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Dicas para parar de ressonar

O ressonar é um problema mais comum do que muitas pessoas imaginam. Em Moçambique, há quem ache normal ouvir alguém a ressonar alto durante a noite, sobretudo depois de um dia cansativo ou após consumir bebidas alcoólicas. No entanto, o ressonar pode afectar seriamente a qualidade do sono, provocar cansaço durante o dia e até causar problemas de saúde mais graves.

A origem do ressonar pode estar ligada a constipações, alergias, excesso de peso, tabagismo, consumo de álcool ou até determinados medicamentos. Em muitos casos, pequenas mudanças na rotina nocturna podem fazer uma enorme diferença.

Se procura noites mais tranquilas e um descanso realmente reparador, veja estas dicas práticas que podem ajudar a reduzir ou até eliminar o ressonar.

1. Dormir de barriga para baixo

Pessoa a dormir de barriga para baixo para evitar ressonar

Uma das causas mais frequentes do ressonar é a posição em que se dorme. Quando a pessoa dorme de barriga para cima, a língua e os tecidos moles da garganta tendem a relaxar demasiado, acabando por bloquear parcialmente as vias respiratórias. É precisamente essa vibração que produz o som do ressonar.

Dormir de barriga para baixo pode ajudar a manter as vias respiratórias mais abertas, facilitando a passagem do ar. Embora nem sempre seja a posição mais confortável no início, muitas pessoas acabam por se adaptar gradualmente.

Uma dica simples consiste em utilizar uma almofada mais baixa e confortável, permitindo alinhar melhor o pescoço e reduzir a pressão sobre a coluna. Quem sofre de dores cervicais deve procurar uma posição intermédia, como dormir de lado.

2. Desobstruir as vias respiratórias

Mulher a inalar vapor para desobstruir as vias respiratórias

As vias respiratórias obstruídas são responsáveis por muitos episódios de ressonar. A acumulação de muco, poeira ou inflamações provocadas por alergias dificulta a respiração durante o sono.

Tomar um banho quente antes de dormir pode ajudar bastante. O vapor de água contribui para limpar as narinas e aliviar a congestão nasal, tornando a respiração mais fluida durante a noite.

Em cidades com muito pó ou durante períodos frios, é comum surgirem crises alérgicas que agravam o problema. Nestes casos, manter o quarto arejado e evitar poeira acumulada pode fazer diferença significativa.

Também existem descongestionantes nasais e soluções salinas que ajudam temporariamente a aliviar a obstrução, sobretudo em pessoas que sofrem frequentemente de sinusite ou rinite alérgica.

3. Ter uma rotina de sono

Pessoa a preparar uma rotina de sono saudável

O corpo humano funciona melhor quando existe regularidade. Dormir e acordar sempre em horários diferentes pode afectar a qualidade do sono e aumentar o ressonar.

Criar uma rotina nocturna ajuda o organismo a relaxar de forma natural. Pequenos hábitos, como desligar o telemóvel mais cedo, diminuir a iluminação do quarto ou evitar refeições pesadas antes de dormir, ajudam o corpo a entrar num estado de descanso mais profundo.

Muitas pessoas passam horas a ver televisão ou navegar nas redes sociais antes de dormir, o que acaba por estimular excessivamente o cérebro. Isso prejudica o relaxamento muscular e interfere na respiração nocturna.

Tentar dormir aproximadamente à mesma hora todos os dias melhora não apenas o ressonar, mas também a disposição física e mental ao longo do dia.

4. Fazer dieta

Alimentação saudável para reduzir o ressonar

O excesso de peso é um dos principais factores associados ao ressonar. A gordura acumulada na região do pescoço exerce pressão sobre as vias respiratórias, dificultando a passagem do ar durante o sono.

Adoptar uma alimentação equilibrada pode reduzir significativamente o problema. O ideal é optar por refeições leves durante a noite, evitando fritos, excesso de açúcar e alimentos muito gordurosos.

Uma dieta rica em legumes, frutas, proteínas magras e alimentos anti-inflamatórios ajuda não apenas no controlo do peso, mas também na melhoria da respiração.

Em muitos casos, perder apenas alguns quilos já é suficiente para notar uma enorme diferença na intensidade do ressonar.

5. Parar de fumar

Pessoa a deixar de fumar para melhorar a respiração

O tabaco irrita as vias respiratórias e provoca inflamações constantes na garganta e no nariz. Como consequência, a passagem do ar torna-se mais difícil, aumentando consideravelmente o ressonar.

Mesmo quem fuma apenas ocasionalmente pode sentir efeitos negativos na qualidade do sono. Muitas pessoas acordam durante a noite sem perceber, devido à dificuldade respiratória causada pelo cigarro.

Parar de fumar traz benefícios quase imediatos para a respiração. Com o passar do tempo, as vias respiratórias tornam-se menos inflamadas, permitindo um sono mais silencioso e reparador.

O benefício não se limita ao ressonar. A melhoria da capacidade pulmonar também contribui para mais energia e melhor qualidade de vida.

6. Manter a roupa da cama limpa

Roupa da cama limpa ajuda a evitar alergias e ressonar

Muitas pessoas ignoram este detalhe, mas a limpeza da roupa da cama tem impacto directo na qualidade do sono. Lençóis, almofadas, mantas e pijamas acumulam poeira, ácaros e outras partículas invisíveis que podem provocar alergias respiratórias.

Quem sofre de rinite, sinusite ou sensibilidade ao pó tende a ressonar mais quando dorme num ambiente pouco higienizado. O nariz fica congestionado, dificultando a entrada de ar e obrigando a pessoa a respirar pela boca durante a noite.

Trocar os lençóis pelo menos uma vez por semana ajuda a reduzir a presença de ácaros e melhora significativamente a respiração nocturna. As almofadas também devem ser limpas regularmente, já que acumulam suor, poeira e bactérias ao longo do tempo.

Em regiões mais quentes e húmidas, como acontece em várias zonas de Moçambique, os cuidados com a roupa da cama tornam-se ainda mais importantes devido à facilidade de proliferação de fungos e humidade.

7. Utilizar alguns aparelhos

Dispositivo médico para reduzir o ressonar durante o sono

Quando o ressonar é frequente e intenso, procurar ajuda médica pode ser uma decisão importante. Existem aparelhos específicos desenvolvidos para ajudar a manter as vias respiratórias abertas durante o sono.

Um dos dispositivos mais conhecidos é o aparelho de avanço mandibular. Trata-se de um equipamento discreto que posiciona ligeiramente a mandíbula para a frente enquanto a pessoa dorme. Esse pequeno ajuste permite melhorar a passagem do ar e reduzir bastante o ressonar.

Em casos mais graves, sobretudo quando existe apneia do sono, alguns médicos recomendam aparelhos de pressão contínua, conhecidos como CPAP. Estes dispositivos ajudam a manter a respiração regular durante toda a noite.

Muitas pessoas evitam procurar tratamento por acharem que o ressonar é apenas um incómodo simples. Contudo, quando o problema interfere no descanso ou provoca cansaço excessivo durante o dia, é importante procurar avaliação especializada.

8. Usar meias de voo

Meias de compressão podem ajudar a reduzir a apneia do sono

Pode parecer estranho, mas algumas pesquisas indicam que as meias de compressão utilizadas em voos longos podem ajudar determinadas pessoas que sofrem de apneia obstrutiva do sono.

Durante o dia, é comum acumular-se líquido na parte inferior das pernas, especialmente em pessoas que passam muitas horas sentadas ou em pé. Quando a pessoa se deita, esse líquido pode deslocar-se para a região do pescoço, aumentando a pressão nas vias respiratórias.

As meias de compressão ajudam a reduzir essa acumulação de líquidos nas pernas, diminuindo potencialmente os episódios de interrupção da respiração durante o sono.

