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Toyota Runx

Toyota Runx é um veículo hatchback produzido pela fabricante japonesa Toyota entre Julho de 2001 a Janeiro de 2007.

Toyota lançou um modelo totalmente novo no mercado hatchback de cinco portas. A gama Runx consiste em seis variantes do modelo, e para o desempenho o destaque será o RSI.

Embora o Runx seja uma linha autónoma, ele partilha uma série de atributos de design, cabine e plataforma com a nona geração do Corrola.

É um hatchback de cinco portas com uma distância entre eixos longa e projecções curtas. Os grandes faróis tem uma configuração de quatro lâmpadas.

Os seis modelos da gama Runx são agrupados em três tamanhos de motor e quatro níveis de especificação: ‘R’ (linha de base disponível em 140i apenas), RT (140i e 160i), RS (especificação de segurança disponíveis no 160i apenas), RX (160i especificação de luxo) e RSi para modelo topo de gama de 1,8-litro.

Todos os modelos 140i e 160i apresentam cinco velocidades transmissões manuais. O Runx RSI é equipado com uma transmissão de seis velocidades.

 

Especificações base do Toyota Runx

  • Direcção hidráulica
  • Sistema imobilizador
  • Chave transponder
  • Alarme remoto f;
  • Fecho central com o recurso de desbloqueio selectivo
  • Farol de campainha;

As rodas que equipam todos os modelos, exceto o RSI são 6JJ X jantes de liga leve de 15 cm equipados com pneu 195/60R15-88V.

O nível de especificação RT é oferecido nos modelos 140i e 160i onde é adicionado o ar condicionado, combinação integrada de rádio/CD player com sistema de quatro alto-falantes e um computador de bordo multi-função.

O modelo RSi oferece todo o luxo da especificação RX com uma série de itens adicionais, como o painel da Toyota ‘Optitron’ backlit instrument. Jantes de liga leve de 6JJx16 e estão equipados pneus ultra low profilne 195/55R16-87V.

A diferença mais significativa do modelo RSI é no motor. O 2ZZ-GE com VVTL-i (variable valve timing and lift) produz 141 kW a 7 800 r / min e 180 N.m de torque a 6 800 r / min. O torque máximo é de 180 N.m às 6 800 r / min.

A Toyota descreve o veículo como tendo desempenho desportivo, mas também ideal para o tráfego e no dia-a-dia.

Aço de alta resistência é utilizada no revestimento do corpo para proporcionar uma construção rígida e leve.

Runx é um produto da filosofia de design que os engenheiros da Toyota chamam de “alto, mas compacto”. Tem um comprimento de 4 175 milímetros e uma largura de 1 695 mm. A altura é de 1 470 mm. A distância entre eixos de 2 600 mm ilustra as saliências curtas que são uma característica da escotilha Runx.

“A Toyota tem agora representação completa em um segmento de mercado muito competitivo”, disse o presidente da Toyota e executivo-chefe Johan van Zyl.

“O Runx preenche uma lacuna em nossa linha de produtos e vai apelar para os compradores que pensam mais extrovertido, jovem e desempenho”, disse ele.

“Além do plano km de serviço de cinco anos / 90 000, o pacote de garantia sobre o Runx é de três anos ou 100 000 km. protecção de garantia contra perfuração de corrosão é de três anos, enquanto a assistência na estrada é fornecido pela Associação do Automóvel (AA) durante o período de garantia “, disse ele.

Galeria de Fotos do Toyota Runx

Vestidos de Capulana Para Grávidas

Você está aqui por curiosidade ou porque vai ser mãe, em qualquer um dos casos, seja muito bem vindo e vamos apreciar juntos os vestidos de capulana para grávidas.

Quando a barriga começa a crescer também começa a ficar difícil continuar a usar os mesmos vestidos de antes, inclusive aqueles vestidos de capulana que você tanto gosta.

Modelos de vestidos de capulana para grávidas

Para lhe ajudar a andar sempre linda neste momento especial para toda a mulher, reunimos então algumas ideias de vestidos de capulana feitos especialmente para mulheres grávidas: Inspire-se e anda bela em todas ocasiões!

1. Vestido Justo Curto

2. Vestido-Túnica

3. Vestido Evasê Comprido

4. Vestido Princesa

5. Vestido Princesa Longo

6. Vestido Tubinho Curto

7. Vestido Aberto

8. Vestido Mulett

9. Vestido Tubinho de Mangas Longas

10. Vestido Fiesta Comprido

Convivendo com a Menopausa

Menopausa é o período fisiológico após a última menstruação espontânea da mulher. Nesse espaço de tempo estão sendo encerrados os ciclos menstruais e ovulatórios. O início da menopausa só pode ser considerado após um ano do último fluxo menstrual, uma vez que, durante esse intervalo, a mulher ainda pode, ocasionalmente, menstruar.

Como diagnosticar a Menopausa?

Para o diagnóstico da Menopausa, em mulheres que ainda têm útero e ovários, deve existir um período de um ano ou mais de falta de menstruação (amenorreia). Laboratorialmente, pode-se observar níveis baixos de estradiol e níveis altos de hormónio folículoestimulante (FSH) e hormônio luteinizante (LH).

Sintomas

Nessa fase é bastante comum algumas mulheres sentirem outros sintomas físicos e comportamentais. Os principais sintomas da menopausa são:

  • Ausência da menstruação;
  • Ressecamento vaginal (secura);
  • Ondas de calor ou fogachos;
  • Suores nocturnos;
  • Insônia;
  • Diminuição no desejo sexual;
  • Diminuição da atenção e memória;
  • Diminuição da memória;
  • Perda de massa óssea (osteoporose);
  • Aumento do risco cardiovascular;
  • Alterações na distribuição da gordura corporal;
  • Depressão;
  • Irritabilidade;
  • Ressecamento vaginal;
  • Dor durante o acto sexual
  • Pele seca e sem brilho
  • Alteração na distribuição da gordura com predomínio de deposição em região abdominal.

Diagnósticos

Não há uma data certa para a menopausa ocorrer, no entanto há um indicativo para saber se a mulher está no climatério. O principal sintoma é a escassez da menstruação.

Ir regularmente ao médico é importante para confirmar se, de facto, a mulher entrou na menopausa. Em algumas mulheres, a menstruação vai se espaçando com um intervalo cada vez maior, até parar. Em outras, cessa de uma vez.

