Fotos Comoventes de Mães Africanas
Moçambicano gosta de dançar! Isso é um facto. Sempre que inventamos um pretexto para fazer isso. Não é? Vamos ver algumas fotos retratam momentos culturais que vivemos por aqui, onde a música foi o destaque.
A história baseia-se no dono de um cinema da periferia de Maputo, e fala das motivações que o fazem continuar no negócio.
Direção: Francisco de Souza
Câmera: Dorian Junghann
Produção: Markus Polag
Assistente de Produção: Richard Waite
Os Mubti, caçadores e colectores semi-nômadas, podem ter sido os habitantes originais da enorme floresta da chuva, no central Africano, embora ninguém saiba exactamente quanto tempo eles viveram lá.
Mathakusana (variações: mathakosane, mathokosana, matacosana, thokusana) é um jogo tradicional moçambicano muito popular nas zonas rurais do país.
Bem antes da chegada dos vídeo jogos, dos vários tipos de gadgets electónicos, dos telemóveis, matraquilhos e outros. Quando era possível ter grandes momentos de diversão com recursos simples disponíveis na natureza, nós jogávamos mathakusana…
Com doze sementes de canhueiro, um limão pequeno, e uma “cova” mais um pouco de habilidade era possível passar horas e horas brincando com amigos. E eu ensinarei a vocês como é o jogo usando material alternativo que com certeza vai ser fácil encontrar.
2 – Preparar o jogo

Regras

E quem são os apóstolos dessa catástrofe? São os promotores de eventos, são os locutores e Dj’s das rádios, és tu, meu caro cidadão Moçambicano. Que deixa o G2 cantando para os seus familiares e amigos, e vais ajudar na super lotação do espectáculo do Yuri da Cunha, acompanhado por algum artista nacional, para te fazer pensar que estás no Moz Angola, qual quê? Nem se quer vês a hora do tal sair do palco, para vibrares ao som dos tais convidados “ilustres’’, a quem os nossos promotores de eventos prestam vassalagem!
Recentemente, pelos 125 anos da nossa tão amada, estimada e sofrida cidade de Maputo, os promotores de eventos, em parceria com o conselho Municipal da cidade de Maputo, resolveram dar um concerto para homenagear a cidade capital da Pérola. É justo! Mas quem era a cereja no topo do bolo? Nada mais e nada menos que ,Os Kalibrados. Como diriam os nossos mais velhos, Massinguita Só!

