Israel envia tropas para interior de Gaza em ofensiva contra o Hamas


O povo San/Bosquímanos, habitantes ancestrais das vastas extensões da África, tece em sua tradição oral histórias de feiticeiros, bruxas e bruxaria, refletindo a importância profunda que esses seres místicos e seus encantamentos possuem em suas próprias vidas.
Contam sobre dez belas irmãs de uma mesma família.
Certo dia, enquanto brincavam juntas no rio, em meio ao calor intenso, um estranho ancião se aproximou. Com voz rouca, pediu: “Sirvam-me um pouco de água, belas moças, estou com muita sede.”
“Que feio ele é,” cochicharam entre risadas, “parece um velho sapo.” Todas caíram na gargalhada, exceto uma, que se envergonhou da grosseria de suas irmãs.
Para o azar delas, o velho era, na verdade, um mago poderoso, que num piscar de olhos transformou nove das irmãs em altas e esguias árvores, curvando-se ao longo da margem do rio.
A filha educada correu aos prantos até seus pais e relatou o ocorrido.
Os pais, tomados pelo luto, correram até a margem do rio com um machado, e o pai tentou derrubar a árvore mais próxima, mas ficou horrorizado ao ver sangue brotar da casca fendida.
Três vezes ele tentou, e em todas as vezes o sangue fluiu, obrigando-o a parar.
Com tristeza, os pais enviaram sua única filha restante para viver em uma terra distante, temendo a ira do mago, mas eles próprios permaneceram em lágrimas sob as árvores choronas para sempre.
Análise no Contexto Africano:
Esta narrativa dos Bosquímanos não é apenas um conto de advertência sobre o respeito aos mais velhos e às forças místicas, mas também um espelho da cosmovisão africana, onde o natural e o sobrenatural se entrelaçam intimamente. As histórias como essa servem para transmitir valores culturais, ensinamentos morais e a compreensão do mundo invisível que, acreditam, coexiste com o visível.
A transformação das irmãs em salgueiros-chorões, árvores que se curvam tristemente ao longo das águas, simboliza a permanência do arrependimento e a profundidade do laço familiar, que nem mesmo a magia pode desfazer completamente. Ao mesmo tempo, a árvore chorona se torna um símbolo de perda, memória e o eterno anseio pelo que foi transformado e não pode ser recuperado.
Este conto, ao ser transmitido de geração em geração, ensina sobre a importância da gentileza, do respeito pelos outros, independentemente de suas aparências ou diferenças, e a consequência de atos impensados. Além disso, reflete a crença profunda na existência de uma justiça maior, que rege o universo e a vida dos indivíduos, ensinando as crianças e os adultos sobre as complexidades das relações humanas e o poder da natureza e do sobrenatural na vida cotidiana africana.
Viajar é também uma aventura gastronómica. Descubra sabores únicos e pratos típicos que são verdadeiras experiências para o paladar em diferentes cantos do mundo.
O sushi, originário do Japão, é um prato tradicional que combina arroz temperado com vinagre, peixe cru ou cozinhado, marisco e, por vezes, vegetais ou algas. Além de ser leve e fresco, é uma refeição rica em proteínas, ácidos gordos ómega-3 e vitaminas. Existem várias versões, como o nigiri, maki ou sashimi, cada uma com características próprias. Mais do que um simples prato, o sushi representa a delicadeza e a arte da culinária japonesa.
O massaman curry, típico da Tailândia, é um prato aromático e rico em sabores, com forte influência da culinária indiana e muçulmana. Preparado com uma pasta de especiarias (como cardamomo, canela e cominhos), leite de coco, batata, amendoim e carne (normalmente frango ou vaca), resulta num curry cremoso, levemente adocicado e pouco picante em comparação com outros curries tailandeses. É servido geralmente com arroz jasmim, sendo uma verdadeira explosão de aromas e texturas.
A feijoada, prato tradicional do Brasil, é um guisado robusto feito à base de feijão-preto cozido com diferentes tipos de carne de porco e de vaca, como costela, chouriço, bacon e orelha de porco. Costuma ser acompanhada por arroz branco, farofa, couve refogada e rodelas de laranja, que ajudam na digestão. Rica em sabor e muito nutritiva, a feijoada é considerada um símbolo da gastronomia brasileira e é geralmente servida em almoços de convívio familiar ou entre amigos.
