Tribunal Penal Internacional para o Ruanda (TPIR), dos 13 que ainda não foram capturados. Terá que responder, nesse tribunal, por quatro crimes de genocídio, cinco crimes contra a humanidade e dois crimes de guerra. O antigo ministro da Defesa do Governo provisório ruandês é acusado de ter participado activamente no planeamento e incitamento do massacre dos tutsis (e de hutus moderados) entre 6 de Abril e 22 de Junho de 1994.
Hafiz Saeed
Fundador da organização terrorista Lashkar-e-Taiba, o Exército dos Puros, cujos operacionais são tidos como responsáveis pelos ataques de Mumbai, em 2008, vive, no entanto, tranquilamente no Paquistão – e toda a gente sabe onde ele está.
Joseph Kony
A autenticidade das denuncias já foi contestada por vários orgãos inclusive pelo Moz Maníacos e pelo próprio governo do Uganda.
Joaquim Guzmán
O narcotraficante mais famoso desde Pablo Escobar é procurado há três décadas pelas autoridades mexicanas e norte-americanas, que oferecem recompensas pela sua captura (respectivamente, 2 milhões e 5 milhões de dólares). Mas Joaquím Archivaldo Guzman Loera, 55 anos, presença assídua na lista da Forbes dos maiores milionários do globo, opera uma organização criminosa que exporta cocaína e metafetaminas para os EUA. O seu cartel, o de Sinaloa, tem presença em 17 dos 31 Estados do México – um país onde vigora a lei da plata o plomo e onde os soldados de rua do narcotráfico ganham cinco e seis vezes mais do que a policia. Guzman não é apanhado, porque controla parte do país e da administração – dizem os críticos. A atestá-lo está o célebre episódio da sua detenção e fuga: preso em 1993, na Guatemala, e extraditado para o México, ele fez da prisão o seu palácio pessoal. Recebia amantes, esposa e prostitutas, encomendava comida na exterior, aterrorizava os guardas e as enfermeiras, subornava tudo e todos, até o director do estabelecimento. Depois, quando se tornou óbvio que o Governo se preparava para o extraditar para os EUA, limitou-se a fugir – para nunca mais ser encontrado. Mesmo com denúncias como esta, do arcebispo de Durango, em 2009: “Ele vive aqui e toda a gente o sabe, excepto as autoridades, que por alguma razão não o vêem”.
Doku Umarov
Apelidado “o Bin Laden da Rússia”, este guerrilheiro islâmico é um das principais figuras do movimento separatista checheno. Combateu nas duas guerras da Chechénia, tendo sido várias vezes dado como morto. Entre 2006 e 2007, foi presidente da não-reconhecida República Chechena da Ichkeria. Em 2007, autoproclamou-se o Emir do Norte do Cáucaso e tem lutado, desde aí, para instaurar um emirado islâmico independente naquela região. O seu grupo rebelde reivindicou a autoria do atentado que provocou o descarrilamento do comboio Nevsky Express, que assegura a ligação Moscovo-São Petersburgo, em Novembro de 2009, do qual resultaram 27 mortos. Também o atentado no Metro de Moscovo, em Março de 2010 (40 mortos) e outro no aeroporto internacional de Domodedovo, o mais movimentado de Moscovo, em Fevereiro de 2011, que matou 36 pessoas, foram por ele reivindicados. É procurado pela Rússia e pelos EUA, oferecendo Washington 5 milhões de dólares pela sua captura. Em 2011, foi ainda acusado de ter ligações à Al Qaeda.
Juan Manuel Gerena
Este criminoso comum – assaltou a delegação de Walls Fargo, onde trabalhava – é o fugitivo que há mais tempo (desde 1984) figura na lista dos dez mais procurados pelo FBI, o ponto de a polícia norte-americana ter de socorrer de uma fotografia trabalhada a computador para tentar mostrar como poderá ser a sua cara hoje, quando já terá 54 anos. Em 1983, em conjugação com o exército do povo de Boricua, uma organização clandestina porto-riquenha que os EUA têm como terrorista, manietou dois colegas, roubou 7 milhões de dólares, deixou a namorada no registo civil, a marcar o casamento e desapareceu, até hoje. Vale um milhão de dólares.