Embora esta solução não funcione para todos os casos, alguns estudos demonstram melhorias em pessoas com problemas respiratórios nocturnos leves a moderados.

Quando o ressonar pode ser sinal de um problema mais grave?

Nem sempre o ressonar é apenas um incómodo sonoro. Em alguns casos, pode indicar a presença de apneia obstrutiva do sono, uma condição em que a respiração pára temporariamente várias vezes durante a noite.

Os sinais mais comuns incluem:

  • Cansaço excessivo durante o dia;
  • Dores de cabeça ao acordar;
  • Sensação de sufoco durante o sono;
  • Sonolência frequente;
  • Dificuldade de concentração;
  • Despertares constantes durante a noite.

Quando estes sintomas aparecem, é importante procurar avaliação médica. O diagnóstico adequado pode evitar complicações cardiovasculares, hipertensão arterial e outros problemas de saúde.

Não é assim tão complicado…

Deixar de ressonar pode exigir pequenas mudanças na rotina diária, mas os benefícios para a saúde e qualidade de vida compensam o esforço. Dormir melhor significa acordar com mais disposição, melhorar o humor e aumentar a produtividade ao longo do dia.

Desde mudanças simples na posição ao dormir até cuidados com a alimentação, higiene do quarto e hábitos respiratórios, existem várias estratégias que podem ajudar a reduzir significativamente o ressonar.

Em situações persistentes ou mais graves, procurar ajuda médica continua a ser a melhor forma de garantir um sono verdadeiramente reparador.

Qual anticoncepcional devo escolher em Moçambique?

Escolher que tipo de anticoncepcional optar para evitar a gravidez indesejada, é na verdade uma difícil tarefa. A escolha do melhor método deve ser feita entre a mulher e o ginecologista. Uma vez que existem diversos métodos anticoncepcionais, antes de uma escolha sabia, há que reconsiderar as condições da saúde, o estilo de vida, entre outros factores. Eis a lista dos tipos de contraceptivos:

1. Pílula

As pílulas ou anticoncepcionais orais são medicamentos com diferentes combinações de hormónios sintéticos, geralmente estrogénio e progesterona. Os hormónios sintetizados evitam que os ovários liberem óvulos, no processo conhecido como ovulação, que é o período ideal para que a mulher fique grávida. A pílula deve ser ingerida todos os dias, preferencialmente no mesmo horário ao longo de 21 dias e faz-se uma pausa por sete dias. Há também versões de uso continuado. Este método tem mais de 99% de eficácia.

Vantagens: Evita a gravidez. Trata menstruações dolorosas ou intensas, TPM e endometriose.

Desvantagens:
Esquecimento na ingestão diária. A pílula pode perder efeito em caso de vómito ou diarreia. Podem surgir efeitos secundários como variações de humor, seios sensíveis, dores de cabeças. Em casos mais raros, formação de coágulos de sangue, cancro de colo de útero. Não protege das doenças sexualmente transmissíveis (DTS’s).

2. Minipílulas

A minipílula ou pílula sem estrogénio possui em sua base somente progesterona. É a pílula indicada para mulheres que estão amamentando e querem evitar uma nova gravidez. Para essas mulheres, a pílula deve ser tomada todos os dias, sem interrupção. Este método tem 97% de eficácia.

Vantagens: Indicadas para mulheres que estão amamentando, já que não afecta na qualidade do leite materno. Podem ser utilizadas por mulheres que apresentam contra-indicações ao uso de estrogénios. Não engorda.

Desvantagens: Necessidade de ser tomada todos os dias praticamente na mesma hora, pois o atraso de algumas horas pode resultar em uma gravidez. É menos eficaz que o anticoncepcional oral.

3. Pílula do dia seguinte

A pílula do dia seguinte é um dos tipos de anticoncepcional de emergência, com altas doses de hormónio, e tem como função evitar a ovulação e criar um ambiente desfavorável aos espermatozóides. Não deve ser usado de forma habitual, somente em casos de emergência como:

  • Rompimento do preservativo;
  • Ter relações sexuais sem nenhum tipo de protecção;
  • Se o preservativo ficar preso na vagina e há risco do esperma derramar.

O primeiro comprimido deve ser tomado em até 72 horas depois da relação sexual desprotegida, e caso haja um segundo, 12 horas após o primeiro. Este método tem 85% de eficácia.

Vantagens: É o único método contraceptivo que pode ser utilizado pela mulher após a relação sexual. No caso de falha do método, não causa efeitos colaterais no feto.

Desvantagens: Exposição a altas doses de hormónios. Pode causar náuseas, vómitos, tonturas, dor nos seios e alterações na menstruação. Em mulheres que amamentam, pode diminuir a quantidade do leite materno.

4. Anticoncepcional injectável

O anticoncepcional injectável é um método contraceptivo que possui em sua fórmula a combinação de progesterona ou associação de estrogénios, com doses de longa duração.  A injecção é aplicada no glúteo ou no braço a cada 30 ou 90 dias. Normalmente, a aplicação é feita por um ginecologista, em datas previamente agendadas, para um maior controle. Este método tem mais de 99% de eficácia.

Vantagens: Útil para mulheres que não podem tomar a pílula anticoncepcional, devido a fórmula de hormónios. É indicado para mulheres que não se lembram de tomar a pílula todos os dias. Melhora a anemia, reduz os sintomas associados à endometriose, dor pélvica crónica e reduz o cancro de endométrio.

Desvantagens: Pode causar efeitos secundários como ganho de peso, dor de cabeça, mudanças de humor, acne, sensibilidade nos seios, redução da densidade mineral óssea, vertigens e ausência da menstruação no início do tratamento. O retorno da fertilidade  ocorre vagarosamente, cerca de nove meses após a última injecção trimestral.

5. Implante

O implante é uma pequena varinha flexível de cerca de 40 mm de comprimento, que é colocada debaixo da pele, na parte superior do braço. Normalmente é feito em consultório e com anestesia local. Ela deve ser inserida por um profissional e seu efeito pode durar até três anos. O implante funciona liberando etonogestrel, uma forma sintética de progesterona, de forma lenta e contínua para a circulação sanguínea, impedindo a ovulação. Este método tem mais de 99% de eficácia.

Vantagens: Fácil de inserir e extrair, beneficia as mulheres que não querem ser mãe por um longo período de tempo. É indicado para as mulheres que não se lembram de tomar a pílula todos os dias.

Desvantagens: Pode interromper a menstruação. Sangramentos irregulares.

6. Anel vaginal

É um anticoncepcional hormonal combinado, de baixa dosagem, com formato de anel (54 mm de diâmetro e 4 mm de largura). É flexível e transparente e é colocado na vagina normalmente pela própria mulher, durante três semanas. Na quarta semana é retirado para que a menstruação desça e depois de sete dias é colocado um novo. Também é possível fazer o uso contínuo. Os hormónios são liberados enquanto o anel está na vagina e impede a ovulação. Este método tem 99% de eficácia.

Vantagens: Contém menos doses de hormónio. Pode aliviar os sintomas pré-menstruais e o mal estar do período.

Desvantagens: Não é recomendado para mulheres com histórico de coágulos de sangue, derrames cerebrais ou alguns tipos de cancro. Pode causar efeitos secundários em algumas pessoas como dores de cabeça, alteração na secreção vaginal ou sensibilidade nos seios. Às vezes, o anel pode sair acidentalmente da vagina, mas pode ser colocado de novo sem problemas.

7. Adesivo

O adesivo (ou patch) é um material aderente que deve ser colado na pele da mulher e permanecer na mesma posição por uma semana. Ele libera hormónios na corrente sanguínea que impedem a gravidez. Ele pode ser colocado em diversos locais do corpo, como braço, abaixo da barriga, nas costas ou na nádega. O primeiro adesivo é colocado no primeiro dia da menstruação e deve ser trocado a cada sete dias. Após três semanas de uso, é necessário fazer uma semana de pausa para a chegada da menstruação. Este método tem 99% de eficácia.

Vantagens: Não é necessário estar atenta todos os dias e continua funcionando mesmo em episódios de vómito ou diarreia. A mulher pode nadar, tomar banho ou fazer qualquer tipo de desporto. Usado para diminuir o fluxo da menstruação.

Desvantagens: Em algumas pessoas pode ocorrer aumento de pressão arterial, dores de cabeça ou desenvolvimento de coágulos de sangue.

8. DIU

O DIU é um pequeno dispositivo em forma de “T” que pode ser de cobre ou de plástico, que é introduzido no útero com a ajuda de um profissional. Actua liberando uma pequena quantidade de cobre no útero, que evita que o óvulo fecundado se implante no útero ou simplesmente detendo o avanço do esperma. Há também um outro tipo de DIU revestido por hormónio progesterona, o DIU Mirena, que libera progesterona pouco a pouco. O DIU pode permanecer no útero por até 5 anos no caso do DIU Mirena, ou 10 anos no caso do DIU de cobre. Este método tem mais de 99% de eficácia.

Vantagens: Método contraceptivo de longa duração, faz efeito desde o primeiro dia em que é introduzido. Depois que é retirado, a mulher volta aos níveis normais de fertilidade.

Desvantagens: Podem provocar incómodo em algumas mulheres. Mudanças na menstruação nos primeiros 3 a 6 meses, sendo normal o sangramento entre os períodos. Ele também pode facilitar o aparecimento de infecções uterinas, mas isso é raro.

9. Preservativo masculino

O preservativo masculino ou camisinha é o método anticoncepcional de barreira mais usado no mundo. Consiste em uma capa fina de látex ou poliuretano, que se coloca no pénis quando está erecto, antes do coito. Impede que os espermatozóides entrem em contacto com a vagina e ocorra uma gravidez. Algumas vem com espermicida para diminuir ainda mais a possibilidade de concepção. Deve ser usado no sexo vaginal e anal. Este método tem 98% de eficácia.

Vantagens: Reduz o risco de contágio de DTS’s. São muito fáceis de encontrar, não custam caro, são pouco invasivas para o organismo e não tem efeitos secundários.

Desvantagens: Podem não ser compatíveis com alguns lubrificantes, cremes ou loções, podem deslizar durante o acto sexual e tem que ser manipuladas de forma correcta, para que não fique inutilizadas. Algumas pessoas também podem apresentar alergia ao látex, mas podem procurar preservativos fabricados com outros materiais.

10. Preservativo feminino

O preservativo feminino é parecido com a camisinha masculina, porém mais largo. Trata-se de um tubo de borracha nitrílica ou poliuretano com uma extremidade fechada e a outra aberta, acoplado a dois anéis flexíveis. Ela é introduzida no interior da vagina antes das relações sexuais para evitar que o sémen chegue ao útero e para diminuir o risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis. Assim como os preservativos masculinos, são descartáveis após o uso. Este método tem 95% de eficácia.

Vantagens: É um método controlado pela mulher, não causa alergia e pode ser colocada até 8 horas antes da relação sexual.

Desvantagens: Pode causar barulho, pode se movimentar com o entra e sai do pénis, eficácia não é tão alta e é mais cara que a camisinha masculina. Não pode ser guardada  em lugares muito frios ou muito quentes.

11. Diafragma

O diafragma é uma cúpula flexível de látex ou silicone que é inserido na vagina de 15 a 30 minutos antes da relação sexual, servindo de barreira para impedir que o sémen chegue ao útero. Para maior eficácia, deve ser utilizado em conjunto com um espermicida. O diafragma deve ser retirado 12 horas após a relação e depois lavado. Este método tem 90% de eficácia.

Vantagens: Não contém hormónios, é reutilizável e duradouro (podendo durar até três anos) e não tem efeitos colaterais secundários.

Desvantagens: Tem que ser higienizado a cada uso e não protege contra a maioria das doenças sexualmente transmissíveis. Pode ser necessária a troca do diafragma em caso de gravidez ou aumento de peso. Mulheres virgens, com alergia a látex ou que tenham problema no colo do útero não podem usar esse método. Este método tem 92% de eficácia.

12. Esponja vaginal

A esponja vaginal é pequena, macia e em formato de disco, feito de espuma de poliuretano e com uma alça para facilitar a sua remoção. Já vem com espermicida e deve ser molhada antes de ser inserida na vagina antes de cada relação sexual. A esponja bloqueia a entrada do esperma no interior da vagina, assegurando a morte dos espermatozóides através do espermicida. Ela deve ficar no corpo da mulher, por, no mínimo, seis horas e deve ser retirada em até 30 horas. Este método tem 85% de eficácia.

Vantagens: Não é preciso trocar a esponja se mais de uma relação sexual ocorrer dentro do prazo de 24 horas e não requer tempo de espera para o início do efeito contraceptivo, depois da colocação. Também não é necessário o uso de outros agentes espermicidas.

Desvantagens: Baixa eficácia se comparada a outros métodos contraceptivos. Requer algum treinamento para a utilização correta, especialmente em relação à colocação e retirada. Pode provocar lesões vaginais se não permanecer no local adequado. Se for deixado por longo tempo, pode causar odores desagradáveis. Não protege contra doenças sexualmente transmissíveis.

13. Espermicidas

Espermicida é uma substância que tem a função de imobilizar e destruir os espermatozóides durante o acto sexual. Pode ser encontrado em diferentes formatos como em espuma, gel, cremes ou supositórios. Deve ser introduzido profundamente na vagina e iniciar a relação sexual em até 30 minutos. É útil como complemento de outros métodos, quando utilizado sozinho sua eficácia é muito baixa, deve ser associado ao diafragma ou ao preservativo. Este método tem 63% de eficácia.

Vantagens: É fácil de usar. Pouco invasivo para o organismo e aumenta a eficácia de outros anticoncepcionais de barreira.

Desvantagens: Tem pouca eficácia se utilizado sozinho. A aplicação pode ser incómoda para alguns casais. O efeito contraceptivo é de curta duração. Podem provocar irritações genitais. Não protegem contra as doenças sexualmente transmissíveis.

14. Laqueadura

A laqueadura ou ligadura de trompas é um procedimento cirúrgico em que o médico corta ou amarra as trompas de falópio. Esta cirurgia obstruí o caminho entre os ovários e o útero. O esperma não pode chegar ao óvulo para fecundá-lo e o óvulo não pode chegar ao útero. Este método tem quase 100% de eficácia.

Vantagens: Não impede a ovulação e não interfere no ciclo hormonal feminino, não causa nenhuma alteração no ciclo menstrual. Não necessita revisão constante pois não afecta a saúde.

Desvantagens: Não é um método reversível e pode trazer influências negativas por factores culturais e psicológicos. Há risco de interferir na irrigação sanguínea dos ovários, gerando uma menopausa precoce.

15. Vasectomia

A vasectomia é um procedimento cirúrgico em que o médico corta ou obstruí no escroto, os canais deferentes que conduzem os espermatozóides dos testículos até o pénis. Desta forma, não são liberados durante a ejaculação e, por isso, o óvulo não pode ser fecundado, evitando a gravidez. Este método tem quase 100% de eficácia.

Vantagens: Não altera o desempenho sexual. Favorece a participação do homem na contracepção. A cirurgia é simples, com anestesia local e pode ser realizada em consultório não havendo necessidade de internação.

Desvantagens: Não é um método reversível. É necessário o uso de outro método contra a gravidez nas próximas ejaculações após a cirurgia.

Síndrome do Ovário Policístico (SOP)

A Síndrome do Ovário Policístico (SOP) é um distúrbio endócrino que provoca alteração dos níveis hormonais, levando à formação de cistos nos ovários que fazem com que eles aumentem de tamanho.

É uma doença caracterizada pela menstruação irregular, alta produção do hormónio masculino (testosterona) e presença de micro cistos nos ovários.

Sua causa ainda não é totalmente esclarecida. A hipótese é que ela tenha uma origem genética e estudos indicam uma possível ligação entre a doença e a resistência à acção da insulina no organismo, gerando um aumento do hormónio na corrente sanguínea que provocaria o desequilíbrio hormonal.

Sintomas da SOP

A falta crónica de ovulação ou a deficiência dela é o principal sinal da síndrome. Em conjunto, outros sintomas podem ajudar a detectar essa doença, como:

  • Atrasos na menstruação (desde a primeira ocorrência do fluxo);
  • Aumento de pelos no rosto, seios e abdómen;
  • Obesidade;
  • Menstruação que tem fluxo intenso ou pouco fluxo;
  • Cabelo ralo na cabeça;
  • Problemas de pele: pele oleosa, acne, marcas escuras na parte de trás da nuca;
  • Resistência à insulina;
  • Dificuldade para engravidar;
  • Depressão e ansiedade.

Em casos mais graves, pode predispor o desenvolvimento de diabetes, doenças cardiovasculares, infertilidade e cancro do endométrio.

Factores de risco da SOP

A medicina ainda não descobriu o que causa a síndrome dos ovários policísticos. No entanto, alguns factores são frequentemente associados com a doença:

  • Excesso de insulina;
  • Resistência à insulina;
  • Histórico familiar;
  • Baixo peso ao nascer;
  • Pubarca precoce (aparecimento dos pelos pubianos no início da puberdade).

Diagnóstico da SOP

Para realizar o diagnóstico da síndrome dos ovários policísticos são necessários o exame clínico, o ultrassom ginecológico e exames laboratoriais.

Através do ultrassom, a doença é percebida pelo aparecimento de muitos folículos ao mesmo tempo na superfície de cada ovário. Esse ultrassom deve ser feito entre o terceiro e o quinto dia do ciclo menstrual. Não sendo a mulher virgem, deve-se dar preferência à técnica de ultrassom transvaginal.

É importante definir que esses resultados não se aplicam a mulheres que estejam tomando pílula anticoncepcional. Se houver um folículo dominante ou um corpo lúteo, é importante repetir o ultrassom em outro ciclo menstrual para realizar o diagnóstico correctamente.

Mulheres que apresentam apenas sinais de ovários policísticos ao ultrassom sem desordens de ovulação ou hiperandrogenismo não devem ser consideradas como portadoras da síndrome dos ovários policísticos.

Exames da SOP

A síndrome de ovário policístico (SOP) é uma doença causada pelo desequilíbrio dos hormónios na mulher. Ela pode alterar o ciclo menstrual, causar problemas de pele e ocasionar pequenos cistos nos ovários que por fim podem gerar dificuldades para engravidar entre outros problemas, porém algumas vezes pode ser assintomática. As mulheres descobrem a síndrome entre 20 e 30 anos de idade, mas os primeiros sintomas aparecem logo nos primeiros ciclos menstruais ainda na adolescência. Pacientes que apresentam a doença normalmente têm antecedentes da mesma enfermidade em parentes próximos, como mãe e irmãs, o que configura uma pré-disposição genética ao desequilíbrio hormonal e suas consequências.

O médico algumas vezes já consegue diagnosticar a SOP através da história e do exame físico, porém existem diversos exames que auxiliam no diagnóstico da síndrome. Pela ecografia e laparoscopia pélvica é possível observar a dilatação do clitóris e dos ovários. O exame de sangue auxilia na verificação dos níveis de hormónios como estrogénio, folículo estimulante (FSH), luteinizante (LH), testosterona, tireoide e prolactina. A SOP pode contribuir para o surgimento de muitas doenças também como: Diabetes, alterações do colesterol, aumento do peso e da pressão arterial podendo até causar câncer de útero se não for adequadamente tratada.

Se você faz parte do grupo de risco da doença ou sente algum tipo de desconforto ginecológico, procure o seu médico para realizar os exames necessários. A síndrome dos ovários policísticos tem tratamento e, quanto antes ele for iniciado, menores são as chances de a doença causar danos graves.

Prevenção da SOP

A síndrome dos ovários policísticos é um distúrbio endócrino que provoca alteração dos níveis hormonais. Essa alteração dos níveis hormonais leva à formação dos cistos nos ovários que fazem com que eles aumentem de tamanho. A mulher também passa a produzir mais hormónios masculinos que podem causar sintomas como aumento de pelos e aparecimento de acne. Por toda essa alteração hormonal muitas mulheres que tem SOP apresentam dificuldades para engravidar.

A causa exacta da síndrome dos ovários policísticos ainda não é totalmente conhecida, uma das hipóteses é que tenha uma origem genética, pois quando há casos de SOP em parentes próximas como mães e irmãs a chance de desenvolver a doença aumenta. Estudos indicam que a SOP está associada coma resistência à acção da insulina no organismo e aumento desse hormónio na corrente sanguínea é que provocaria o desequilíbrio hormonal que gera a doença.

Para prevenir a síndrome dos ovários policísticos é recomendada uma dieta leve e completa, acompanhada de exercícios físicos. Mulheres que estão acima do peso, têm glicemia, pressão arterial e taxa de colesterol elevadas fazem parte do grupo de risco da doença, por isso precisam se prevenir seguindo uma dieta saudável, praticando exercícios físicos e realizando acompanhamento ginecológico anual.

A SOP é uma doença que pode trazer graves danos à saúde ginecológica da mulher, podendo até mesmo levar à infertilidade. Por isso, assim que apresentar algum sintoma da doença ou se fizer parte do grupo de risco, procure um ginecologista para realizar os exames necessários, sua saúde merece sua atenção.

Tratamentos e Cuidados da SOP

O tratamento da síndrome dos ovários policísticos depende dos sintomas que a mulher apresenta e do que ela pretende. Cabe ao médico e à paciente a avaliação do melhor tratamento, mas para isso é fundamental questionar se a paciente pretende engravidar ou não.

Os principais tratamentos são:

Anticoncepcionais orais – Não havendo desejo de engravidar, grande parte das mulheres se beneficia com tratamento à base de anticoncepcionais orais. A pílula melhora os sintomas de aumento de pelos, aparecimento de espinhas, irregularidade menstrual e cólicas. Não há uma pílula específica para o controle dos sintomas. Existem pílulas que têm um efeito melhor sobre a acne, espinhas e pele oleosa. Mulheres que não podem tomar a pílula se beneficiam de tratamentos à base de progesterona.

Cirurgia – Cada vez mais os métodos cirúrgicos para essa síndrome têm sido abandonados em função da eficiência do tratamento com anticoncepcionais orais.

Antidiabetogénicos orais – Estando a síndrome dos ovários policísticos associada à resistência insulínica, um dos tratamentos disponíveis é por meio de medicamentos para diabetes.

Dieta e actividade física – Essas pacientes devem ser orientadas em relação à dieta e actividade física, simultaneamente com as medidas terapêuticas.

Indução da ovulação – Se a paciente pretende engravidar, o médico lhe recomendará tratamento de indução da ovulação, não sem antes afastar as outras possibilidades de causas de infertilidade. Não se deve fazer esse tratamento em mulheres que não estejam realmente tentando engravidar.

Prognóstico

A Síndrome dos Ovários Policísticos, também conhecida pela sigla SOP, é uma doença endocrinológica caracterizada pelo aumento da produção de hormónios masculinos nas mulheres. Após o diagnóstico, o tratamento deve ser realizado combinando dieta, actividade física e medicamentos, para garantir a qualidade de vida da paciente.