Só se saberá que é a última depois de um ano sem nenhum sangramento. Então se confirma que a mulher não pode mais ficar grávida.

Se a mulher toma pílula o diagnóstico é mais difícil pois esta cria um ciclo artificial.

Exames

Durante o climatério, a consulta com o ginecologista deve continuar regularmente. A visita ao médico e o exame clínico nessa nova etapa continuam sendo importantes.

Para detectar o início da menopausa, o exame clínico, em certos casos, é mais preciso, assim como o exame manual das mamas em relação à mamografia. É também através dos relatos da mulher ao seu médico que é possível analisar as variações na concentração dos hormónios, como progesterona, estrogénio e FSH.

De acordo com os eventuais sintomas, o médico poderá solicitar exames complementares. Caso suspeite de anemia, o especialista poderá solicitar um hemograma. Os exames mais solicitados são a mamografia, a ultrassonografia e o papanicolau. Para ajudar na detecção precoce de doenças, o ginecologista pode pedir ultrassom transvaginal e exames de sangue.

Tratamentos e Cuidados

O método mais eficaz de tratar a menopausa é a terapia de reposição hormonal. Ela traz de volta ao organismo os hormónios estrogênio e progesterona, de modo a amenizar e/ou reverter os sintomas da menopausa, tais como ondas de calor, depressão, ressecamento vaginal, falta de libido, entre outros.

O tratamento é realizado por meio de comprimidos, adesivos ou géis que repõem o estrogênio. Os medicamentos mais recomendados são comprimidos para consumo diário, que contêm progesterona e hormónio esteroide feminino para proteger o útero.

Outro método utilizado é o uso da pílula anticoncepcional, no qual a mulher toma por três semanas e faz um intervalo de sete dias. A grande diferença entre a “pílula” e o comprimido de terapia hormonal é a concentração de hormónios, isso porque no tratamento hormonal é usado o estrogênio natural em doses mínimas, apenas o suficiente para que a mulher se sinta bem. Já a pílula possui estrogênio sintético e seu objectivo maior é evitar a gravidez.

O tratamento hormonal pode ser realizado por meio de medicamentos com progesterona e hormónio esteroide, apenas com estrogênio, ou, em alguns casos, com hormónio masculino – a testosterona. Há também os tratamentos não hormonais que procuram amenizar os sintomas sem repor os hormónios em queda. Alguns desses tratamentos usam inibidores de receptação de serotonina, clonidina, cinarizina. Ainda há tratamento sem medicação, como acupuntura, relaxamento, etc.

O tratamento para a menopausa varia de acordo com o perfil de cada paciente. É necessário primeiramente analisar as condições físicas, como a Pressão Arterial, para então escolher o tratamento adequado para cada mulher. Os primeiros resultados da reposição hormonal aparecem, geralmente, após um mês do início do tratamento.

Mr. Bow – Evolução Musical

Conheça o trajecto musical do cantor Moçambicano Mr. Bow (nascido Salvador Pedro Maiaze, 30 de Abril de 1982), desde o início da carreira até ao ápice do sucesso.

Kei Car

Kei car (K-car), também conhecido como keijidōsha (veículo a motor leve), é uma categoria japonesa de modelos de porte mini que gozam de vantagens tributárias e securitárias.

Esse tipo de categoria de carros surgiu após a Segunda Guerra Mundial como um incentivo do governo para reconstruir a indústria automobilística do país, e perdura até os dias de hoje, com algumas modificações ao longo do tempo.

Apesar de serem carros designados principalmente para pessoas de baixa renda, atualmente esses carros se dividem em vários segmentos como hatches, monovolumes, utilitários, etc. Muito desses carros possuem recentes inovações tecnológicas como câmbio automático (principalmente CVT), tração dianteira, traseira e nas quatro rodas, GPS, e bons resultados em crash tests.

Especificações do Key Car

De acordo com as leis do Japão, os Kei cars devem possuir no máximo as seguintes especificações:

  • 3,4m de comprimento
  • 1,48 m de largura
  • Motor de 660ml (0.66 litro)
  • Potência de 64cv.

Fabrincantes de Key Cars

Quase que a totalidade dos kei cars são oriundos de marcas japonesas, mesmo que alguns deles sejam fabricados em outros países, apesar da tentativas de várias marcas estrangeiras quase nenhuma delas conseguiu ter uma boa aceitação do mercado, atualmente as marcas que fabricam kei cars no Japão são as seguintes:

Daihatsu
Honda
Mazda
Mitsubishi
Nissan
Smart (única montadora não-japonesa)
Subaru
Suzuki

Pontos Turísticos de Manica

A província de Manica está localizada na região centro de Moçambique. A sua capital da província de Manica é a cidade de Chimoio. Esta província ocupa uma área de 62 272  km², e está dividida em 12 distritos e possui 5 municípios: Catandica, Chimoio, Gondola, Manica e Sussundenga.

Vamos neste artigo sugerir alguns dos mais icónicos pontos turísticos da belíssima cidade de Manica. Boa viagem!

Aeródromo de Chimoio

A pista deste Aeródromo foi construída em 1978. Em 1990, as obras foram retomadas para a construção de uma terminal de passageiros (provisória porque foi concebida para ser o futuro Quartel de Bombeiros) e uma Central Electrónica.

Aeródromo Chimoio serve a cidade homónima e quinta maior de Moçambique, a cerca de 95 km de distância da fronteira com o Zimbábue. O aeródromo localiza-se a 8 Quilômetros (Km) do centro da cidade de Chimoio e foi inaugurado e 27 de Novembro de 1991.

Barragem de Chicamba

A Barragem de Chicamba teve sua construção iniciada em 1946 e concluída em 1953. A barragem possui oito metros de altura média e duzentos e trinta de comprimento, donde “sai um túnel em cimento armado, com 2.000 metros de comprimento e que atravessa um pequeno monte, sendo a água levada por meio de tubagem para um penhasco que domina a central elétrica, de onde cai então de uma altura de cerca de 195 metros até às turbinas. […] Estas turbinas têm uma capacidade de produção anual de 150.000.000 kwh.

Cascata Quinta da Floresta

A Cascata Quinta da Floresta é uma belíssima atracção turística localizada no interior da Reserva de Chimanimani no Distrito de Sussundenga. Vale a pena visitar.

Catedral de Manica

Uma das mais icónicas construções de Manica. A Catedral é sempre um destino a considerar.