Eric Justin Toth
Este professor de 30 anos, que também usa o nome de David Bussone, surge agora como o primeiro da lista dos criminosos mais procurados pelo FBI – o que faz dele, ainda que não oficialmente, o “inimigo público n.º 1 dos EUA”, após a morte de Bin Laden. Reflectindo uma nuance no tipo de crimes a que o Bureau se dedica, ele é acusado da posse e produção de material pornográfico com crianças. Está em fuga desde 2008, quando foram encontradas imagens desse teor numa câmara fotográfica da National Cathedral School, uma escola protestante, só para raparigas, onde dava aulas, em Washington, e que tinha estado na sua posse. Acredita-se que continue activo, publicitando, na Internet, os seus serviços como ama de crianças. O prémio pela sua cabeça é, no entanto, dos mais baixos: “apenas” 100 mil dólares.
Ayman Al-Zawahiri
Se há um candidato seguro ao título de homem mais procurado do mundo, ele é Ayman Mohammed Rabie Al-Zawahiri, 60 anos, que, desde a morte de Usama Bin Laden, se alcandorou a líder da Al-Qaeda. Nascido numa família de classe média, no Egipto, juntou-se à irmandade muçulmana, na adolescência, e tornou-se um seguidor de Sayyid Qutb, um “anarco-islamita” que acreditava numa sociedade perfeita – regida pelo islão. Qubt, que estudou nos EUA, apostava na degenerescência dos “líderes do mundo livre” – e apontava o jazz e as liberdades sexuais das mulheres como exemplo da sua “bestialidade” e “materialismo” secular. Zawahiri, como Bin Laden, era um ouvinte de Qubt. Progressivamente radicalizado, ao longo da vida, o médico-cirurgião veio a fundar a sua organização jihadista egípcia, com a Al-Qaeda e tornar-se-ia, nas palavras do próprio biógrafo autorizado de Bin Laden, no verdadeiro “cérebro” da organização. Procurado pelo seu papel nos atentados às embaixadas norte-americanas no Quénia e na Tanzânia em 1998 – nos quais morreram 224 pessoas e cinco mil ficaram feridas – é o alvo mais valioso para os EUA, que oferecem 25 milhões de dólares pela sua cabeça. Foi, também, condenado à morte “in absentia” (à revelia) por causa do massacre de Luxor, no qual morreram 62 turistas, no Egipto, um ano antes.
Sete vezes indicada ao SA Music Awards, a Cantora Sul Africana Zahara é contratada da TK Records, co-propriedade de Thembikosi “TK” Nciza e Leope Sibusiso também conhecido como DJ SBU.
A família Mkutukana, especialmente as irmãs de Zahara, Nomonde e Mbangedwa, reivindicam uma série de promessas que foram feitas a eles pela gravadora e que não foram cumpridas.
Alegam sua irmã está sendo tratado com desdém pela sua gravadora.
Eles dizem que, entre outras coisas, que ela não tem controle sobre suas finanças, ainda permanece na casa Nciza, onde ela supostamente é tratada como uma empregada. Zahara que recebeu a promessa de uma casa, às vezes fica tão desesperada por dinheiro que ela tem que pedir dinheiro à sua mãe de 55 anos.
Duas fontes independentes, que antes trabalharam em estreita colaboração com a gravadora TS, confirmam que Zahara é muitas vezes obrigada a para realizar tarefas domésticas na casa Nciza.
“O que eles estão a fazer com essa menina é triste. E que isso envolve Nhlanhla (esposa do músico Nciza) é ainda pior”, disse uma fonte.
As irmãs afirmam que sempre que Nciza visita à família, ele ignora-as e só fala com seus pais (da Zahara e das irmãs) que são “analfabetos funcionais”.
Elas alegam que ele se aproveita do pouco conhecimento do seu pai sobre a dinâmica da indústria da música e questões do contrato de Zahara, em particular.
Elas dizem que os chefes da gravadora não cumpriram nenhuma das suas promessas. Mas apontam toda a culpa para Nciza, elas dizem que ele visitou sua casa duas vezes e é o elo de ligação entre a família e os restantes.
“Ele está a enganar nossos pais, porque ele sabe que eles são velhos e não são letrados.
“Ele prometeu comprar uma casa para Zahara em Joanesburgo, comprar uma fazenda para meus pais e comprar dois carros para Spinach (outro nome de Zahara).
“Ele também prometeu construir um muro ao redor da nossa casa de família, já que ele diz que está preocupado com a segurança de nossa irmã quando ela está em casa.