O tagine é um prato tradicional marroquino, nomeado pelo recipiente de barro com tampa cónica em que é cozinhado lentamente. Combina carne (geralmente cordeiro ou frango), legumes, frutas secas, especiarias como açafrão, cominhos e canela, e às vezes frutos secos ou azeitonas. O cozimento lento permite que os sabores se intensifiquem, resultando num prato aromático, suculento e reconfortante. Normalmente é servido com cuscuz ou pão marroquino, sendo um verdadeiro símbolo da gastronomia do país.
A paella, prato emblemático de Espanha, especialmente da região de Valência, é preparada com arroz, açafrão e uma variedade de ingredientes que podem incluir marisco, frango, coelho, legumes e ervas aromáticas. Cozinhada tradicionalmente numa frigideira larga e rasa chamada “paellera”, permite que o arroz absorva todos os sabores dos ingredientes. É um prato colorido, saboroso e nutritivo, representando uma experiência gastronómica típica da cultura espanhola.
O poutine é um prato típico do Canadá, especialmente da província de Quebec. Consiste em batatas fritas cobertas com queijo coalho e molho de carne quente, criando uma combinação indulgente, cremosa e reconfortante. Apesar de ser mais calórico, o poutine tornou-se um ícone da culinária canadiana, apreciado tanto em restaurantes como em festivais e lanchonetes, representando uma experiência autêntica da gastronomia local.
O bobotie é um prato tradicional da África do Sul, considerado uma especialidade da cozinha do Cabo. É um gratinado feito à base de carne moída temperada com curry suave, cebola, alho, passas e pão embebido em leite, coberto com uma mistura de ovo e leite antes de ir ao forno. Tem um sabor levemente adocicado e aromático, combinando especiarias e textura cremosa. Normalmente é servido com arroz amarelo e representa uma refeição reconfortante e típica da gastronomia sul-africana.
Explore estes pratos e abra os sentidos a novas culturas. A gastronomia é uma forma deliciosa de viajar sem sair do lugar!
Manter uma alimentação equilibrada mesmo fora de casa é possível com opções práticas e nutritivas. Confira alguns lanches saudáveis para levar consigo:
Os frutos secos e sementes são lanches práticos, nutritivos e fáceis de transportar. Ricos em gorduras saudáveis, proteínas, fibras, vitaminas e minerais, ajudam a manter a saciedade e fornecem energia de forma equilibrada. Nozes, amêndoas, cajus, sementes de chia, linhaça ou abóbora são ótimas opções para consumir entre as refeições, simples ou combinados com fruta fresca ou iogurte.
A fruta fresca ou desidratada é uma opção saborosa e nutritiva para um lanche rápido. A fruta fresca fornece fibras, vitaminas, minerais e hidratação natural, enquanto a desidratada concentra nutrientes e é prática para transportar, embora seja mais calórica. Ambas ajudam a repor a energia e a controlar a vontade de doces, podendo ser consumidas sozinhas ou combinadas com frutos secos para um lanche equilibrado.

O iogurte natural e o kefir são laticínios fermentados ricos em probióticos, que favorecem o equilíbrio da flora intestinal e fortalecem o sistema imunitário. Fornecem também proteínas de qualidade, cálcio e vitaminas do complexo B. São lanches leves e nutritivos, que podem ser consumidos simples ou acompanhados de fruta, sementes e granola, tornando-se opções práticas e saciantes para levar consigo.

As sanduíches com pão integral são uma opção prática e equilibrada para um lanche fora de casa. O pão integral fornece fibras, que ajudam na saciedade e no bom funcionamento digestivo, além de libertar energia de forma gradual. O recheio pode variar entre proteínas magras (como frango, atum, ovo ou queijo fresco), vegetais frescos e até pastas saudáveis, como húmus ou guacamole. Assim, torna-se um lanche completo, nutritivo e versátil.

Os palitos de cenoura ou pepino são lanches leves, crocantes e refrescantes, ideais para consumir entre as refeições. São ricos em fibras, água, vitaminas e minerais, ajudando na hidratação e no bom funcionamento digestivo, além de serem muito baixos em calorias. Podem ser consumidos sozinhos ou acompanhados de molhos saudáveis, como húmus ou guacamole, tornando-se uma opção prática e nutritiva para levar consigo.
