Estava na Internet a procura de ideias para novos artigos e encontramos esta lista bastante interessante publicada no Mozamigos e decidimos melhora-la. Poucos viram a lista, que foi publicada em 2008, mas quero acreditar que depois de passar pelo nosso blog não haverá ninguém que não vá saber quem são as pessoas que têm dinheiro de verdade em Moçambique.
Um detalhe curioso sobre este artigo
Mesmo estando na lista dos mais ricos do país, alguns destes senhores praticamente não existem na internet. Foi extremamente difícil encontrar fotos destes senhores. Temo que talvez nós tenhamos colocado uma foto errada de um deles…
Vamos a lista então…
1. Armando Guebuza
Falar mesmo?
2. John Kachamila
Ex-ministro dos recursos minerais.
3. Joaquim Chissano
Antigo Presidente da República.
4. Mohamed Bachir Sulemane (MBS)
Comércio. Mas os EUA garantem que ele é um traficante de drogas.
A questão dos chapas é o actual calcanhar de Aquiles em Moçambique, sobretudo em Maputo. Para sair de qualquer bairro em Maputo para a “cidade” e vice-versa é preciso apanhar no mínimo um chapa (É óbvio) . O problema é que para apanhar um desses, é preciso passar por varias situações complicadas, desde esperar uma eternidade, ficar em filas enormes e ainda lutar para conseguir entrar no tal de chapa – lutar mesmo. Quem consegue entrar ainda tem que suportar engarrafamento que não acaba mais. Até lá você já terá gasto todas suas energias, que era para serem usadas no trabalho ou na escola.
E hoje o conceito de chapa se estende aos camiões caixa aberta que circulam por aí…
Qualquer pingo de água faz grandes estragos na nossa cidade. Os principais pontos de Maputo ficam inacessíveis. As vias de acesso ficam inundadas e famílias desabrigadas. Vejam em fotos, os resultados das últimas chuvas em Maputo na zona da Junta…
Um dos melhores locais para passar feriados e festas de natal e fim de ano é a Praia de Chidenguele, locazada em Gaza, há uns 250 quilómetros de Maputo. É um óptimo lugar para fazer caminhadas, hilariantes mergulhos, passeios de moto…e o mais importante: provar variadíssimos mariscos, todos frescos. Além disso, você ainda pode levar algumas lembranças para casa, como as diversas peças de arte feitas por artesãos locais para todos os bolsos.
A história que vou contar hoje é baseada em factos reais. Na verdade mostra os antecedentes e o desfecho de uma notícia que passou nos noticiários nacionais. Para tornar a história o mais compreensível possível, eu alterei o enredo, mudei factos, inventei nomes e criei minha própria versão. Você vai notar que em alguns casos eu interrompo a narrativa para falar directamente com as personagens e consigo, não se espante, esse é meu estilo.
Ivan e Marcos eram grandes amigos desde época em que A Politécnica era ISPU, foram bons colegas e se tornaram melhores amigos.
Ivan era um jovem promissor, com um futuro brilhante, cheio de sonhos e ambições. Era de uma boa família, tinha um bom emprego, amigos e uma namorada que ele tinha certeza que seria a mãe de seus filhos.
Marcos tinha muito para dar, todos esperavam grandes coisas deste rapaz. Ninguém duvidava que um dia ele estaria sentado ao lado do seu amigo no topo do mundo.
A Sofia era uma rapariga muito bonita e meiga. Essas e muitas outras características (que desconheço) conquistaram o coração do Ivan. Seu amor por essa mulher era platónico. Coisas como essa são raras nos dias de hoje.
Ivan viveu um dos melhores dias da sua vida, quando a Sofia lhe contou que estava grávida, que ele seria pai. Finalmente o Jovem Ivan realizaria o sonho da maioria dos homens decentes – Ter uma família com a mulher que ama. Ele não conseguia conter sua alegria. Pela primeira vez ele sentira aquela sensação que só quem já esteve na mesma situação que ele conhece.
Ele passou o resto do dia comemorando com seu melhor amigo Marcos que parecia estar mais feliz que o próprio pai do rapaz – se eu não soubesse de nada eu acharia que ele é que seria pai. Os dois faziam planos. Marcos declarou que seria padrinho da criança para ensina-la as coisas boas da vida. Ele sugeriu um nome que o amigo aceitou depois de horas e horas rejeitando outros nomes.
Naquela noite Ivan dormiu como uma adolescente apaixonada. Só pensava do seu pupilo e no futuro que teria com sua futura esposa.
Alguns dias depois daquela confusão toda, a senhora Verónica conseguiu finalmente voltar ao ritmo normal de trabalho, afinal de contas uma parte do país estava paralisada enquanto ela resolvia esse “problema” do filho. Todos sabiam que no fundo ela estava feliz com a notícia de que seria avó.