“Ele também prometeu aos meus pais que iria construir salas nos fundos da casa com instalações sanitárias, onde actualmente há uma velha cabana, e pavimentar o quintal.
“Nenhuma dessas coisas aconteceu”, reclamam as irmãs.
Elas acreditam que Loliwe, o álbum de estreia da sua irmã foi um sucesso tão grande que ela merece viver numa casa própria.
Ambos Nciza e Leope, ignoraram todas solicitações de comentários sobre este caso.
As irmãs também dizem que, quando Zahara voa a East London para visitar a sua aldeia natal Phumlani, nunca os chefes reservaram um carro para ela.
Eles alegam ainda que, enquanto Nciza e Leope compram carros novos graças ao grande sucesso de Loliwe, Zahara ainda é dependente de transportes públicos, quando em casa.
“Antes de comprar meu carro, eu costumava pedir aos meus amigos para buscá-la no partir do aeroporto”, diz Nomonde.
“Ela ainda não sabe o que seu contrato implica, ela diz que não tem cópia do mesmo.
“Eu não sei mesmo se ela tem uma conta bancária própria.”
A casa modesta da modesta parece novinha em folha depois de ter recebido uma nova camada de tinta pouco antes das férias de Natal. Mas as irmãs dão os créditos aos esforços dos seus pais.
A TS cobra entre 70000 e 90000 Rands pelos serviços dela e ela foi figura de capa no renomado festival de Jazz espAfrika em Cape Town.
E o que Ela Diz?

Zahara usou a rede social Twitter para refutar as alegações.
“O papel pode escrever o que quiser, mas eu sei que tenho sido uma grande menina na minha família e TS também tem sido bom para mim e minha família (sic).”
A cantora acrescentou: “Eu sei de onde eu venho e nunca esqueceria os meus pais, e eu ainda amo minha família que sempre está tentando se virar contra mim, mas não vai funcionar.”
Zahara, cujo álbum de estréia Loliwe vendeu mais de 300 000 exemplares, teve outra oportunidade para dizer a seus fãs o que realmente está a acontecer, quando ela foi ao programa de rádio local.
“Tudo está bem e o Nciza estão me tratando muito bem. Estou organizando meu tempo e vou comprar tudo o que eu preciso comprar quando eu estiver pronta”, disse ela.
A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias…
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma ténue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem…
Veja um pouco do que a ilha oferece neste vídeo:
Quer Ver Mais? Veja Algumas Fotos!
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Em Dezembro de 2007, nos meados do mês. Não me lembro exactamente do dia, mas acho que foi entre os dias 14, 18 por aí, estava eu com o coração nas mãos. Confesso que tinha a ver com a transição de ano. Não me importava tanto estar no lugar em que estava, o que me doía era ter de passar o final de ano naquele covil de transgressores da lei. Eu estava preso! Era Dezembro e eu estava encarcerado em uma das celas da PRM, por condução ilegal e em estado de embriaguez, e para aumentar o meu desespero e dos meus progenitores, havia sido o causador de um acidente patético. Por vezes as coisas más vem umas atrás das outras. Não sei se servem para medir nossas forças, ou para gracejar do nosso ser. A verdade é que deu uma rasteira na muleta que ajudava a família a caminhar.
É difícil para um jovem mudar de estilo de vida bruscamente, é difícil para um “janota”ter de tornar-se simples e humilde de um dia para o outro. O milagre “da água para o vinho” aos olhos de muitos foi um simples “flash” mas só Jesus e seu reino sabem como é difícil fazer acontecer tais milagres em uma terra sem Fé. A mudança sempre existiu e existirá, mas ela não acontece se não houver vontade.
Ali estava eu, preso. Pela primeira vez havia sido algemado, depois de ter soprado o balão pra medir o álcool. Em Moçambique, em Dezembro, Ka hissa tinga teke (aquece muito). A cela era uma só e dentro dela estava o bafo de 26 homens, e eu la também, fumando a fedeira dos “fora da lei” de onde fazia parte.
