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Videojogos ajudam a prevenir a perda de memória

Os amantes de videojogos podem se alegrar. Os cientistas olham agora para os videojogos 3D como um tratamento viável para a perda de memória relacionada com a velhice ou com a demência, a redução progressiva das capacidades cognitivas, relata o Independent.

Já se conheciam os benefícios dos jogos mentais ou palavras cruzadas para exercitar a função cognitiva, mas esta é a primeira vez que os videojogos a três dimensões são incluídos neste pacote.

Durante o estudo, os voluntários foram submetidos a testes de memória antes e depois de um período de duas semanas a jogar jogos de vídeo durante meia por dia, todos os dias. Uma parte dos voluntários respondeu aos testes sem jogar.

Na segunda ronda de testes, os voluntários eram desafiados a recordar se as imagens mostradas na primeira ronda tinham sofrido alguma alteração. Aqueles que jogaram durante o período determinado obtiveram melhores resultados do que os voluntários que não jogaram.

O estudo foi levado a cabo pelo cientista norte-americano Dane Clemenson, da Universidade da Califórnia e Irvine.

Notícias ao Minuto

Coisas típicas de Moçambicanos #1

Confira a lista de coisas que são típicas de moçambicanos:

1. Usar óculos de vista sem graduação nenhuma

óculos sem graduação

2. Dormir de maneira estranha nos transportes

Dormir de qualquer maneira

3. Convidar seus amigos para a festa que só tu deverias estar

Levar amigos pra festa que te convidaram apenas

4. Deixar de dormir para teclar de noite

Motivos para não ir trabalhar

5. Limpar ouvido com tampa de caneta

Limpar ouvidos

6. Comer por três pessoas nas festas

Nas festas come por ele e pela familia

7. Fazer ultrapassagens estranhas

Vivem apressados

8. Beber demais durante o fim de semana e na 2ª feira jurar que nunca mais vai beber

Viver de beer

9. Usar o corpo do outro para fazer de sua almofada nos transportes

Usam corpo do outro como almofada

10. Fazer cábulas incríveis

Cabular de forma incrivel

11. Gymar sem nenhum stress

Gym time

12. Usar roupa extremamente curta no txilling e puxar toda hora

Noite 1

13. Usar o carro até se estragar completamente

Não reformam os carros

14. Arrumar a cama somente quando estiver pra dormir

Arrumar a cama

15. Lutar por homem

Luta

16. Roubar produtos alimentares da patroa

Roubar comida da patroa

17. Trair a toa

Trair

18. Mostrar casa do vizinho e dizer que é sua

Casa

19. Beber e cair na barraca

Beber e cair

20. Ser gente fina quando não é necessário

Ser gente fina

O que fazer após o término de um namoro

Fim de namoro, parece algo fácil de lidar, mas não é. O namoro acabou e tudo muda completamente. Esquecer ou apagar da mente alguém que marcou sua vida é extremamente doloroso. As lembranças, as saudades e a ausência da pessoa amada, sempre mexem os nossos sentimentos.

Quando o namoro acaba, a sensação que vêm é que provavelmente você esteja a viver o pior momento da sua vida. Os pensamentos serão: O mundo não é perfeito! Que farei da vida agora! Eu amava-o (a)! Não quero mais saber de nenhum homem! Muitos são os pensamentos que virão em sua mente.

Mas aguente firme, pois não é o fim do mundo. Erga a cabeça e chute a bola pra frente. Não será fácil, tente apenas. É preciso saber lidar com o fim do namoro.

Caso esteja a passar por situação de género e não sabe o que fazer e nem como agir, é necessário evitar cometer certos erros, que consequentemente lhe trarão um arrependimento futuramente. Eis a lista do que fazer após o término de um namoro:

1. Aceite o fim do relacionamento

Homem chorando

É difícil aceitar o fim do namoro. Acabou, já não há mais partilha de emoções e sentimentos com pessoa amada. É o fim… é o fim sim. Próximo passo é seguir em frente. Vá e não olhe pra trás, muitas vitórias estão por vir, e aceitar o fim é a melhor decisão. Cuide e pense em si… O tempo lhe dará frutos.

2. Corte os laços

Corte os laços

O relacionamento acabou, pra quê criar laços de amizade, se ainda sentes falta da pessoa amada. É fundamental quebrar todos os laços possíveis. Pare de manter contacto com o (a) ex. Não o (a) procure, não vá a casa dele (a) e não visite seus familiares. Limita-se a ficar no seu canto apenas.

3. Não vigie o (a) ex

Não vigie

Evite saber com quem ele (a) anda, fala ou tecla, pois é algo constrangedor e isso lhe deixará frustrado (a). Evite principalmente em procurar fazer amizade com os (as) amigos (as) do (a) ex, para se manter actualizado (a). Mantenha a distância e fique na sua. Pode se tratar de obsessão e geralmente quando isso acontece nunca serás capaz de tomar conta de si. Pare de o (a) perseguir simplesmente. Também evite ir a lugares que o (a) ex frequenta.

4. Não lhe ligue quando estiver em baixo

Não ligue

Não ligue, por mais que esteja a doer ficar longe dele (a). Não ligue pra dizer que não estás a conseguir lidar com o fim do relacionamento, nem ligue pra dizer que tens saudades.

5. Evite visitar e mandar dar indirectas nas redes sociais

Redes sociais

Por mais que estejas inconformado (a), nunca mande indirectas ligadas ao seu (sua) ex ou a qualquer pessoa próxima dele (a). Isso fará com que as pessoas percebam que estás com dor de cotovelo e que não te conformas com o fim do namoro. Aceite os factos e deixe que o tempo ensine o que a pessoa precisa aprender! Não se dê o trabalho de jogar nada na cara de ninguém, nem de fazer julgamentos!

6. Evite partilhar os seus sentimentos nas redes sociais

Partilhar sentimentos no fb

Não há necessidade de publicares nas redes sociais suas tristezas após o término do namoro, não o faça. O sofrimento tomou conta de si, e no entanto podes partilhar esses sentimentos com um (a) amigo (a), um familiar ou mesmo com o seu diário.

7. Não se vingue do (a) ex

Vigança

Não há necessidade para isso. Se acabou, paciência, bola pra frente, lá vamos nós. Se ele ou ela decidir arranjar alguém para lhe fazer companhia ou então lhe consolar, não te metas. Não precisa rogar praga e nem ir ao curandeiro por isso. Se não deu certo é porque não era pra ser.

8. Não namore com outra pessoa pra esquecer o (a) ex

Não namore outro alguém

Esse é o pior erro que os recém-separados cometem. Ainda estás magoado (a), com raiva, com o coração partido e ‘mergulhar’ num novo relacionamento pode não ser uma boa ideia – deixe-se ‘curar’ primeiro. Não há necessidade de namorar alguém que não tens interesse só pra vingar a sua dor. Aproveite esse momento pra por a cabeça no lugar e organizares as ideias. Estude os pontos positivos e negativos, pois quando tiveres um (a) novo (a) parceiro (a) podes evitar fazer do mesmo jeito que fizeste com o (a) ex.

9. Não se feche para um novo amor

Novo amor

Não é fácil trocar de namorado e começar uma nova relação com um outro alguém. O medo sempre vêm e nos faz pensar que sairemos machucados e magoados da relação, mas não é assim que funciona. Devemos nos dar uma segunda chance, uma nova oportunidade. Não amaremos de forma igual, mas devemos abrir o coração pra um novo amor. É preciso aceitar o amor com todos os riscos! Voltar a gostar de alguém é sempre complicado, isso requer coragem, força e paciência. Mas não devemos nos fechar ao amor.

10. Siga em frente

Siga em frente

Quanto mais cedo você der a volta por cima e seguir em frente, menos irá sofrer e só assim serás feliz. Conheça novas pessoas e novos lugares. Faça de tudo para dar uma reviravolta e transformar sua vida.

Aproveita esse momento pra fazer uma avaliação do que foi bom e do que foi mau no relacionamento passado, e busque tirar lições importantes dos momentos que teve.

Naomi Campbell na cadeira de rodas

Recentemente, a imprensa internacional noticiou que Naomi Campbell estaria com problemas de saúde e que por isso teve de passar por uma cirurgia à anca.

Problemas que parecem ter sido mesmo sérios, tendo em conta que Naomi foi vista no Aeroporto Internacional de Guarulhos, São Paulo, Brasil, num estado mais debilitado.

Para se deslocar Campbell necessitava de uma cadeira de rodas e de uma bengala, para se conseguir levantar.

O representante da estrela já veio desmentir as informações afirmando que na verdade, Naomi sofreu uma lesão no pé em Londres e que não foi feita qualquer tipo de cirurgia.

10 Coisas que os professores universitários detestam

Tradução e adaptação do texto por Pedro João Pereira Lopes (MPP) do original de Lisa Wade (Ph.D.)[1]

Ensino numa escola superior há alguns anos e, durante este tempo, presenciei – nas salas de aulas e anfiteatros – situações caricatas que alteraram, inevitavelmente, o meu estado de humor. Descobri, numa das minhas excursões pela web, uma curiosa lista de coisas que espevitam os nervos dos instrutores e resolvi, então, partilhar. A lista é apresentada em forma de proibições, e são, afinal, instruções sobre como interagir com o professor ou o assistente.

  1. Não use a linguagem informal

Os professores não são seus amigos. Comunique-se com eles como se estivesse no seu local de trabalho, pois você está. A linguagem deve ser cuidada e respeitosa, seja ela escrita ou falada, o estudante deve ser capaz de perceber quando a comunicação é ou não é a apropriada. Por exemplo, ninguém veste um pijama para uma entrevista de emprego, não é? Logo, é a mesma coisa.

  1. Não questione ao professor se você “perdeu alguma coisa importante” durante uma ausência

Não, você não perdeu nada relevante. Usámos todo o tempo da aula para ver clipes de música no YouTube! Mas é claro que você perdeu algo relevante, nós somos professores universitários! Aqui está uma frase alternativa: “Eu sinto muito que eu tenha perdido a aula. Tenho a certeza de que foi incrível.”

Se realmente estiver preocupado com o que perdeu, experimenta isso, por exemplo: faça leituras, obtenha apontamentos a partir de um colega de turma (se não tiver nenhum amigo na sala de aula, peça ao professor para que lhe ajude a encontrar um parceiro com quem seja possível trocar notas), leia-os mais e procure o professor no escritório, durante as horas normais de expediente, para discutir qualquer coisa não compreendida.

  1. Não arrume as suas coisas antes do fim da aula

Compreendemos. O ponteiro dos minutos se aproxima do final da aula, há uma mudança na voz do professor, e você ouve algo como “Para a próxima aula…”, e eis a deixa para os estudantes começarem a arrumar as suas coisas. Assim que uma só pessoa faz isso, presencia-se logo a uma avalanche de tampas de computadores portáteis a caírem, fechos das mochilas a correrem e os telefones celulares nas mãos.

Não faça isso. Espere mais 10 segundos até que a aula esteja realmente terminada. Se você não fizer isso, o professor pensará que você estava morrendo de vontade de sair da sala, hei, isso fere os nossos sentimentos!

  1. Não faça uma pergunta sobre as lições ou deveres antes de verificar o plano analítico da cadeira

É fácil enviar um e-mail com uma pergunta rápida para o seu professor, mas ele dedicou o seu esforço ao plano analítico da cadeira por alguma razão. Lembre-se, cada professor tem dezenas ou centenas de estudantes. O que parece ser uma coisa pequena para si, pode ter efeitos trabalhosos para os docentes. Faça um esforço de boa-fé para descobrir a resposta antes de perguntar ao professor.

  1. Não fique zangado se receber uma avaliação negativa

Se um professor leva uma caneta vermelha e massacra a sua prova, isso é um sinal de que eles se importam. Classificar negativamente é um trabalho duro, então a tinta vermelha significa que nós nos interessamos por você e pelo seu futuro. Além disso, sabemos que classificações negativas deixam alguns estudantes com raiva dos professores. Nós fazemo-lo, ainda sim, porque nos importamos o suficiente com você para tentar ajudá-lo a se tornar um pensador e redactor mais forte. É um absurdo, mas muita tinta vermelha é provavelmente um sinal de que o professor acredita que você tem um grande potencial.

  1. Não peça melhor classificação

Definitivamente procure o professor no seu escritório, durante o horário de expediente, para saber como estudar melhor ou melhorar o seu desempenho, mas não espere mudar a mente de seu professor em relação as suas notas. Sim, reclamar uma suposta falha de classificação é aceitável, mas não pressione demais. Aplique a sua energia nos estudos e nas próximas avaliações, apresente as ideias do seu trabalho ao professor ou ao assistente, faça as leituras recomendadas e participe nas aulas. Estas actividades garantirão um retorno depois.

  1. Não brinque com a formatação do trabalho

O trabalho não é longo o suficiente? Você pensa em aumentar um pouquinho o tamanho da letra ou tornar as margens do texto um pouquinho mais amplas? Acha que o docente não conhece a diferença entre as fontes 11 e 12, ou entre “Arial” e “Times New Roman”? Não faça isso. Nós já dedicamos milhares de horas olhando para uma página impressa. Temos um olho de águia para esses tipos de coisas. Seja qual for a sua motivação, aqui está o que essas trapaças nos dizem: “Oi, Prof!, eu estou tentando enganar-te crendo que estou satisfazendo os requisitos do trabalho. Eu sou preguiçoso e você é estúpido!” Invista na sua pesquisa, não nas configurações do documento (que devem importar depois).

  1. Não encha de tolices as suas introduções e conclusões

Nunca comece uma resposta ou um trabalho com a frase: “Desde o início dos tempos…”, “Desde o início dos tempos que os homens se envolvem em guerras.” Espere, o quê? Como, o Big Bang? E, assim sendo, como diabos você sabe disso? É melhor ter, no mínimo, uma fonte confiável para usar! “Historicamente”, “Tradicionalmente”, “Como se sabe”, “Como foi provado” e “Ao longo da história” são igualmente maus começos. Tire-os de seu vocabulário agora.

Em sua conclusão, diga algo inteligente. Ou, se pretender, basta dizer o que você disse. Mas nunca diga, por exemplo: “Espero que um dia não haja guerra.” Ora, todos nós desejaríamos que isso fosse verdade, mas a menos que você tenha ideias de como preveni-la definitivamente, tais declarações são apenas uma esperança e são inadequadas em um trabalho académico.

  1. Não interprete factos como opiniões e opiniões como factos

Descubra a diferença. Aqui está um exemplo de como não interpretar um facto, via CNN: Considerando que a saída de Clinton deixou apenas 16 mulheres no Senado, num universo de 100 senadores, muitas feministas acreditam que as mulheres estão sub-representadas no Capitol Hill.

Espere. As feministas “acreditam”? Dado que as mulheres constituem 51% da população, 16 num universo de 100 significa que as mulheres estão sub-representadas no Capitol Hill? Este é um facto social, sim? Então, você pode concordar ou discordar com as feministas se este é realmente um “problema”, mas não sugira, como a CNN fez, pois o facto em si é uma opinião.

Este é um erro comum, e é frustrante para ambos, professores e alunos. A vida será muito mais fácil se você saber a diferença.

  1. Não ignore o processo de ensino-aprendizagem

Todas as turmas têm aquele estudante que fica no fundo da sala, que se afunda em sua cadeira e faz desenhos ou um olhar entediado. Não seja essa pessoa. Os professores e assistentes constituem o top 3% dos estudantes. Eles passam geralmente mais de uma década na faculdade. Para melhor ou pior, eles valorizam o processo de ensino-aprendizagem. Para ser um deles, você deve mostrar-lhes que você também se importa. E, se você não o fizer, finja como se você se importasse.

[1] Leia o texto original “10 Things Every College Professor Hates” em http://www.businessinsider.com/10-things-every-college-professor-hates-2014-8?IR=T, publicado em 26 de Agosto de 2014.

Aplicação de saúde mede seios de mulheres

Uma aplicação actualmente em desenvolvimento, de nome ChiChi, quer ajudar mulheres de todo o mundo a escolher o soutien certo para si.

Como explica o RocketNews24, a aplicação mede os seis das mulheres quando estas colocam o smartphone entre eles, com a ChiChi a ser capaz de indicar as medidas reais que o soutien deve ter.

Os developers referem que a aplicação ainda precisa de ser calibrada adequadamente, motivo porque estão a recrutar mulheres que estejam dispostas a juntar-se à equipa de desenvolvimento.

Notícias ao Minuto

Operadora confirma Galaxy S7 em Março

De acordo com o Android Headlines, uma das maiores operadoras da China, a China Mobile, revelou em conferência de imprensa, que terá o P9 da Huawei e o Galaxy S7 da Samsung à venda a partir de Março.

Esta será, apenas, a data de venda e não a data de apresentação: os dois dispositivos deverão ser apresentados durante o Mobile World Congress, no final de Fevereiro. Algumas notícias indicam que o Galaxy S7 poderá ser apresentado já em Janeiro.

O Galaxy S7 deverá ter duas versões, uma com ecrã plano e outra com ecrã curvo, em continuação da linha Edge, à semelhança do antecessor Galaxy S6.

Notícias ao Minuto

Versão do Facebook para empresas vai ser lançada em 2016

De acordo com o Wall Street jornal, o Facebook vai lançar a sua versão da rede social para empresas em 2016. “Ideia fundamental do Facebook at Work é um local de trabalho mais conectado é um local de trabalho mais produtivo”, afirma Julien Corodniou, director da plataforma global de parcerias do Facebook at Work.

A rede social de Zuckerberg tem 1,55 mil milhões de utilizadores activos mas uma chave para o sucesso será como o Facebook integra o vasto software empresarial na sua plataforma para que os empregados possam trabalhar sem sair do Facebook at Work. Diz a mesma publicação que outras plataformas sociais empresariais tentaram fazer isto, mas os analistas dizem que não foram longe o suficiente.

Nos últimos seis meses, o Facebook tem trabalhado com 300 empresas para perceber o que precisam e redefinir o serviço. De certo modo, a rede social já sabe que o software funciona, uma vez que os empregados o têm usado durante anos dentro das empresas.

Notícias ao Minuto

Trailer do filme “Deuses do Egito”

Deuses do Egito ganhou já conta com um trailer legendado!

Desta vez a missão de Horus (Nikolaj Coster-Waldau é de proteger os mortais da fúria de Set (Gerard Butler), o cruel líder que mergulhou o Egito no caos. No entanto, ele conta com a ajuda do destemido Bek (Brenton Thwaites), que revela-se nos campos de batalha.

https://www.youtube.com/watch?v=aOffgZmtK7M

Adorocinema

Veja o teaser de Star Wars: O Despertar da Força

Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força finalmente chegou aos cinemas.

https://www.youtube.com/watch?v=7Dw_bNzr1TE

Novo Ford GT terá vidro usado em smartphones

A Ford revelou que o novo Ford GT fará uso do Gorilla Glass no seu vidro frontal, o mesmo utilizado nos melhores smartphones do mercado e uma utilização que terá várias vantagens para este automóvel.

Além de cerca de 32% mais leve que o vidro utilizado em carros semelhantes, o Gorilla Glass é também mais resistente e fará com que, em caso de acidente, o vidro não se desfaça em estilhaços e seja um maior perigo para os ocupantes.

Como aponta o TheVerge, mesmo mais leve e resistente, o Gorilla Glass consegue ser mais fino que outros tipos de vidros utilizados neste tipo de aplicações.

Notícias ao Minuto

Amazon apela aos clientes para que deitem fora pranchas eléctricas

As entidades reguladoras chumbaram várias destas pranchas no que toca a segurança. Curtos circuitos nas pranchas resultam em explosões.

A Amazon enviou e-mails aos seus clientes onde apela que estes deitem fora as pranchas eléctricas que compraram através da sua loja.

Os e-mails dividem-se em dois grupos, um que diz respeito aos residentes no Reino Unido onde as pranchas não são compatíveis com as fontes de alimentação, e outro onde a loja Amazon refere preocupações com a segurança por estes aparelhos terem falhas de segurança.

Como refere o Metro, foram já várias as entidades reguladoras que fizeram tornaram clara a ideia que estas pranchas não são seguras e podem entrar em combustão espontânea e até explodir.

Notícias ao Minuto

Saiba qual foi o artigo tecnológico mais pesquisado do ano

A internet é o sítio perfeito para saber mais sobre tecnologia e comparar os mais variados produtos. Aliando-se isto ao facto do Google ser o motor de busca mais utilizado do mundo para ser significativo para a Apple a primeira posição do iPhone 6s na contagem dos artigos tecnológicos mais pesquisados de 2015.

Mais ainda, a Apple conta com o total de três artigos neste relatório da Google, com o Apple Watch (o seu mais recente produto), a estar na terceira posição. Em comparação, apenas a Samsung conseguiu um resultado semelhante ao da rival de Cupertino, com a tecnológica sul-coreana a contar também com três dos seus produtos nesta contagem. Em baixo podem consultar a lista dos artigos:

1. iPhone 6S

2. Samsung Galaxy S6

3. Apple Watch

4. iPad Pro

5. LG G4

6. Samsung Galaxy Note 5

7. Samsung Galaxy J5

8. HTC One M9

9. Nexus 6P

10. Surface Pro 4

Notícias ao Minuto

Google vai penalizar sites inseguros

De acordo com o The Next Web, a Google anunciou que vai dar mais importância às ligações seguras HTTPS e menos ao HTTP, mesmo que não tenha nenhum link associado.

O motor de busca começou a dar mais destaque às páginas HTTPS no ano passado, mas, agora, procura assegurar que estas ligações sejam um standard.

Segundo a empresa, a medida é uma forma de proteger os utilizadores que visitam o Google contra ataques cibernéticos.

Notícias ao Minuto

Introdução do livro “A representação do poder nos provérbios: o caso Tsonga”

Porquê os provérbios?

O convite de Teresa Manjate para ler o manuscrito da sua tese, agora em forma de livro conheceu outras etapas, incluído a elaboração de um prefácio, até achegar ao lançamento por causa do qual nos juntamos, aqui na biblioteca Central da Universidade Pedagógica. E não poderia ter agido de outra maneira, quer pelo apreço que tenho pela autora como pelo interesse que, imediatamente, o tema despertou em mim! Na altura imaginei que nos ficaríamos pela leitura do manuscrito, mas equivoquei-me. Veio de seguida o repto para escrever o prefácio. Fi-lo receoso, primeiro porque sou muito verde nestas lides, depois porque pouco ou nada percebo de Paremiologia, que é a disciplina que se ocupa do estudo dos provérbios, analisando-os do ponto de vista da Linguística, da Psicologia e da Semiótica. Mas lá me fui inspirando, afinal a Malhari ma tsama ma fuliwile (As azagaias devem estar sempre preparadas, p.28).

Os provérbios são frases e expressões populares que transmitem conhecimentos comuns sobre a vida. São, na sua maioria, de criação anónima. Por serem curtos e directos, são simples de decorar e de transmitir. Abordam diversos assuntos e fazem parte da cultura popular das sociedades. Encontramos provérbios para, praticamente, todas as situações de vida.

E é isso que o livro mostra. Mas como é que eles escondem as relações de dominação? Esta é pergunta de fundo que atravessa toda esta nova proposta da autora.

O tema das relações de dominação é muito caro à sociologia de Max Weber mas não só. E este livro vem, precisamente, mostrar o quão preciosa é a interdisciplinaridade ao partir de um objecto de discussão tradicional nos estudos literários – que são a especialidade da autora – para estabelecer um diálogo com outras disciplinas como a Sociologia Política e a Ciência Política, porque o que o livro discute são as relações de autoridade, de poder ou de dominação, conforme nos apetecer designá-las, temas que são particulares a estas duas disciplinas quer na sua face clássica, como na moderna.

Com este trabalho da Teresa Manjate, desaparece em mim o preconceito talvez oriundo de uma interpretação deficiente da divisão do trabalho científico, preconceito segundo o qual a Linguística e os Estudos Literários detêm o monopólio do estudo dos provérbios. A autora afasta-se dessa vulgaridade, na verdade tenta afastar-nos a todos procurando mostrar, em primeiro lugar, que há todo um universo por trás dos textos proverbiais e, em segundo lugar, que uma parte desse universo é composto por relações de dominação. É a partir do recurso a quadros de análise elaborados desde a interacção entre determinadas categorias pertencentes em maior ou menor grau a disciplinas diferentes que a autora tenta dar conta da complexidade dos textos proverbiais, seu objecto de estudo real.

Para uma aproximação à realidade dos factos Teresa Manjate coloca uma série de perguntas operacionais: de que forma a noção de poder/autoridade é apresentada através dos provérbios Tsonga? Como é que os textos representam a ideia de autoridade e poder? Quais os aspectos/dimensões do poder/autoridade explorados? Como se manifesta a flexibilidade (variabilidade textual) na representação de poder? Os textos proverbiais serão, de facto, imutáveis? Como é que estes aspectos sociais, semânticos e estruturais se relacionam?

Com a primeira destas perguntas percebe-se logo que a intenção da autora não é a de produzir uma ‘’grande narrativa’’. Pelo contrário trata-se de uma pesquisa empírica, circunscrita a um lugar e a uma realidade concretas, neste caso a ‘’nação’’ Tsonga. Os provérbios são seleccionados desta comunidade étnica e linguística do sul de Moçambique que não é, ela própria, homogénea. Daqui podemos transitar para as perguntas seguintes sobre a flexibilidade e a (i)mutabilidade dos provérbios. Ora, a ideia da heterogeneidade desta comunidade remete-nos para a sua criatividade e imaginação variadas na sua sociabilidade quer no tempo como no espaço que habitam. Essa imaginação e criatividade podem manifestar-se também nos seus discursos proverbiais tornando-os flexíveis e mudando-lhes a forma, por exemplo. Mas como isso se manifesta, por que mecanismos a condição social das pessoas, por um lado, e a semântica e estrutura dos textos proverbiais, por outro, se vão relacionar ao longo do espaço geográfico e do tempo são a discussão que a autora levanta.

Portanto, aqui fica uma bela proposta, de que podemos e – permitam-me ser normativo – devemos nos apropriar para reflectirmos sobre as dimensões cultural, política e até económica da nossa realidade social. Por que os provérbios? Porque ao reflectirmos sobre eles, na sua diversidade, como o livro sugere habilmente, podemos descobrir que as palavras, as expressões, as frases que aos nossos olhos são do mais banal que há, podem esconder uma parte considerável da explicação da nossa condição.

Texto apresentado por ocasião da apresentação do livro “A representação do poder nos provérbios: o caso Tsonga”, de Teresa Manjate.

Maputo, 15 de Outubro de 2015

Carlos Bavo, sociólogo, investigador

Centro de Estudos Africanos

Universidade Eduardo Mondlane

Gusttavo Lima e Andressa Suita se casam em cerimónia íntima

Gusttavo Lima e Andressa Suita oficializaram a união no civil, na última terça-feira (15), na mansão do sertanejo, em Goiânia em uma cerimónia que contou com apenas apenas familiares. De acordo com a assessoria de imprensa de Gusttavo, a cerimónia religiosa acontecerá em 2016.