Para conviver bem com a síndrome dos ovários policísticos é fundamental realizar uma mudança no estilo de vida. Uma alimentação equilibrada, rica em vitaminas e minerais, é o primeiro passo. Praticar exercícios físicos com regularidade também é uma ferramenta poderosa para conviver em paz com a SOP, já que a doença agravada por certos factores, tais como obesidade, diabetes e colesterol alto.

Perder peso quando se tem a síndrome favorece a queda das taxas dos hormónios masculinos e com isso melhora a função ovariana e a diminuição dos danos à fertilidade feminina causados pela enfermidade. Além disso, ao diminuir a taxa dos hormónios masculinos, os sintomas como acne, pelos no rosto e cólicas também são atenuados.

O tratamento hormonal, entre eles os contraceptivos hormonais orais, também podem ajudar as mulheres a viverem melhor com a SOP. Esses medicamentos ajudam a regular os ciclos menstruais e reduzem o risco do desenvolvimento de câncer do endométrio (tecido que reveste o útero internamente).

Se você tem a síndrome dos ovários policísticos procure o quanto antes o seu ginecologista, pois apenas um especialista poderá analisar seu caso e indicar o melhor tratamento. Afinal, é possível sim conviver bem com a SOP.

10 doenças comuns na gravidez

A gravidez é um momento no qual o corpo da mulher sofre diversas transformações. A produção hormonal é alterada drasticamente, o corpo começa a se transformar com o crescimento do bebé e essas tantas alterações podem afectar o sistema imunológico da mulher, deixando-a mais susceptível à “doenças oportunistas”. Essas doenças podem surgir e até mesmo se agravar durante esse período. Portanto, nesta fase o acompanhamento pré-natal é fundamental e a gestação. Veja a lista das doenças comuns na gravidez:

1. Asma

Asma é um problema pulmonar causado por obstrução das vias aéreas. Surge pelo aumento do volume uterino e as alterações metabólicas típicas da gestação modificam a fisiologia da respiração. Outros facilitadores são os refluxos e as infecções respiratórias relacionadas à queda da imunidade. A principal causa da exacerbação se dá por causa de alterações fisiológicas respiratórias que giram em torno de uma maior necessidade de aporte de oxigénio, causando hiperventilação.

2. Cistite/ Infecção Urinária

Cistite é uma inflamação na bexiga ou no trato urinário inferior que pode se transformar em uma infecção. Infecção urinária em si pode atingir todo o sistema urinário, dos rins à uretra. Ambas são bastante comuns na gravidez. A cistite/ infecção urinária ataca devido à diminuição da defesa do organismo, que está associada a uma flacidez da uretra. Essa flacidez propicia a ascensão das bactérias da região genital para a bexiga, desencadeando assim a cistite e a infecção. Esta surge porque a progesterona (hormónio predominante na gravidez) provoca uma dilatação das vias urinárias que impede a bexiga de se esvaziar completamente, favorecendo a infecção.

3. Anemia Ferropriva

Anemia Ferropriva é uma doença causa pela deficiência de ferro, que interfere na formação de hemoglobina, proteína do sangue responsável pelo transporte de oxigénio para as células. Isso porque durante a gravidez ocorre um crescimento do volume de líquido no corpo e o sangue acaba sendo “diluído”. “Há um aumento desproporcional do volume plasmático com relação à quantidade de elementos, como os glóbulos vermelhos, gerando a anemia”.

4. Diabetes Mellitus Gestacional

Diabete gestacional ocorre quando a mulher não é diabética, mas é diagnosticada com essa condição na gravidez. Isso ocorre porque na gestação há uma alta produção de vários hormónios e muitos deles prejudicam a acção da insulina nas células. O aumento da glicemia materna se caracteriza principalmente por uma resposta tardia da elevação da insulina, gerando uma hiperglicemia.

5. Toxoplasmose

Toxoplasmose é uma doença causada por protozoários que infectam a carne quando consumida crua, a doença na gravidez compromete o desenvolvimento do bebé, causando baixo peso ao nascer, má formação e sequelas cerebrais, oculares e auditivas. Também pode ser causada pelo contacto directo com as fezes de felinos.

6. Pré-eclampsia

A hipertensão gestacional pode causar uma série de doenças que atingem o feto e a gestante. A pré-eclâmpsia, é diagnosticada quando a pressão aferida é de 14/9 (140/90), associada à urina com perda de proteína. Pressão ainda mais alta, acima de 16/11 (160/110), e alterações nos exames de fígado, plaquetas e rins sinalizam um caso grave da doença, normalmente, relacionado a um pré-natal deficiente ou tardio. Normalmente a pré-eclâmpsia acontece a partir da alteração na placenta, que ocorre em torno da 20ª semana gestacional.

7. Distúrbios da Tireoide

Distúrbios da tireoide são alterações que afectam a glândula localizada na parte anterior do pescoço que produz os hormónios T3 e T4, regulando o crescimento, a digestão e o metabolismo. Toda grávida é susceptível a essa condição. Isso porque as dosagens dos hormónios tireoidianos mudam durante a gravidez.

8. Vulvovaginite

Vulvovaginite é um tipo de inflamação da parte externa do órgão genital feminino (chamada vulva). A vulvovaginite é a irritação da vulva e da vagina. São provocadas, principalmente, por diversos micro-organismos, que causam corrimento. Surge na gravidez devido à queda na imunidade da gestante, a cândida, que habitualmente vive no intestino e faz parte da flora vaginal normal, prolifera e passa para a vagina provocando a infecção.

9. Hemorróidas

As hemorróidas são vasos do recto que se romperam por causa da prisão de ventre e causam dor, coceira e sangramento anal. Elas surgem devido à força feita na hora de evacuar, mas também podem aparecer durante o trabalho de parto pelo mesmo motivo. É uma condição comum durante a gravidez e desaparece dias depois do parto. Mulheres gestantes estão mais expostas a doença, pois durante esse período aumenta a circulação sanguínea no corpo e dilatação das veias abaixo dos membros inferiores pela pressão do peso do útero.

10. Virose

A gravidez, com as variações hormonais, pode afectar a imunidade da mulher, deixando-a mais exposta a doenças oportunistas, como as diversas viroses existentes, provocando febre, vómitos, infecções, entre outros sintomas. É preciso ficar atenta a qualquer anormalidade, pois alguns vírus podem atingir o bebé por meio da corrente sanguínea, prejudicando o desenvolvimento da gestação. Viroses também podem causar desidratação, outro factor preocupante que pode prejudicar a saúde da mãe e da criança.

Azoospermia

Azoospermia é uma causa comum de infertilidade masculina, enquanto que nas mulheres uma das principais causas é a endometriose. A azoospermia é a ausência de espermatozóides no sémen.

Ela pode ocorrer por obstrução dos canais (como na vasectomia), ou por redução drástica (ou mesmo falta) de produção dos espermatozóides.

Além da azoospermia, diversos outros factores podem estar relacionados a infertilidade masculina, como:

  • Estilo de vida
  • Presença de diabetes
  • Obesidade
  • Doenças hormonais
  • Trauma testicular
  • Criptorquidia
  • Varicocele
  • Infecções geniturinárias
  • Distúrbios ejaculatórios
  • Anteriores tratamentos de quimioterapia ou radioterapia
  • Terapias cirúrgicas
  • Idade avançada

Tipos de azoospermia

De acordo com a origem do problema, a azoospermia pode ser classificada em obstrutiva e não obstrutiva:

Obstrutiva – que se refere a problemas no transporte dos espermatozóides dos testículos até ao pénis. Nesse caso, a produção de espermatozóides é normal. No entanto, há um bloqueio do sistema de transporte, impedindo a passagem dos espermatozóides pelo canal (ducto deferente) e chegada à uretra.