As conversas na cela são como confissões em uma capela. O pecador é o orador e o padre os ouvintes. Ouvem-se confissões de todo género. Desde os estupradores, batedores de viaturas, traficantes, fanáticos de telefones, bêbados reguilas… Todo tipo de imoralidades está ali presente e cada um se sente obrigado a contar a sua aventura, a revelar segredos que nem a sua sombra sabe. Era Dezembro e eu estava preso, não pude fugir às regras da djele (cadeia) também tive de dar a minha versão, assim que cheguei perguntaram-me:
– ‘’Hawe Mpfana u entxile yine” (miúdo, o que foi que fizeste)
Sempre me disseram, ao entrar em uma cela, nunca se atreva a contar um filme romântico. Como disse o Filósofo Montesquieu: ”O homem que quiser vestir-se de ovelha em um covil de lobos, estará decretando o seu próprio fim”.
Ora bolas, eu era uma ovelha, mas tive de tornar-me em um lobo e não passaria a noite ao lado da pia. Isso mesmo, ao lado da pia, sofrendo todo tipo de insultos e humilhações!
Assim que entrei, um garanhão careca e todo musculoso de nome Brazão, a transpirar, de olhos bem vermelhos, fez-me a pergunta:
– Hawena mpfana,kasse u entxile yine? (Miúdo, afinal o que foi que você fez?)
– Epah,makwero, ni yivile mova hala marrakwene, va ni txatxile ni ma poyissa anteeeeee…jardim”(Irmão, roubei um carro na zona de Marracuene, fui seguido pela policia até ao bairro do jardim).
Na cela abafada soou um grito uníssono de admiração e alguns risos. Não me lembro de ter visto tanto amarelo junto quanto naquele dia. Que bocas! Todo preso pulou da esteira.
-Xeeeeeeiiiiii!
Gritaram eles, terminado o grito um deles falou:
– Hawe mpfana,uli yine? U buya hi marrakwene? (Miúdo, o que dizes? Vens de Marracuene?)
– Xeeeeeee, você trabalhou puto! Estavas zgalhar quantos Quilómetro por hora?
– Eu bati 200km por hora, Makwero (Irmão) cheio de policia aquilo, parecia estavam a acompanhar presidente, eu a zvunar muito malu. Os gajos a fazerem barulho com aquelas cenas que acendem ”TOINHOMMM, TOINHOMMM… ” A LOKU NI KALUTA ZONA DO BENFICA DJON, CA MERCADO (quando passei pela zona do Benfica, no mercado), a va mamane. va papai, ni va mpfana, vobah mikulungwana (as senhoras , os papais e as crianças só bateram palmas) a essa hora eu xto andarii hen? Yaaaaaa eu a zvunar muito malu, os gajo estavam a render! Então para me sustarem nem, começaram a disparar, acertaram no para choque. Então, então eu abaxei so, mas estava muito speed djon a bazareee soooo… quando chega zona do jardim caramba pá. Estava cheio, um caminhão tinha capotado, porontxo, cortou xtrada eu não podia passar. Sabe o que fiz? Eu tinha uma garrafa de tentação gin (bebida alcoólica) no bolso. Bati a gaja one time abri a porta, pus as mãos na cabeça e me entreguei!
“Plas. plas, plas.. ”Salva de palmas ecoaram na cela. Axo que os policias davam por nós como dementes, como é que poderiamos fazer festa em um ambiente daqueles?
-U tizile mpfana, na ku respetara barrada, namuntlha unga ta etlhela ca xicote. (Trabalhaste miúdo, respeito-te. Hoje não iras dormir na casa de banho!)
E assim foi, esta foi a minha versão. Acho que a imaginação de escritor já bailava em meu ser há muito tempo, eu é que não prestava atenção! Só assim me livrei de passar os meus dias ao lado de uma pia e ter de limpá-la. Aquilo era horrível, com o calor infernal de Dezembro, as necessidades maiores e menores eram ali feitas. Ali mesmo a gente tinha as refeições, tomava banho, bebia a água. Por vezes nem essa existia. Ficávamos com o suor preso nos corpos e a garganta seca. As celas não são presídios. Não há refeições disponíveis, se não tens amigos ou familiares que sintam pena de ti, e te tragam mantimento, passas o pior que pode existir. Desde o psicológico ao físico. Existem grupos dentro das celas, compartilham-se as refeições em troca de protecção e cigarros. Há quem não tem nem um grão de arroz por dia, mas consegue ter cinco ou mais cigarros. Estes são sagrados, o fumo penetra-nos e leva todas nossas frustrações. Cigarros passados de boca em boca, um tiro ou dois pra cada um. Eu não pude fugir a isso. Deixei de ser uma ovelha revestida de lobo e tornei-me em um lobo de facto, sem qualquer revestimento. Eu havia sido o causador de tudo que estava passando, e para mim os culpados eram os outros, era o destino. Aquelas ideias ficavam martelando-me a mente de hora em hora. As celas foram feitas para fazer com que te sintas um verme. Indigno da liberdade, de compartilhar o ar puro com gente decente!