Ivan acordou cedo naquele dia e mal falava, esta com um aspecto extremamente sisudo, parecia estar a preparar-se para ir a guerra que decidiria o destino da humanidade. Ele vestiu como quem iria ao serviço, parecia estar muito nervoso, estava agitado. Dava a impressão de que o Ivan que conhecíamos ainda estivesse a dormir e que um espírito sinistro movesse o corpo do rapaz. Ele nem lembrou-se da mandar a mensagem de bom dia à Sofia e nem deu um “comé” ao melhor amigo. Saiu de casa e para trás só deixou poeira.
A senhora Verónica é uma personalidade muito importante na cidade, ela estava bastante atarefada quando foi interrompida pela toque do celular. Era seu filho Ivan ligando.
Ela pegou no telefone, com o rosto ríspido ela atendeu para saber porque o filho ligava para ela no meio do trabalho:
– Aló!
– Aló mãe. Eu vou me matar.
Esse não é o tipo de brincadeira que um filho pode fazer com uma mãe. E também não era do feitio do Ivan fazer esse tipo de coisa. Quando ouvimos uma coisa dessas temos sempre a esperança de termos ouvido mal e que em alguns segundos estaremos rindo da nossa própria cabeça, que fica ouvindo coisas e instintivamente, sem pensar dizemos:
– O que? Porque?!
E depois de ter feito duas perguntas ao mesmo tempo percebemos que só a segunda é importante. É para aqui onde recuamos e dizemos “poderia tê-lo ajudado”. E como era de se esperar ele irá escolher responder a pergunta mais fácil, e aí está tudo perdido.
– Vou me suicidar, eu não aguento mais!
Você nota que ainda não está tudo perdido, mas não sabe o que fazer, e mais uma vez fala sem pensar…
– Não meu filho, não faça isso!
Ele ficou desapontado. Ele achou que talvez a mãe o pudesse fazer mudar de ideia. Mas ela parece estar mais confusa que ele.
É aí onde você tenta mover mundos e fundos para convencer a pessoa a não cometer essa desgraça consigo mesma, mas não consegue. A pessoa não está a procura motivos para não se matar, ela está em busca de motivos para viver. Você vai insistir até que ela desligue o telefone na sua cara e você entra em pânico…
Ivan não foi mais visto depois daquela ligação. A mãe abandonou o trono em busca do filho dissidente. Os súbditos foram accionados para localiza-lo. Não estava no serviço, não estava com o Marcos e nem estava às trepadas com a Sofia. Ivan estava abraçado ao chão do passeio de um prédio, algures na cidade de Maputo.
Cinco minutos antes de ele ser encontrado estatelado no chão, ele havia subido até ao ponto mais alto do prédio e lançara todos os sonhos para aquele passeio. Ele atirou-se na terra na expectativa de libertar-se daquele peso que só ele carregava. Ele suicidou-se e deixou os problemas para que realmente os merecia. Ele “resolveu” os problemas dele e deixou o resto se ajeitar sozinho.
Uma parte do resto era seu melhor amigo que, sofrera bastante ao receber a notícia da morte do seu melhor amigo. Sua garganta ficara tão seca que ele teve vontade de beber toda a água do mar. Aquela notícia era como uma martelada nas bolas, não tinha concerto. Não havia mais horizonte.
Marcos pegou no carro e foi até à marginal onde pretendia matar sua sede. Marcos pensou pela última vez no seu afilhado e lançou o carro às barreiras da costa e morreu. Ele lançou-se no mar na expectativa de acabar com aquela sensação que só ele sabia de onde vinha. Ele não quis ficar com os problemas que o amigo deixara só para ele.
Sofia estava transtornada, ninguém conseguia fazer ela dizer uma única palavra, ela estava em choque. O pai do seu filho estava morto.
A dona Verónica esperou pacientemente que as cerimónias fúnebres fossem realizadas nas duas famílias e só depois foi falar com a Sofia, ela era a outra parte do resto. Ela tinha as respostas. Ele tinha que falar. E ela falou.
Na noite anterior a aquelas desgraças, o Ivan descobriu que seu filho na verdade foi um empréstimo de seu amigo Marcos. Aqueles dois desgraçados lhe traiam bem debaixo do nariz. É possível que talvez tenham usado sua cama para fazer aquele filho. Ivan não conseguiu suportar o facto de que seu melhor amigo engravidara a mulher da sua vida, a mãe dos seus filhos. Como ele viveria isso?
Marcos não poderia suportar a ideia de que seu amigo havia tirado a própria vida porque ele era uma amigo falso. Como ele viveria com isso?
Sofia Sofia Sofia… Como viverás com isso?
O bebé? O bebé é inocente…
Eu sei que muitos não vão resistir à vontade de copiar este texto e espalha-lo por email sem deixar os devidos créditos. Façam o que bem entenderem, eu não me importo…
Hoje, andava eu pelas ruas Russas, mergulhado em meus pensamentos. Ia deslizando ao ritmo da vida de um estudante Moçambicano. Do nada, o meu olhar esbarrou-se com uma cena banal, mas carregada de sentimentalismo…
Um misto de emoções e dúvidas faziam com que eu sentisse vergonha de ser humano, nesse instante suportava o “veneno da racionalidade”. No lugar onde decorria a magnifica cena (jardim), a neve de um branco reluzente cobria a terra, 4 quadrúpedes (cães) brincavam, saltavam, rebolavam… soltavam latidos que os meus ouvidos surdos ouviam, magnetismo que minhas entranhas absorviam… Os outros 2 cães copulavam aos olhos de tudo e todos. Na quadrilha canina havia amor, havia paz, havia harmonia…
Não eram apenas cães, eram cães de raças diferentes, ignorando a cor dos pelos que os cobriam, as suas alturas, ou os moldes dos focinhos de cada um. Viviam cada instante como se fosse o último, como se tivessem asas…
Humanos como eu, passavam, ignoravam, e cada um seguia o seu rumo. Senti-me mal, deu-me vontade de correr atrás de algum osso, rebolar,lati, copular sem medo e nem vergonha…
Mas não pude, sou humano, alvo de críticas e a hipocrisia dos homens.Tenho de acostumar-me a viver em um mundo totalmente oposto a este que tentei descrever.Um mundo com racismo,”latidos das armas”,vergonha de fazer amor em publico,mas desprezando ou idolatrando os homens de acordo com a cor da pele ou bens materiais… Eu faço parte dos seres que destroem o jardim que nos acolhe, que não tem freios nas suas ambições… sim, é desse mundo que faço parte. Mundo que é responsável por todos os outros mundos existentes, inclusive o dos quadrúpedes que vi no jardim, infelizmente!
Qual habitante da cidade de Maputo nunca viu um desfile dos Madjermans numa quarta feira?
Pelo menos eu já estou cansado de ver esses reclamando pelo dinheiro que nunca chega aos seus bolsos.
Com o tempo muitos madjermanes foram nos deixando e agora grande parte dos que fazem parte dos seus desfiles são viúvas e familiares que, não estão dispostos a desistir dos seus direitos. Tempos atrás eu recebi uma foto inusitada, na verdade é uma cena bizarra protagonizada pelos Modjermans. Um homem pendurado numa cruz – fazendo referência à crucificação de Jesus Cristo – que carregava um “letreiro” com a seguinte mensagem “Governo Crussificou Madjermans”. Ignoremos o erro ortográfico e olhemos para esta cena.
Já que os senhores de colarinho branco parecem não estar dispostos a pagar nada, seria uma boa ideia criarem um Centro Cultural do Madjermans. Melhorando a situação destes senhores, estaremos a reduzir a chance de um dia esta malta fazer coisas desnecessárias.
Eu particularmente fico muito impressionado com a persistência destes homens. Moçambicanos são sempre relaxados e conformados. Estes deixaram de ser moçambicanos há muito tempo… esses Homens são Madjermanes!
Pensando nos vários moçambicanos que lutam todos os dias para conseguir entrar no mercado de trabalho moçambicano, o Moz Maníacos oferece um novo Website totalmente dedicado ao anúncio de vagas de emprego nas diversas áreas, para todos os níveis e para todas as províncias do País – O Emprego Moz Online.
Como Funciona o Emprego Moz?
O Emprego Moz é um serviço gratuito do Moz Maníacos que tem o objectivo de ajudar a todos os que buscam oportunidades de emprego em Moçambique, oferecendo recursos tanto para candidatos quanto para empresas que desejam recrutar.
É uma página simples que vai directo ao objectivo: Oferecer Emprego.
Você simplesmente acede à página e navega por categorias (área de actuação, nível académico, província) para encontrar o emprego que deseja.
É possível também enviar seu CV para que ele possa ser redireccionado a possíveis vagas.
Como já foi dito antes, você pode procurar emprego por província, por especialidade, por nível académico, e se possível, por remuneração.
Você pode criar um perfil profissional único com seu Curriculum que ficará disponível para sempre no nosso Website para que seja apreciado por milhares de contactos profissionais por todo país.
Para quem procura candidatos nós disponibilizamos para além do directório de CVs, um espaço ilimitado para a publicação de anúncios de vaga de forma completamente gratuita. Publique agora!
Por acaso não sou muito ligada ao desporto. Mas, vou falar mesmo assim…
É que os nossos Mambas nunca ganham um jogo fora de Moçambique e a pergunta que surge para todos é porquê? Vamos analisar: como é que eles podem ganhar um joguinho que seja se internamente eles mal têm campos para treinar? O caçador não vai a caça sem material para fazer o trabalho dele. Eu acredito que deveriam existir mais campos, não é?
Agora temos o Estádio Nacional. Aquela obra chinesa está totalmente abandonada e porca. E a piscina? Suja suja suja. O resultado vão ser mosquitos e malária só.
Então vamos tomar o campo do Clube Costa do Sol como exemplo (embora este seja relativamente melhor a muitos campos de outros clubes por aqui), para ver com andam as coisas em termos de infraestruturas desportivas por aqui. As fotos à seguir falam melhor que eu!
Por Que Temos Uma Ak-47 Nos Nossos Símbolos Nacionais?
A bandeira e o brasão
Bandeira de Moçambique
A bandeira moçambicana nem sempre foi a mesma, ela passou por diversas transfigurações ao longo do tempo. A primeira bandeira (1974/5) continha as tradicionais cores, mas não continha quaisquer imagens. A bandeira adoptada após a declaração da independência passou a incorporar cinco objectos, uma circunferência dentada, um livro, uma enxada, uma arma e uma estrela vermelha. Em 1983 a bandeira sofreu outra alteração: muda-se a disposição das listras, desaparece a circunferência dentada, surge um triângulo isósceles vermelho invertido (maçónico?) e a estrela torna-se maior e de cor amarela (dourada). A bandeira é a mesma até à actualidade.
O brasão da República foi estabelecido após a independência e é baseado nos elementos gráficos do antigo brasão de armas da União Soviética. Embora tenha sofrido melhoramentos gráficos, o actual emblema não difere do primeiro, senão nos dizeres da faixa vermelha, que de “República Popular de Moçambique” passou para “República de Moçambique”.
Analisando-se estes dois símbolos, salienta-se a arma, sim, uma AK-47. Tanto na bandeira como no emblema a arma simboliza a luta de resistência ao colonialismo português, a Luta Armada de Libertação Nacional e a defesa da soberania.
AK-47 e AKM
AK-47 é sigla da denominação russa «Avtomat Kalashnikova 1947» (Arma Automática de Kalashnikov modelo de 1947). É um fuzil de assalto de calibre 7,62 x 39 mm criado por Mikhail Kalashnikov e produzido na União Soviética pela indústria estatal IZH, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. A AK-47 surge da necessidade da extinta URSS de desenvolver uma arma poderosa como a MKb42 alemã e a M1 norte-americana. Concebida como uma arma única, capaz de 600 tiros p/min, tem uma alta reputação devido a sua resistência à água, areia e lama, bem como por sua manutenção simples.
A AKM, “Avtomat Kalashnikova Modernizirovannyj” (Automática Kalashnikov Modernizada), é uma das inúmeras variantes da AK-47, é uma AK-47 aperfeiçoada. A nova arma foi adoptada oficialmente em 1959, apresentando uma nova coronha, um novo mecanismo do gatilho, e uma nova mira. Geralmente usa-se o termo AK-47 para se referir a todas as armas da família. Também é usado o termo “AK’s”.
Kalashnikov, o criador
Mikhail Timofeevich Kalashnikov nasceu em 10 de Novembro de 1919, na região de Altai, no sueste da Rússia. Recrutado para o Exército Vermelho em 1938 como motorista/mecânico de carros de combate, um ferimento conduziu-o ao hospital, período em que projectou a sua primeira metralhadora. Embora o seu primeiro desenho não tenha sido aprovado, Kalashnikov foi designado para trabalhar no Centro de Desenvolvimento Científico de Armas Leves da URSS. Neste centro, em 1944, fez os primeiros desenhos da arma que ostentaria o seu nome, mas só depois de 1947 é que a então baptizada “AK-47” viria a se tornar o fuzil de assalto padrão da infantaria soviética. Logo depois, retirou-se da vida militar.
Ao contrário do que se poderia imaginar, Kalashnikov não ficou rico com a sua criação. A renda do homem que fez a arma mais famosa da história da humanidade provém do uso do seu nome numa marca de vodka. Entretanto, o Tenente-General “doutor honorário” em engenharia já recebeu mais de 10 condecorações, das quais se sublinham a ordem de ‘Herói da Rússia’, pela mão de Medvedev. Publicou as suas memórias no livro “Rajadas da História”.
Uma arma “assassina”
O neocolonialismo que se estabeleceu na Ásia e África desde o início do século XX, após a Segunda Guerra Mundial, foi uma oportunidade para os vendedores de armas, para a máfia, fazer uso do extenso arsenal armazenado na ex-República Soviética. Depois de se ter comprovado o sucesso da arma em Laos e Afeganistão, o negócio não parou. Segundo dados da NU, a AK-47 foi usada como principal arma nos conflitos de Angola, Argélia, Bósnia, Burundi, Caxemira, Cambodja, Chechénia, Colômbia, Congo, Haiti, Libéria, Moçambique, Ruanda, Serra Leoa, Somália, Sri Lanka, Sudão e Uganda.
Libéria, Angola, Sudão e Moçambique foram os países da África que mais receberam carregamentos da AK-47, provenientes da Albânia, Egipto, Hungria, Alemanha e Bulgária. Segundo o Guinness – o livro dos recordes –, a AK-47 é hoje a arma de fogo mais usada no mundo. Uma em cada 5 no mundo é uma kalashnikov. Em suma, como diz Roberto Saviano, a AK-47 matou mais do que a bomba atómica de Hiroshima e Nagasáqui, mais do que o SIDA, mais do que a peste bubónica, mais do que a malária, mais do que todos os atentados fundamentalistas, mais do que o somatório dos mortos de todos os terramotos. Estima-se que a AK-47 tenha matado, pelo menos, 7 milhões de pessoas.