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O anúncio do casamento foi feito pelo cantor, em seu perfil no Instagram. “Senhor e senhora Lima seguindo o caminho natural da vida! Que Deus nos abençoe, amor. Te amo muito, minha missão é te fazer feliz!“, escreveu Gusttavo.

Andressa também publicou a mesma imagem nas redes sociais dizendo: “’O que Deus uniu, o homem não separa…’. Só o começo de uma grande história! Te amo muito! Casados”.

Gusttavo e Andressa chegaram a terminar o relacionamento de três anos em Agosto. Eles estavam noivos e planeavam o casamento para 2016.

Notícias ao Minuto

Michael Jackson quebra recorde póstumo com ‘Thriller’

Mesmo depois de morto, Michael Jackson consegue quebrar um novo recorde “Thriller”, que já vendeu mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo. O anúncio foi feito pela Recording Industry Association of America (RIAA). A Associação disse que esta obra de 1982 foi primeira a obter “30 vezes o disco de platina”.

O Rei da Pop também continua a ser o artista que mais vendeu de todos os tempos, com mais de mil milhões de discos vendidos em todo o mundo.

É um êxito excepcional, ‘Thriller’ conseguiu um lugar duradouro em nossos ouvidos e em nossa história musical“, assinalou Cary Sherman, presidente da organização em um comunicado.

“Thriller” foi considerado um grande avanço na comercialização e promoção da música, pois o “Rei do Pop” aproveitou as possibilidades do então nascente canal MTV para promover suas músicas com vídeos muito populares.

Relembre abaixo o vídeo de “Thriller”:

Nicki Minaj criticada por actuar em Angola

Organizações de defesa dos direitos humanos pediram ontem (16), à ‘rapper’ norte-americana Nicki Minaj para cancelar a sua presença num concerto em Angola, defendendo que a actuação será encarada como um sinal de aprovação do regime angolano.

Nicki Minaj, é o principal nome do cartaz de um concerto de Natal que vai decorrer no sábado (dia 19) no Estádio dos Coqueiros, em Luanda. O concerto é produzido pela empresa privada de telecomunicações Unitel, detida em parte por Isabel dos Santos, filha do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, no poder há 36 anos.

Em 2013, a cantora norte-americana Mariah Carey também foi alvo de críticas por ter actuado para o chefe de Estado angolano.

Nicki Minaj está a seguir os passos de Mariah Carey, ao aceitar insensivelmente dinheiro de um ditador (…) que tem sufocado a liberdade de expressão de forma eficaz e implacável“, afirmou Jeffery Smith, da organização Robert F. Kennedy Human Rights.

Esta repressão persistente sobre os direitos humanos básicos em Angola tem atingido ativistas, membros da oposição, jornalistas e até músicos“, reforçou Jeffery Smith.

Também para a organização Human Rights Foundation, Nicki Minaj, “uma artista de nível global”, não deve comparecer no concerto. “Não há nenhuma boa razão para ela fazer negócios com a ditadura corrupta de Angola e apoiar uma empresa da família [dos Santos]“, defendeu o presidente da Human Rights Foundation, Thor Halvorssen.

A ‘rapper’ surgiu num vídeo da Unitel divulgado na rede social Facebook para promover o concerto. Num comunicado disponibilizado na página na Internet da embaixada de Angola em Portugal, uma fonte da Unitel afirmou que a cantora norte-americana é um dos símbolos da música ‘rap’ e da emancipação feminina neste tipo de música.

O convite à cantora, segundo destacou a mesma fonte, demonstra o compromisso da Unitel de colocar o país na rota dos grandes espectáculos de reconhecimento internacional.

Angola celebrou em Novembro último, os 40 anos de Independência, com José Eduardo dos Santos, de 73 anos, a prometer progresso para o país, mas os críticos do regime de Luanda acusam o Presidente de governar o país através do medo e da repressão.

Notícias ao Minuto

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