Igreja da Soalpo

Mais uma belíssima construção na Vila Perry: Paróquia São Paulo e São Jerónimo da Soalpo.

Mesquita Central da Liga Muçulmana de Chimoio

A Mesquita Central da Liga Muçulmana de Chimoio é um grande atractivo turístico, apesar de bem conservada e passar por constantes revitalizações, foi Fundada em 1924 e localiza-se na Rua Dr Américo Boavida, em Chimoio.

Monte Binga

Binga é a montanha mais alta de Moçambique. Está localizada a poucos quilómetros a leste da fronteira entre o Zimbabwe e Moçambique no Parque Transfronteiriço de Chimanimani, na província de Manica. Sua altura é de 2.436 metros (7.992 pés) acima do nível do mar.

Praça dos Heróis

Apesar de não ser nenhum grande monumento, ainda vale a pena reservar um tempo para conhecer a Praça dos Heróis, localizada no sentido Oeste da Chimoio.

Rádio Comunitária de Sussundenga

Sempre vale a pena conhecer estações de rádio, esta principalmente por transmitir informação local.

Rádio Comunitária de Catandica

A Rádio Comunitária Catandica foi estalada em 2006 com apoio inicial da UNESCO e segue até hoje, vale a pena dar uma visita.

Quer sugerir o seu ponto turístico favorito de Manica? Comente!

Objectos Criativos Feitos Com Capulana

Cada vez mais a capulana é incorporada ao quotidiano dos moçambicanos e africanos no geral. Neste artigo você poderá algumas ideias interessantes da aplicação da capulana em objectos comuns que usamos diariamente.


Inspire-se e comece também a adoptar a capulana para personalizar seus objectos em casa e depois partilha connosco, topa?

1. Guarda Chuva

2. Carrinho De Bebé Para Passeio

3. Cama

4. Conjunto Infantil

5. Abajur

6. Kit Berço

7. Cadeiras

8. Cap

9. Babete

10. Bolsa De Mão

Toyota Passo

O Toyota Passo é um carro subcompacto /supermini produzido pela montadora japonesa Daihatsu desde 2004.

Este automóvel também é conhecido como Daihatsu Boon. Sendo um automóvel subcompacto é produzido pela empresa japonesa Daihatsu desde 2004, sendo também vendido como Toyota Passo e Daihatsu Sirion. Foi disponibilizado apenas um modelo  de cinco portas, movido por um motor de três ou quatro cilindros, que oferece economia de energia e combustível.

Interiormente, o Toyota Passo é exactamente aquilo que se desejaria num carro: funcional em cada aspecto. O painel do utilizador é bastante funcional para o condutor. Sendo um carro económico seria de se esperar que fosse menos confortável (como a grande maioria dos carros económicos), no entanto, a Toyota trabalhou muito bem tornando o automóvel o mais confortável possível.

Especificações gerais do Toyota Passo

  • Ar-Condicionado;
  • Navegador opcional;
  • Direcção hidráulica;
  • Controlo de tracção.

Entre outras especificações gerais do automóvel.

Tem de comprimento 3630 mm, de altura 1665 mm e a altura do veiculo é de 1550 mm.

Gerações do Passo

Primeira Geração (2004–2010)

A primeira geração do Toyota Passo foi desenvolvida pelo grupo da Toyota em conjunto com a Daihatsu em 2004. O comprimento do carro foi desenvolvido para ser mais curto do que o Toyota Vitz e foi projectado de modo a atrair condutores do sexo feminino, oferecendo maior espaço de armazenamento.

O motor utilizado era fabricado para Daihatsu, sendo um motor de três cilindros de 1.0 litros com 71 cavalos de potência e outro motor de quatro cilindros de 92 cavalos de potência.

Em Dezembro de 2006, foram feitas pequenas alterações no design do interior e exterior, bem como uma expansão do uso dos espelhos retrovisores, sendo agora eléctricos. Para além disso, a eficiência do combustível foi melhorada.

Toyota Passo - Primeira Geração

Segunda Geração (2010–2016)

Em 2010, o Toyota Passo sofreu uma alteração de modelo. As dimensões do automóvel permaneceram muito semelhantes ás mesmas do modelo da primeira geração. As principais melhorias estão relacionadas com uma maior eficiência de combustível e dirigibilidade. Para além disso foi adicionado o Toyota Passo + Hana, que incluía amortecedores específicos, aumentando a sensação de alta qualidade.

O motor utilizado foi um motor de três cilindros com 69 cavalos de potência e um motor de quatro cilindros de 95 cavalos de potência.

No interior, as melhorias feitas foram de modo a aumentar o espaço de armazenamento, sendo instalado um ganho no banco da frente parasse colocar sacos das compras.

Nossa opinião sobre o Toyota Passo

O Toyota Passo oferece uma condução confortável e ultrapassa a eficácia de consumo. Apesar do seu estilo moderno, o Passo é o modelo certo para compradores que pretendem reduzir a sua pegada de carbono e não pretendem gastar muito dinheiro.

O Passo é ideal para ser o primeiro carro: não é muito poderoso, é barato, vem com um kit segurança e manutenção padrão básico, é confortável e fácil de conduzir. É difícil ser negativo sobre o carro quando ele possui tantos atributos positivos.

Conheça o mundo das bebidas secas feitas em Moçambique

Num país que encontra-se em crise, cada vez mais pessoas procuram por formas alternativas para sustentarem os seus vícios e para os moçambicanos amantes de Whisky e Gin algumas bebidas secas nacionais começam-se a mostrar-se as melhores soluções.

Fomos ao mercado informal em busca de algumas das mais populares bebidas secas feitas em Moçambique e tivemos sorte de encontrar algumas pessoas interessantes por lá. Confira o primeiro episódio da nossa saga.

Fique atento ao nosso portal para acompanhar o próximo episódio da nossa aventura onde iremos provar cada uma das bebidas que compramos.

Até logo!

Porque Acende a Luz “Check Engine” no Meu Carro?

Você pode estar a perguntar por que a luz Check Engine Light do painel do seu carro está ligada. É um problema grave ou algo menor? São várias as possibilidades, mas a Maputo Car reuniu as 5 principais razões para que a luz de verificação do motor esteja acesa no seu carro.

1. Seu sensor de oxigénio (O2) precisa de substituição

 

Seu sensor de oxigénio mede a quantidade de oxigénio não queimado no sistema de escape do veículo.

Possíveis problemas:

  • Seu motor vai queimar mais combustível do que o necessário
  • Vai ocorrer uma perda na economia de combustível (até 40% se for ignorado) *
  • O sensor com defeito pode causar danos às suas velas de ignição e conversor catalítico

2. O tampão de combustível está solto, danificado ou em falta

 

A tampa do sistema de combustível ajuda a manter a pressão dentro do tanque de combustível. Ela também impede que os vapores de gasolina (hidrocarbonetos) sejam liberados para a atmosfera.

Possíveis problemas:

  • Você pode perder combustível por evaporação
  • Você pode fazer mais viagens para a bomba de combustível

3. O catalisador precisa ser substituído

Catalizador

O seu conversor catalítico ajuda a proteger o meio ambiente através da conversão de monóxido de carbono prejudicial em dióxido de carbono. O dano geralmente ocorre devido à manutenção negligenciada.

Possíveis problemas:

  • O seu veículo não vai passar num teste emissão de gases poluentes
  • Você vai gastar mais combustível do que o normal
  • Seu carro pode funcionar a uma temperatura mais elevada

4. Velas de ignição ou cabos precisam ser substituídos

 

Suas velas de ignição inflamam a mistura ar/combustível na câmara de combustão do seu veículo. Os cabos de vela entregam a faísca da bobina de ignição para as velas de ignição.

Possíveis problemas:

  • Você vai ter um desempenho muito mau (potência reduzida, falhas do motor) e economia de combustível reduzida
  • Fios e cabos desgastados podem causar obstrução no catalisador ou danificar ao bobinas de ignição e sensores de O2

5. O debímetro precisa de substituição

 

Seu sensor de fluxo de massa de ar (debímetro) mede a quantidade de ar que entra no motor para determinar o quanto de combustível é necessário para executar o seu motor eficientemente.

Possíveis problemas:

  • O sensor defeituoso pode causar danos às velas de ignição, sensores de O2 ou conversor catalítico
  • Você vai gastar mais combustível do que o normal

Considere sempre levar o seu carro a manutenção, que é a forma mais prática de mantê-lo nas melhores condições possíveis.

Vestidos de Capulana Para Crianças

Vestidos de capulana são uma febre em todo o país e as crianças não poderiam ficar de fora. Escolhemos alguns dos mais belos modelos de vestidos de capulana para crianças, todos à sua disposição para você deixar suas filhas tão belas quanto você. Confira!

1.  Vestido Assimétrico

2. Vestido Fiesta

3. Vestido Princesa

4. Vestido Evasê Cai Cai

5. Vestido Tubinho

6. Vestido Peplum

7. Vestido Princesa com Fita

8. Vestido Mullet na Frente

9. Vestido Princesa Curto

10. Vestido Evasê

As Mais Belas Filhas de Presidentes Africanos

Vamos conhecer algumas das mais belas “princesas”, filhas de presidentes de todos os cantos da África. Infelizmente muitos rostos bonitos ficarão de fora, principalmente aquelas filhas de presidentes de países árabes, onde as mulheres ainda têm que viver escondidas.

1. Sikhanyiso Dlamini

Sua Princesa Real. Princesa Sikhanyiso da Suazilândia de 30 anos, é a filha mais velha do Rei Mswati III da Suazilândia. Ela é a primeira dos seus trinta filhos, e sua mãe é a primeira das dez rainhas do Rei Mswati, Inkhosikati LaMbikiza.

2. Zahra Buhari

Zahra Buhari Indimi de 23 anos, é filha do presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari. É casada com o popular empresário nigeriano Ahmed Indimi. Zahra Buhari é a quinta filha do general Muhammadu Buhari, fruto do relacionamento com sua segunda esposa de Muhammadu Buhari, Aisha Buhari.

3. Ngina Kenyatta

Ela é filha do presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta. Não existem muitos detalhes sobre ela, que recebeu o nome da sua avó conhecida por Mama Ngina Kenyatta.

4. Malika Bongo

Malika Bongo Ondimba Dossou,de 35 anos, é a filha mais velha do presidente do Gabão Ali Bongo. Anunciou recentemente que pretende suceder o pai na presidência do seu país.

5. Brenda Biya

Brenda Biya de 18, é a filha mais nova do presidente Paul Biya e a primeira dama Chantal Vigouroux, dos Camarões. Brenda é conhecida pela sua rebeldia e por meter-se constantemente em confusões nos EUA, país onde mora actualmente.

Vestidos de Capulana Para Xiguiane

Depois da alegria do casamento ou do Lobolo, a noiva ainda tem a missão de brilhar mais uma vez na cerimónia de Xiguiane, que onde os familiares dos noivos oferecem o enxoval a ser usado na vida de casados.

Dentre várias opções, a capulana tem sido a primeira quando é hora de escolher o traje para Xiguiane. Este artigo vai ajuda-la a escolher o modelo de vestido de capulana para você usar no dia da cerimónia.

1. Vestido Sereia Com Costas Em Formato V

2. Vestido Princesa Comprido

3. Vestido Império Com Gola Canoa

4. Vestido Sereia-Cauda com Manga Coração e Tiras

5. Vestido Tubinho com Manga Ciganinha

6. Vestido Princesa com Manga Transversal

7. Vestido Império Com Manga Retangular

8. Vestido Sereia-Peplum Comprido

9. Vestido Sereia com Ombros Caídos

10. Vestido Evasê Comprido com Gola Rolê

“o mundo que iremos gaguejar de cor”: realismo nimbado de sonho

Por Fernanda Angius

Pedro Pereira Lopes [PPL] é um escritor cujo talento promete enriquecer a nova literatura moçambicana. Articulista e intervencionista como cidadão, poeta, contador de histórias infanto-juvenis, PPL inventa borboletas, estrelas e cantares onde todas as coisas fazem falta e a poesia pode ser a ponte para a diferença.

A colectânea “o mundo que iremos gaguejar de cor” surpreende pelo talento e pelo realismo nimbado de sonho que sempre se exala de cada conto, por mais dura que seja a situação descrita ou encenada. Nalgumas das narrativas, o efeito cinemático e o espessar dramático conseguem tocar bem fundo na alma do leitor mais distraído, tal a veracidade com que a acção se desenrola.

