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Francisco Noa vence Prémio BCI Literatura

O académico moçambicano, Francisco Noa, foi proclamado vencedor da V edição do Prémio BCI Literatura, referente ao ano de 2014, com a obra “Perto do Fragmento, a Totalidade – Olhares sobre a Literatura e o Mundo”, numa cerimónia realizada na mediateca do BCI.

Para a entrega desta distinção, cujo valor pecuniário é de 200 mil meticais, o júri, composto por Jorge Oliveira (presidente), Aurélio Cuna e Hélder Faife, após avaliação individual e discussão das obras, decidiu por unanimidade atribuir o prémio a esta obra, olhando para sua grande qualidade, bem como o seu impacto no panorama literário nacional, sobretudo no seio académico e intelectual.

Lançado no ano passado, na capital do país, “Perto do Fragmento, a Totalidade – Olhares sobre a Literatura e o Mundo” é uma obra que, conforme elucida o sub-título (Olhares sobre a literatura e o mundo), reúne as reflexões do autor sobre, primeiro, o fenómeno literário nacional e universal, principalmente, na vertente da teoria e da crítica. Saliente-se, aqui, o facto de que, em toda e qualquer instituição literária, a teoria e a crítica desempenham, ao lado de outros sectores como a escola, a imprensa, um papel de relevo na produção, na recepção, no ensino-aprendizagem, na divulgação e na valorização da literatura.

Livro Perto do Fragmento - Francisco Noa

Segundo aspecto, a obra faz reflexões sobre o mundo em sua volta, cumprindo, deste modo, diversas funções, das quais destacamos as seguintes: pedagógica (encontramos, na obra, textos que constituem verdadeiros espaços de aprendizagem do exercício intelectual); social (os temas e os motivos subjacentes aos textos componentes da obra focalizam a efervescência do tempo passado, presente e futuro da sociedade, sobretudo, a moçambicana); epistemológica (são textos que fazem apelo ao conhecimento, em lato senso).

Francisco Noa é o quinto galardoado, sucedendo João Paulo Borges Coelho, que levou o prémio em 2010, Adelino Timóteo, em 2011, Eduardo White, em 2012, e Ungulani Ban Ka Khosa, em 2013.

Doutorado em literaturas africanas de língua portuguesa pela Universidade Nova de Lisboa (2001), Noa é, desde 1992, professor de Literatura Moçambicana, Literatura Geral e Comparada, Poética e Retórica na Universidade Eduardo Mondlane.

Além disso, Noa é pesquisador de renome, director-executivo do Centro de Estudos Sociais Aquino de Bragança (CESAB), professor convidado e orientador de teses de Licenciatura, Mestrado e Doutoramento em diversas universidades nacionais e estrangeiras.

Ao longo dos anos publicou as obras como “Literatura Moçambicana: Memória e Conflito”, em 1997, “A Escrita Infinita”, em 1998, “Império, Mito e Miopia – Moçambique como invenção literária”, em 2002, “A Letra, a Sombra e a Água”, em 2009 e “Perto do Fragmento, a Totalidade – Olhares sobre a Literatura e o Mundo”, em 2014.

Gabriela faz parte do maior projecto de música africana

Trata-se do maior projecto de música africana, gravado na África do Sul e promovido pela MTN e SABC,  intitulado “We are the World”, que tem como objectivo fulcral lutar contra o vírus do Ébola, que tem sido a principal epidemia de que se tem falado nos últimos tempos em todos os  quatro cantos do mundo.

A versão africana será produzida por Oscar Mdlongwa e Lindelani Mkhize, para além da participação da aclamada e detentora de uma voz indubitável – Gabriela, o projecto vai unir nomes sonantes da música africana, dentre eles, a queniana Liz Ogumbo, os  nigerianos  Praiz, Davido e KCee, os autóctones  Mafikizolo, Donald, RJ Benjamin, Moneoa, Mahotella Queens, Kelly Khumalo, MXO, Thembisile Ntaka , e Sifiso Ncwane.

Nesta senda, Gabriela não deixou de exteriorizar o seu sentimento a respeito daquela que foi a sua participação na gravação da versão africana da emblemática “We are the World”, tendo publicado, na sua página do facebook, que se sentia extremamente honrada por fazer parte daquele projecto.