Prepare os seus lanches com antecedência e evite cair na tentação dos alimentos processados!
A crescente preocupação com a alimentação saudável e sustentável tem levado muitas pessoas a considerar a possibilidade de cultivar a sua própria horta em casa. Mesmo que o espaço disponível seja limitado, é possível ter ervas frescas e legumes à mão. A seguir, apresentamos algumas orientações que facilitam esta prática.
A seleção de recipientes adequados é fundamental para o sucesso da sua horta. Utilize vasos, caixas de madeira ou até garrafas recicladas. Certifique-se de que os recipientes possuem furos no fundo para permitir o escoamento da água, evitando assim o apodrecimento das raízes.
Ervas aromáticas como manjericão, salsa, coentros e hortelã são ideais para cultivar em vasos pequenos. Estas plantas não apenas acrescentam sabor às suas refeições, mas também trazem um aroma agradável ao ambiente.
Maximizar o espaço é essencial, especialmente em apartamentos. Instale prateleiras ou painéis que permitam pendurar os vasos. Esta técnica não só poupa espaço, mas também cria um ambiente verde e acolhedor.
A iluminação é um fator crucial para o crescimento das plantas. Coloque a sua horta perto de janelas onde possa receber luz solar direta. Caso a luz natural não seja suficiente, considere o uso de lâmpadas de cultivo para garantir que as plantas recebam a luz necessária.
A rega deve ser feita com cuidado. Evite encharcar o solo, pois isso pode levar ao apodrecimento das raízes. O ideal é regar quando o solo estiver ligeiramente seco ao toque, garantindo que as plantas recebam a quantidade certa de água.
Para manter o solo fértil e as plantas saudáveis, é recomendável o uso de fertilizantes naturais. A adubação deve ser feita de forma regular, respeitando as necessidades de cada planta.
Com estas orientações simples, é possível cultivar uma horta caseira produtiva, mesmo em espaços reduzidos. Ter ervas e legumes frescos ao seu alcance pode transformar a sua alimentação e trazer um pouco da natureza para dentro de casa.
As birras são uma parte natural do desenvolvimento infantil e, embora sejam comuns, representam um desafio significativo para pais e educadores. Estas reações emocionais podem surgir em várias situações e, se não forem geridas de maneira adequada, podem levar a conflitos e frustrações tanto para a criança como para os adultos. Abaixo, apresentamos algumas estratégias eficazes para lidar com estas situações de forma calma e assertiva:
É fundamental que os adultos mantenham a serenidade. Respirar fundo e evitar reações impulsivas, como gritar ou demonstrar raiva, ajuda a criar um ambiente mais tranquilo.
As crianças precisam de saber quais são as expectativas em relação ao seu comportamento. É importante explicar, de maneira simples e directa, o que é aceitável e o que não é, ajudando-as a entender as consequências das suas acções.
Reforçar comportamentos adequados é uma técnica eficaz. Elogios e gestos de carinho quando a criança se comporta bem incentivam a repetição dessas atitudes, promovendo um ambiente mais positivo.
Mudar o foco da atenção da criança pode ser uma estratégia útil. Apresentar uma nova actividade ou um objeto que desperte o seu interesse pode ajudar a afastar o seu foco da birra em si.
A consistência é fundamental na criação de regras e rotinas. Quando as crianças sabem o que esperar, sentem-se mais seguras e são menos propensas a ter birras.
Para que as crianças compreendam melhor as mensagens, é importante comunicar-se de forma clara e simples. Falar com calma e usar uma linguagem acessível facilita a interpretação.
A paciência é uma virtude essencial na parentalidade. Praticar técnicas de relaxamento, como respiração profunda ou momentos de pausa, pode ajudar os adultos a gerir melhor o stress. É crucial lembrar que as birras são fases passageiras do desenvolvimento.
Através da aplicação destas estratégias, é possível transformar os momentos de birra em oportunidades de aprendizagem, fortalecendo o vínculo afectivo entre pais, educadores e crianças.
O yoga é uma prática milenar que combina exercícios físicos, respiração e meditação para promover o equilíbrio do corpo e da mente. Se está a pensar começar, conheça os benefícios e algumas posturas simples para dar os primeiros passos: