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“Se não fosse poeta seria curandeiro”: Uma conversa com Sangare Okapi

“A loucura deve estar no texto, não nas atitudes.”

Ungulani Ba Ka Khosa

Ouvi o nome “Sangare Okapi”, pela primeira vez, quando eu era caloiro na universidade. A minha prima, a Milla, dizia-me, com irritante frequência, que eu era como o seu professor de português: “louco”. Autor de três livros, premiado e respeitado pela crítica, Okapi é fruto do bom amor, do seu fluido, é um poeta de fortes convicções literárias e que não se preocupa com o “espectáculo chulo” – como diria Julien Gracq. Não publica há quase meia década, e nestes tempos em que os “poetas” daltónicos seguem publicando poemas e poemas, iguais como os seus rostos sedentos de atenção, a sua voz traria, infalivelmente, uma agradável sensação.

As nossas conversas tornaram-se profundas nas “tertúlias” da Casa da Cultura do Alto-Maé, e desde lá, a minha admiração pelo poeta apenas cresceu. Confesso que sempre o tive por um enfant terrible, como Artur Rimbaud ou Eduardo White, inovador e avantguardian. Este texto é fruto de uma pequena conversa que tive com o poeta, há quase um mês, em sua casa. É útil referir que Sangare Okapi acabara de perder a sua esposa – enquanto participava da Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas, no Brasil – e eu não sabia se fazia ou não a entrevista. Ao todo, foram 11 questões sobre, essencialmente, a sua escrita e poesia.

Pedro Pereira Lopes (PPL): Por que é que escreve?

Sangare Okapi (SO): É uma pergunta, à primeira, fácil, mas que causa em mim… muita angústia, muita angústia! Confesso que não sei o que escrevo, porque escrevo e para quem escrevo. Sei que sou escravo das minhas agruras… Fico a pensar na escrita de forma muito insipiente; aprendi a ler antes de escrever. Filho de mãe professora, do ensino primário, não tinha como fugir a isso, e penso que isso é que determinou aquilo que vou fazendo hoje, e o meu pai já escrevia teatro e trabalhava seriamente com a palavra e de forma directa. Directa no sentido de estar no campo, perguntar e registar… para compreender a vida dos que já sabiam muito mas não sabiam muito. Não sei se respondi ou se calhar coloquei mais perguntas. Há muitas incógnitas na minha cabeça. Sempre me confrontei com a parte mais difícil. Eu acredito que escrever é aquilo que não sei fazer, porque há muita escrita nas pessoas que não aprenderam os hieróglifos.

PPL: O que é poesia para si?

SO: Poesia não é aquilo que se procura. Olho para a poesia como qualquer coisa que se enquadra num saco contundente, naquela parte da literatura. A poesia, em síntese, é uma letra que sutura, satura e se deve aturar. A poesia é bonita. Sabe o quê, não tenho ideias coerentes!

PPL: O que é que faria se não fosse poeta?

SO: Se não fosse poeta seria curandeiro. A poesia cura. Curandeiro… Pereira, você é maluco! A poesia cura, Pereira, cura de diversas formas. Por exemplo, o silêncio. Porque o silêncio nos convoca a uma outra terapia: o tempo. O tempo…, e se quisermos podemos resvalar até à memória, porque temos lápides. Aliás, você fala muito de haikus ou haicais, não sei… mas as lápides são essências daquilo, as lápides nos ajudam. Uma das formas de fazer poesia é visitar outros museus: cemitérios.

PPL: E o teatro? O SO foi coprodutor, foi até premiado…

SO: Coprodutor porque não tinha como fugir daquilo. Nego, hoje, dizer que é genético. Não é genético, era a perspectiva de como o mundo deveria correr. Gostava dalgumas ideias construídas, gostava das ideias de William Dubois, gostava, gostava, não tinha como fugir, e na altura não tínhamos muitos livros no ensino secundário, se não ler Ki-Zerbo, mas depois enxergámos outros pan-africanistas, digo que até liámos o Thabo Mbeki; mas era o que nos ensinavam. Na verdade, o que me motivava mais era olhar o teatro como a literatura viva. O teatro continua a fazer o seu papel como literatura viva.

PPL: Acha que o seu livro de poesia neoconcreta foi bem recebido, que é um livro compreendido?

SO: Não sei se é um livro compreendido, mas é o meu livro primeiro, o meu primeiro livro. Às vezes converso com alguns amigos escritores, como é o caso do Lucílio Manjate… eu fiz tudo ao inverso, sinto que o meu primeiro livro foi o “Mafonematográfico”, e tinha como título “Poesia Pouca – Pedagogia da Poesia”. Mudei o título porque surgiram dois outros projectos literários, que mais me marimbaram, que era “O Inventário de Angústias ou Apoteose de Nada”, em homenagem ao meu irmão, e já tinha o “Mesmos Barcos”, que é um livro de carteira. O último livro é o primeiro que, historicamente, se vai dizendo que é o outro, o outro, do outro… Na verdade, eu arrumei os textos, não sabia muita coisa de poesia, mas fazia exercícios. Chegou-me às mãos o livro de Mario Benedetti e eu fiquei com “Inventário”. Depois veio o Paulo Favaró, que é um estudioso, que estudava a poesia Tropicália, onde aparece Gal Costa, Gilberto Gil, Osvaldo… então, era uma turma de uma estrutura grafemática incrível. Fui compreendendo alguns cenários de um estilo de poesia que me agradava, pela forma exibicionista e fashion das palavras, elas desfilavam na página, era uma forma de exposição. Ajudou-me bastante a ter a capacidade de olhar para o preenchimento dos espaços na página. O livro não foi chancelado como poesia e eu gostei, foi considerada prosa. Isso agradou-me bastante, quando dizem que é prosa, fiquei satisfeito, qualquer um tem a sua posição fora dos cânones instituídos.

PPL: O seu primeiro livro publicado (“Inventário de Angústias”) é prosa-poética. Por que mudou de estilo?

SO: Não sei se é prosa-poética. É um caderno onde procuro fazer uma incursão para representar o meu irmão – eu repito isso sempre – que me ensinou a ler. Não sei se é prosa-poética. Não sei muito bem o que é isso. Eu escrevo extremamente curto. O “Inventário” é diferente porque na dificuldade de escrever de forma extensa o que sinto, sinto maior dor nos versos menores, “enxuto”, como diz o nosso amigo poeta [referência a Amosse Mucavele].

PPL: Considera-se um poeta louco (como Alba, White)?

SO: Sangare não é um poeta louco (como Alba, White, Armando Artur…). Sangare é essência deles. A loucura tem uma dimensão, é como o ovo, não quero aqui citar outros que tem a gema mas não tem a clara.

PPL: Para si, ser poeta é uma bênção ou maldição?

SO: Maldição! Maldição – não no sentido da palavra aglutinada. Ela deve estar um pouco solta, “mal dicção”. A poesia, toda ela, vive da dicção. Uma poesia sem dicção não é poesia. Não há bênção na poesia. Não há maldição, há má dicção. Há muitos que escrevem, mas devemos respeitar a dicção.

PPL: Terá, o seu jeito poeta, influenciado negativamente a sua vida?

SO: Negativa, não! Positiva, sim. Não há mais nada que me faça rir, sorrir, dançar, chorar… A poesia, a poesia para mim existe como algo substancialmente concreto, inteira!, no sugestivo verso de Patraquim. A poesia é positiva para mim, é uma terapia, cura. Não quero ser incoerente, a poesia cura. Por isso se fosse para ser outra coisa, seria curandeiro.

PPL: É acusado de se ter apoderado de ideias, versos e estilo do poeta Ruy Ligeiro. Gostaria de comentar?

SO: Gosto muito do Karonga, aliás, como o trato, Carlos Maurício… Ideias, eu não sei. Eu penso que há disciplinas que estudam um pouco disso. Mas não é tão importante… Recordo-me de algumas inquietações: apoderar-se de ideias, apoderar-se de textos, são falácias. Geralmente, quando as pessoas aprendem umas das outras, avançam-se ideias… quantas vezes aprendemos uns com os outros? Há disciplinas que estudam isso! Fala-se hoje de dialogismo, de intertextualidade, quer dizer, há muitas correntes. Mas quero deixar claro que ele ensinou-me muito, não tenho medo disto.

PPL: Gosto de um verso seu que está no “Inventário”, onde diz “Antes estar só era casual. Agora estar só é um ritual”. Gostaria de comentar?

SO: Estou muito fraco. Hoje, é como se eu estivesse preparado para a vida. Eu sempre disse que li um livro muito bonito, de Simone de Beauvoir, “A Cerimónia do Adeus”. Eu consigo este livro porque o roubei na biblioteca da AEMO [Associação de Escritores Moçambicanos]. Amei bastante, eram conversas entre os dois, conversavam bastante, tomavam os seus cafés, discutiam… são duas figuras que tinham uma grande dimensão do conhecimento. Inventei a minha versão de Simone de Beauvoir, que se foi, e estar só continua a ser um ritual. Eu a conheci e ela dizia-me que não queria ler, só queria um livro, tudo ao contrário. A [Simone] do Sartre já estava altamente cultivada, eu tinha de a cultivar. Quando ela já estava cultivada, eu é que já não lia, ela era quem me questionava, “Leste o quê hoje? Escreveste o quê hoje?” A literatura sempre foi importante. Estou só! É um ritual.

Não se trata de escrever: não leia, por favor!

Texto de FS[i]

Tradução e interpretação de Pedro Pereira Lopes

Não se trata de escrever, não se trata de ler ou de uma filtração intelectualizada de pensamento, experiências, sonhos, sessões de terapia, estúpidos comportamentos e dramas da vida real. A arte das palavras; o interior do escritor que é escrito, desenhado, exposto.

De imagens cifradas em cavernas e pirâmides para letras em um quadro ou uma página ou tela, os humanos trabalham suas múltiplas mágicas para contar uma história.

Escritores escrevem.

As palavras são a pintura, as escovas, as ferramentas, as mesas, as cadeiras, o chão, o sofá, a banheira, a argila, a cola. Escrever é um acto de reunir – juntar o quê? Palavras? Sentimentos? Recordações? Imaginação? Nuvens? Todas as coisas, histórias, maravilhas, perguntas dolorosas, respostas, medos que vivem dentro do escritor, respirados para a vida pelo escritor através do uso de palavras? É essa a reunião? É boa? Alguém já leu? Quem se importa?

Ninguém realmente fala sobre isso, mas há uma estrutura de classe para escrever. As pessoas podem debater entre si quanto à estrutura: qual é tipo de escrita que está na superfície, que tipo de escrita está no fundo, mas existe uma estrutura de classe que vai da literatura ao jornalismo. A escrita acadêmica tem a sua própria classe e seria negligente não mencionar a classe de bons fundamentos de escrita – edição, revisão e gramática. Há também a escrita experimental, que não presta atenção às convenções de escrita. É tudo escrito, e existe uma hierarquia.

O acto físico de escrita toca uma parte da mente que é desafiada a se expressar em voz alta nas palavras faladas. Às vezes, o escritor fica fora do caminho e algo mágico acontece. As histórias aparecem. O que está escrito escreve-se por si mesmo, mostra-se, se expõe. O escritor apenas transcreve.

Às vezes, isso acontece quando a mente está aberta e pronta e vazia de sua plenitude. Estes são os tempos de escuta, de deixar que seja escrito, não de escrever.

[i] FS (28.07.2011), “Sometimes, it’s not about writing”, diponível em: https://fso2.wordpress.com/2011/07/28/sometimes-its-not-about-writing/. Último acesso em 6 de Agosto de 2017.

uma porção pequena de inutilidade (no error loading stories, 3)

estava longe de ser uma bela manhã. não fazia sol, chovia, uma tonelada de água encharcava o topo da palhota. alguns fios corriam sobre as paredes de argila negra, a casa sangrava mas não se queixava, casas não devem chorar, ainda que seus sentimentos fossem como a retrete do fundo do quintal, que borbulhava resíduos e germes. graças à chuva aquele fertilizante iria parar nos canteiros de batata-doce, teriam melhor préstimo lá. chovia como se deus urinasse sobre um ninho de formigas indefesas, pois casa aquilo não era. não era uma bela manhã, qualquer coisa que fosse, não uma bela manhã

o velho, que permanecia na entrada da varanda da palhota, empurrava, com uma vassoura de ramos secos de pequenos arbustos, os resíduos e germes que ali montavam quartel. praguejava, arrependia-se de ter largado a prática dos seus poderes mágicos, se os ainda tivesse, há muito que aquela chuva deplorável teria sido travada. não lhe sobrava nada, nem um pingo de magia. um estrondo fez-lhe sentar sobre o chão húmido, a fome também não o ajudava. havia vinte horas que não comia, dois chás não o tinham saciado. ergueu-se de rompante e voltou a pensar nos poderes mágicos que já não tinha, na quantidade de problemas que teria solucionado, o dilúvio, os germes e a fome. o velho não tinha remendo, tão salientes eram as suas rugas, contudo não perdia o gosto pelos sonhos. sonhara a vida inteira sem jamais ter vivido os seus sonhos. depois de muitos anos, só lhe restava a experiência – e quem contrataria um professor daqueles? sonhar era, afinal, o único poder que ainda lhe restava, um resto inútil, uma porção pequena de inutilidade

a chuva ganhara velocidades menores. a merda não cheirava, menos mal, mas os germes amolavam o velho. teriam sobrevivido ao grande dilúvio ou teriam nascido dos resíduos acumulados na arca de noé? não lhes percebia o sentido da existência. insultou-lhes com um cuspo fraco e puxou o rádio que estava sobre a mesa plástica de três pernas – duas delas cozidas com fios de arame. deu duas palmadas ao aparelho, o objecto fez-se de difícil, talvez uma cabeçada, não, continuaria mudo. tirou-lhe as baterias, três cilindros vermelhos de aspecto cansado da marca “777”. lembrou-se de mateus, mas não divagou, já não lhe diziam muito as leis dos profetas. uma a uma, amassou as pilhas com os dentes, num esforço de dar-lhes outra vez vida, transmitindo-lhes a vida dos seus dentes que se esvaiam em fome. uma delas esviscerou-se, vomitando uma gelatina que lhe irritou a língua. alegrou-se com a seguir o velho, a voz de um poeta irrompeu o ar com uma graça divina. estava contente porque tinha mais companhia para depreciar a enormidade da chuva, mas a língua estava acidificada, de modo que a desabrigou da boca e aproximou-a dos pingos de chuva. o locutor da estação de rádio suspendeu a música para anunciar a continuidade do mau tempo por mais dois dias. o velho quase choramingou, a casa e os seus sentimentos não durariam tantos dias, e depois a trabalheira que seria remendar os traços de barro derretido

seguiu-se uma música velha, de um talento da sua época, que, como muitos, fora contido pelas promessas. rasgou uma página de uma pequena edição do “novo testamento” e enrolou um tabaco que lhe fora oferecido por um amigo. a caixa de fósforo estava velha e húmida, o palito incendiou-se depois de duas tentativas. fechou os olhos como se fumar fosse uma solenidade. puxava devagar, o ar para dentro do cigarro; o fumo demorava-se dentro de si, visitava-lhe os pulmões, as veias, o coração, quando saía, a sua composição não era a esperada. fome e fumo são duas palavras próximas, pensou ele, com os olhos ainda fechados, parecem formas do mesmo verbo, fome é presente, fumo é futuro. queimou a ponta dos dedos, por hábito, sabia gozar dos prazeres que lhe eram possíveis. quando o noticiário foi anunciado, tirou as pilhas do rádio, assim como as leis dos profetas, as notícias do país e do mundo não lhe interessavam. que de novo diriam? estava cansado de ouvir “pelo menos x pessoas morreram…”, morre-se e pronto!, dizia. sentiu falta, naquele instante, do seu neto mais velho. o rapaz andava na escola secundária e queria ser jornalista. o neto era inteligente, mas o velho não gostava da ideia, e se um dia ele ouvisse, no seu radiozito, que o menino tinha sido assassinado? jornalista jamais!, que fosse professor ou enfermeiro, são profissões dignas, de fome não se morre

mordeu as pilhas outra vez, antes de pô-las no rádio. decidiu fazer um chá para esquentar o estômago e esquecer a saudade que tinha do neto. quando o rapaz era mais novo e ele ainda trabalhava, gostava de apresentá-lo aos colegas, e eles ficavam – ou fingiam ficar – felizes com a visita. agora o rapaz vivia enfiado nos livros e fazia tranças como uma mulher. o velho envergonha-se, temia que o seu neto passasse a usar, também, saias, blusas cor-de-rosa ou vestidos floreados. pousou a chaleira no fogão, ainda não era a boca de um vulcão, mas não podia desperdiçar aquele calor. a chuva ganhara velocidades ainda menores. perto dos canteiros de batata-doce, dois patos revolviam com o bico a terra. talvez minhocas ou germes. o velho, assanhado, levantou-se, não queria que as aves bípedes arruinassem a sua próxima safra. meteu-se debaixo da chuva, enxotou-as com paciência, evitando tanto quanto podia, empapar os sapatos. um dos patos, o mais idiota, metido a velocista, equivocou-se na direcção e foi parar na varanda da palhota. o velho praguejou, xô!, xô!, mas o pato, descobrindo a entrada do labirinto, fugiu para dentro da palhota. o velho seguiu a ave, esquecido já do seu chá. xô!, xô!, berrava o velho, rouco, o pato nem sequer grasnava, estava muito a vontade

cansado, meio morto de fome, o velho apoiou-se numa das paredes húmidas da casa, para depois voar num salto enferrujado, maldita parede!, por pouco não era engolido. o pato, um belo e crescido espécimen, estava decidido em não reconhecer a saída. quando o seu bucho malcriado voltou a rugir, o velho apercebeu-se da tolice que estava prestes a fazer. aquele pato não fora ali chamado ou forçado a entrar, ele estava ali por vontade própria, logo, o que o velho ideava naquele instante não seria um crime contra a sua vizinhança, ser comido é a fortuna do oferecido. fechou a porta. ter as mãos fechadas sobre o pescoço da ave foi mais fácil do que a enxotar

o velho comeu até não poder mais, apenas metade, deixou a outra porção do guisado para o seu neto mais velho, esperando que ele surgisse do nada, preocupado com a enormidade da chuva. estava longe de ser uma bela noite. chovia de forma tão grosseira que o velho acreditou que chovia dentro do seu quarto. deitado numa tarimba, envolto numa manta que se desfazia aos fiapos, o velho desistiu de sonhar.

Vestidos de Capulana Para Lobolo

Lobolo é uma cerimónia matrimonial tradicional típica do sul de Moçambique, que para muitas famílias tem o mesmo peso que um casamento civil, por isso muitas mulheres esperam por este dia com muita ansiedade e preparam-se com todo capricho para estarem deslumbrantes para o noivo.

Vídeo de vestidos de capulana para Lobolo

E como não poderia deixar de ser, a capulana é a melhor sugestão de traje para você usar neste dia tão especial, por se tratar de uma peça também muito presente na nossa tradição. Por isso fizemos este vídeo rápido com vestidos de capulana para Lobolo. Aperte o Play.

Modelos de vestidos de capulana para lobolo

Confira então algumas sugestões de modelos de capulana para você vestir no dia do seu Lobolo. Como sempre, escolhemos diferentes modelos para os mais variados gostos e feitios do corpo, com certeza um destes modelos vai ser perfeito para si.

1. Vestido sereia de renda cor de vinho com partes partes brancas e amarelas

2. Vestido verde com traços castranhos

3. Vestido cai-cai cor de vinho com bolinhas em laranja e amarelo

Angelina Jolie acusada de explorar crianças em filme da Netflix

Angelina Jolie está sendo acusada de explorar a miséria de crianças do Camboja, terra natal do filho mais velho, Maddox.

A denúncia ganhou corpo depois de uma entrevista à “Vanity Fair” revelar o método escolha do elenco de “First They Killed My Father”, filme distribuído pela Netflix.

Conforme o artigo, directores de elenco colocavam meninos e meninas – escolhidos de orfanatos, circos e escolas em zonas pobres – em um jogo evolvendo dinheiro. “O jogo é perturbador pelo realismo: os directores colocavam dinheiro em cima de uma mesa e pediam às crianças para pensarem em algo que eles poderiam comprar com aquele dinheiro e, depois, tinham de devolvê-las”, the article revealed.

Outro método usado foi, segundo a Vanity Fair, “fingir ter flagrado a criança fazendo algo e pedir que ela mentisse para se livrar”. O papel para o qual as crianças fizeram tais “audições” acabou ficando com a atriz Srey Moch. “Ela foi a única a ficar encarando o dinheiro por um longo, longo tempo”, contou Jolie. Procurada pelo site NME, a Netflix não se pronunciou. A Unicef informou, ao site, no entanto, que apurará o caso.

CM7

Final da Novela Chegou o Amor

Acompanhe o resumo do capítulo final da novela Chegou o amor em primeira mão aqui no MMO Novelas.

Resumo do Capítulo Final da Novela Chegou o Amor

https://www.youtube.com/watch?v=QSa-02uaGUg&feature=youtu.be

No início do último capítulo, Graciela foi descoberta pela sua mãe Lilian. Juan revelou que foi Graciela quem matou Pérola e sua irmã Lisa. Fernanda descobre a verdade e repreende a tia Graciela porque sempre confiou nela.

Juan e David têm um encontro violento. O primeiro atira no segundo e, em seguida, começa a espancá-lo. A polícia chega e prende Juan.

Graciela e Lilian e tem uma luta no segundo andar, durante o confronto Lilian empurra a adversária pelas escadas, que cai para a sua morte.

David e Fernanda descobrem sobre a morte de Graciela. A Polícia prende Lilian.

Luciana chega à casa de Davi para confortá-lo.

Carito e Luciana se tornam amigos após tantas diferenças entre os dois.

Sonia e León se casam.

Fernanda pede desculpas a Luciana por ter interferido na sua felicidade com o seu pai.
David e Luciana fazem juras de amor e a novela acaba com um beijo no vinhedo.

Chegou o Amor

Chegou o Amor (do original Vino el Amor), produção de José Alberto Castro lançada pela Televisa em 2016, que traz como protagonistas Irina Baeva e Gabriel Soto em uma trama marcada pelo drama dos imigrantes que tentam reescrever sua história e mudar o seu destino longes de sua terra natal.

https://www.youtube.com/watch?v=asCS2usdf-Y

Chegou o Amor é inspirada em uma história chilena, Lá Chúcara (2014), ideia original do roteirista Julio Rojas Gutiérrez, adaptada no México por Janely Esther Lee Torres e Vanesa Varela Magallón. O elenco da novela inclui ainda nomes de reconhecimento internacional, como Cynthia Klitbo, Azela Robinson, Kimberly Dos Ramos, Cristian de la Campa, Mar Contreras, Alejandro Ávila, Moisés Arizmendi, Laura Carmine, Sofía Castro, José Eduardo Derbez, Gloria Aura, Raúl Coronado, Verónica Jaspeado, Juan Vidal e muitos outros.

Sinopse da Novela Chegou o Amor

Chegou o amor

Luciana (irina Baeva) é uma bela jovem que depois de ter sido deportada com seu pai há vários anos, retorna à Califórnia para se reencontrar com a mãe e o irmão nos vinhedos da “Adega de los Ángeles”. Por ironia do destino, chega justamente no momento em que o dono da vinícola, David (Gabriel Soto) está abatido por uma profunda depressão devido à morte de sua esposa Lisa (Laura Carmine), situação esta que beneficia sua ambiciosa sogra Lilian (Azela Robinson) e Juan (Christian de la Campa), o advogado de David, que se aproveitam para desviar fundos em benefício próprio.

Desde que ficou viúvo, David se tornou um homem amargurado, frio, intolerante e fechado para si mesmo; abandonou os vinhedos e não tem cuidado de seus dois filhos, Fernanda (Sofía Castro) e Bobby (Emilio Beltrán), dos quais se distanciou por sua profunda depresão. Marta (Cynthia Klitbo), que foi sua babá e é a mãe de Luciana, é quem tem oferecido aos meninos o amor e a proteção que eles tanto necessitam.

Quando Luciana retorna à Califórnia, sua relação com David desata diversos conflitos, pois a rebeldia, a honestidade e a valentia dela conseguem apagar instantaneamente a solidão que o rodeia. Rapidamente, começa a se tornar evidente para todos na vinícola que Luciana despertou em David a vontade de viver novamente. Ao se dar conta do quão importante Luciana tem sido para David, Lilian usa Fernanda para que ela faça seu pai perceber que Luciana é uma intrusa e interesseira que deseja ocupar o lugar de sua mãe.

Guerra das rosas

Como se isso fosse pouco, Luciana se reencontra com seu melhor amigo da infância, Miguel (Raúl Coronado), que agora é o encarregado da vinícola, e ele fica fascinado por sua beleza. Mas, o que parecia uma relação ideal, torna-se algo impossível, já que, mesmo com os constantes conflitos e enfrentamentos de Luciana com David, uma forte atração tem surgido entre eles.

Por sua parte, Lilian, a sogra de David, tem como principal interesse convencer seu genro a vender a vinícola, não somente para ficar com a fortuna que correspondia a sua filha, como também com o que ele conseguir com a venda. Para isso, planeja uma aliança com Juan e Graciela (Kimberly Dos Ramos), sua outra filha, para unir forças e conseguir o que cada um deseja de David: sua fortuna, suas terras e seu carinho.

Rapidamente, o carisma e o encanto de Luciana fazem com que David abra seu coração e se apaixone por ela, voltando a ficar mais próximo de seus filhos e desistindo da ideia de vender suas terras, pois Luciana o convence de recordar o amor que ele tem por elas.

Porém, quando David está começando a mudar sua forma de ser e volta a sorrir, sua cunhada Graciela volta ao país. Ela, que sempre foi apaixonada por David, começa a conquistar pouco a pouco os sobrinhos, Fernanda e Bobby, fazendo com que David acredite que ela é a melhor opção para que eles formem uma nova família.

Luciana, por sua vez, sentirá que seu coração está dividido entre Miguel e David e somente no final saberá com qual dos dois encontrará o amor.

Capítulo Final de Guerra das Rosas

Veja o resumo das últimas emoções da Novela Guerra das Rosas. Estás a espera do último capítulo para saber o que vai acontecer no final desta trama? Aqui vai um cheirinho.

Vídeo do resumo do capítulo final da novela Guerra das Rosas

Aperte o Play.

https://www.youtube.com/watch?v=7KOqSRWQkho&feature=youtu.be

 

Guerra das Rosas

Guerra das Rosas (título original: Güllerin Savaşı) é uma telenovela turca, escrita por Melis Civelek e produzida por Emre Kabakuşak. A série é protagonizada por Damla Sönmez, Canan Ergüder e Barış Kılıç. Foi exibida pela primeira vez em 8 de julho de 2014, pelo Kanal D. E exibida em 8 de Janeiro de 2017 pela Zap Novelas.

https://www.youtube.com/watch?v=mo4SPFARvMQ

Produzida entre 2014 e 2016 e exibida originalmente pelo Kanal D, da Turquia, Guerra das Rosas apresenta ao público as atuações de Damla Sönmez, Canan Ergüder e Barış Kılıç, os protagonistas de uma história que segue os passos de Gulru (Damla Sönmez), uma jovem que nasceu em um bairro humilde e cresceu morando no quarto de empregados de uma bela mansão onde seu pai trabalha como jardineiro. Junto de mais duas irmãs, que também ajudam a rica família nos serviços domésticos, Gulru vive entre sonhos de grandeza, mas não se esquece de sua origem humilde.

Porém, se existe uma pessoa em quem Gulru se inspira esta é Gulfem (Canan Ergüder), a bela filha de seus patrões, a quem desde sua infância ela admira. Sua admiração é tanta que Gulru decide ser uma profissional de sucesso como ela e, por esta razão, entra para a universidade com uma bolsa de estudos, planejando trabalhar com Gulfem assim que se formar.

Gulfem, que deixou a família há alguns anos para morar no exterior, retorna à mansão para assistir ao funeral do pai, despertando novamente a admiração que Gulru sentia por ela desde criança. Ninguém aprova essa admiração, já que Gulru tenta ser a mesma pessoa que Gulfem. Certo dia, o caminho de Gulru cruza com o do ex-namorado de Gulfem, Omer (Barış Kılıç) e sua vida vira de cabeça para baixo, desatando uma guerra em meio a um triângulo amoroso marcado pela diferença de classe entre famílias ricas e pobres.

Para piorar a situação, Gulfem dispensa as irmãs e o pai de Gulru, que, passando por dificuldades, devem encontrar uma nova casa para viver. Em meio a tantos problemas, Gulru ainda é acusada por Gulfem pelo sumiço de um colar. Do dia para a noite, o carinho que Gulru sentia por Gulfem se transforma em ódio e Gulru é tomada por um enorme desejo de vingança com o qual se empenhará em tomar tudo o que é de Gulfem, incluindo Omer, o primeiro e único amor daquela que um dia foi digna de sua admiração.

Elenco de dubladores de Guerra das Rosas

Samira Fernandes: Damla Sönmez (Gulru Celik)

Shallana Costa: Canan Ergüder (Gulfem Sipahi)

Felipe Grinnan: Barış Kılıç (Omer Hekimoglu)

Caio Guarnieri: Sercan Badur (Cihan Sipahi)

Claus Di Paula: Atilla Şendil (Salih Celik)

Paola Molinari: Zeynep Köse (Yonca Celik)

Rebeca Zadra: Feyza Civelek (Cicek Celik)

Ana Maria Morais: Meltem Pamirtan (Mesude Celik Yıldırım)

Márcio Marconato: Berk Yaygın (Yener Yıldırım)

Alessandra Merz: Aslı İçözü (Halide Demir)

Thiago Longo: Yiğit Kirazcı (Mert Gencer)

Rita Ávila: Güzin Alkan (Naciye Gencer)

Luiz Carlos de Moraes: Turgay Tanülkü (Recep Gencer)

Rosa Maria Baroli: Serap Aksoy / Arsen Gürzap (Cahide Hekimoglu)

Vinícius Fagundes: Uğur Kurul (Taner Hekimoglu)

Cyntia Moran: Münire Apaydın (Mebrure Hekimoglu)

Caio César: Arif Pişkin (Sevket Hekimoglu)

Mara Lídia Manetti: Pınar Afsar (Ayla Sipahi)

Maíra Paris: Ayşe Akın (Duygu)

Rosaly Papadopol: Suna Selen (Munevver)

O Significado das Luzes do Painel do Seu Carro

A pergunta é: você sabe ler o painel de controlo do seu carro e detectar possíveis problemas?

O painel de controle traz todas as informações que você precisa sobre o funcionamento do seu veículo, como velocidade, a quantidade de combustível e a temperatura do motor. Ignorar os sinais que as luzes e ponteiros dão pode trazer muitos danos ao carro, além de deixar você parado na pista.

Tudo o que está ali é essencial para verificar o bom ou mau funcionamento do automóvel. Logo, nada deve ser ignorado.

Confira o significado de cada item do painel do carro e evite ser pego de surpresa.

Sinais e símbolos do painel do carro

 

Significados dos símbolos do painel do carro

1 – Temperatura alta: Indica que há um problema no arrefecimento. O ideal é parar o carro e pedir socorro. Se você persistir, o aquecimento excessivo poderá danificar o motor.

2 – Luz de injecção: Indica que há algum problema com o sistema de injecção. Aparentemente não é nada grave, você pode até mesmo continuar a rodar com o carro, mas assim que possível deve verificar o problema, pois isso pode aumentar o consumo de combustível e de emissão de gases poluentes.

3 – Pressão de óleo: Indica que há pouco óleo no motor ou algum problema com o sistema de lubrificação do motor, É uma situação considerada grave. Pare o carro e chame socorro.

4 – Faróis altos acesos.

5 – Portas abertas.

6 – Setas ligadas.

7 – Farol de neblina ligado.

8 – Luz de freio: Indica que o freio de mão está puxado. Se ela estiver acesa mesmo com o freio de mão solto, pode ser algum problema no freio, principalmente falta de fluído no reservatório. Neste caso, você deve procurar um mecânico.

9 – Bateria: A luz deve desligar alguns segundos depois que o carro estiver em funcionando. Se permanecer ligada, é sinal de que a bateria não está sendo carregada pelo alternador. Será preciso ir até o auto-eléctrico o quanto antes.

10- Luzes de emergência (pisca alerta) ligadas

11- ABS: Para quem não sabe, o sistema ABS, presente em alguns carros,  impede que as rodas do carro travem em uma freada brusca, evitando que seu carro escorregue e corra risco da perda de controle. Quando o carro é ligado a luz acende e apaga em seguida, mas se permanecer ligada significa que pode haver algo errado com o sistema ABS, que precisa ser verificado.

12 – Falta de combustível

13 – Aviso padrão: Esse é um aviso genérico que pede sua presença na oficina mecânica.

14 – Módulo electrónico: Alguns carros automáticos possuem apenas um módulo para gestão da transmissão automática e da injecção electrónica. A luz indica que algo errado está acontecendo. Procure um mecânico.

15 – Lâmpadas queimadas: Alguns carros possuem este recurso.

16-  Circuito eléctrico: indica que há algum problema no sistema eléctrico do veículo.

17 – Cinto de segurança: Indicando que o cinto de segurança é obrigatório.

18 – Airbag: Não é uma emergência, mas pode significar que o airbag não irá funcionar em caso de colisão. Em alguns veículos pode aparecer a palavra AIRBAG ao invés do símbolo. Procure a assistência quando puder.

19- Airbag lateral: Mesma situação descrita acima, mas com os airbags laterais.

20- Baixa pressão nos pneus: Alguns carros também possuem essa função, que avisa quando é preciso calibrar os pneus.

21 – Desembaçador do para-brisa está ligado.

22 – Desembaçador traseiro está ligado.

23 – Overdrive: Overdrive é a marcha mais longa de um câmbio automático. Algumas transmissões tem um botão que permite que essa marcha nunca engate para evitar excessos de mudanças. , quando andando no trânsito da cidade, por exemplo. Na estrada, o Overdrive ligado ajudará na velocidade e na economia do combustível.

24 – Cadeirinha do bebê: Alguns carros também possuem este recurso, que avisa se a cadeirinha do bebê não tiver correctamente instalada.

25- Tração integral: Indica que o 4×4 do seu carro está activado.

26 – Esguicho do para-brisa em actividade.

27 – Oléo de travão (Fluído de freio): Indica problemas com o fluído de freio. Procure o mecânico.

28 – Piloto automático ativado.

29 – Travas de segurança: Indica que as portas traseiras não poderão ser abertas pelo lado de dentro. Ideal no transporte de crianças.

Hatchback

Um hatchback é um carro com um porta malas de acesso na, (aka, um hatch) na parte traseira do veículo.

A principal vantagem de um hatchback é que ele permite a fácil acesso à carga armazenada mesmo estando no interior do veículo.

Características do hatchback

Hatchback

Hatchbacks são geralmente classificadas em veículos de 3 portas e veículos de 5 portas. Um hatchback de 3 portas geralmente possui duas portas de passageiros e um porta-malas, enquanto que um hatchback de 5 portas é composto por duas portas frontais, duas portas para os assentos traseiros, e o porta-malas.

Normalmente, esses modelos são identificados pelo fato do porta-malas e a janela traseira do automóvel serem numa única parte.

Após algumas horas, Bill Gates volta a ser a pessoa mais rica do mundo

O reinado de Jeff Bezos como a pessoa mais rica do planeta foi curto. O fundador e CEO da Amazon tomou o topo da lista da Forbes nesta quinta-feira (27), destronando Bill Gates, mas algumas horas depois viu a liderança escapar de seus dedos com o anúncio de resultados trimestrais um pouco abaixo da expectativa de Wall Street.

A gigante do comércio electrónico anunciou um lucro abaixo do esperado, de 197 milhões de dólares para uma receita total de 38 bilhões de dólares. No mesmo período de 2016, a empresa havia reportado lucros na casa de 857 milhões dólares, resultando em uma queda de 77%.

O número parece assustador, mas não chega a assombrar investidores, que sabem que a queda se deve ao reinvestimento pesado da Amazon em suas próprias actividades para continuar expandindo em ritmo acelerado. Ainda assim, as acções da empresa caíram 2% após o fechamento do mercado.

Como Jeff Bezos é accionista maioritário da Amazon, seu património pessoal também é afectado por uma queda dessas, proporcionando a Bill Gates a retomada do topo da lista, com seus 90,8 bilhões dólares. A fortuna estimada do executivo da Amazon, enquanto isso, caiu para 89,9 bilhões dólares.

A tendência é que essa dança das cadeiras continue por algum tempo. Como o património de ambos varia de acordo com suas acções, não seria surpresa se Bezos retomasse o topo em alguns dias. No entanto, se as acções da Microsoft se valorizarem, Gates pode disparar mais uma vez.

Como aponta o site The Verge, o curioso é que as duas empresas se enfrentam directamente em um sector chave do mercado de tecnologia actualmente: a nuvem. O Amazon Web Services é um dos maiores nomes do sector de nuvem, assim como o Azure, da Microsoft, e sua divisão de nuvem inteligente. Essa batalha pode definir quem será o maior bilionário do planeta.

Olhar Digital

Bill Gates já não é o mais rico do mundo

Nos últimos 23 anos esteve sempre no primeiro lugar da lista dos mais ricos do mundo mas, agora, Bill Gates, o fundador da Microsoft, foi destronado na lista dos bilionários com a conta mais recheada.

O novo homem mais rico do mundo é norte-americano, também fundou um gigante tecnológico e até vive na mesma cidade que Bill Gates, em Seattle. É Jeff Bezos, o fundador da plataforma online de compras Amazon. Tem uma fortuna avaliada em 90,5 mil milhões de dólares, mais do que os 90,1 mil milhões de dólares de Bill Gates.

Jeff Bezos, de 53 anos, tem visto a sua fortuna crescer exponencialmente, em especial desde o início do ano. Só esta semana viu o seu património aumentar em três mil milhões de dólares e, desde o início do ano, viu a sua empresa valorizar mais de 25 mil milhões de dólares. Ainda no mês passado a Amazon anunciou a compra da Whole Foods.

Entrevistado a propósito do negócio pelo Business Insider, Jeff Bezos explicou a sua teoria de “minimização do arrependimento”, em que se assume como um homem de negócios que só se arrepende do que não faz. “E eu sei que quando tiver 80 anos não me vou arrepender de ter tentado seja o que for. Não me arrependi de tentar participar nessa coisa da Internet. Eu sabia que se eu falhasse, não me arrependeria disso“, afirma o novo homem mais rico do mundo.

Cm

As 10 Melhores Dicas Para Manutenção do Seu Carro

Realizar a manutenção do seu carro é essencial para mantê-lo na estrada. Para aqueles que não estão acostumados a abrir o capô, a manutenção do carro pode parecer um pouco intimidante, mas é em todos os casos necessária.

Confira algumas dicas básicas de manutenção do seu carro, que poderão ajudá-lo a manter seu carro funcionando nas condições possíveis – mesmo que você seja novato no volante.

1. Verifique e troque o óleo

Verificar óleo

 

Não existe nenhum cuidado que vai ajudar um motor mais do que as mudanças de óleo e filtro regulares. Por outro lado, nada vai destruir um motor mais rápido do que negligenciar as verificações de nível de óleo ou mudanças frequentes de óleo.

2. Renove o sistema de arrefecimento e mude de refrigerador, uma vez por ano

Arrefecimento do veículo

 

A mistura de 50/50 de refrigerador e água destilada vai manter o sistema de arrefecimento em boa forma, evitar a corrosão e que substâncias indesejadas se acumulem dentro do sistema de arrefecimento.

3. Mudar os óleos de transmissão e diferencial

Mudança de óleos

 

Estes fluidos devem ser trocados de acordo com os intervalos de manutenção recomendados pelo fabricante. Sempre use fluido de transmissão ou óleo de engrenagem com a viscosidade recomendada.

4. Mantenha o carro limpo

Falar da lavagem exterior do veículo é assunto óbvio, mas também é importante dar importância à parte inferior do veículo. Muita coisa pode ficar presa e deve ser sua preocupação manter qualquer sujeira longe dessa zona.

5. Mantenha as peças lubrificadas

Lubrificar peças

 

Todas as peças precisam estar bem lubrificadas para sobreviver. Suas peças podem ir para a reforma antecipada devido à má lubrificação.

6. Aplicar cera

aplicar-cera

Nada mantêm a pintura com uma boa aparência e protegida melhor que uma camada de cera de qualidade. Aplique a cera, pelo menos uma vez a cada seis meses.

7. Proteger o interior

Proteger o interior do carro

 

Proteja o plástico do interior do veículo estacionando na sombra sempre que possível, use uma tela reflectora na janela, e use um protector para evitar que o plástico e o vinil sequem.

8. Cuidado com o óleo de travão

Cuidado com o óleo de travão

 

O líquido dos travões é higroscópico. Isso significa que ele é perito em atrair humidade. A humidade faz com que os componentes fiquem corroídos e falhem. Substitua os fluidos e sangre o sistema uma vez por ano. O óleo de travão é barato. Pinças, mangueiras e sensores são caros.