Recorde-se que a original “We are the Word” foi gravada por um grupo de músicos americanos para África, em 1985. A letra foi escrita pelos decanos Michael Jackson e Lionel Richie, e a produção coube ao Quincy Jones e Michael Omartian.

Cláudio Ismael “pede a maçã” no Intine´s Bar

Cláudio Ismael, cantor moçambicano de zouk e kizomba, e autor de hits como “Par perfeito”, “A tua escolha” e “Maçã”, tem espectáculo agendado para sábado, dia 07 de Fevereiro, no Complexo Intine´s Bar, pelas 21 horas, em Maputo.

Produzido pela Bud Eventos em parceria com a Game Over Entertainment, o show realizar-se-á no Intine´s Bar, localizado na cidade de Maputo, concretamente no bairro de Zimpeto.

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Festival Marrabenta arrasa multidões

Um público muito jovem e eminentemente masculino acorreu, sábado último, à Praça da Independência, em Maputo, para celebrar a festa da música popular e urbana de Moçambique, numa grande récita musical que marcou a abertura do VIII Festival Marrabenta.

Uma miscelânea de cores, aromas, música e muita animação, destacou este espectáculo, que decorreu sob as peculiares temperaturas húmidas que se verificam nesta época. Contudo, o calor intenso não afastou os visitantes do ambiente efervescente.

O concerto, em si, foi também servido a uma temperatura artisticamente quente pelos já conceituados músicos nacionais, nomeadamente Banda Tseque, agrupamento  Makwaela dos TPM, Orquestra Djambo, Pedro Ben (figura de cartaz), Stewart Sukuma, Dilon Ndjindje, Xidiminguana, Mabessa, Liloca, Roberto Isaías e Mr Bow.

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Num palco onde velhas glórias da marrabenta e do cancioneiro popular moçambicano partilharam as suas experiências com músicos da nova geração, o concerto teve muito requinte e boa música, que primou, acima de tudo, pela boa qualidade da luz, incluindo outros aspectos logísticos e organizacionais. Nota negativa para a qualidade do som que não foi das melhores, alias, por vezes o ruído das baterias e das guitarras ofuscavam a voz dos músicos, quebrando as melodias e em certo momento dando a impressão de os artistas estarem a improvisar ou a murmurar. Mas nem por isso a plateia parou de aplaudir efusivamente aos artistas.

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Paulo Sithoe, director-geral do Laboratório de Ideias, instituição organizadora do festival (em parceria com a mcel), referiu que “começámos muito bem. Arrancamos com uma banda jovem. Preparamos um palco digno para a marrabenta e vamos, dia 2 de Fevereiro, de comboio, para Guaza Muthini. No dia seguinte, vamos para Matalane, para no dia 5 juntar-mo-nos à festa da Matola. No dia 7, será a vez de Xai-Xai”.

Gasso anuncia casamento para Fevereiro

O jovem cantor, compositor e produtor musical, João José Felisberto Franco, mais conhecido no arco da música pelo seu nome  artístico Gasso, anunciou hoje, 29 de Janeiro, que vai contrair matrimónio em Fevereiro próximo, concretamente no dia 27.

Depois de  Dj Faya e Nelson Nhachungue, quem decidiu entrar para o clube dos casados é o conceituado e já internacional artista moçambicano  Gasso, de 25 anos de idade, que afirma categoricamente   sentir-se já preparado para casar a mulher de que tanto ama.

O autor dos hits “Ti vi”, “Mulher de aluguer”, e “Se não fosse por dinheiro”, não revelou a identidade daquela que será a sua legitima esposa, mas contou à equipa do MMO como é que se teriam  conhecido, “Conhecê-mo-nos na festa de um amigo, os dias foram passando, trocamos impressões, começamos a interessar-nos um pelo outro e, consequentemente, o amor foi crescendo. Hoje, achamos que já estamos preparados para contrair o matrimónio.