No terceiro dia eu já estava abatido por dentro e não havia qualquer sinal de luz. Era como se estivesse estado ali a minha vida inteira. De noite, eram contadas histórias, aventuras de cada um. Sob a luz de velas fazíamos o nosso “karingana wa karingana” ( historias contadas à volta da fogueira) Fiquei a conhecer a historia do “G-MAN” o ladrão que teve um caso com a filha do general. No dia seguinte queríamos todos ouvir novamente a aventura, mas o contador de histórias não pode, estava sem forças, não havia comido e nem bebido o dia inteiro. Conversei com um jovem de 15 anos que era o lider de uma gangue de estupradores. Havia violado uma senhora e esta havia perdido a vida, falava disso com tanta naturalidade. Sentia prazer em assumir-se como violador. Por mais lobo que eu fosse passaram-me várias perguntas pela cabeça. O que seria que havia marcado a um miúdo daqueles? Que tipo de infância havia tido? Que prazer ele sentia em violar alguém, não sentia compaixão pelos parentes da malograda?
Comecei a sentir nojo de mim próprio, analizando-me. As paredes da cela converteram-se em um cubo de espelho com a minha imagem reflectida em todos os cantos. Ao fechar os olhos surgiam as minhas atitudes imaturas, ao abrir lá estava eu pelos quatro cantos do cubo. Sentindo vergonha do meu próprio ego!
Pela primeira vez eu liberte-me pelo caminho da escrita. Foi ali que ela nasceu. Pedi uma esferográfica emprestada e um papel. Escrevi uma pequena carta aos meus pais. Disse-lhes tudo aquilo que estava passando e achei que esse mal me era devido, pedi desculpas pelas ofensas ditas… ganhei liberdade que nem um mundo de cigarros poderia dar. Pela primeira vez eu escrevi e senti adrenalina da inspiração percorrendo-me as entranhas. Finalmente cheguei ao momento triunfal do galope e terminei com um suspiro profundo!
A porta da cela abriu-se, depois de dois dias o sol iluminava as paredes sujas daquele asilo. Um policia gritou:
-Motorista de Marracuene.
O nome foi pronunciado por mais umas 6 pessoas, como se eu estivesse distante. Levantei-me julgando que era o tão esperado momento. Liberdade! Mas estava enganado, o policia entregou-me simplesmente uma tigela com alimentos, agradeci e lembrei-me da carta que escrevera. Entreguei-lhe e disse que era para os meus pais. Tive uma noite razoável , consegui adormecer como se estivesse no ninho que me criara. Na tarde do dia seguinte o sol estava menos forte, todos os reclusos estavam sentados e viajando em seus pensamentos. Há algo que me marcou bastante, Deus fez-nos uma visita por meio de um perigoso cadastrado. Como se ele tivesse sido possuído por uma força benigna, no meio do total silêncio, Brazão levantou-se e começou a orar.
“Pai olhai pelas pessoas pobres meu Deus, dá mais comida para pessoas que nada tem.Emprego para os desempregados, pai, olha pelos doentes, cure eles meu pai. Eu sei que você vai me escutar, que estás aqui neste fim do mundo. Meu Deus e nos… perdoe os nossos pecados meu Deus. Somos dignos de estar aqui onde estamos, merecemos este sofrimento. Nos de um rumo. Nos perdoe meu Deus…”
Ninguém ficou indiferente a este gesto, Brazão havia dito palavras que todos nós carregávamos em nosso interior.Todo nosso silêncio e reflexões naquele dia foram abrigar-se nas palavras de Brazão.
Terminada a oração, voltou tudo ao silêncio. Do nada, senti-me a cantar uma música do Michael Jackson de que gostava tanto quando criança. ”Heal the world”
“Heal the world
Make it a better place
For you and for me
And the entire human race”
Cure o mundo
Faça dele um lugar melhor
Para você e para mim
E toda a raça humana
Alguém cortou-me enquanto eu cantava. Era um velho, o chefe da cela! Perguntou-me se eu conhecia o significado da música e eu disse que não. Que apenas gostava da melodia.