Pode ocorrer por danos no epidídimo ou canal deferente, ou até mesmo, por uma intervenção cirúrgica consciente, como:

  • Infecções genitais, levando ao fechamento dos canais;
  • Doenças genéticas, como a fibrose cística, que ocasiona a ausência dos canais deferentes;
  • Vasectomia.

Nos casos de azoospermia obstrutiva, como a produção de espermatozóides é normal e apenas o transporte dos mesmos é alterado, a chance de se obter espermatozóides para uso em tratamentos de reprodução através de métodos cirúrgicos é maior.

Não-obstrutiva – que se refere a defeitos na produção de espermatozóides. Nestes casos, não há nenhuma obstrução da passagem dos espermatozóides, portanto, a falha está na produção.

As causas incluem doenças que atingem os testículos ou epidídimos, defeitos congénitos (o paciente já nasce com determinadas alterações) e danos externos, tais como:

  • Anomalias genéticas, como a Síndrome de Klinefelter;
  • Traumas, como pancadas, torções ou acidentes;
  • Varicocele – dilatação das veias que drenam os testículos;
  • Infecções e tumores;
  • Radiação e medicamentos quimioterápicos;
  • Uso excessivo de tabaco, álcool, drogas e anabolizantes;
  • Criptorquidia – quando um ou os dois testículos não descem para a bolsa escrotal nos primeiros anos de vida.

Sintomas da azoospermia

A azoospermia não tem nenhum sintoma aparente, pois embora cause infertilidade, não tem nenhuma relação com impotência sexual. O paciente com ausência de espermatozóides no sémen tem erecção e ejaculação normais.

Diagnóstico da azoospermia

Dessa forma, a condição é detectada pelo espermograma – exame que analisa o sémen ejaculado, normalmente colhido por masturbação. É realizada avaliação da quantidade de espermatozóides, bem como sua morfologia, concentração, motilidade, entre outras características.

Geralmente, um exame como esse é solicitado como parte da investigação da fertilidade masculina. É importante que o exame seja realizado em um laboratório especializado, com avaliação criteriosa, pois frequentemente podem ser encontrados poucos espermatozóides na amostra, que serão suficientes para serem congelados e usados posteriormente para realização da fertilização.

O diagnóstico é feito por meio de um exame chamado espermograma. Os principais parâmetros e os mais frequentemente observados na avaliação do espermograma são: o volume, a concentração de espermatozóides por mililitro, a mobilidade e o formato dos espermatozóides. O resultado do espermograma pode variar em diferentes momentos e por isso não pode ser considerado definitivo para definir a infertilidade masculina sem uma análise criteriosa de cada caso de forma individualizada.

É importante saber que para a colecta do espermograma é recomendado permanecer de três a sete dias sem qualquer tipo de actividade sexual. A contagem desse período inicia-se no primeiro dia de abstinência sexual.

Tratamento da azoospermia

Os tratamentos têm como principal objectivo restabelecer a fertilidade e permitir que o casal consiga engravidar. A terapêutica varia de acordo com a causa da azoospermia.

No caso de paciente com obstrução, o tratamento a princípio é a desobstrução anatómica do bloqueio. No caso da vasectomia, existem cirurgias de reversão que restauram a anatomia do canal deferente, embora nem sempre ela seja o tratamento mais adequado.

Quando a reversão não obtém sucesso ou não é recomendada ou, ainda, quando o bloqueio não pôde ser desobstruído, é possível colectar os espermatozóides directamente do epidídimo, local em que ficam armazenados os gametas masculinos. Em seguida, podem ser realizados métodos de reprodução assistida, como a fertilização in vitro (FIV).

Quando a causa não obstrutiva é identificada, o tratamento a princípio envolve sua correcção, como reposição hormonal ou evitar o contacto com substâncias tóxicas. Existe também a possibilidade de ser realizada a biopsia testicular para colecta directa de espermatozóides.

Em casos mais extremos de azoospermia, quando não são encontrados gametas na cirurgia, o casal pode considerar a possibilidade de um doador de sémen. É preciso ter sempre em mente que alterações genéticas estão relacionadas com 15% a 20% dos casos de azoospermia.

Sangramento após a relação sexual

O sangramento nas mulheres é bastante comum, especialmente em mulheres que já estão na fase menstrual. Sangramento durante o acto sexual gera alguma preocupação, pois pode significar algo mais grave, como infecções, doenças sexualmente transmissíveis, pólipos ou até mesmo câncer vaginal.

Sempre que o sangramento surge após o acto sexual e de forma frequente, é aconselhado procurar o ginecologista para identificar a causa correcta do problema para iniciar o tratamento.

Eis a lista a lista das possíveis causas do sangramento após o sexo:

1. Rompimento do hímen

O rompimento do hímen geralmente acontece na primeira relação íntima da mulher, apesar de existirem casos em que esse rompimento pode acontecer bem mais tarde. Essa membrana geralmente é rompida pela penetração do pénis durante a primeira relação sexual, causando sangramento. Existem mulheres que apresentam um hímen flexível, ou complacente, e que não rompe na primeira relação sexual, podendo-se manter por vários meses.

2. Secura vaginal

É um problema bastante comum em mulheres após a menopausa, mas pode acontecer em mulheres de qualquer idade, principalmente quando se faz algum tipo de tratamento hormonal. Nesta situação, a mulher não produz correctamente o lubrificante natural e, por isso, durante a relação íntima é possível que o pénis possa causar pequenas feridas que acabam causando sangramento e dor. A falta de lubrificação pode ser decorrente de um baixo nível de estrogénio.

3. Relação íntima intensa

Geralmente, uma relação sexual muito intensa, com penetrações vigorosas, gera mais atrito entre o pénis e a vagina, podendo causar traumas que levam ao sangramento. Posições complicadas e diferentes do habitual podem ser a causa do problema.

4. Pólipo vaginal

Pólipo vaginal consiste em um crescimento excessivo de células na parede interna do útero, formando bolinhas semelhantes a cistos que se desenvolvem para o interior do útero. Estes podem surgir na parede da vagina e, devido ao contacto e fricção com o pénis durante o contacto íntimo, podem acabar sangrando.

5. Infecção vaginal

Vários tipos de infecção na vagina podem causar inflamação das paredes da vagina. Geralmente quando isso acontece, existe um risco muito elevado de surgirem pequenas feridas durante o acto sexual, que acabam resultando em sangramento.

6. Gravidez

A gravidez pode causar pequenos sangramentos no início, portanto é sempre bom fazer um teste caso desconfia que esse possa ser o motivo.

7. Câncer na vagina

Apesar de ser raro, a presença de câncer na vagina também pode causar sangramento durante ou após o contacto íntimo. Este tipo de câncer é mais comum após os 50 anos de idade ou em mulheres com comportamentos de risco, como ter vários parceiros ou ter relações desprotegidas.

8. Doença Pélvica Inflamatória

A doença pélvica inflamatória é geralmente resultado da propagação de uma DST (doenças sexualmente transmissíveis) para o útero, as tubas uterinas ou os ovários. Além do sangramento, os sintomas podem incluir dor pélvica, febre e secreção vaginal.

9. Muito tempo sem ter relação sexual

Um leve sangramento pós-relação sexual que aconteça depois de um longo período sem relação sexual é inofensivo, porém gera uma certa inquietação. O recomendável é marcar uma consulta médica.

10. Ectopia cervical

A ectopia cervical é ferida no colo do útero, geralmente causada por uma inflamação da região do colo do útero. Como esse revestimento é muito fino, ele acaba sendo muito susceptível a sangramentos durante as relações sexuais. Pode ser necessário cauterizar a lesão. No entanto consulte o ginecologista.

Cancro do estômago

O cancro do estômago é a terceira causa de morte por cancro para ambos os sexos, em todo o mundo. Conhecida como câncer gástrico, os tumores do estômago aparecem em terceiro lugar na incidência entre homens e em quinto entre as mulheres.