9. Trocar as velas de ignição

 

 

Responsáveis pela movimentação do carro, as velas dão sinais de que precisam ser trocadas: aumento considerável do consumo de combustível, dificuldades na partida e marcha lenta desregulada. O tempo entre as trocas varia conforme a recomendação do fabricante. Em geral, deve ser feita a cada 20.000/30.000 Km. Para carros turbinados de fábrica é recomendada a verificação a cada 10.000 Km.

10. Revisão da Suspensão

 

 

A revisão do conjunto de suspensão deve ser feita a cada 30.000 Km. Os sinais de que há problemas são ruídos e a falta de estabilidade nas curvas.

Vocalista dos Linkin Park encontrado morto

Chester Bennington, de 41 anos de idade, terá sido encontrado morto na sua residência, segundo avança a imprensa internacional.

Avança a página TMZ que Chester Bennington, um dos vocalistas da banda Linkin Park, foi encontrado morto na manhã de quinta-feira na sua residência em Palos Verdes, Los Angeles.

A mesma publicação indica que o músico, de 41 anos de idade, terá cometido suicídio por enforcamento. Não foi, ainda, confirmada oficialmente a causa de morte mas o médico legista de Los Angeles já confirmou o óbito do cantor à Associated Press.

O médico legista adiantou que a morte está a ser encarada como um “aparente suicídio”.

Amigo próximo de Chris Cornell, o cantor mostrou-se muito afectado pela sua morte, no passado mês de maio. Chester fez uma publicação no Twitter onde se mostrava profundamente triste e onde escrevia que não conseguia conceber um mundo sem Cornell presente. Esta quinta-feira, Chris Cornell celebraria o seu 53.º aniversário.

Chester, recorde-se, chegou a admitir em entrevista que já pensara em suicídio, tendo contado que fora abusado sexualmente em criança. Acabou por se ver enredado nas drogas e no álcool, batalha que acabaria por vencer. Deixa seis filhos.

Chester Charles Bennington, natural do Arizona, é a face mais mediática dos Linkin Park, juntamente com o rapper Mike Shinoda, mas também trabalhou em bandas como Dead by Sunrise e Stone Temple Pilots.

Chester juntou-se aos Linkin Park em 1999, três anos após a formação da banda, que editou o seu álbum de estreia, ‘Hybrid Theory’, em 2000. O disco, do qual fazem parte temas como ‘In the End’, ‘Crawling’, ‘One Step Closer’ e ‘Papercut’, vendeu dez milhões de cópias só nos Estados Unidos. Lançaram sete álbuns de estúdio e venderam cerca de 70 milhões de álbuns em todo o mundo, vencendo dois prémios Grammy.

Os Linkin Park estrearam-se ao vivo em Portugal em Setembro de 2003, com um concerto no Pavilhão Atlântico.

Entretanto regressaram várias vezes a Portugal, nomeadamente em 2004, para o festival Super Bock Super Rock, em Lisboa, em 2007, para o festival Alive, em Oeiras, em 2008, 2010, 2012 e 2014, para o festival Rock in Rio, em Lisboa, e, em 2009, para o festival Rock One, em Portimão.

Os Linkin Park foram, no passado fim de semana, foram cabeças de cartaz do festival Hellfes, em França.

A banda tinha um concerto marcado para 27 de Julho, no Xfinity Center, em Mansfield, no Estado norte-americano de Massachusetts, no âmbito da digressão o seu mais recente álbum, ‘One More Light’, editado em maio.

A 28 de Julho deveriam actuar em Nova Iorque.

Notícias ao Minuto

o meu avô era uma espécie de mago (no error loading stories, 1)

o meu avô era uma espécie de mago. quando eu era ainda uma criança, ele travou o choro de umas nuvens negras com as suas próprias mãos. de estatura média, chupado, o meu avô usava uns óculos de lentes grossas e tinha um sorriso amigável, o que não diminuía, ainda assim, o mistério sobre si. falava num português requintado e, para onde quer que fosse, levava sempre uma gravata ao colarinho e um pequeno lenço no bolso da camisa

quando tive uma idade razoável para saber das coisas, descobri, afinal, que ele era químico, que extraía álcool da cana-de-açúcar. nesta altura, os rapazes matreiros do bairro chamavam-no “o homem e o líquido”,  devido ao consumo indesculpável de bebidas alcoólicas – um mal que talvez tivesse alguma relação com a sua profissão –, o que exasperava a minha avó

quando não estivesse muito ébrio, ao anoitecer, o meu avô punha-nos sentados, a mim e aos meus irmãos, e contava-nos histórias. cada narrativa era um mundo por encontrar, no seu português assimilado, as palavras construíam um inesperado novelo de linha e a magia acontecia no seu desmanchar, como cócegas no ouvido ou tempestades de imagens. para mim, aqueles personagens – como os animais, guerreiros, viajantes ou comerciantes e também pessoas comuns – não eram seres fictícios, eles existiam, habitavam um outro plano ou dimensão onde as suas heroicidades ou perversidades eram possíveis. com o tempo, porque o meu avô bebia cada vez mais e o esquecimento passou a ser uma das suas práticas constantes, aquelas histórias foram perdendo os seus finais: a cada novo dia, as mesmas histórias tinham finais diferentes

saí de casa do meu avô aos dezoito anos, e quando lá vou, poucas vezes, não fico mais de um mês. hoje, os papéis estão invertidos, eu invento as histórias e ele as ouve. disse-me que gosta dos meus livros, dos meus personagens, do “homem dos 7 cabelos” e do “kanova”

“são bravos, os rapazes”, comentou, enquanto comíamos uma galinha cafreal com muito piri-piri

o que o meu avô não sabe, se calhar, é que costumo ter saudades daquele tempo – do tempo em que tudo não passava de “era uma vez…” –, de ficar deitado numa esteira com os braços debaixo da cabeça e as pernas em quatro, a procurar constelações no céu, enquanto oiço a rouquidão da sua voz ou as mil e uma vozes dos personagens que ele criava

em 2015, pouco depois da edição brasileira do meu segundo livro, decidi ir a inhambane, a conduzir. iam comigo o meu irmão e o escritor galego joão guisan, que visitava moçambique e áfrica pela primeira vez. foi uma viagem nocturna, cheia de receios e adrenalina. era a minha primeira longa viagem desde que começara a conduzir, de modo que aquela era uma experiência também nova para mim. depois de inharrime, o joão passou a controlar o leme do carro. tínhamos os olhos colados às bermas da estrada, o combustível estava baixo e não me parecia que fosse suficiente. perdidos e sozinhos, engolidos pela escuridão, num impulso, o joão reduziu a velocidade e deteve o carro

“quero ver as estrelas”, disse o joão, olhando para mim com um sorriso de escritor europeu

“estrelas”, perguntei, abrindo a porta do carro

saímos os três! no céu, as estrelas, indiferentes aos nossos olhos, continuavam a brilhar. na verdade, eu não me lembrava de tê-las visto em tal condição, tão luzentes, tão acesas – “é porque aqui há nenhuma luz e poluição”, pensei –. e pareciam que estavam rodeadas de uma poeira azulada também luzente, o stardust, talvez. o joão, entusiasmado, sorria um sorriso de escritor europeu que também é astrónomo, nomeando as constelações como quem reconhece as figuras de estilo

“cão maior, unicórnio, centauro…”

lembro-me do meu avô, que era uma espécie de mago, sempre que vejo um espectáculo de estrelas, da sua capacidade de criar histórias de nenhures, como aquele brilho encontrado algures a caminho de inhambane. aliás, há sempre estrelas no meio de qualquer caminhada – parentes, amigos, amores ou desconhecidos – só não temos, na maioria das vezes, a sensibilidade de joão guisan para apreciá-las.