Como é que se explica uma atitude dessas? Como é que, em um dia tão especial para uma nação, a nossa nação, o momento especial da noite seja destinado a um estrangeiro? Que nada de Moçambicano traz para para os milhares de Moçambicanos que se reuniram para celebrar algo em comum? Como? Como aceitar um desaforo desses em nossa própria casa? Não chamaram o Dilon Ndjindji, não foi o Xidiminguana, não foi o António Marcos, e nem os Djakas… foram os Kalibrados! Que, como diria um amigo meu “foram mostrar que a relação deles com os promotores de eventos Moçambicanos, Tem melaço”, pedindo para que “Não parem” ”Toca no fundo” E lá se foi Maengane, lá se foi Delefina, chorou o Jeremias Ngwenha, “Vada voxe, va sula mi nomo, vai funissa ku rhila” (comem sozinhos, limpam as bocas, e ajudam-nos a chorar).
E no final do concerto? Os nossos irmãos exibem aos convidados, que ,“Vive-se bem em Maputo” postam fotos nas redes sociais, ao lado dos “ilustres”, com “arrogância dourada”, “Afinal quem manda em Maputo?”.Pois é, quem manda em Maputo?
Eis a resposta: Quem manda em Maputo, nas rádios de Maputo, nos concertos em Maputo, na aparelhagem da tua casa, no reprodutor do teu automóvel, no teu celular de último grito, no teu MP3 Player são os Kalibrados, é Yuri da Cunha, é o Fabio Dance, O Puto Portugues, a/o Titica e toda malta “Mangole”!
E quem os serve? És Tu, meu caro “dono do swagg” que passa a vida a exagerar és tu, minha pequena adolescente, que abandona o Ziqo para ir ver o Fabio Dance. És tu, Dj que passa a noite toda bombeando Semba, Kuduro, Kizomba, e Hip Hop Angolano.
São você, os promotores de eventos, que estão preocupados com os vossos bolsos, que estão pouco se lixando para a nossa cultura, para os nossos artistas. Que fazem com que estes se sintam estrangeiros em seu próprio solo! Pois deixam eles apanhando chuva, alegando que ,”não há mais espaço” concedem a eles “migalhas do tempo” nos concertos, pois o Angolano tem de cantar as vinte e tal musicas que estão a bater.
Massinguita, Massinguita e mais Massinguita assim vais tu, contribuindo para a vergonha da tua Mãe, que se chama MOÇAMBIQUE!? Mas que tu insistes em dar alcunha, apelidando-a de “Moz Angola”, e que, infelizmente, os teus irmãos adoptam e assim vai a pérola, caminhando cegamente e quando for a tirar a venda, já teremos o nosso hino trocado!
Deixo aqui a lista dos cantores que foram convidados para actuar na festa alusiva ao dia da independência, em Angola:
Yuri da Cunha, Zona 5, Danny L, C4, Pedro, Yola Araújo, Cage One, Eddy Tussa, Anselmo Ralph, Pérola, JD, Nagrelha e Lukeny Bamba, Tuneza, DJ Callas, Malvado e mais um numero significativo de cantores angolanos!
Porque não está nenhum irmão Moçambicano? Onde está o Richard? O Wazimbo? A Neyma? Se as relações entre os Moz e os Mangolês são tão boas? Mais palavras para quê?
Como eu digo sempre: “se não formos a lutar contra isto, daqui a mais alguns anos, teremos em nossa nação, uma bandeira, leis… e um povo sem alma”.
Os Makonde (Maconde) são um grupo étnico bantu que vive no nordeste de Moçambique e no sudeste da Tanzânia, principalmente no planalto de Mueda, tendo uma pequena presença no Quénia.



As tatuagens no rosto são uma marca dos Makonde. Como você pôde ver na foto anterior, elas são feitas de uma forma um tanto quanto tradicional, e é exactamente isso que faz dessas tatuagens verdadeiras obras de arte. Diferente do que acontece com o Mussiro, é muito comum encontrar homens makonde com tatuagens no rosto.
Assim como os vários laços culturais do nosso país as tatuagem makonde estão a se tornar coisa rara de ver…

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Tradicionalmente os Makonde esculpiam objectos domésticos e máscaras. Após a década de 1930, os colonos portugueses e outros missionários chegaram ao planalto Makonde. Eles imediatamente mostraram grande interesse e fascínio pelas esculturas em madeira dos Makonde e começaram a encomendar peças diferentes, de religiosos até políticos importantes”. Depois de perceber esse interesse, eles decidiram esculpir novas peças usando pau-preto e pau-rosa. Este primeiro contacto com a cultura ocidental pode ser considerada como a introdução do estilo clássico europeu ao estilo tradicional Makonde.






Alguém acredita que aqui havia uma ponte Está localizada no Distrito de Boane..lá depois da Matola. Pois é, mas caiu. Desde Janeiro que atravessa-se em condições precárias. Quando chove a situação complica, simplesmente torna-se impossível atravessar, para variar existem milhares de famílias que precisam fazer o troço para ganhar a vida. Olhem só as condições….
Esta é mais uma palavra que deveria ser incluída no nosso dicionário, você certamente já usou esta palavra algumas vezes. Mas será que você sabe o que realmente significa molwene?
A palavra molwene refere-se (formalmente) a pessoas sujas – Aquelas pessoas que vivem de nas lixeiras.
O sinónimo ideal para essa palavra pode ser (mas não necessariamente) Marginal, mas é usado também para se referir a pessoas com mau comportamento. Muitas pessoas (a maioria) usam esta palavra erradamente para se referirem a mendigos e outras pessoas não muito limpas…

