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Zagalote solidariza-se com as pessoas portadoras de albinismo

O rapper moçambicano, Zagolote, do grupo de Hip-Hop, Kappacettes Azuis, gravou uma música dedicada às pessoas portadoras de albinismo numa altura que, em Moçambique, são raptadas para servirem à medicina tradicional.

Nos últimos meses os medias publicaram factos de raptos e/ou sequestros, vendas, esquartejamentos, e outros crimes desumanos contra as pessoas sem pigmentação na pele. Este facto suscita, ainda, vários debates e acções para estanca-lo. Neste sentido, artistas, como é o caso de Zagalote, intervêm com suas próprias músicas. Zagalote sensibilizou-se a dedicar uma música à pessoas portadoras de albinismo porque o que se vive “está a tomar contornos agravantes e, com estes actos macabros, alguns de nós é que [tiveram] conhecimento que [usam-se] partes de [corpos] destes para fins obscuros julgando que eles são [a] fonte atracção de riqueza”. Contudo, porque o drama não só afecta aos albinos, mas também toda a sociedade moçambicana, a música é para a nação moçambicana de modo a que “[proteja] as pessoas com ausência completa ou parcial de pigmento na pelecabelos e olhos, devido à ausência ou defeito de uma enzima envolvida na produção de melanina.

“Todos têm direito de um lar, uma família, à saúde, à educação, a um emprego condigno, e de maneira nenhuma devem ser discriminadas, marginalizadas [ou] usadas como fontes de geração de riquezas.”

ZZaga

A música SOMOS TODOS IGUAIS é, em si, uma síntese de factos relatados e leituras sobre o assunto e, nela, o rapper tentou  buscar aquilo que é o essencial para poder retratar de forma clara e objectiva. E, com o interesse de tornar o conteúdo musical acessível a maior parte dos moçambicano,  que o rapper afirma que recorreu a uma linguagem simples – aspecto negligenciado por vários músicos moçambicanos.
Engana-se quem pensa que o Apocalipse rotunda-se em Moçambique. Zagalote tentou, de maneira geral, abranger outros países emaranhados nesta cegueira, dentre eles Burundi e Tanzânia.

A música pode ser encarada como o pino do qual se pode bem-palavrear até a base, formando, com as diferentes temáticas co-relacionadas, o vértice da pirâmide de acções para sublevação de uma consciência humanitária.

http://musica.mmo.co.mz/video/somos-todos-iguais-zagalote-com-saxx

Será que utilizamos bem o nosso cérebro?

Aquele amigo das ideias reluzentes e, às vezes, péssimas, que faz o mundo ser o que é, é digno de toda atenção do mundo – o cérebro. Sobre ele pode-se dizer muito, mas separámos para si algumas curiosidades.

Confira já 8 curiosidades acerca do cérebro:

  1. É um gravador nocturno

Durante o sono o cérebro grava o que aconteceu ao longo do dia e prepara-se para outra jornada. Neste momento, ele abranda as emoções.

  1. A cor do cérebro

O cérebro tem células acinzentadas, mas, ao mesmo tempo, possui massa branca (fibras nervosas); uma pequena região preta, onde há melanina, chamada de “substância negra”; e regiões avermelhadas, por causa dos vasos sanguíneos.

  1. O álcool altera o funcionamento

A frequência do consumo, a quantidade de álcool ingerida e a idade em que o hábito começou determinam o tipo de dano, que podem ser irreversíveis.

  1. O cérebro envelhece

Ao longo da vida se perde massa cerebral. O problema é quando algumas doenças, como a esclerose múltipla aceleram este processo, fazendo com que a perda de volume cerebral ocorra até 5 vezes mais rápido do que o normal.

  1. Os dois hemisférios dividem funções

O lado esquerdo do cérebro controla o lado direito do corpo, e vice-versa. Assim, quando há uma lesão no lado direito do cérebro, por exemplo, o lado esquerdo é que é afectado.

  1. Será que o tamanho determina o QI?

O tamanho do cérebro não influência a inteligência. No entanto, os cientistas estão avaliando a relação entre o percentual do cérebro e o peso corporal médio de cada espécie. Nos humanos, 2% do peso corporal é cérebro.