Conhecido pelas suas cómicas composições, mas com mensagens de alto teor educativo,  Gasso disse que para além dos seus familiares, estarão presentes no seu casamento, amigos e colegas de profissão. Nesta senda, acrescentou dizendo que está ansioso, pois não será uma pequena cerimónia, mas sim um acto que vai, obviamente, marcar a si e a sua futura esposa.

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“Aos jovens moçambicanos e não só, aconselho a não serem precipitados, um homem com mulher e outro sem mulher são completamente diferentes. Falo isto por experiência própria, sei o que é ficar sem namorada e como é que as coisas correm na vida de um homem. Espero que sigam o mesmo exemplo, no tempo certo e com a pessoa certa e que não se sintam pressionados, que simplesmente façam de coração, sejam fieis e amem os vossos parceiros”, aconselhou.

Recorde-se que para animar, deleitar  e guiar a cerimónia de casamento, Gasso convidou o apresentador de um dos maiores programas de entretenimento de que o pais dispõe, Puto Aires.

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Intercâmbio cultural em África

A organização Art Moves África (AMA), lançou um concurso com o objectivo de facilitar os intercâmbios culturais e artísticos no continente africano, que se vai  realizar à partir do dia 01 de Fevereiro.

Segundo o Site angolano RA (Rede Angola), a iniciativa está a oferecer bolsas de viagem para artistas, profissionais das artes e promotores culturais que vivem e trabalham no continente à fim de fortalecer a troca de informações, reforçar as competências, desenvolver as redes informais e promover a busca por cooperação.

Os candidatos devem trabalhar no teatro, dança, música, artes visuais, cinema ou literatura. Para solicitar a bolsa é preciso preencher um formulário disponível no site da AMA ( www.artmovesafrica.org ) e explicar os objectivos da viagem. Em seguida, o formulário de inscrição deve ser enviado por e-mail apenas para o seguinte endereço: aplications@artmovesafrica.org, antes do prazo, 1 de Fevereiro.

A cada quatro meses, o comité vai divulgar os nomes de alguns artistas para beneficiar da bolsa.

Casimiro Nhusy celebra aniversário com Espectáculo “Apoteose”

O músico e coreógrafo moçambicano, Casimiro Nhusy, radicado em Canadá, celebra hoje, 29, os 30 anos de carreira e  50 natalícios, com um espectáculo cognominado “Apoteose”, no Centro Cultural Universitário Eduardo Mondlane, pelas 19.00 horas, em Maputo.

Marcado para às 19.00 horas de hoje, “Apoteose” vai reunir artistas de diferentes géneros musicais que dispensam qualquer tipo de apresentações no arco artístico-cultural, dentre eles, Pérola Jaime, Neyma, Stewart Sukuma, Roberto Chitsondzo e o saxofonista Muzila Malembe.

Além de celebrar o seu aniversário, Casimiro Nhusy pretende também, celebrar os dois prémios internacionais que arrecadou nos últimos dois anos, no Canada. Trata-se concretamente dos prémios “Disco do Ano”, na categoria de World Music, com o álbum “Gweka”, e Canadian Music Awards, com o álbum “Makonde”.

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O repertório musical para a actuação do multifacetado artista, será composto por temas que pertencem as  duas discografias aludidas, e de alguns temas do tempo em que representava a Companhia Nacional de Canto e Dança (CNCN).

Recorde-se que Nhusy esteve no país no ano passado, 2014, onde apresentou, nas cidades de Maputo e Pemba, o seu trabalho discográfico cognominado “Gweka”, que significa “Sozinho” em língua Makonde, composto por 12 faixas.

Arranca VIII edição do Festival Marrabenta

Arranca neste sábado (31), na Praça da Independência, cidade de Maputo, o VIII Festival da Marrabenta, que irá juntar no mesmo palco algumas vozes consagradas da música nacional. O evento terá início as 15 horas, com um concerto musical que terá  como figura de destaque, o músico moçambicano radicado em Londres, Pedro Ben.

Para além de Ben, o concerto contará ainda com a presença de Dilon Djindji, Stewart Sukuma, Xidiminguane, Orquestra Djambu, António Maiengane, Os Gallotones, Alberto Mutcheka e ainda músicos da nova geração tais como Mr. Bow, Mabermuda, DJ Ardiles, Mr. Kuka, Liloca, entre outros.

O Festival irá decorrer entre os dias 31 de Janeiro e 7 de Fevereiro e, para além da Praça da Independência (Cidade de Maputo), o festival irá escalar o Distrito de Marracuene (Gwazamuthini e Centro Cultural de Matalane), Matola 700 e Cidade de Xai-Xai, na Província de Gaza.

Esta é uma parceria entre o Laboratório de Ideias e a Mcel, que tem como objectivo geral resgatar o gosto pela Marrabenta, música acústica e sua importância entre as gerações, criando oportunidades de debates e críticas sobre práticas, atitudes e comportamentos socialmente aceites para que haja uma abordagem comum de aspectos sócio-científicos ligados a música.

“Os eventos serão todos grátis e irão começar sempre as 15:30 e terão o seu término por volta das 22:30. Teremos o maior concerto de todos, este de abertura na Praça da Independência, é de certa forma uma viragem porque nós sempre fazemos para mais do que 10 mil pessoas fora de Maputo”, explicou  Paulo Sithoe, Director Geral do Laboratório de Ideias.

“Normalmente os eventos aconteciam no Centro Cultural Franco-Moçambicano ao qual agradecemos por durante 7 anos ter acolhido o Festival mas este ano decidimos que devia se fazer na praça pública”, terminou dizendo.

A figura de cartaz desta edição, Pedro Ben, apela a presença massiva do público durante a semana da Marrabenta, pois promete dar o melhor de si em palco. “É a primeira vez que participo deste Festival e o faço com muito gosto e espero sinceramente que o povo esteja lá em peso para eu dar o meu máximo como sempre”.

A VIII edição do Festival contará com o já tradicional Comboio Marrabenta que partirá da Estação Central dos Caminhos de ferro às 13:30 e voltará às 6:00 do dia 3 de Fevereiro.

A festa da Marrabenta contará ainda com a presença de artistas nacionais e internacionais. Haverá igualmente estúdios abertos para a promoção do intercâmbio com jovens bandas e músicos em geral. Três workshops sobre música, dança e história.

500 Funcionários da DreamWorks para o “olho da rua”, após fracasso de filmes

Depois de fracassos que foram os filmes “Mr. Peabody e Sherman”, A origem dos Guardiões”, “Os Pinguins de Madagáscar” e “Turbo”, o maior estúdio de animação independente de Hollywood, DreamWorks animation, anunciou,  nesta quinta-feira, 22, a demissão de 500 funcionários, cerca de 25% do quadro que o compõe, além da redução na produção.

Quanto à redução na produção, a companhia anunciou que, de três filmes por ano, como vem fazendo, passará a produzir dois nesse período. “A principal prioridade da DreamWorks Animation é obter êxito em nível criativo e financeiro”, afirmou, o também cofundador da empresa Jeffrey Katzenberg.

Para os próximos três anos, a DreamWorks Animation vai se concentrar nas seis animações: “Kung Fu Panda 3” e “Trolls” (2016); “Boss Baby” e “Os Croods 2” (2017); e “Larrikins” e “Dragons 3” (2018).

Criado em 2000 por Spielberg, Katzenberg e David Geffen, DreamWorks Animation é o maior estúdio de animação independente de Hollywood, com entre 1.950 e 2.200 funcionários.

Poetisa Enia Lipanga Revela que há pouca colaboração da mídia na divulgação da poesia

Énia Lipanga é uma poetisa moçambicana que começou a escrever há sensivelmente 10 anos, sendo que profissionalmente há oito. Deu os seus primeiros passos num concurso organizado pela escola onde frequentou e, posteriormente, foi eleita para júri do mesmo. Com duas obras escritas, nomeadamente, “Orgia no Mercado Janete” e “Vida de Moçambique, que pretende lançar no ano em curso, 2015, Énia considera-se uma artista comprometida com a poesia, e coloca-a na segunda posição da lista do que mais idolatra, depois de Deus. Além da versatilidade que a caracteriza como escriba, ela mostra versatilidade noutros arcos de actividades, como o jornalismo onde tem o papel de repórter, editora e colunista de fofocas.

Numa entrevista com o MMO, a versátil e promissora poetisa revelou que a mídia moçambicana não abre espaço para uma divulgação plena da literatura, principalmente da poesia.

“Estamos a sentir uma falta de colaboração, ou se quisermos, falta de abertura de espaço. Algumas rádios nas quais submeti o projecto “Palavras são Palavras”, dizem que por serem comercias, não podem encaixar lá um programa exclusivamente literário – que chega a ser para um pequeno público. Contudo, as rádios preferem, no lugar de enquadrar um programa virado à literatura, passar músicas, que na sua óptica estão a “bater”, algo que eu repudio. Tive que participar em muitos programas de hip-hop para poder declamar”, desabafou.

Novas Tendências e a Sexualidade

Já desde os tempos mais remotos, os homens são ensinados, a partir da sua nascença, a viver e comportar-se de acordo com o seu género e a sua orientação sexual. Ora, os rapazes brincam com carrinhos e as meninas com bonecas e panelinhas.

Este separatismo estende-se até às cores: azul para eles e rosa para elas.

Mesmo assim, com o avanço

Homem com Tendências Feministadas tendências contemporâneas da moda, nota-se nos últimos dias, homens que se apresentam à sociedade desvinculados desses preceitos separatistas que regem o papel social.

Segundo o influx-blog, a palavra swag teve origem na gíria escocesa swagger, usada para referir a maneira oscilante de andar dos escoceses e mais tarde ganhou o sentido de estilo e atitude, forma como alguém se comporta, apresenta-se e conduz o seu estilo de vida.

Quem é swagger chama atenção porque deixa sempre (muitas vezes de forma excessiva) uma impressão única por onde passa. Porém, a palavra swagger, usada muitas vezes de forma abusiva, ganhou um significado diferente e porque não um acrónimo? ‘Secretly we are gays’ (que em português significa – secretamente nós somos gays)

A palavra swagger atingiu uma popularidade que está presente até no mundo da música. É com base no swag e nas novas tendências, que mesmo na companhia das suas parceiras, homens mostram-se para o mundo trajados de roupas e acessórios exclusivamente femininos. Saímos à rua para ouvir…

Rogério Langa, residente em Maputo, em conversa com o MMO disse “Não vejo problemas em um homem vestir-se de saia, do mesmo jeito que as mulheres vestem calças, tiram o cabelo todo. Acho que eles querem mostrar que também são frágeis”, afirmou.

Muito embora não se sinta capaz de vestir-se a “mulher” Langa diz não ter nada contra os homens que põem saias e calças apertadas.

Por seu turno, José Belmiro disse de forma categórica que a moral está em crise. “Uma coisa é orientação sexual, outra é não saber definir o padrão de moda. Sinceramente, isso é um absurdo”, concluiu.

Belmiro disse ainda que alguns aproveitam-se do swag para dizer aos que estão à sua volta, mesmo que de forma indirecta, a sua real orientação sexual. “Igualmente virou moda para alguns promotores de eventos inventar festas de fantasias, enquanto é mesmo para os homo e ou bissexuais revelarem-se. Não condeno, mas também não gostaria de ser assim”, rematou.

Entre os prós e contra, a equipa do MMO tentou auscultar o posicionamento de algumas mulheres, onde a Kátia Linda disse: “nem na idade de me apaixonar por barbaridades eu me encantei por homem que apenas usava brincos, por mais pequenos que fossem, quanto mais de saia. Um pouco demais para mim. Aceito os contornos da moda, mas homem é sempre homem.

Por sua vez, Sheila Mamudo referiu que “não tenho nada contra os gays, mas um homem de verdade teria muitos problemas em vestir-se como mulher e eu nem quero me imaginar do lado desse homem, pois não entenderia se estaria com o meu parceiro ou com uma amiga” frisou.

Caso para referirmo-nos ao Swagger como uma forma irreverente de ser, todavia é muitas vezes aliado à orientação sexual.

Ex-namorado de Britney Spears, John Sundahl é morto pelo Talibã

O homem que ajudou Britney Spears a lutar contra o vício das drogas morreu, na semana passada, no Afeganistão.