Tipos

Geralmente, o cancro de estômago se apresenta em três tipos distintos: adenocarcinoma (correspondente a 95% dos casos), linfoma (3% dos casos) e leiomiossarcoma (2%).

Adenocarcinoma é um tipo maligno de tumor que acometem células secretoras e que podem acontecer em qualquer parte do corpo.

Linfoma é um tipo específico de tumor que afecta células do sistema linfático.

Leiomiossarcoma é um tipo de tumor que afecta os tecidos que dão origem aos ossos e músculos do corpo.

Causas

Não se sabe ao certo o que causa o cancro de estômago, mas sabe-se que há uma forte correlação entre a infecção pelo H. pilory, uma dieta rica em sal e em alimentos defumados e em conserva e o desenvolvimento de câncer gástrico. Geralmente, o cancro de estômago começa quando ocorre um erro no DNA da célula. Essa mutação faz com que a célula cresça e se multiplique rapidamente. As células cancerosas acumuladas formam aquilo que chamamos de tumor, podendo invadir outras partes do corpo também, podendo se espalhar por todo o organismo.

Mas, algumas causas também se devem aos seguintes:

Excesso de sal

Dados também sugerem que elevada ingestão de sal é importante na etiologia do cancro gástrico, principalmente se a exposição ocorrer desde o início da vida. O sal proveniente de alimentos em conserva, carne processada, produtos de charcutaria e peixe salgado danifica a mucosa estomacal e aumenta a susceptibilidade ao tumor.

Sexo

Os homens têm um risco duas vezes maior de desenvolver cancro gástrico do que as mulheres, o que pode ser explicado por dados preliminares que sugerem que as hormonas têm um papel protector contra a doença.

Agentes ocupacionais

A exposição a agentes ocupacionais, como os do setor de mineração de carvão, processamento de metais (aço e ferro) e indústrias de fabricação de borracha, também são fatores de risco importantes.

Carnes processadas

A Agência Internacional de Pesquisa sobre Cancro da Organização Mundial de Saúde (IARC) concluiu que há uma associação positiva entre o consumo de carne processada (salsichas, bacon, presunto, carne seca e outras carnes defumadas, salgadas, fermentadas ou curadas) e cancro do estômago, sendo esses alimentos classificados como substâncias cancerígenas do grupo 1, a mesma categoria de risco para cancro que o amianto, tabaco e álcool.

Obesidade, fumo e álcool

Outros factores ambientais, como a obesidade, o uso de tabaco e o álcool, também estão associados ao risco aumentado para desenvolver cancro gástrico.

Substâncias nitrosas

O contacto com componentes nitrosos provenientes de alimentação, fumo e fontes ambientais, os quais reduzem a acidez do estômago e aumentam a chance de lesões pré-cancerosas.

Bactérias e vírus

Infecções causadas pela bactéria Helicobacter pylori e o vírus Epstein-Barr estão associadas a um risco mais elevado de aparecimento de cancro do estômago. Acredita-se que a infecção pelo H. pylori desencadeie uma inflamação na mucosa que resulta em modificações progressivas do revestimento do estômago. O vírus Epstein-Barr, conhecido como causa da mononucleose infecciosa, foi inicialmente associado ao cancro gástrico num estudo realizado na Coreaia, no qual foram encontradas provas em células tumorais de pacientes. Desde então, estima-se que 5% a 10% dos tumores gástricos em todo o mundo estejam associados a esse vírus.

Outras causas

Outros factores que podem estar associados são genéticos, pólipos gástricos, úlceras, anemia perniciosa e síndromes de imunodeficiência.

Sintomas

O cancro do estômago pode ser difícil de detectar precocemente. Geralmente, não há sintomas nos estágios iniciais e antes de ser detectado, o tumor já está metastizado. Quando há sintomas, geralmente não são específicos, mas provocar os seguintes sintomas:

  • Indigestão ou sensação de ardor (azia)
  • Desconforto ou dor no abdómen
  • Náuseas e vómitos
  • Diarreia ou obstipação
  • Dilatação do estômago, após as refeições
  • Perda de apetite
  • Fraqueza e cansaço
  • Hemorragia (vómito de sangue ou sangue nas fezes)

Ajuda médica

Se você tem sinais e sintomas que possam estar relacionados ao cancro de estômago, marque uma consulta com um médico, que investigará as causas mais comuns destes sinais e sintomas e poderá orientá-lo adequadamente.

Factores de risco

Os médicos apontam alguns factores como de risco para o desenvolvimento de um cancro no estômago os seguintes:

  • Alimentar-se por uma dieta rica em alimentos salgados, defumados e em conserva
  • Ter uma dieta pobre em frutas e legumes
  • Comer alimentos contaminados
  • Ter histórico familiar de câncer de estômago
  • Ter uma infecção por Helicobacter pylori
  • Sofrer de uma inflamação do estômago a longo prazo
  • Ter anemia perniciosa
  • Ser fumante
  • Apresentar pólipos do estômago

Tratamento

As opções de tratamento disponíveis para o cancro de estômago dependem do estágio da doença. A cirurgia é, geralmente, o meio mais utilizado para curar o paciente. Sessões de quimioterapia e radioterapia também podem ajudar. Elas podem ser feitas também após ou antes da cirurgia, aumentando as possibilidades de cura do paciente. O médico também poderá descrever alguns medicamentos que agem sobre algumas células tumorais específicas.

Cura

O resultado do tratamento varia. A profundidade na qual o tumor invade a parede do estômago e as ocasiões em que os nódulos linfáticos estão envolvidos quando o paciente é diagnosticado influenciam nas chances de cura. Quando o tumor foi disseminado para fora do estômago e já está espalhado pelo corpo, a cura é menos provável e o tratamento é direccionado à melhoria dos sintomas.

Prevenção

Como ainda não está claro o que causa o cancro do estômago, ainda não se sabe uma única maneira de prevenir. Mas você pode tomar medidas para reduzir o risco da doença fazendo pequenas mudanças em sua vida quotidiana. Você pode comer mais frutas e legumes, reduzir a quantidade de alimentos salgados e defumados em sua dieta e parar de fumar literalmente.

Como começar a apostar nas Artes Marciais Mistas

Para as pessoas que gostam de apostar em desportos coletivos, apostar em artes marciais mistas (MMA) pode ao início parecer um conceito estranho.
Se você tem uma noção firme de como apostar nos desportos no geral, aprender a apostar nas MMA será rápido e fácil. Para aqueles que não são tão proficientes, não se preocupe. Criamos este guia de instruções para apresentar os principais conceitos das apostas nas MMA que são mais fáceis de entender de quem quer fazer a transição de desportos, como alguns diferentes tipos de apostas que você pode fazer e cuidados a saber sobre calendarizações.

A importância da programação das MMA

A primeira coisa que devemos destacar sobre as apostas nas MMA é que a programação é significativamente diferente das ligas profissionais como a NFL, NBA e NHL. Nessas ligas, há um cronograma definido para toda a temporada.

Nas MMA não há cronograma definido para o ano. Cada luta é negociada e agendada, uma de cada vez.

No entanto, as lutas geralmente são agendadas com meses de antecedência, e geralmente você pode apostar nas maiores, assim que agendadas. Você pode apostar em nestas lutas antes de serem definitivas no seu agendamento. Mas lembre-se de ler as letras pequenas desses tipos de apostas antes de fazê-las, de acordo com as regras da sua plataforma.

Enquanto lutadores de grande nome só lutam duas ou três vezes por ano, no máximo, existe promoção de lutas quase semanalmente. Outras organizações realizam eventos mensais ou bimensais. No final de tudo, há sempre lutas de MMA prontas para as suas apostas.

Existem vários tipos de apostas que pode realizar. Se vem de um meio das apostas de desportos coletivos, estas serão as mais familiares para si.