  1. Qual é o potencial?

O potencial do cérebro é ainda desconhecido em termos de quão longe a inteligência humana pode chegar. O percentual utilizado depende directamente da actividade que o corpo está realizando. Actividades mais complexas física ou mentalmente accionam praticamente todas as áreas cerebrais.

  1. Há exercício para o cérebro?

ccerebro

O cérebro é como os músculos do corpo, quanto mais você treina, mais se desenvolve e melhor fica. Por isso, o ideal é mantê-lo activo com actividades como leitura ou que exijam destreza manual e esforço mental. Os cientistas acreditam que a estimulação cerebral pode gerar novas conexões entre os neurónios e pode até fazer com que o cérebro gere novas células nervosas.

UOL

Dama do Bling lança novo vídeo “Feel” com participação da Jazz P

A rapper moçambicana Dama do Bling, que lançou recentemente o vídeo da música Just Dance, não para de surpreender. Bling gravou mais um vídeo da música Feel, desta vez ao lado da cantora Jazz P, do reino africano da Suazilândia. O vídeo este que esteve sobre direção e produção do Josh FENDISH PRODUTIONS.

O anuncio de lançamento do vídeo foi feito pela cantora na sua pagina oficial do Facebook “Visitem minha página do YouTube e vejam o vídeo FEEL Participação da Jazz P grande vídeo, vídeo producer and director ‪#‎josh‬FENDISH PRODUTIONS”, escreveu a cantora.

Veja o vídeo:

Ex-namorada de 50 Cent insinua que ele seja gay

No último domingo (08), a ex-namorada do 50 Cent, Vivica A. Fox, participou do programa “Watch What Happens Live” e causou polémica ao insinuar que ele é gay.

Segundo a imprensa internacional, a polémica deu-se quando o apresentador Andy Cohen perguntou a Vivica o que achou quando o ‘ex’ criticou a temporada da série que fala sobre ‘assuntos gay’. A celebridade começou por dizer que não ficava bem ao cantor falar mal da situação. “Tivemos bons momentos juntos. Mas ele simplesmente parece que tem algo por resolver”, acrescentou Vivica.

Irritado com o sucedido, 50 Cent deu uma resposta à ex-namorada. “Não! Agora ela pensa que sou gay porque deixei que ela lambesse meu traseiro. Calma, não quis que ela fizesse isso, ela me forçou. Minhas mãos estavam amarradas. 50 Tons de Cinza”, disse, em menção ao livro de E.L. James.

Em outra publicação, 50 Cent resolveu entregar intimidades de Vivica A. Fox. “Vad**, lembra-se de quando disse ´f*da-se Halle Berry´ e que conseguiria fazer todas as personagens dela melhor do que ela mesma? Só olhei para você e pensei ‘o que você uso’”, afirmou. A actriz não comentou sobre as declarações até o momento.

Mr. Bean termina casamento de 24 anos

O actor britânico Rowan Atkinson, de 60 anos, mais conhecido por “Mr. Bean”, divorciou-se da esposa Sunetra Sastry, de 58 anos, depois de 24 anos de casamento. A mulher de Rowan Atkinson pediu o divórcio após ele a trocar por uma actriz mais jovem, com metade da sua idade.

A esposa avançou com o pedido de divórcio no ano passado, alegando “comportamento irracional” do actor, quando este a trocou por Louise Ford, actriz 28 anos mais nova que ele. Os documentos foram tornados públicos esta terça-feira (10), depois de uma audiência num tribunal em Londres, na qual não compareceu nenhum dos visados, e que lhes concedeu um “divórcio rápido”, segundo fontes do Daily Mail.

Mr. Bean estava casado com Sunetra desde 1990. Na altura em que se separaram, estavam a construir uma mansão em Oxfordshire, Reino Unido, avaliada em 11 milhões de libras (756 milhões de meticais). Juntos, têm dois filhos: Ben, 22 anos, e Lily, 20.

O humorista britânico mantém um relacionamento com Louise Ford há 18 meses.

As entranhas de Maputo (des)iludidas por Poeta Militar

A Cidade de Maputo!