As pessoas que mais ouvem essa palavra são os batedores de carteiras, os cobradores de chapa, moradores de rua e os modjeiros.
Pronuncia-se no idioma original como molwêni, “aportuguesando” isso teremos uma pequena mudança, fica molwene, tal e qual se escreve, algumas pessoas tentam “gingar” e pronunciam moluen.
Embora não seja uma palavra muita bonita é sem dúvidas um vocábulos muito popular em Moçambique – Em todos os cantos do país ela tem o mesmo significado.
E o que essa palavra significa para si?
As mulheres não tomam banho, os meninos tem as cabeças raspadas e a meninas tem colares de madeira para representar a pureza, as mulheres fazem artesanato com arames e madeiras e os homens cuidam do rebanho. Os homens Himba podem ter mais de uma esposa.
O filme fala de um antigo combatente, ex-prisioneiro da PIDE que perde toda a sua juventude nos desígnios da Pátria Moçambicana. Um homem marcado pelo sofrimento, e apesar da idade há sempre tempo para viver um amor.
Direção: Albino Moisés
Câmera: Emílio Baloi
Produção: Natalina Fernando
Assistente de Produção: Teodosio Langa
Música: Helder Mondlane
Eu sou estudante, convivo com estudantes, tenho colegas professores, uma grande parte dos leitores do nosso blog é composta por estudantes e docentes. Todos os dias eu interajo com todos eles on ou offline. Tudo isso para dizer que tenho conhecimento e experiência sobre o tema que vou tratar hoje.
Caro estudante, quantas vezes você já recorreu ao Google para fazer seu trabalho de defesa em tempo recorde? Várias não é? O facto é que a tecnologia actual permite que poupemos tempo indo à biblioteca só para procurar alguns parágrafos de um livro, e muitos de nós preferimos usar a Internet para nos auxiliar nos nossos trabalhos académicos. É óbvio que essa prática não é ao todo saudável mas não tenho porque vir com hipocrisia aqui, eu faça a minha vida com a Internet.
Mas quantas vezes você ficou horas e horas a procurar e não encontrou nada do que queria? Foram várias! Principalmente quando se trata de temas directamente relacionados a Moçambique. Porque?
Muitos docentes são como você meu amigo. As aulas são todas tiradas da Internet, as brochuras, as ditas fichas, os exercícios até a explicação é da Internet. Não produzem nada, copiam, copiam e copiam. Eu já encontrei várias vezes textos na Internet exactamente iguais a aqueles que eu havia recebido das mãos do docente, e para piorar aquela informação estava errada. Qualquer lunático pode publicar uma receita de bolo e chamar isso de trabalho cientifico, e eu (o otário) vou lá, copio e despejo para o meu discente.
Mas bem haja aos docentes dedicados que amam seu trabalho e redigem seus próprios planos temáticos e material para cada semestre, fazendo justiça à sua formação. Só não compreendo porque não disponibilizam seus trabalhos na Internet. Afinal de contas já não estamos na época das cavernas.
Dá a impressão de que o nosso país só sabe copiar o que não presta dos outros países. Copiamos a forma de dançar dos brasileiros, copiamos a forma de falar, copiamos seus artigos na Internet e usamos para dar aulas, usamos nas monografia, nos trabalhos, nos TPC, copiamos tudo mas não copiamos a ideia de publicar nossos próprios textos académicos na Internet. Eu particularmente estou cansado de ver a palavra “planejamento” nas minhas brochuras – é planeamento. O professor copia e nem se dá ao trabalho de adaptar o texto ao português falado em Moçambique.
Cabra cega é um filme curta metragem moçambicano dirigido por Mickey Fonseca, editado por Pipas Forjaz e produzido pela Mahla Filmes.
O povo Ndebele é um grupo étnico Africano localizado na África do Sul e no Zimbabwe. A maior parte deles encontra-se em Bronkhorstspruit. As origens do povo Ndebele ainda são um mistério.
O que todos nós sabemos é aquilo que podemos ver, e o que vemos é arte e muita cor nas suas casas. Uma combinação de arquitectura e arte únicas são a principal característica deste belo povo africano.
Fiquem com algumas fotos das casas destes verdadeiros arquitectos e artistas sem diploma:












