Início Site Página 33

Conselhos para mães de primeira viagem

Ser mãe pela primeira vez é um momento mágico, mas também cheio de desafios e dúvidas. Cada bebé é único, mas estes conselhos podem ajudar a tornar esta nova etapa mais tranquila e confiante.

1. Confie no seu instinto

Confie no seu instinto

Nenhum manual é perfeito. Você conhece o seu bebé melhor do que ninguém — ouça-se e confie na sua intuição.

2. Peça ajuda e aceite-a

Peça ajuda e aceite-a

Não tem de fazer tudo sozinha. Familiares, amigos e profissionais podem ser um apoio valioso.

3. Priorize o descanso

Priorize o descanso

Dormir quando o bebé dorme não é cliché — é essencial para recuperar energias.

4. Mantenha uma rotina flexível

Mantenha uma rotina flexível

Bebés gostam de rotina, mas sejam flexíveis e adaptem-se às necessidades do momento.

5. Amamente com calma (ou alimente com tranquilidade)

Amamente com calma (ou alimente com tranquilidade)

A alimentação é um momento de ligação — aproveite para criar este vínculo sem pressas.

6. Cuide de si

Cuide de si

Dedique tempo para o seu bem-estar físico e emocional — uma mãe cuidada cuida melhor do bebé.

7. Não se compare com outras mães

Não se compare com outras mães

Cada família tem a sua história. O que funciona para uma pode não funcionar para outra, e está tudo bem.

8. Aprenda a reconhecer os sinais do bebé

Aprenda a reconhecer os sinais do bebé

Choro, sono, fome — perceber o que o seu bebé precisa é um processo que melhora com o tempo.

Lembre-se: O mais importante é amor, paciência e presença. Você está a fazer um trabalho incrível!

Mito da Criação da Tribo Fon – Conto Africano

No vasto universo dos mitos africanos, o mito da criação da tribo Fon, originária do Benim, narra as origens do universo, da Terra e da humanidade sob a égide da divindade tríplice Nzame. Este relato não apenas explora a cosmogonia Fon, mas também aborda questões de poder, arrogância e renovação.

No princípio, existia apenas Nzame, uma divindade composta por três entidades distintas: Nzame, Mebere e Nkwa. Foi Nzame quem, na sua faceta criadora, deu forma ao universo, à Terra e insuflou vida em sua criação.

Enquanto os três aspectos de Nzame contemplavam a obra recém-criada, surgiu a decisão de nomear um governante para a Terra. Inicialmente, criaram o elefante, o leopardo e o macaco, mas logo perceberam que era necessário algo mais grandioso.

Juntos, moldaram uma nova criatura à sua imagem, a quem deram o nome de Fam (poder), encarregando-o de dominar a Terra. Porém, não demorou muito para que Fam se tornasse arrogante, maltratando os animais e negligenciando o culto a Nzame.

Irritado com a insolência de Fam, Nzame desencadeou trovões e relâmpagos, destruindo toda a criação, exceto Fam, a quem havia prometido imortalidade.

Nzame, em suas três manifestações, decidiu renovar a Terra e tentar novamente. Sobre a Terra antiga, espalhou uma nova camada de solo, da qual brotou uma árvore. As sementes dessa árvore deram origem a mais árvores, cujas folhas, ao caírem na água, transformaram-se em peixes, e as que caíram na terra, em animais.

A Terra ressequida e antiga ainda jaz sob a nova, acessível através da escavação até o carvão, testemunho do mundo anterior.

Então, Nzame criou um novo homem, Sekume, destinado a conhecer a morte, e lhe deu uma companheira, Mbongwe, formada a partir de uma árvore.

Esses seres foram dotados de Gnoul (corpo) e Nissim (alma), sendo o Nissim a fonte da vida. Quando o Gnoul falece, o Nissim persiste.

Sekume e Mbongwe geraram muitos filhos e prosperaram, povoando a Terra renovada.