Por ser uma arma de ‘design’ e manuseio simples, indestrutível, de baixo custo de fabricação e aquisição, a AK-47 tornou-se na estrela de todos os líderes guerrilheiros, rebeldes, ditadores, radicais religiosos e ‘bosses’ do tráfico e da máfia da Ásia à América.
AK-47 nos símbolos
Por incrível que pareça, Moçambique é o único país do mundo, do mundo todo, que tem uma AK-47 na sua bandeira. Entretanto, curiosamente, a metralhadora aparece também na bandeira do grupo reaccionário Hezbollah (“Exército de Deus”), num fundo vermelho e erguida por uma mão.
A AK-47 surge poderosa e visível no emblema de Moçambique, simbolizando de novo a luta armada e a defesa do país. Aparece visível, em forma de sombra cinzenta, no escudo nacional de Timor-Leste, aprovado em 2007. É igualmente possível ver a AK-47 no brasão de armas do Zimbabwe, adoptado em 1981. Para este país irmão e vizinho de Moçambique, a arma simboliza a luta pela paz e pela democracia. Existem ainda evidências (não comprovadas pelo autor deste texto) de que a arma esteja retratada nos emblemas do Burquina Faso, da Guarda Iraniana, do Fatah na Palestina e do MRTA do Perú.
AK-47 como símbolo – o que eles dizem
A AK-47 é considerada, por ser indestrutível, sinónimo de rebeldia. AK-47 é a arma com a qual Osama Bin Laden foi eternizado. No seu premiado livro – Gomorra, Roberto Saviano assegura que a arma é “um verdadeiro símbolo do liberalismo, um ícone absoluto”; mas o inventor que emprestou o seu nome à arma disse: “Eu criei armas para a defesa das fronteiras”.
Podem ser encontrados na Internet, de entre vários, dois sítios que analisam as bandeiras do mundo todo. Os sítios estabelecem uma espécie de ‘top’ em que as bandeiras recebem uma classificação. Moçambique está lá! Em um dos sites, num rol de 15 bandeiras consideras ridículas, a bandeira de Moçambique aparece no 6º lugar. Em outra lista, de 10 bandeiras, a de Moçambique aparece no 4º lugar. A justificação é óbvia, o que faz uma AK-47 numa bandeira nacional?
AK-47, símbolos, a mó da questão
Retomando o fio da meada, ouvir alguém a gritar «Eu quero uma AKM!» para dar alguns tiros na cabeça é muita imbecilidade. Trata-se de um hino de guerra? Não, é característico de alguém que ignora o que diz. Será que, de tanto ver os ‘cinzentinhos’, esses polícias mal pagos, carregando a arma a tiracolo, deu-lhe uma vontade de chorar ao papá uma AKM?
A AK-47 foi usada nas duas guerras que ficarão na memória de todos, na guerra de libertação e na civil. Marcou, continua e continuará a marcar as pessoas. A AK-47 alimentou as forças do conflito civil onde o país “seguiu por um calvário de tendências políticas”. Homens, mulheres, crianças e raparigas franzinas foram armados e levados ao mato. A AK-47 viria a se tornar um ícone do povo (e da nossa polícia). Essas são as razões que justificam a presença da arma na bandeira e no brasão de armas.
Um ícone do povo? Um ícone da nossa República? Por mais que a AK-47 tenha servido ao povo moçambicano (assim como serviu a muitos outros povos), isso não torna o instrumento de morte num ícone legítimo do povo. A AK-47 nem sequer é “Made in Mozambique”! Tão-pouco Africana! Não faz muito sentido (mesmo nenhum), actualmente (nem fez ontem), termos a AK-47 nos nossos símbolos nacionais. Não mais temos que idolatrar esse símbolo de guerra, morte, terrorismo, banditismo, sovietismo… E dirão: “Que pessimista! A arma relembra o sangue derramado pela libertação da pátria, a vida dos que deram tudo pela nação, pela paz e pela democracia!” Sim, é verdade. Somos os únicos no mundo? Não!
Pontofinalizando: A AK-47 não é um ícone da nossa República e muito menos é digna de ser um dos objectos gráficos dos nossos símbolos (ou de qualquer outro país). Um arco, uma flecha, um escudo, uma mamba, o litoral, etc.; tudo menos AK-47 nos nossos símbolos. Se vamos rever a Constituição, talvez fosse uma boa oportunidade para se rever essa questão.
As tarifas dos chapas aumentaram em Maputo e na Matola, os transportadores finalmente conseguiram uma forma legítima de arrancar dinheiro do povo que, observa as condições de vida ficando cada vez mais azedas.
Algumas pessoas tentaram criar caos nos bairros de Maputo (efectivamente criaram, tanto que a cidade parou por um dia) mas não conseguiram mudar nada. As tarifas realmente subiram e estão em vigor hoje.
A questão do aumento do preço do chapa não é um mal completo. Pelo menos agora os chapeiros diminuíram bastante a mania que tinham de encurtar rotas. Hoje já é possível pegar um único chapa do Zimpeto até à Costa do Sol sem achar isso um milagre.