O velho esboçou um sorriso e em seguida explicou-me o significado.
– Essa música veio mesmo lavar as nossas mágoas, serve para nós pensarmos. Nós podemos tornar o mundo em um lugar melhor. Se nos importamos com a vida, devemos criar um espaço, fazer dele um bom lugar para viver. Curar o mundo.
Agradeci o ensinamento e prometi que o guardaria para sempre e assim foi. No quarto dia, pela tarde, estava eu dormindo. Fui acordado por mãos calejadas, porém carregadas de um calor carinhoso. Era o meu colega de esteira.
– Motorista, Motorista, vai para casa Motorista, xtão ti chamar Motorista de MARRACUENE!
Levantei-me correndo, o coração batia a mil. Estava tão feliz, mas ao mesmo tempo sentia que algo me prendia. Os irmãos que ali ficaram foram pessoas muito importantes para mim, deram-me ensinamentos de que até hoje faço uso. Naquele lugar eu nasci como escritor. Gatinhei… foi o ponto de partida para este mundo que tanto amo. ESCREVER!
Tudo que saiu dos meus lábios foi:
-Ninga ta dzivela va makwero – Não me esquecerei de vós irmãos.
Saí e peguei nos meus pertences. Lá fora estava o meu pai me esperando. Esperava encontrar rancor, ódio, bravura… mas tudo que vi e senti foi compaixão!
Enfim, é uma parte da minha vida muito especial. Não mudaria nada do que passei caso esse poder me fosse concedido! Meu sofrimento deu-me conhecimento e maturidade.Tenho respeito pelo meu passado, pois me faz ter orgulho do meu presente. ”Eu nasci em uma cela”. Não mudaria isso por nada neste mundo!

- A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns.
- Quando te chamarem de amador, lembre-se: amadores fizeram a Arca de Noé e profissionais fizeram o Titanic.
- Devo ter uma enorme quantidade de inteligência; às vezes até levo uma semana para a colocar em movimento.
- A prisão não são as grades e a liberdade não é a rua. Existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência.
- O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.
- Até um relógio parado tem razão duas vezes ao dia.
- Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha.
- Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinhos, outras há que sorriem por saber que os espinhos têm rosas
- Os opostos se atraem porque as diferenças se completam.
- Se não sabe escutar, não sabe falar
- É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer.
- O livro é um mestre que fala mas que não responde.
- Quando os médicos diferem, o paciente morre.
- Se matamos uma pessoa somos assassinos. Se matamos milhões de homens, celebram-nos como heróis.
- Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida.
- A diferença entre o veneno e o remédio é a dose.
- E, por não saber que era impossível, ele foi lá e fez
- A sensação do “eu conquistei” é muito melhor que a sensação do “eu tenho”.
- Há mais pessoas que desistem do que pessoas que fracassam
- A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original.
- O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.
- Geralmente aqueles que sabem pouco falam muito e aqueles que sabem muito falam pouco.
- Você pode descobrir mais sobre uma pessoa em uma hora de brincadeira do que em um ano de conversa.
- O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa sempre tudo o que diz.
- Se formos mudar as coisas de modo como devem ser mudadas, teremos de fazer coisas que não gostaríamos de fazer.
- O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte.
- Se quiser que os seus sonhos tornem-se realidade, acorde!
- Não podemos fazer tudo imediatamente, mas podemos fazer alguma coisa já.
- A estupidez coloca-se na primeira fila para ser vista; a inteligência coloca-se na rectaguarda para ver.
- Há três espécies de mentiras: mentiras, mentiras deslavadas e estatísticas.
Um homem acabou preso enquanto mantinha relações sexuais com uma mulher casada em Nairóbi, no Quénia. Aparentemente, os dois mantinham um caso há algum tempo. O marido traído disse que desconfiava e usou magia negra contra a mulher.
Como suspeitava que a mulher o estava traindo, ele visitou um curandeiro, que teria aplicado uma magia negra à esposa, fazendo com que ela ficasse presa durante o acto sexual com o amante.

Segundo a imprensa local, uma grande multidão se reuniu do lado de fora de casa para acompanhar o drama do casal de amantes.
Depois que o homem concordou em pagar ao marido uma indemnização, um pastor local foi chamado para orar e os dois finalmente conseguiram ser separados.