Banda japonesa faz show de 8 segundos em Tóquio

No dia 29 de Junho, a banda japonesa Golden Bomber fez com que seus fãs tivessem essa experiência única.

Os quatro músicos entraram correndo em um palco montado no meio de um shopping de Tóquio, tocaram 8 segundos de uma de suas músicas, e saíram correndo.

10 coisas estranhas da gravidez que a mulher não comenta

Gerar vida dentro do ventre da mulher é algo incrível. Para muitas mulheres a gravidez é na verdade uma das melhores coisas do mundo.

A mulher grávida tem a possibilidade de acompanhar diariamente o desenvolvimento do bebé e se emocionar a cada fase que passa. Mas, durante a gestação, existem as partes chatas, como enjôos, náuseas, pés inchados e outros.

Conheça o lado estranho da gravidez que as mulheres geralmente não comentam.

1. Que tem o olfacto e o paladar incrível

Durante a gravidez, o olfacto da mulher aumenta drasticamente, bem como o paladar. As mulheres grávidas tornam-se altamente sensíveis a odores fortes e sabores amargos. Algumas mulheres grávidas podem se tornar excessivamente sensíveis a uma fragrância de perfume ou cheiro de loção para o corpo, enquanto outras podem não ser capazes de tolerar um forte cheiro de um alimento em particular. Por outro lado algumas mulheres queixam-se dum sabor amargo na boca depois de consumir qualquer alimento ou líquido, outras podem ter uma sensação peculiar na boca mesmo quando não estão comendo nada. Acredita-se que olfacto, bem como o paladar ajudam as mulheres grávidas a evitarem o consumo de pequenos níveis de toxinas, não perigosas para um individuo adulto, mas mortais para o feto.

2. Que gravidez pode até durar um ano inteiro

Uma boa parte das mulheres tem tido uma gestão de cerca de 38-40 semanas. Quando a gravidez dura mais tempo, os médicos podem induzir o parto da mulher. Porém é possível uma mulher ficar grávida durante um ano inteiro. Conhecida como gestação prolongada pois ultrapassa 41 semanas – é a insuficiência placentária (placeta envelhecida) que reduz o aporte de nutrientes e oxigénio para o feto o que pode acarretar aumento de morbidade e mortalidade perinatal.

3. Que a mulher não precisa comer por dois

A mulher grávida não precisa realmente comer por dois, salvo em casos em que há ordens médicas específicas. Durante a gravidez, o corpo torna-se mais eficiente na absorção de nutrientes, por isso ao dobrar a quantidade de comida, a mulher não estará a aumentar as chances de ter um bebé saudável, mas sim em ganhar peso excessivo. Lembre-se que as necessidades calóricas da mulher grávida aumentam apenas cerca de 300 kcal por dia, mais precisamente, 100 kcal no primeiro trimestre e 300 kcal no segundo e terceiro trimestres.

4. Que o uso sutiã para dormir é indispensável

Durante a gravidez os seios da mulher alcançam seu desenvolvimento máximo, ficam maiores e dolorosos. O uso do sutiã na hora de dormir acaba sendo indispensável, pois as mamas estão super sensíveis à actuação dos hormônios. Como na gravidez, o peso tende a aumentar, a recomendação médica é usar até mesmo para dormir.

5. Que o feto masculino pode ter erecção dentro do útero

É inacreditável, mas o feto do sexo masculino pode ter erecção enquanto está no útero da mãe. Alguns cientistas afirmam que os bebés de ambos os sexos se masturbam no útero, mas meninos são os únicos que podem ser ‘flagrados no acto’ na ecografia ou até aparelhos de alta resolução podem mostrar esses detalhes

6. Que o pé pode aumentar de tamanho

A gravidez pode alterar permanentemente o tamanho dos pés das mulheres. Conhecida como pé chato, este problema é bastante comum na gravidez, por conta do peso extra e da maior frouxidão das articulações associadas aos hormônios. O pé pode tornar-se mais comprido e mais largo. Isso acontece porque cada vez que a gravidez avança, o corpo começa a liberar a tensão dos seus ligamentos para ajudar com o processo do parto.

7. Que a vagina pode precisar de alguns pontos

O corte vaginal que a mulher sofre durante o parto, é também conhecido como episiotomia, que é um corte cirúrgico feito no períneo (região entre a vagina e o ânus) formada por músculos. Esse processo ocorre durante o parto normal para facilitar a passagem/ saída do bebé. Após o rasgo ou laceração no períneo no momento do parto, a cicatrização costuma ocorrer sem dificuldades. Alguns rasgos só exigem um pouco de cuidado ou alguns pontos, mas os casos realmente maus vão da vagina ao ânus. Massagear a área antes do nascimento da criança pode reduzir a chance de rasgo vaginal.

8. Que as contracções não param com o nascimento

Um número considerado de mães tem contracções até os primeiros dias após o nascimento de seus filhos. As cãibras musculares são a maneira do corpo parar a perda de sangue em excesso. Porém, se você dá à luz no hospital, pode estar ainda muito drogada e provavelmente mal vai perceber o fato.

9. Que a mulher pode evacuar durante o parto

Durante o parto, a mulher pode evacuar, pois quando a cabeça do bebé passa pelo canal de parto pode comprimir o reto, parte do intestino que fica logo atrás do útero e da vagina. Quando o bebé está passando, ele empurra toda essa região. É por isso que enquanto a cabeça passa, a mulher se sente fazendo cocô. Um dos sintomas que as mulheres tem durante o trabalho de parto é a vontade de ir ao banheiro, acontecimento que, pode evitar a evacuação no nascimento ou reduzir a quantidade de fezes expelido. Isso acontece muito, mas os médicos já estão acostumados a limpar, se for necessário. Esse acto é completamente natural e muitas ou algumas mulheres passarão por essa situação.

10. Que o pai pode ter sintomas de gravidez

​Alguns homens podem ficar psicologicamente grávidos. Os homens ficam muito preocupados com a saúde da mulher e do bebé, e apesar de não demonstrarem da maneira igual, também podem apresentar ansiedade, insegurança e até medo. A condição é conhecida como síndrome “couver” significa “chocar”. Ela designa um conjunto de sintomas involuntários associados à gestação, que não têm nenhuma causa física aparente, e que aparecem em alguns homens que vão ser pais. Alguns sintomas da síndrome são vómitos, tonturas, dores abdominais e dentárias, mudança de apetite, fadiga, insónia, problemas intestinais, alteração de peso, entre outros.

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