Uma das mudanças mais curiosas que eu notei foi o desaparecimento drástico das actividades dos modjeiros nas paragens de chapa. Agora os cobradores exercem a actividade que sempre foi deles – procuram passageiros para seus chapas e cobram. Para os chapeiros e passageiros o desaparecimento desses molwenes é um alívio. O facto é que a modja só era boa para os próprios modjeiros.
A relação entre os chapeiros e modjeiros sempre foi tensa, e era comum ver brigas entre cobradores e modjeiros ou motoristas e modjeiros. os motivos desse desentendimento você poderá encontrar no artigo que escrevi sobre os modjeiros.
Agora “os donos das paragens” precisam encontrar uma actividade alternativa à modja para complementar a Molwenice (sua actividade principal). Espero que seja bem longe das paragens de chapa (e da minha casa :-D.
Há dias que o pequeno escritor havia decidido dar a cara para a sua amada. Estava mais do que na hora de se revelar… dar o passo mais importante, ” fazer-se à luz do dia”. Há mais de 6 meses que o Jovem Edmilson seguia discretamente a sua colega. Sabia que todo o seu esforço estava sendo valorizado, mas algo o inibia de seguir em frente e ganhar o que tanto sonhava… um beijo, um abraço, carinho, afecto… uma Mulher que ele estimava e que o deixava hiper inspirado.
O jovem escritor compunha-lhe poemas, prosas… sempre usando um pseudónimo, fazendo das palavras a sua máscara, nesse baile que se chama literatura!
E a jovem poetisa? Lia-o com agrado, esboçava milhares de sorrisos em cada estrofe lida, em cada vírgula em que sentia o suspiro do jovem escriba, o peso do seu sentimento. Nesses escritos as vírgulas faziam amor, os pontos embalavam as palavras em seu colo, as rimas pintavam o céu dos versos… tudo era arte, tudo era sentimento, paixão, e o prazer… em percorrer inúmeras linhas, tentando decalcar emoções que se apoderavam de si, de cada vez que se lembrava da bela rapariga de pele achocolatada, com formosura jamais vista por baixo do seu sol.
Mas ela também já se encontrava aflita em desvendar esse suave mistério que, caso fosse veneno, seria a mais doce passagem para a inexistência…
Quem seria o Edy Pessoa? De onde ele a conhecia? O que será que ele teria visto nela? Perguntas e mais perguntas sobrevoavam pela cabeça da Kareny.
Pobre donzela, nunca tivera coragem para o responder, pois sempre havia endereço electrónico em cada “carta”, para onde ela poderia enviar os seus escritos, pedindo o termino de tais actos,ou agradecendo, e porque não as duas coisas? Mas não, ela não o fez, pelo contrário, chegou a uma fase em que sentia falta do jovem escriba, no lugar de receber todas as 4ª feiras uma carta cuidadosamente escrita e carregada de arte, preferia que fosse um simples email a cada amanhecer…
Essa história assemelhava-se aos romances que ela escrevia e lia, só que dessa vez ela era parte integrante. O que seria que o destino lhe reservava?
Edy Pessoa , de tão tímido que era, precisou de duas noites mal dormidas para preparar a última carta para a sua amada, nela, estavam escritas nada mais e nada menos que estas singelas palavras:
“Cansei de ser a melodia agradável,
Na cega escuridão.
Cansei de ser a tonalidade insignificante,
Que dá ternura ao arco-iris.
Cansei, de fazer das palavras, o meu rosto.
De ser a brisa suave que não podemos ver, e nem tocar…”
Habitualmente, enquanto a jovem rapariga estava na euforia dos estudos… Edy depositava cuidadosamente a carta na mochila da Kareny, ou dirigia-se a sua casa e entregava à sua empregada doméstica em horário que, ele sabia que ela não estava, mas claro, sempre com intermediários, que na maioria das vezes eram crianças…
Mas a estratégia escolhida para esse dia foi diferente…
Como sempre a Jovem Kareny dirigiu-se para a biblioteca para mais uma sessão de investigação sobre Literatura… os grandes dessa arte a fascinavam. E o Jovem Bibliotecário, que por acaso era bastante simpático, sempre lhe recomendava livros interessantes. Shakespeare, Fernando Pessoa, Allan Paton, José Mouro de Vasconselos… entre outros. Nesse dia, Kareny dirigiu-se para estudar poesia de Shakespeare…
O Bibliotecário sorriu, disse-lhe que ela se fosse sentar e que em breve lhe traria o livro com uma excelente obra do ilustre poeta. O jovem abriu o livro até ao meio e meteu nele um envelope, seguidamente procurou a página onde estava esta obra de arte e entregou o livro aberto à rapariga:
“Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.
Ás vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na terna mutação da natureza.
Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:
Nestas linhas com o tempo crescerás
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.”