Análise no Contexto Africano

Este mito Fon destaca a interação complexa entre criação, destruição e renascimento, simbolizando o ciclo contínuo da vida e a inevitabilidade da morte. A narrativa reflete sobre a responsabilidade do poder e as consequências do desrespeito às leis divinas e naturais.

A concepção de uma divindade tríplice sugere uma compreensão multifacetada do divino, que se manifesta de diversas formas para criar, destruir e renovar. A criação da humanidade à imagem dos deuses, seguida pela introdução da mortalidade, ressalta a dualidade da existência humana, marcada tanto pela capacidade de criação quanto pelo destino inevitável da morte.

Este mito não só fornece insights sobre as crenças e valores da tribo Fon, mas também contribui para o rico mosaico das tradições mitológicas africanas, que continuam a oferecer profundas lições sobre a natureza do universo, a sociedade e o indivíduo.

HIV/SIDA: Cuidados para uma vida saudável e longa

O HIV (vírus da imunodeficiência humana) é o agente que pode levar à SIDA, mas com os avanços na medicina, é possível viver bem e por muitos anos com esta condição, desde que haja cuidados adequados.

1. Tratamento antirretroviral (TARV)

Tratamento Antirretroviral (TARV)

Tomar os medicamentos conforme prescritos pelo médico é fundamental para controlar o vírus, manter o sistema imunitário forte e reduzir a transmissão.

2. Acompanhamento médico regular

Acompanhamento Médico Regular

Consultas frequentes permitem monitorizar a carga viral, os níveis de células CD4 e a saúde geral, ajustando o tratamento quando necessário.

3. Alimentação saudável

Alimentação Saudável

Uma dieta equilibrada, rica em frutas, legumes, proteínas magras e cereais integrais ajuda a fortalecer o organismo.

4. Prática de exercício físico

Prática de exercício físico

Manter-se ativo melhora a imunidade, a energia e a saúde mental.

5. Descanso e gestão do stress

Descanso e gestão do stress

O sono de qualidade e técnicas de relaxamento, como meditação, ajudam a reduzir o stress, que pode afetar o sistema imunitário.

6. Evitar hábitos nocivos

Evitar hábitos nocivos

Não fumar, limitar o consumo de álcool e evitar substâncias tóxicas contribuem para uma melhor saúde.

7. Rede de Apoio

Ter família, amigos ou grupos de apoio faz toda a diferença para o bem-estar emocional.

Lembre-se:

Com cuidados adequados e compromisso com o tratamento, é possível ter uma vida plena, saudável e longa com HIV.

Indução do parto: Quando e por que pode ser a melhor escolha?

O trabalho de parto é um momento esperado com muita emoção, mas nem sempre ele acontece de forma espontânea. Em algumas situações, o médico pode recomendar a indução do parto para garantir a saúde da mãe e do bebé. Descubra por que este procedimento pode ser necessário:

O que é a indução do trabalho de parto?

O que é a indução do trabalho de parto?

A indução consiste em estimular artificialmente o início do trabalho de parto, utilizando métodos como medicamentos ou técnicas mecânicas. O objetivo é garantir que o parto aconteça de maneira segura e no momento ideal.

Razões comuns para a indução do parto

Razões comuns para a indução do parto

1. Gravidez prolongada

Se a gravidez ultrapassa as 41 ou 42 semanas, os riscos para o bebé podem aumentar, e a indução é recomendada.

2. Complicações médicas

Condições como pré-eclâmpsia, diabetes gestacional ou hipertensão podem exigir um parto mais cedo para proteger mãe e bebé.

3. Bolsa de águas rompida sem contrações

Se as águas rompem, mas o trabalho de parto não começa espontaneamente, a indução ajuda a reduzir o risco de infeções.

4. Problemas de crescimento fetal

Se o bebé não está a crescer adequadamente, pode ser necessário induzir o parto para garantir cuidados fora do útero.

5. Riscos para a saúde da mãe ou do bebé

Condições como insuficiência placentária ou baixa quantidade de líquido amniótico são motivos para considerar a indução.

Como funciona a indução do parto?

Como funciona a indução do parto?

Os métodos mais comuns incluem:

  • Administração de ocitocina: Hormona que estimula contrações.
  • Descolamento de membranas: Técnica para estimular o início do trabalho de parto.
  • Prostaglandinas: Medicamentos para amadurecer o colo do útero.

Quando decidir pela indução?

Quando decidir pela indução?

A decisão é sempre baseada na avaliação médica. É importante conversar com o seu obstetra sobre os benefícios e riscos, garantindo que a escolha seja segura para si e para o seu bebé.

Cada parto é único, e a indução pode ser a chave para um final feliz e seguro. Confie na sua equipa médica e prepare-se para o momento mais especial da sua vida!

Ontupaia (Nacala-Porto, Nampula)

O bairro de Ontupaia localiza-se na zona periurbana de Nacala‑Porto, município costeiro no nordeste da província de Nampula. Estrategicamente situado perto das Estradas N1 e N8 — vitais para o acesso ao porto, aeroporto e áreas industriais — Ontupaia emerge como um exemplo paradigmático de expansão urbana informal e dinâmica socioeconómica complexa.

Localização geográfica e características físicas

O bairro insere‑se numa depressão topográfica da periferia ocidental de Nacala‑Porto, em terrenos arenosos de baixa fertilidade e elevada susceptibilidade à erosão e deslizamentos, típicos da região costeira.

Está inserido no sistema municipal composto por 41 bairros.

Formação e evolução da ocupação

O crescimento de Ontupaia dá‑se sobretudo há cerca de 15 anos, impulsionado por adjudicações de lotes de forma desordenada, sem infraestruturas básicas e sem medidas de ordenamento urbanístico.

A migração para a zona deve‑se em grande parte às oportunidades laborais criadas pela proximidade ao porto, aeroporto e à expansão urbana da cidade.

Infraestruturas e disponibilidades de serviços

O bairro sofre de carência estrutural nas áreas de:

  • Abastecimento regular de água potável, com dificuldades no acesso ;
  • Rede de saneamento básico deficiente ou inexistente;
  • Pavimentação precária e iluminação pública limitada.

O relevo e erosão agravam o acesso e a implantação de infraestruturas, dificultando melhorias habitacionais

Perfil socioeconómico e demográfico

A população típica é composta maioritariamente por migrantes do interior de Moçambique, muitos com pouca escolaridade, vivendo em economias de subsistência e prestação de serviços informais.

Em estudos comparativos com os bairros Mocone e Triângulo, identifica‑se um padrão de elevada vulnerabilidade fisico‑social: habitações frágeis, elevada taxa de dependência, baixos níveis de instrução e fraca perceção do risco.

Economia informal e actividade madeireira ilícita

Ontupaia alberga diversos estaleiros informais para processamento de madeira, tendo sido identificado desde 2014 como epicentro de operações de extração ilegal da madeira Umbila, alegadamente provenientes de zonas como a Reserva Nacional do Gilé, na Zambézia.

As autoridades de fiscalização na região são frequentemente incapazes de travar estas operações, que possuem alegado domínio de redes transnacionais .

Intervenções públicas e comunitárias

Em 2021 decorreu o processo de consulta pública dentro do PDUNM (Projecto de Desenvolvimento Urbano do Norte de Moçambique), que incluiu Ontupaia entre os bairros beneficiários, com 113 participantes nas sessões informais.

Intervenções de ONG e congregações religiosas incluem iniciativas de educação infantil, fornecimento de material escolar, manutenção de escolinhas e apoio social contínuo.

Riscos ambientais e vulnerabilidades

Devido à conjugação de solos arenosos, relevo acidentado e ocupação desorganizada, Ontupaia apresenta elevadas taxas de erosão superficial e riscos de ravinamento — especialmente durante épocas chuvosas.

A elevada exposição da população a desastres naturais agrava‑se pela fraca resiliência nas estruturas habitacionais e escasso conhecimento técnico em mitigação.

Ligação ao contexto logístico e económico maior

A proximidade ao Porto de Nacala — que passou por reabilitação em 2023 com investimento de $273,6 M, ampliando a capacidade de carga em 152 %  — e ao Caminho de Ferro de Nacala, tronco logístico de 912 km que liga à Zâmbia e à região carbonífera de Moatize, torna o bairro uma zona de final da cadeia logística, embora os benefícios económicos locais sejam modulados por informalidade e fraca integração nas cadeias formais.

Perspectivas e desafios de desenvolvimento

Ameaças: manutenção da economia informal e ilegal, agravamento da erosão, expansão urbana descontrolada e carência de serviços essenciais.

Potencial: inclusão nos planos urbanísticos públicos (PDUNM), oportunidades trazidas pelo crescimento do corredor logístico, possibilidade de regularização fundiária e melhoria de infraestruturas.

Prioridades futuras: implementação de sistemas adequados de água e saneamento; consolidação da resistência à erosão; integração económica local nas cadeias formais de serviços ligados ao porto e ferrovia.

Referências e leitura complementar

Projecto Ontupaia
Foto: Projecto Ontupaia
  • Informação estatística e demográfica retirada de reportagem da RTVE sobre Nacala e Ontupaia, incluindo extensão e população estimada
  • Registo da actividade madeireira e estaleiros informais, citados por “Carta” e blogue Macua.
  • Projecto “Proyecto Ontupaia”, com apoio das “Hijas de la Caridad”: informação e imagens dos primeiros programas desde 2017.
  • Programa PDUNM envolvendo habitação social em Ontupaia em 2025 .
  • Dados sobre comércio, hotelaria e zona industrial recolhidos em fontes locais de informação .

Como manter a individualidade em um relacionamento sério

Manter a individualidade é crucial para a saúde e o equilíbrio de qualquer relacionamento sério. Embora seja importante estar conectado e envolvido com seu parceiro, também é essencial manter sua própria identidade e interesses. Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a preservar a individualidade enquanto constrói um relacionamento forte e duradouro:

1. Defina espaço pessoal

Defina espaço pessoal

É fundamental reservar um tempo para si mesmo. Seja um hobby, uma atividade física ou simplesmente um momento de relaxamento, garantir que você tenha espaço para suas próprias atividades ajuda a manter sua identidade e bem-estar.

2. Mantenha seus interesses e paixões

Mantenha seus interesses e paixões

Não abandone suas paixões e interesses por causa do relacionamento. Continue a explorar suas atividades favoritas e busque novos interesses. Isso não só enriquece sua vida pessoal, mas também traz novas experiências para compartilhar com seu parceiro.

3. Comunique suas necessidades

Comunique suas necessidades

Converse abertamente com seu parceiro sobre a importância de manter sua individualidade. Explique como certas atividades ou momentos de solidão são importantes para seu bem-estar e peça compreensão e apoio.

4. Estabeleça equilíbrio

Estabeleça equilíbrio

Encontre um equilíbrio saudável entre o tempo que passa com seu parceiro e o tempo que dedica a si mesmo. Um relacionamento bem-sucedido é baseado na reciprocidade e no respeito pelas necessidades individuais de ambos os parceiros.

5. Cultive relacionamentos externos

Cultive relacionamentos externos

Mantenha e desenvolva suas amizades e laços com a família. Ter uma rede de apoio fora do relacionamento é essencial para a sua saúde emocional e para manter uma perspectiva equilibrada sobre a vida.

6. Pratique o autocuidado

Pratique o autocuidado

Cuide de sua saúde física e mental. A prática regular de autocuidado, como exercícios, alimentação saudável e momentos de lazer, ajuda a manter sua individualidade e a capacidade de se sentir realizado.

7. Respeite a individualidade do seu parceiro

Respeite a individualidade do seu parceiro

A individualidade é uma via de mão dupla. Respeite os interesses e o espaço pessoal do seu parceiro, e encoraje-o a manter suas próprias atividades e amizades. Isso promove um relacionamento equilibrado e respeitoso.

8. Ajuste-se ao longo do tempo

Ajuste-se ao longo do tempo

À medida que o relacionamento evolui, pode ser necessário ajustar a forma como você mantém sua individualidade. Reavalie regularmente suas necessidades e a dinâmica do relacionamento para garantir que ambos estejam satisfeitos e respeitados.

Manter a individualidade em um relacionamento sério não significa distanciar-se ou criar barreiras, mas sim garantir que você e seu parceiro possam crescer como indivíduos enquanto fortalecem a conexão entre vocês. Com compreensão, comunicação e respeito mútuo, é possível construir um relacionamento onde ambos possam florescer, mantendo suas identidades únicas.

Como Controlar a Chuva – Conto Africano

A influência do clima africano na vida dos Hotentotes, assim como nos Bosquímanos, era de extrema importância, especialmente para os primeiros, que tinham rebanhos para cuidar. A necessidade de chuvas adequadas para a pastagem era tão vital que gerou uma série de rituais de festas e danças com o objetivo de atrair as tão desejadas precipitações.

Uma prática peculiar envolvia a busca no mato pelo camaleão, um animal considerado portador da chuva. Uma vez encontrado, o camaleão era enterrado com o estômago virado para cima, com extremo cuidado para não feri-lo, na crença de que isso provocaria chuva no mesmo dia. Caso chovesse, e após uma quantidade suficiente de água ter caído ou os trovões se tornarem assustadores, o camaleão era desenterrado e libertado.

Como alternativa ao camaleão, utilizava-se a cobra amarela, que, infelizmente, não tinha a mesma sorte. A cobra era parcialmente morta antes de ser enterrada, sendo completamente sacrificada quando não era mais necessária a chuva.

Outras práticas para induzir a chuva incluíam enterrar pedras redondas no campo e enviar pessoas que nasceram durante uma tempestade para caminhar sozinhas pelo mato.

Se a tempestade se transformasse em granizo, pedia-se ao filho mais novo da família que saísse e colocasse uma pedra de granizo na boca até que derretesse, acreditando-se que isso atenuaria o granizo.

Em situações de desespero, com a persistência da tempestade, uma das idosas era enviada para fora, instruída a levantar a parte de trás de sua saia de couro (karos) e se inclinar. Acreditava-se que o tempo, envergonhado, recuaria, fazendo com que a chuva se retirasse.

Análise no Contexto Africano:

Essas práticas refletem não apenas a dependência do povo africano em relação ao clima para a sobrevivência, mas também a sua profunda conexão e respeito pela natureza e pelos seres vivos. Os rituais de invocação de chuva evidenciam uma compreensão intricada dos ciclos naturais e da importância de manter um equilíbrio ecológico.

Ao mesmo tempo, a liberação do camaleão e a menos afortunada sorte da cobra amarela destacam a variedade de crenças e atitudes em relação aos animais, refletindo a complexa teia de significados atribuídos a diferentes espécies no imaginário cultural africano.

Além disso, as práticas curiosas para amenizar tempestades de granizo e a maneira peculiar de encerrar uma chuva forte ilustram o humor e a criatividade presentes nas tradições orais africanas. Essas histórias não apenas servem como uma cápsula do tempo para crenças e costumes antigos, mas também como uma janela para a sabedoria ancestral, ensinando sobre resiliência, respeito e a interdependência entre humanos e o ambiente natural.

Ao estudar essas superstições e práticas culturais, é possível apreciar a riqueza das tradições africanas e reconhecer a importância de preservar tais conhecimentos como parte essencial do patrimônio imaterial da humanidade.

Em Alta