O piloto John Sundahl (44), ex-namorado de Britney Spears, foi morto enquanto voava de helicóptero à capital Kabul, no Afeganistão. De acordo com a imprensa internacional, o Talibã foi responsável por disparar tiros contra o helicóptero.

John estava no Afeganistão há alguns meses, onde trabalhava no transporte de oficiais americanos pelo país. “É de partir o coração. John estava lá a tentar consertar o país e ajudar as pessoas. Ele costumava dizer que o país estava um caos”, disse o irmão dele ao Sunday Mirror.

O corpo foi expatriado para os Estados Unidos, onde John Sundahl foi enterrado, numa cerimónia budista.

Uma fonte próxima de Britney Spears contou ao Daily Mail que a artista está devastada com a morte do antigo companheiro, que considerava “um homem encantador”.

Ambos conheceram-se nas reuniões dos Alcoólicos Anónimos, em 2007.

Manollo poderá produzir novo álbum de Ary

O produtor musical moçambicano Nelson Francisco Dias De Sousa, mais conhecido nos arcos da música como Manollo, pode ser produtor do novo trabalho discográfico da cantora angolana Ary, que prevê ser lançando ainda este ano, 2014.

Para o efeito, Manolo está ainda numa fase de negociação para a materialização do trabalho com um dos nomes sonantes da música angola, Diva Ary.  O trabalho com angolanos não é de hoje, o produtor moçambicano já trabalhou com Heavy C e também co-produziu o álbum “Filho meu” com Nelo Paim da cantora Yola Semedo que é um tremendo sucesso nos países lusófonos.

Refira-se que além de produtor musical, Manollo é actualmente Júri de um concurso de descobertas de talentos – Turma Tudo Bom.

O bastão do “selfie”, uma nova febre das redes sociais

Os paus ou bastões de “selfie” foram eleitos uma das grandes inovações de 2014 pela revista norte-americana Time. A publicação destaca a criação de um novo mercado pelo acessório e a possibilidade de capturar imagens em um novo ângulo.

É indubitável a forma influente e estrondosa de que esta nova técnica de se auto-fotografar entrou na vida dos que amam fotografar. Hoje, é frequente ver, em quase todos os cantos, principalmente nas redes sociais, fotos captadas com auxílio deste equipamento tecnológico, o célebre pau de “selfie”.

Apesar de só ter virado “febre” em 2014, fazer “selfie” usando um bastão não é algo necessariamente novo. Uma foto tirada há 89 anos já mostra o uso do acessório pelo britânico Arnold Hogg. Na ocasião, ele fez um auto-retrato com sua mulher, Helen Hogg, logo após seu casamento. As informações são do “Daily Mail”.

A primeira imagem captada com auxílio de um bastão data de 1926 e foi descoberta por Alan Cleaver, neto de Arnold Hogg. Na foto, consta a expressão “self taken” (tirada por mim mesmo, em tradução livre) e a data do clique (Outubro de 1926). O registro dá pistas de que essa era uma forma relativamente comum de fotografar.

O conceituado dicionário Oxford, escolheu “selfie” como a palavra do ano de 2013, Segundo pesquisa realizada pelos editores da publicação, desde 2012, o uso da palavra aumentou 17.000%, número significativo.

O Instagram, mesmo sem constar da lista das 10 maiores redes sociais, é o principal responsável por essa nova onda. Segundo a ferramenta Statigram, a hashtag selfie já foi usada mais de 57 milhões de vezes na rede social.

Afinal, qual é a definição concreta do termo “selfie”…

OxfordDictionaries.com define o conceito selfie como “Uma fotografia feita de si mesmo, geralmente com um smartphone ou webcam e enviada para um site de mídia social”.

Divulgados os nomeados do Kizomba Music Awards

Foram divulgados os nomeados para os Kizomba Music Awards, um galardão anual que distingue profissionais que se destacam no universo da música e dança africana nas categorias de Kizomba, Zouk e Semba.

As votações vão decorrer durante o mês de Janeiro, terminando no próximo dia 25. A votação é aberta a todo o público e cada pessoa pode votar até três vezes por categoria.

De Moçambique, estão nomeados Twenty Fingers, Cláudio Ismael, Euridse Jeque e Ahssan Júnior.