Kareny leu com o mesmo agrado de sempre, mas ao terminar, pôde sentir o estalar de papel entre o livro, procurou a proveniência de tal “barulho’’ e encontrou. Havia um envelope branco que exalava um perfume idêntico ao das cartas que ela recebia a cada 4ª feira. Seu coração quase saiu pela boca, olhou para os lados, o jovem bibliotecário não estava ali, e o restante dos estudantes já se havia retirado, a biblioteca estava vazia, tal e qual como ela apreciava. Abriu o envelope, retirou a carta e leu… Mas havia algo diferente, o nome estava trocado…
Soltou um leve suspiro ao sentir uma mão em seu ombro, olhou para ver a quem pertencia… Eis que o bibliotecário ali estava, Edmilson olhava-a com os olhos brilhantes, um brilho apaixonado de quem diz “Eis-me aqui, oh dama…”
Há momentos em que palavras são dispensáveis, há momentos em que o silêncio tem mais carga comunicativa que um milhão de dizeres… foi o que aconteceu no exacto momento em que Kareny pode juntar o quebra cabeça… E sem se dar conta, a jovem já se encontrava nos braços de Edmilson, O Bibliotecário, o Edy Pessoa … e duas línguas buscavam calor entre os dois corpos… nesse instante, dois escribas escreviam os seus sentimentos no silêncio, tatuavam as suas palavras no vazio dos sons… até sempre!
Uma onda de pânico atingiu uma grande parte dos usuários moçambicanos do messenger móvel Whatsapp – um dos mais usados em Moçambique. Mensagens de desespero circulam por todos os lados e as pessoas estão a fazer coisas esquisitas e irritantes. Por isso escrevi este artigo. A última mensagem que recebi em massa foi a seguinte:
Olá a todos, parece que todos os avisos eram reais, o uso do WhatsApp custa dinheiro do Verão 2012.
Se você enviar essa seqüência de caracteres para 18 diferentes em sua lista, seu ícone será azul e estará livre para você.
Se você não acredita em mim ver amanhã, 18, terminando o WhatsApp e tem que pagar para abri-lo, isso é por lei que esta mensagem é para informar a todos os nossos usuários, que nossos servidores foram recentemente muito congestionados, por isso estamos pedindo sua ajuda para resolver este problema. Exigimos que nossos usuários ativos transmitiu esta mensagem para cada uma das pessoas em sua lista de contatos para confirmar nossos usuários ativos usando o WhatsApp, se você não enviar esta mensagem a todos os seus contatos, WhatsApp, então sua conta permanecerá inativa com a consequência de perder todos os seu contacts Message de Jim balsâmico (CEO do Whatsapp) tivemos um sobre o uso de nomes de usuário sobre o whatsapp Messenger. Estamos solicitando todos os usuários para encaminhar esta mensagem para sua lista de contatos inteira. Se você não transmitir esta mensagem, vamos levá-lo como sua conta é inválida e ele será excluído nas próximas 48 horas. Por favor, não ignore esta mensagem ou whatsapp já não vai reconhecer a sua ativação.
Se você deseja reativar sua conta após ela ter sido excluída, uma taxa de 25.00 será adicionada à sua fatura mensal.
Estamos também cientes da questão envolvendo as atualizações de fotos mostrando não. Estamos a trabalhar diligentemente no corrigir este problema e será em funcionamento logo que possível. Obrigado pela sua colaboração da equipe do Whatsapp”WhatsApp vai custar-nos dinheiro em breve. A única maneira que ele vai ficar grátis é que se você é um usuário freqüente, isto é, você tem pelo menos 10 pessoas que você conversar com. Para se tornar um usuário freqüente enviar esta mensagem para 10 pessoas que recebem-lo (2 escalas) e seu logotipo WhatsApp deve virar vermelho para indicar um usuário freqüente. Desculpe, não tinha opção!
E Confira agora está mostrando o status de cada contato individual: Status: erro.
O whatsapp está apenas enfrentando um problema nos servidores e em breve a equipa que desenvolve o aplicativo espera resolver o problema que faz com que você não consiga ver o status dos seus amigos e no lugar disso veja: Error:Status Unavailable.Não entre em pânico, não se desespere não acredite em boatos, não reencaminhe mensagens, use o aplicativo normalmente e quando você menos esperar estará tudo em ordem.
O facto é que desde a sua criação o Whatsapp Mobile Messenger sempre foi pago (custa dinheiro como diz a mensagem) , quem usa pela primeira vez tem 1 ano gratuito para testar e depois disso o usuário tem que pagar para continuar a usar o serviço. E efectivamente tem que pagar.
Bom, eu tenho recebido muitas mensagens de pessoas desesperadas, enviando artimanhas para que eu continue usando o Whatsapp sem pagar. Eu tenho sempre que explicar que eu já uso o Whatsapp a algum tempo e já adquiri a versão premmium do messenger sem complicações – afinal de contas pago 1 dólar por ano.
O que está a inquietar os moçambicanos não é ter que pagar, mas sim como efectuar o pagamento. E para o alívio de todos, estou aqui para dar uma ajuda.
Antes ponha na cabeça que não importa o que você faça – pode enviar biliões de mensagens para seus amigos do chat, fazer correntes, tirar a bateria, reinstalar o app, mudar a data ou qualquer outra artimanha ilógica que você possa inventar, DEPOIS DE 1 ANO VOCÊ VAI TER QUE PAGAR 1$ PARA USAR O WHATSAPP.