Obrigado minha cidade, pelos anos que fazes. Talvez, pelos anos que faço em ti.
Obrigado pelos carros que, como Coca-cola, se engarrafam em todas as avenidas ao entardecer. Pelas caixas de lixo inundadas de restos inteiros de comida anunciando fome em subúrbios.
Obrigado, cidade capital, pela paz que desfila pelas passaleras das TV’s enquanto a falta de paz faz parar vidas no Centro e Norte. Pelas armas, pelo sangue, pelas tripas, pelas cédulas de paz queimadas…
Obrigado pelo desenvolvimento; pela corporação que usa a mão esquerda para matar a justiça e a mão direita para enterrá-la. Obrigado pelo exército que garante a paz.
Obrigado pelas putas que vendem o que não cabe em tuas saias, minha cidade. Pela barraca que não vende álcool para menores, onde um menor vende. Por tudo. Pelos panfletos de campanhas eleitorais que ainda sujam as tuas pernas, como marcas de um período menstrual mal visto.
Obrigado pelas Universidades, pelas Escolas, pelos jardins onde crianças sujas de incertezas plantam as flores secas dos seus sorrisos. Obrigado pelas Igrejas que dizimam com seus dízimos a nossa fé em feitiços e magias. Pelos “My Love’s” que quebram em cacos o nosso Love por ti. Obrigado pelas valas que servem de camas de lixo.
Obrigado pelo parlamento, pelas nossas esquadras que servem de Infernos de processos de inocentes.
Obrigado pela Poesia, pela Música, pela dança, pela linda moça que há em ti.

Autor: Poeta Militar

Será que quem não utiliza Facebook é feliz?

Um estudo dinamarquês sobre a felicidade e as redes sócio-virtuais concluiu que as pessoas que deixaram de utilizar o facebook durante uma semana são elevaram os níveis de felicidade. A ferramenta virtual é vista pelo estudiosos como a principal causa para males como falta de concentração ou uma vida social pouco activa.

“Escolhemos o facebook, já que é a rede social mais utilizada por pessoas de todas as idades” e foi possível realizar a pesquisa com 1095 pessoas na Dinamarca, onde metade delas continuou a utilizar o facebook e outra metade não, e esta, no fim da pesquisa, afirmou que ficaram mais felizes.

No total, 88% delas disseram se sentir felizes, contra 81% no outro grupo, e 84% destacaram apreciar mais sua vida (contra 75%). Apenas 12% afirmaram estar insatisfeitas, contra 20% entre as pessoas conectadas à rede social.

UOL

Mito #1: As empresas chinesas empregam unicamente trabalhadores chineses

Texto de Barry Sautman[ii] e Yan Hairong[iii]

Tradução de Pedro João Pereira Lopes[iv]

Qual é a contribuição das empresas chinesas para a geração de emprego local? O conteúdo mais generalizado e persistente, denunciado pelos discursos ocidentais, sobre as relações China-África, indica que as empresas chinesas “trazem os seus próprios” trabalhadores, e não contratam locais. Os líderes políticos dos EUA defenderam este ponto de vista, com particular destaque, na Cimeira EUA-África, em 2014. O Presidente Obama sugeriu aos líderes africanos que se “certificassem se, de facto, a China está a construir estradas e pontes, primeiramente, e se está a empregar trabalhadores africanos”. O vice-presidente, Joe Biden, “tirando sarro com a cara da China”, disse que “A América está orgulhosa com a forma em que o nosso investimento na África progride, lado a lado com os nossos esforços de empregar e treinar os locais para fomentar o desenvolvimento económico, e não apenas para extrair o que está no solo”. O Secretário de Estado John Kerry perguntou, retoricamente, sobre os construtores chineses em África: “Quantos chineses vêm para fazer o trabalho?”

Para os líderes africanos, as empresas estrangeiras constituem uma necessidade política e de desenvolvimento. Os administradores e engenheiros africanos as vêem como vitais para os seus planos de carreira e para as relações sindicalistas; e as ONGs as vêem como uma chave para a melhoria da gestão das relações de trabalho e uma maior responsabilidade social das empresas. Os políticos ocidentais e os meios de comunicação de massa influenciam as elites africanas para assumirem que as empresas chinesas pouco fazem para os locais, no entanto, nenhum deles apresenta dados sistemáticos sobre o que foi feito e o que é, afinal, necessário para que os empreendimentos chineses em África contratem mão-de-obra local.