Os vencedores serão anunciados na Gala de Prémios, que terá lugar a 8 de Fevereiro no Dom Pedro Golf em Vilamoura, Portugal.

Twenty Fingers concorre em três categorias, Artista Revelação, Melhor Álbum “Assuma”, e Melhor Voz Masculina. O cantor Cláudio Ismael concorre para a categoria Melhor Vídeo Masculino com a música “A tua escolha”, Euridse Jeque concorre para a categoria Melhor Voz Feminina, concorrendo para a mesma categoria o cantor Ahssan Júnior, mas em Masculino.

Roberto Chitsondzo prepara CD a solo

Um dos mais conceituados músicos do país da marrabenta, também vocalista da banda dos bons rapazes – Ghorowane, vai lançar, este ano, o seu primeiro trabalho discográfico à solo, cognominado “Kwiri la mamana”.

“Kwiri la mamana” que em português significa “Ventre da mãe”, é um álbum que por ora conta com 16 faixas, porém não se ignora a possibilidade de as mesmas serem reduzidas.

As composições que integram aquele que será o primeiro trabalho discográfico solo de Chitsondzo, são resultantes da adaptação feita à prosa do escritor Ungulani Ba Ka Khosa, traduzida para changana, língua que reina nas composições do Chitsondzo e a sua da banda, e dos versos do poeta Leite de Vasconcelos, bem como temas associados ao cancioneiro moçambicano.

Em entrevista a STV, Roberto Chitsondzo disse que todas a músicas são de interesse socio-cultural, e conta com várias participações de peso, nomeadamente, Morreira Chonguissa, Jimmy Dlhudhlu e Mozila Malembe.

É de importância ressaltar que “Kwiri la mamana” será lançado com o livro com o mesmo título, o mesmo vai apresentar críticas das músicas de Chitsondzo e da sua carreira.

Cantora Gabriela pede sugestão da cor do seu novo CD aos fãs

Gabriela, detentora de uma voz única e de se invejar, que há muito se ouve pelos moçambicanos apreciadores de música calma, publicou hoje, 05 de Janeiro, na rede social mais popular do mundo, facebook, uma foto acompanhada de legenda onde pedia sugestão da cor que devia ostentar o seu novo trabalho discográfico intitulado “Gabriela 2015”.

No “post” em causa, a autora da música “Mina na Wena”, apresentou três amostras daquilo que seria o seu trabalho discográfico, nomeadamente, cor-de-rosa, preto e vermelho. Das cores aludidas, o destaque vai para a cor preta, pois os internautas são unânimes ao afirmar que a mesma representa muito bem aquilo que é o nosso continente.

Madonna rebate críticas sobre acusação de racismo

Acusada de racismo por ter publicado no Facebook fotos dos ícones negros, Nelson Mandela e Martin Luther King numa montagem polémica, cobrindo seus rostos com cordas pretas, a cantora americana Madonna fez questão de rebater as críticas dos internautas.

Na sexta-feira, a diva do pop publicou na rede social imagens de Mandela, King e outras personalidades manipuladas no Photoshop para imitar a capa do seu novo disco, “Rebel Heart” (coração rebelde).

Madonna alegou que as imagens tinham sido enviadas por fãs, e negou estar se comparando a Mandela, King, ou qualquer outra personalidade que aparece nas montagens, como John Lennon ou a falecida princesa Diana.

“Desculpe, não estou a comparar a ninguém. Admiro e reconheço os seus corações rebeldes. Não é nenhum crime, nem um insulto racista”, rebateu a cantora, numa mensagem cheia de erros de ortografia.

“Fiz a mesma coisa com Michael Jackson, Frida Kahlo e Marilyn Monroe… Estou a dizer que sou como eles? Não. Estou a dizer que também são corações rebeldes. Espero fazer um dia um centésimo do que fizeram”, afirmou.

“Eu apenas compartilhei estas fotos enviadas por fãs, mas eles, também não são racistas. Pode colocar-me na mesma categoria, agradeço”, completou.

“Rebel Heart” é o futuro décimo terceiro álbum de estúdio da cantora americana Madonna, que será lançado em 10 de março de 2015 pela Interscope Records.

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