Se você usa o aplicativo a menos de um ano, fique tranquilo, nada vai acontecer até o tempo limite. Quando chegar a hora você será solicitado a fazer o pagamento. Não entre em desespero, relaxa, use o aplicativo, erros no whatsapp são comuns então não faça drama. Isso é obra dos brasileiros (como sempre). No meu mundo nós chamamos isso de spam!
Esta é uma das escolas onde vão se formar os futuros presidentes deste Moçambique…e olhem só o estado dela. Será que devo comentar? Lá vou eu. Este estabelecimento de ensino está localizado no bairro da Machava e tem o nome do bairro. É um dos principais daquela zona. Mas está degradado que não acaba. É triste ver como os alunos que frequentam o local correm “perigo”. É que as carteiras são contáveis a dedo, a infra-estrutura da escola em si deixa muito a desejar…hmmmmm…precisa de uma mãozinha..
O assunto hoje é a bandeira de Moçambique. Para quem já está familiarizado com o assunto, este artigo vai parecer uma piada, mas piada mesmo é saber que existem muitos universitários que não sabem metade do que vou escrever aqui. Não acredita? Faça um teste.
1 – As Cores da Bandeira
A minha mãe me ensinou uma música quando criança que eu guardo na memória até hoje:
♪Verde branca Preta amarela vermelha Verde branca Preta amarela vermelha São 5 cores da nossa bandeira♫
E depois continua com outra estrofe que não vem ao caso neste artigo…
Esta música já deixa deixa a primeira dica, todos já sabem que a nossa bandeira tem 6 cores, não é?
Não. Não é. São 5 cores que formalmente significam:
Verde: A riqueza do solo;
Branca: A paz;
Preta: O continente africano;
Amarela: Os recursos minerais;
Vermelha: O Sangue derramado na luta de resistência ao colonialismo, a Luta Armada de Libertação Nacional e a defesa da soberania;
2 – Os Símbolos
A Estrela: Representa a solidariedade entre os povos, A Arma AK-47: Simboliza a luta armada e a defesa do país, O Livro: A educação por um país melhor; A Enxada: A agricultura;
3 – Curiosidades
A bandeira inclui uma imagem de uma AK-47 com uma baioneta anexada ao cano. É a única bandeira nacional no mundo a contar com um rifle tão moderno.
Ela é baseada na bandeira da Frente de Libertação de Moçambique e sofreu alterações com o tempo (o que responde à pergunta do início do artigo).
Antiga Bandeira de Moçambique (Abril a Maio de 1983)
Em 2005, um concurso foi realizado para projectar uma nova bandeira para Moçambique. 119 inscrições foram recebidas e uma vencedora (sem o fusil) foi seleccionada, mas até hoje a bandeira continua a mesma.
A proposta de uma nova bandeira foi rejeitada pela bancada da FRELIMO no parlamento em Dezembro de 2005. As 169 bandeiras propostas foram rejeitadas, incluindo a sem o fuzil
Em Moçambique existe um total de nove feriadosem cada ano.
Para quem gosta de planear tudo com antecedência, este calendário será o guia perfeito. Nós apresentamos todos os feriados nacionais organizados em meses, e onde necessário explicamos a origem.
Janeiro
Terça, 1º de Janeiro 2013
Dia da Fraternidade universal
Fevereiro
Domingo, 3 de Fevereiro 2013
Dia dos Heróis Moçambicanos
Em homenagem a Eduardo Mondlane
Março
Sem feriados
Abril
Domingo, 7 de Abril 2013
Dia da Mulher Moçambicana
Em homenagem a Josina Machel
Maio
Quarta, 1º de Maio 2013
Dia Internacional dos Trabalhadores
Junho
Terça, 25 de Junho 2013
Dia da Independência Nacional
Julho
Sem feriados
Agosto
Sem feriados
Setembro
Sábado, 7 de Setembro 2013
Dia da Vitória
Em homenagem à assinatura dos Acordos de Lusaka
Quarta, 25 de Setembro 2013
Dia das Forças Armadas
Em homenagem ao início da Luta Armada de Libertação Nacional
Outubro
Sexta, 4 de Outubro 2013
Dia da Paz e Reconciliação
Em homenagem ao Acordo Geral de Paz
Novembro
Sem feriados
Dezembro
Quarta, 25 de Dezembro 2013
Dia da Família – Natal
O que você faria ao ver um panfleto na instituição onde você trabalha ou estuda, que diz:
AJUDE OS MAIS NECESSITADOS FAZENDO UMA DOAÇÃO DE QUALQUER PRODUTO (não perecível)
?
Eu acho que você faria o óbvio. Tomaria nota do apelo e quando pudesse, enviaria seu donativo, ou pelo menos ignoraria e seguiria sua vida, não haveria problema nenhum em nenhum dos casos.
Mas não foi de nenhuma dessas maneiras que um certo compatriota pensou… Deixem as fotos contarem o resto…