Nestes primeiros contos destinados aos adultos que PPL traz à estampa (pela novíssima mas ousada Cavalo do Mar Edições), há como que a catarse necessária para um jovem que nasceu num país já livre do jugo colonial mas sob a ameaça viva e quotidiana de uma guerra civil que ninguém entendia nem justificava, mas que, inexoravelmente, condenou a memória das duas gerações de jovens, que hoje são o fermento do povo vivo que está a construir o país em que querem ver crescer seus filhos já libertos dos fantasmas dessa guerra que habita os contos deste livro.

Os contos trazem também um perfume de esperança, uma corajosa denúncia desprovida de raiva. Nestas narrativas a vida já se promete em futuro. Embora bem sedimentadas na realidade actual moçambicana, estas estórias vivem de uma ética e de uma moral que é universal e tende a colocar este livro entre um primeiro de uma longa série da nova literatura moçambicana.

Nelson Lineu: “Sou fruto da leitura e das janelas que o livro proporciona”

“a suposta morte da literatura moçambicana assentava no facto de uma geração mais velha […] não ceder o espaço necessário para o surgimento e afirmação de novos autores…” Lucílio Manjate e Sangare Okapi, Antologia Inédita

Nelson Lineu deve ser o poeta mais sorriso fácil e carismático que conheço, ainda que eu o tenha antes estranhado, há alguns verões, nas oficinas de escrita da professora Fernanda Angius. Nascido em Quelimane, em 1988, é membro fundador do Kuphaluxa, grupo comprometido com o livro, onde foi secretário-geral e director da revista “Literatas”, por eles editada. “Cada um em mim” (2014), seu livro de estreia, saiu em digressão pelo país e, confessou-me o poeta, “foi muito bem recebido”. Do seu livro de estreia [poesia] são notáveis os versos telegráficos e límpidos, tercetos e quadras e alguns rasgos longos. A poesia é suave, verso livre e, quase sempre, com terminações magníficas. Talvez seja devido ao curso de filosofia que o poeta fez, pois é frequente a ideia de se estar perante a silogismos poéticos ou aforismos. Salienta-se ainda o “sentido de colectividade” dos poemas, como atestou Celso C. Cossa, e o não exagero ou uso melodramático e pomposo de paráfrases e metáforas dos “novo poetas”, artificiosa, que compromete a interpretação. Do livro no prelo pouco se pode dizer: será que este “Cor do voo” mergulha no lirismo, nos temas que lhe são recorrentes, a infância, a memória, o erotismo, a terra que o nasceu? Esta entrevista “fala um pouco de tudo”, do seu compromisso com o grupo que ajudou a erguer e da sua produção poética.

Nelson Lineu, durante uma apresentação no Instituto Camões, 2015

Pedro Pereira Lopes (PPL): A tua estreia aconteceu em 2014. Três anos depois, o que se pode esperar do próximo livro?

Nelson Lineu (NL): Na altura em que eu publiquei o “Cada um em mim”, o José de Remédios perguntou-me o que é que se poderia esperar dele. Eu respondi-lhe que o livro já estava escrito, que já lá estava. O que se pode esperar não é o que eu escrevi, mas os caminhos que o livro poderá traçar. Então, o que se pode esperar do meu próximo livro é… 2014 a 2017, há muito aprendizado, muita procura de conhecimento. Tive até possibilidades de reeditar o livro, mas recusei-me prontamente porque sempre achei que tinha que amadurecer a minha escrita. Então, o que se pode esperar, de certeza, é um outro NL, se é melhor ou não, isso não sei, mas é um outro NL.

PPL: É bem interessante esta questão de reinvenção do NL enquanto poeta, de um outro NL, porque num dos textos sobre o lançamento de “Cada um em mim”, tu afirmaste que “viver é partilhar-me com os outros”. Ainda pensas assim?

NL: Naquele momento, para mim, viver era partilhar o NL como pessoa. Eu acho que quando nasceu o “Cada um em mim”, o NL pessoa, o NL poeta e o livro estavam muito ligados, não havia aquela distinção sugerida pelo Fernando Pessoa, “o poeta é um fingidor”. Há um poeta que eu admiro, o Mário Quintana, ele diz que a sua biografia é tudo aquilo que ele escreveu. Mas eu não penso assim agora. Hoje eu ando à procura do estético, do belo. Viver pode até ser partilhar, mas partilhar a ideia que tenho sobre a poesia, sobre a literatura ou a arte.

PPL: Então, temos um novo paradigma, uma nova conotação? O que é viver, agora, para ti?

NL: Não estou a dizer que o “NL pessoa” já não ache que a viver seja partilhar-me. Eu como pessoa faço isso, mas como poeta já não me partilho, aliás, partilho o que eu penso sobre a arte. Hoje eu creio que a poesia me leva a outros campos que me fazem perceber que a vida sem poesia não é possível… Mas isto não quer dizer que ela [a poesia] esteja ao alcance de todos. São poucas as pessoas que conseguem captar essa possibilidade da poesia.

PPL: Segundo o jornal “DW”, um texto [conto] seu “convenceu” o Mia Couto e o José Eduardo Agualusa durante as “Oficinas Literárias” realizadas na Fundação Couto, em Março de 2016. O NL pretende romper com a poesia?

NL: Não gosto de pensar assim. Em 2016, o Celso Muianga [editor da Fundação Couto] perguntou-me sobre os meus contos. Eu disse-lhe que não queria “sair” da poesia, que me queria afirmar ainda como poeta. Acredito que aquilo era um convite para publicar os meus contos. Não cheguei a publicar e creio que alguém “tomou o meu lugar”. Sinceramente, não me arrependo, eu ainda precisava de consumir muita prosa. Eu dei aulas de português e isso me deu muita preocupação com a língua em si, o que me faz recuar sempre quando o assunto é a narrativa, não só no domínio da língua, envolve também o enredo, as técnicas de escrita, então… Eu não quero cometer os erros que cometi na poesia. Não são necessariamente erros, eu tinha um conjunto de leituras, mas não como hoje. Não gostaria de aparecer na prosa como alguém que está a iniciar. Vou lendo, escrevendo, aprendendo. Não quero publicar prosa tão já. Prefiro estudá-la. Aliás, nem seria um rompimento, eu comecei a escrever como prosador. Dentro do Kuphaluxa, eu e o Quive fazíamos prosa. A professora Fernanda Angius criticou ferozmente a minha prosa, mas achou natural a minha poesia, “Lineu, aqui tu és artista”, disse-me. Daí o meu investimento na poesia…, e vou morrer a fazer isso. Eu tenho uma grande paixão pela prosa mas enquanto eu não for capaz de dominar os seus instrumentos de escrita, não vou publicar nada.

PPL: Podemos então esperar alguma prosa do NL no futuro?

NL: Claro!

PPL: Já agora, alguns membros dos fundadores do Kuphaluxa, em particular o Eduardo Quive, Japone Arijuane, Amosse Mucavele, Mauro Brito e tu estrearam-se em livro com poesia. Há alguma explicação para tal?

NL: É muito interessante o que me perguntas, porque é uma mentira agradável. O Amosse começa a escrever poesia dentro do grupo, pois escrevia antes prosa, o Quive também. Eu comecei no Kuphaluxa como “homem da poesia”, mas depois comecei a oscilar e entrei para a prosa. Sempre existiram essas mudanças, de prosa para poesia e vice-versa. Eu acho que nós éramos ecléticos, ou seja, mostrámos que podíamos escrever quer prosa quer poesia, mas a questão é onde é que cada um se sente bem. Hoje eu acho que o Amosse escolheu a poesia. Eu estou com alguns projectos de prosa, cada um escolheu um campo. É preciso sublinhar que não foi uma questão de vendas, até porque a poesia não vende. Eu gosto da prosa e a minha maior influência foi o Mia Couto, embora tivesse lido o Craveirinha e o Ungulani; o Mia mostrou-me que é possível conviver com vários estilos, que eu posso fazer poesia, crónica, eu amo a crónica… se me questionassem “NL qual é o teu gênero favorito?”, eu diria crónica… Mas é poesia, crónica, conto, romance, o Mia escreve tudo isso, eu li quase toda a obra do Mia Couto, e isto foi fundamental para mim. Invisto mais na poesia porque eu quero ter os pés firmes na poesia antes de empreender outros voos.

PPL: O NL faz parte do grupo original do Kuphaluxa. Hoje escritores publicados e populares dentro e fora do país. Vocês ainda continuam amigos, ainda são membros activos do grupo?

NL: Eu fui secretário-geral do grupo e depois director da revista “Literatas”. Para mim, o Kuphaluxa ajudou-me a viver, deu-me o ar que precisava, não necessariamente ganhos financeiros ou cargos, mas ar para viver, pois sempre andei fechado. Quem lê a história da literatura de moçambique percebe que, conforme os membros dos grupos vão publicando livros, a fama, o protagonismo que um ou outro assume… isso incomoda. Eu não me assumo um membro activo do Kuphaluxa, mas quem está dentro do grupo sabe que eu não estou lá por certos motivos. Talvez seja a busca de protagonismo, fecharam-se-me certas portas, é aquela coisa de “com quem eu quero trabalhar”. Esta é uma das minha maiores dores, mas é um daqueles filhos… se calhar eu esteja errado, vou deixar o Kuphaluxa andar e eu estarei para aplaudir quando boas coisas acontecerem. Eu estarei sempre lá para dizer as coisas com as quais não concordo. No fundo, crescemos, questões da vida aconteceram, as faculdades, as namoradas, etc. Estão lá ainda alguns membros fundadores, o Quive, o Isidro, o David Bamo; outros, como eu, ainda mantemos o mesmo espírito. Continuamos a fazer o que nos levou a criar o grupo, seja o Amosse Mucavele ou o Mauro Brito, continuamos a divulgar o livro e a criar o gosto pela literatura. O espírito do Kuphaluxa ainda está lá, não é somente publicar livros, sermos amigos ou andarmos juntos; podemos discordar sobre diversos aspectos da vida mas aquilo que faz o Kuphaluxa é indiscutível.

PPL: Nas vésperas da sua saída do secretariado do Kuphaluxa, o NL disse “acreditava no poder da literatura e nas janelas que o livro abre”. Ainda acredita na literatura?

NL: Eu saio do Kuphaluxa quando ainda poderia continuar por mais anos. Sempre ficou claro a ideia de rotatividade. Eu queria dar esse exemplo aos outros membros. O desejo foi sempre formar mais pessoas e passar o testemunho. Não é uma questão de cargos, até porque o conceito de cargos é político demais. O que eu quis passar no momento é a ideia de que todos devemos sair. Ainda acredito na literatura, sempre! Incentivar a leitura é tudo para mim. Sou fruto da leitura e das janelas que o livro proporciona. Eu acredito nisto. Mas também não estou a dizer que as pessoas devem ficar sentadas em casa a ler e acharem que depois terão um emprego, estaria a ser um falso profeta, mas é pela capacidade de imaginação, criatividade e abstracção que o livro pode trazer. Isso foi fundamental para mim e acredito que pode ser para as outras pessoas também.

PPL: A professora Sara Jonas encontrou lances do existencialismo na tua poesia. O que é que o NL procura? Algo relacionado com o acidente que teve?

“cada um em Mim”, 2014

NL: Estamos aqui a buscar três identidades, o NL pessoa, o poeta e o formado em filosofia, que gosta da corrente existencialista. Quando escrevi o “Cada um em mim” eu não tinha em conta estes aspectos do existencialismo, é algo que descubro tempos depois. O existencialismo nada teve a ver com o acidente. “Cada um em mim” está relacionado com uma viagem que fiz à cidade de Quelimane, depois de ter abandonado o meu primeiro projecto de poesia. Eu sou de Quelimane, lá nasci, vivi em 4 ou 5 bairros, estudei, cresci, fiz rap… começo a escrever poesia do nada, de férias. Eu conheço 85% dos becos de Quelimane, aqueles becos iguais aos da Mafalala. Cada local que vi recordava-me de tudo que vivi com as várias pessoas que conheci, os outros. Quando me dei conta, eu tinha um corpo de poemas. É um livro que eu gostaria de reeditar dentro de 5 anos. Esse existencialismo devem ser essas vidas, essas memórias.

PPL: O próximo livro será também existencialista?

NL: “Cada um em mim” evidencia um grande dilema, eu era um estudante de filosofia, aliás, serei sempre um eterno estudante. Eu fugia desse contacto entre a filosofia e a poesia, e é por isso que eu não cito filósofos na minha poesia. Eu vejo grandes poetas moçambicanos a fazerem isso e até acho fantástico. Mas para mim é como se… como se eu não estivesse a fazer grande coisa. É louco quando o Craveirinha ou o Patraquim chamam o Aristóteles ou um outro filósofo nos seus textos, no meu… é como se eu tivesse… eu não me sinto com essa grandeza de evocar filósofos. Não gosto de fundir estes dois campos. O Padre M. Ferreira disse que não sabia se o “Cada um em mim” era poesia filosófica ou filosofia poética… Eu sofria de um conflito interior, eu não queria juntar filosofia e poesia. No meu novo livro eu tento conciliar isso. Acho que funciona muito bem essa combinação, quero fazer uma nova viagem. A filosofia usa o método lógico-racional. Eu uso, no novo livro, “Cor do voo”, o ilógico, como por exemplo quando digo que “A folha fotografou o rio”. A folha não é capaz de fotografar.

PPL: O existencialismo do “Cada um em mim” inicia-se em Quelimane, o que é curioso, pois num dos teus poemas escreves “o que me mantém fixo/ a Quelimane/ não é a raiz”, o que é?

NL: Gosto muito deste poema. O que me mantém fixo a Quelimane não é a raiz, é o fruto, como quer sugerir o poema. Tenho a raiz, sou de Quelimane, mas sou fruto que tomba em qualquer parte do mundo. É como o Mussa Rodrigues [músico cego e já falecido que era famoso por tocar uma viola de latão], que é de Quelimane, mas ele não é artista porque é de Quelimane, o ser artista é o fruto da árvore.

PPL: A sua poesia é bastante limpa, sem muitos “arranjos florais”. Qual é o seu sentido oficinal?

NL: Confesso que, pelo bem ou pelo mal, foi-me difícil discernir o poeta do fingidor, era tudo muito ténue. E eu sou indisciplinado por natureza, gosto de ser marginal, de ser da periferia, talvez seja por isso. Deve ser também do trabalho que fiz com a professora Fernanda Angius, que marca o meu lado humano e a minha poesia. Ela foi a minha mentora e fundamental para a busca do conhecimento da língua [portuguesa]. A minha estética é indisciplinada, constrói-se por si própria, sem intenção alguma. Acho que é mais interessante que o “Cada um em mim” fale por si e não que eu fale por ele.

PPL: O Nelson Lineu e o Kuphaluxa fazem parte de “uma geração” chamada, pelo escritor Aurélio Furdela, de “Geração Internet”. Qual é a sua opinião sobre o assunto?

NL: Penso que uma grande parte dos novos escritores está ligada aos blogues, facebook e revistas electrónicas. Mas eu não gosto muito do debate sobre gerações. Acho que ainda somos jovens, incluindo a geração do Furdela, se é que ela existe. Ainda somos jovens para ficarmos horas a fio a discutir essa questão. O que me interessa é trabalhar os meus livros. Não nego, entretanto, o papel da internet na divulgação dos novos escritores moçambicanos em Angola, Portugal e Brasil. Aliás, mesmo os que não fazem parte desta “Geração Internet” são hoje conhecidos fora do país a partir da internet. Será que estamos a falar de escritores que surgiram pela internet ou de escritores que se afirmaram pela internet? Essas discussões não são importantes, criam mais discussões e situações negativas no lugar de ficarmos em nossas casas a escrever e tentar perceber o mundo.

PPL: O NL vive actualmente numa “zona” chamada “O Pulmão da Malhangalene”, que, diz-se, foi o último reduto do poeta Eduardo White. Qual é a magia daquele lugar?

NL: Pelo que eu li do White nos últimos tempos, ele tinha uma relação muito forte com as pessoas, principalmente com as senhoras que vendiam vegetais. Um amigo meu, o Jessemusse Cacinda, perguntou-me como é que em tão pouco tempo eu tinha tanta popularidade com as gentes do “Pulmão”. Talvez porque o White e eu somos de Quelimane [risos]. Eu convivo com as pessoas, temos aquela relação, mesmo com as “mamanas” [senhoras, mães] que vendem coisas que geralmente eu não compro. Acho que o White gostava de conversar com as pessoas, de ouvi-las. Então, o lugar propicia essa situação de estar com as pessoas… não é o lugar que faz o poeta, é a capacidade de captar as pessoas.

PPL: É mais ou menos aquilo que o Eduardo White dizia, “O artista não representa o povo, o artista faz parte do povo”…

NL: Eu não gosto muito de me assumir como “povo”. “Povo” é um simples conceito. Eu não sei quem é ou não é “povo”. Eu não sei se o Presidente da República é “povo”. Se o presidente de um partido político é ou não “povo”. Eu não entendo isso. Não me quero meter porque acho que esse conceito é impreciso. É um conceito desgastado, é como população, eu prefiro falar de homens ou seres humanos. Esse é o ponto crucial, White foi o maior poeta que nós tivemos, pela revolução que ele fez. Há um poema-homenagem ou ode que faço ao White, que talvez apareça no meu próximo livro, qualquer coisa como “Enquanto existia sangue/ nos papéis/ ou nos livros/ White trouxe amor.” Esse é o grande mérito do White. É esse amor que representa a humanidade. É isso que faz com que exista essa ligação ícone com White quando nos sentámos com as senhoras do Pulmão, do Compone, do Xiquelene ou de qualquer outro sítio. É o amor, a humanidade é que conta. “Povo” é apenas um conceito político.

PPL: Só para terminar, podemos assumir que o Kuphaluxa “criou” escritores?

NL: Eu acho que o Kuphaluxa ainda não criou escritores. Ainda não criou porque publicar livros não era no nosso objectivo [quando criámos o grupo]. Eu acho que ninguém do Kuphaluxa se pode assumir como escritor já feito. E, sinceramente, deve-se falar aos membros do Kuphaluxa que o caminho ainda não está feito. Publicar livros e aparecer na televisão não fazem o escritor, o livro sim.

PPL: E se fosses editor, dos actuais membros do Kuphaluxa, qual seria o primeiro que publicarias?

NL: Dos que tem livros?

PPL: Não, dos que ainda não publicaram.

NL: O Hermínio Alves. Ele é dos que está preocupado com a escrita em si. Outrora foi moda ser do Kuphaluxa. Alguns membros estavam somente preocupados com a fama, aparecer na televisão e dizer poesia… Mostraram que não seriam capazes de dar um outro passo. Mas o Hermínio Alves tem espírito de escritor. Ele é a minha escolha, sem dúvidas.

Os 5 Exércitos Militares Mais Poderosos de África

O poder militar de um país é um factor que determina o seu nível de influência em sua região e país. A corrida para o fortalecimento do arsenal militar acontece em todos os continentes, inclusive em África.

Você sabe qual país africano tem o exército militar mais poderoso? Confira lista em ordem decrescente.

As Maiores Potências Militares de África

A lista publicada anualmente pela Global Firepower é dominada por países com fortes raízes árabes. Todos os orçamentos apresentados são é dólares norte-americanos.

5. África do Sul

A República da África do sul é um país localizado no extremo sul da África com cerca de 54 milhões de habitantes.

A África do sul possui um total de:

  • 78.000 militares activos
  • 231 aeronaves
  • 195 tanques de combate
  • 2265 veículos de combate
  • 30 meios navais
  • 4,6 biliões de orçamento militar

4. Nigéria

Localizado nas margens da África Ocidental, A Nigéria é o país com cerca 186 milhões de habitantes.

A Nigéria possui um total de:

  • 124.000 militares activos
  • 110 aeronaves
  • 148 tanques de combate
  • 1420 veículos de combate
  • 75 meios navais
  • 2,3 biliões de orçamento militar

3. Etiópia

A República Democrática Federal da Etiópia é um país encravado no Chifre da África, sendo um dos mais antigos do mundo. É a segunda nação mais populosa da África e a décima maior em área, com cerca de 102 milhões de habitantes.

A Etiópia possui um total de:

  • 162.000 militares activos
  • 80 aeronaves
  • 800 tanques de combate
  • 800 veículos de combate
  • Nenhum meio naval
  • 340 milhões de orçamento militar

2. Argélia

A República Argelina Democrática e Popular, é um país da África do Norte que faz parte do Magrebe. É a cidade mais populosa na costa do Mediterrâneo com cerca de 40 milhões de habitantes.

A Etiópia possui um total de:

  • 520.000 militares activos
  • 502 aeronaves
  • 2405 tanques de combate
  • 6754 veículos de combate
  • 85 meios navais
  • 10 biliões de orçamento militar

1. Egípto

A República Árabe do Egito é um país do nordeste da África é um país localizado no Norte da África, cuja capital e maior cidade é o Cairo. O Egipto é muito conhecido pela antiga civilização egípcia, com os seus templos, hieróglifos, múmias, e pirâmides. O país possui cerca de 94 milhões de habitantes.

A Egípto possui um total de:

  • 1 milhão e 300 militares activos
  • 1132 aeronaves
  • 4110 tanques de combate
  • 13949 veículos de combate
  • 319 meios navais
  • 4 biliões de orçamento militar

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Toyota Altezza

Lexus IS anteriormente conhecido como Toyota Altezza é uma série de carros executivos da Lexus fabricados desde 1998.

O IS foi originalmente vendido sob a placa de identificação Toyota Altezza no Japão (a palavra “altezza” é italiano para “altitude”) até a introdução da marca Lexus e a segunda geração do Lexus em 2006. O nome Altezza ainda é usado em vezes para se referir às características luzes traseiras cromadas da primeira geração do modelo, conhecidas como ‘luzes de Altezza’.

Primeira Geração

O Altezza da primeira geração foi lançado no Japão em Outubro de 1998, enquanto que o Lexus IS 200 fez a sua estreia na Europa em 1999 e na América do Norte estreiou como o IS 300 em 2000.

Segunda Geração

A segunda geração do IS foi lançada a nível mundial em 2005, com os modelos IS 250 e IS 350 ambos com motor V6, seguido por uma variante de alta performance com motor V8 versão, o IS F em 2007. E por fim vieram versões convertíveis IS 250 C e IS 350 C, em 2008.

Terceira Geração

 

A terceira geração Lexus IS foi lançada em Janeiro de 2013, com versões diferenciadas como o IS 350 e IS 250 com motores V6, o híbrido IS 300h, e variantes da linha de alto desempelho Lexus F. A designação IS significa Desporto Inteligente.

Meu Carro Não Quer Pegar!

Você já passou por uma daquelas situações em que seu carro se recusa a iniciar? Às vezes há uma solução rápida, e às vezes pode ser uma situação um pouco mais desafiadora.

Verifique a bateria

Sua melhor aposta é começar com a sua bateria – uma bateria morta costuma ser a razão mais comum para o carro que não querer ligar. Você pode verificar a força da sua bateria com um testador de bateria ou então você pode tentar um jump start (arranque com cabos). Se seu carro ligar, você simplesmente precisa de uma bateria nova. Se ainda assim não ligar, é hora de mergulhar um pouco mais fundo.

Para esses casos, há uma série de sintomas, possíveis diagnósticos e soluções para si.

Os sintomas

 

Há um grande número de peças que compõem o seu carro, o que significa que há uma variedade de razões pelas quais o seu carro pode estar a pegar.

Faz um barrulho, mas não inicia

Você pode apenas ter uma bateria morta. Se você tiver razões para acreditar que este não é o caso, olhe para a fiação e para o motor de arranque para ver se há uma conexão solta.

Nenhum som quando você liga a ignição

Verifique a bateria e analise estado das conexões de cabos terminais. Se eles parecerem estar corroídos, pode ser necessário limpar ou trocar os cabos.

Não pega quando chove

Você precisa verificar o interior da tampa do distribuidor para ver se há humidade – consulte o manual do seu carro para encontrar a sua localização. Para evaporar toda a humidade no interior da tampa do distribuidor, rode a tampa de cabeça para baixo e despeje ou borrife um pouco de solvente nele. Em seguida, seque a tampa da melhor maneira possível com um pano limpo, sem fiapos e coloque a tampa.

Outras situações mais complicadas

Aqui você precisa de algum conhecimento sobre as peças do carro para poder fazer alguma coisa.

Pega, mas desliga logo

Verifique se a faísca eléctrica está a chegar nas velas de ignição. Quando você abre o capô de seu carro, você enconrra uma série de fios que levam a diferentes pontos no compartimento do motor. As velas de ignição estão localizados na extremidade dos fios do motor. Se isso tudo parecer estar em conformidade, verifique o fornecimento de combustível para o seu motor.

Falhas no motor ou durante a aceleração

Verifique a bomba de acelerador, velas de ignição, o distribuidor e o timing

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