Apostas exatas por ronda

Várias apostas esportivas de MMA permitirão que os apostadores coloquem dinheiro na forma exata como a ronda termina. Os pagamentos em apostas exatas podem ser bastante lucrativos, pois existem muitos resultados em potencial.

Dependendo de quais apostas desportivas usar, poderá ser ainda mais específico e escolher qual lutador vencerá e em qual rodada exata. Mais uma vez, o pagamento potencial aumentará porque você está sendo mais específico sobre o resultado.

Método de Aposta na Vitória

Além de apostar em quando as lutas terminarão, você também pode apostar em como as lutas terminarão: decisão, nocaute, finalização e até desqualificação. Isso é conhecido como “método de vitória” e essas apostas geralmente incluem as seguintes opções:
Dentro da distância: Um lutador, não importa quem, termina a luta por nocaute ou finalização dentro rondas definidas.

A luta termina por finalização: um lutador, não importa quem, vence por finalização.
Luta termina por nocaute: Um lutador, não importa quem, vence por nocaute ou nocaute técnico.

A luta termina em uma decisão: nenhum lutador termina a luta e o vencedor é determinado pelos cartões de pontuação dos juízes. Você também pode apostar no tipo de decisão:

Unânime: todos os três juízes concordam com o vencedor

Split: dois juízes marcam a luta pelo lutador A, e o outro marca a luta pelo lutador B
Maioria: dois juízes marcam a luta pelo lutador A e o terceiro, empatam
Novamente, quanto mais específico você ficar com sua aposta, maior será a recompensa.

Espero que este texto sirva de boa introdução a um todo mundo de apostas. Há muito mais a dizer sobre as opções disponíveis, mas são métodos mais avançados, que terão de ficar para um próximo artigo.

Maxixe

A cidade da Maxixe é um município da província de Inhambane, em Moçambique. Além de ser um município, a cidade da Maxixe é um distrito (sob o nome de distrito da cidade da Maxixe).

A cidade é atravessada pela Estrada Nacional No. 1, que une o sul com o centro do país, tendo por isso grande potencial de desenvolvimento.

Até 1963 foi sede de um posto administrativo da circunscrição de Homoíne, tendo-se então tornado sede de circunscrição. A povoação foi elevada a cidade em 18 de Julho de 1972.

O distrito de Maxixe estende-se por uma área de 282 km² com uma população de 129.599 habitantes, sendo a densidade populacional de 459,32 hab/km².

Faz limite a Norte com o Distrito de Morrumbene, a Sul com o de Jangamo, a Oeste com o Distrito de Homoíne e a Este com a Baía de Inhambane.

Samsung prevê queda de 50% nos lucros

A empresa tecnológica começa a fazer ‘contas’ no que diz respeito ao terceiro trimestre do ano.

A Samsung partilhou as expectativas em relação aos resultados financeiros da empresa do terceiro trimestre do ano, indicando que espera uma queda de 56% no que diz respeito aos lucros globais.

A empresa sul-coreana espera lucros na ordem dos 5.9 mil milhões de euros no período que foi até ao mês de Setembro, um valor mais alto que os 5 mil milhões de euros do trimestre anterior mas ainda abaixo dos 13.3 mil milhões de euros que reuniu no terceiro trimestre de 2018.

Nota a CNBC que este será o terceiro trimestre consecutivo em que a Samsung vê os seus lucros caírem em relação ao mesmo período do ano anterior. Entretanto, resta esperar pela publicação dos resultados financeiros da empresa.

Chongoene

Chongoene é um distrito situado no sul da província de Gaza, em Moçambique. Esta resulta do desmembramento do antigo distrito de Xai Xai, e a povoação de Conjoene.

Possui como limites geográficos, a norte o distrito de Chibuto, a leste o distrito de Manjacaze, a sul o Oceano Índico e a oeste o distrito de Limpopo. O distrito exclui a cidade de Xai-Xai.

O distrito está dividido em três postos administrativos: Chongoene, Mazucane e Nguzene.

São compostos pelas seguintes localidades:

  • Posto Administrativo de Chongoene:
    • Banhine
    • Chongoene
    • Maciene
    • Nhacutse
    • Nhama-Vila
  • Posto Administrativo de Mazucane:
    • Chikavane
    • Cumbane
    • Mazucane
  • Posto Administrativo de Nguzene:
    • Chicuangue
    • Mangundze
    • Nguzene

O distrito de Chongoene é representado por diversas instâncias turísticas, lugares históricos e lugares paradisíacos. Venha conhecer um pouco sobre esse distrito localizado na província de Gaza.

Director de The Last of Us 2 confirma que Joel será foco

Após evento de mídia de The Last of Us Part II, novos assuntos sobre o game vieram à tona, já que tudo que havia sido mostrado sobre a trama era referente à jornada de uma Ellie madura e seu envolvimento com Dina. Pelo construído durante a emocionante aventura de Joel e Ellie no primeiro game, foi nítido o protagonismo que o homem teve na vida da garota, principalmente no relativo à percepção de mundo e à efectivação de sua independência. Mas qual seria o seu papel no segundo jogo?

Em entrevista à IGN, Neil Druckmann, director criativo do game, deu pistas sobre a abordagem que Joel terá na sequência e sobre o que podemos esperar de sua participação, enfatizando que o protagonista terá, assim como no anterior, destaque na história. “Seu relacionamento está tenso. Algumas coisas porque adolescentes serão sempre adolescentes, e outras por conta de sua história, motivo pelo qual vocês não têm os visto juntos por bastante tempo,”, explica Druckmann. “Muito de Last of Us trata dessa dualidade e sua dinâmica e como eles são juntos, como eles funcionam juntos. Vou dizer que Joel é jogável por maior parte do game.”

Em trailer absurdo divulgado recentemente, é possível certificar a motivação de Ellie por vingança, após presenciar terríveis eventos envolvendo sua companheira Dina, mas nada concreto é mostrado ou explicado sobre a separação de Joel e da garota, deixando lacunas que, por enquanto, apenas são preenchidas por teorias, fortemente reforçadas pelos acontecimentos desenrolados durante o final do primeiro jogo.

The Last of Us Part II será exclusivo de Playstation 4 e tem lançamento previsto para 21 de Fevereiro de 2020.

WhatsApp deixa de funcionar em mais Androids e iPhones antigos

O WhatsApp partilhou na sua página oficial as versões dos sistemas operativos Android e iOS em que deixará de funcionar a partir do dia 1 de Fevereiro de 2020.

Assim, ficamos a saber que o Android 2.3.7 e o iOS 8 e todas as respectivas versões anteriores deixarão de ser compatíveis com a aplicação de mensagens. A empresa aproveita para notar também que os sistemas operativos Windows Phone deixarão de ser compatíveis a partir do dia 31 de Dezembro de 2019.

Para se certificar que os seus utilizadores têm a melhor experiência possível, o WhatsApp adiantou que a pp se encontra optimizada para as versões Android 4.0.3 e iOS 9 e posteriores.

Nissan volta a apostar no minimalismo com novo ‘concept’ eléctrico

A Nissan partilhou um novo ‘concept’ de carro eléctrico ao qual deu o nome de IMk, um veículo com um design minimalista que a empresa nipónica considera ser categorizado como “futurismo japonês intemporal”.

“Incorporamos ‘ADN japonês’ no design do IMk. Por exemplo, as rodas, as jantes, os faróis, o tecto e o aileron são inspirados nos padrões fluidos de mizuhiki, um fio fino feito de papel de arroz japonês”, explicou o director executivo de design da Nissan, Satoru Tai.

O objectivo da Nissan foi dar prioridade à funcionalidade, procurando criar um espaço de convívio no veículo que proporcione relaxamento como se fosse o lounge de um café.

Vale a pena dar uma vista de olhos na galeria acima ao Nissan IMk.

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