Mão-de-obra local, primeiramente, e, acima de tudo, preocupações com o emprego; mas também a escolha de fornecedores e subempreiteiros, adaptação às leis do país anfitrião, alfândegas e mercados, e comunicação e socialização com os naturais. O nosso banco de dados sobre a força de trabalho local mostra que, em média, os naturais são mais do que 4/5 dos funcionários em 400 empresas e projectos chineses, em mais de 40 países africanos. As proporções são, contudo, muito mais baixas para os administradores de topo, e significativamente menor para engenheiros e outros profissionais. Há alguma mudança entre os 55 estados de África, quanto às taxas de contratação local nos empreendimentos e projectos chineses.

As indústrias extractivas, manufatureiras e de construção empregam, na sua maioria, 80% a 95% da mão-de-obra local, embora o ramo da construção apresente exemplos de escassez de competências locais ou limitações políticas do governo anfitrião, para a rápida conclusão do projecto, que geralmente exige que a mão mão-de-obra intensiva chinesa seja importada. A mais baixa taxa de utilização de força de trabalho local regista-se entre as duas grandes empresas de telecomunicações chinesas, a privada Huawei e a empresa estatal (EE) ZTE; ainda assim, apesar da grave escassez de engenheiros e técnicos em muitos estados africanos, essas empresas empregam metade a 2­/3 da força de trabalho local. Não há, geralmente, uma distinção exacta entre as empresas privadas e as empresas estatais chinesas relativamente à utilização da mão-de-obra local: as empresas privadas têm um maior incentivo económico, enquanto as empresas estatais têm incentivos políticos.

Os projectos de construção chineses em Angola e Argélia empregam uma proporção de nacionais abaixo da média (mas ainda maioritária): em Angola devido a inabilitação técnica consequência dos 27 anos de guerra, e em Argélia por causa da migração de trabalhadores qualificados para a Europa. A alta industrialização da África do Sul e do Zimbabwe associado aos níveis de educação resultam na forte utilização da mão-de-obra local pelas empresas chinesas.

Quase todos os administradores chineses [em África] entrevistados para o estudo, reconheceram que as vantagens da mão-de-obra local – uma conta baixa de salários, melhores relações com o governo, e aquisição de conhecimento local – superam inconvenientes tais como a perda das funções de controlo, empregados menos especializados e um ritmo mais lento de trabalho. Muitos administradores procuram seguir a tendência e, recentemente, algumas empresas chinesas, cada uma com milhares de empregados, usam 99% da força de trabalho local, incluindo a Kiluwa Mining Group e a China Africa Agricultural Investment Co., na Tanzânia; as subsidiárias da Sino-Steel na África do Sul e Zimbabwe, Akosombo Textiles em Gana, Beijing Geophysical Prospecting na Nigéria, e Jinchuan na Zâmbia.

O uso mão-de-obra local em empreendimentos chineses já é bem-desenvolvido e, em geral, quanto mais tempo as empresas chinesas ficam em África, mais elas usam trabalhadores locais. Porém, a elite africana pode considerar os números como não suficientes. Seu foco em cargos de administração é uma fonte de aborrecimento, contudo os estereótipos criados pelos meios de comunicação desempenham também um papel importante. É cliché considerar que existem poucos nacionais em empresas chinesas, quando existem muitas outras empresas estrangeiras em África. As empresas ocidentais estão há mais tempo em África, em comparação às suas contrapartes chinesas, o que lhes permite “usufruir” melhor dos recursos e mercados africanos, gerar maiores lucros e pagar altos salários para atrair os talentos africanos. Dados transnacionais indicam que, não obstante a existência actual das empresas chinesas, com alguns anos no continente, as empresas ocidentais não têm, geralmente, taxas elevadas de uso de mão-de-obra local.

Um outro estereótipo é o de que as empresas chinesas não estão dispostas a usar a mão-de-obra local porque elas desejam separar, etnocentricamente, o chinês do africano, ou porque o governo chinês vê a África como uma “lixeira” para trabalho excedente. Chineses com PMEs, porém, são mais propensos a viver entre os africanos e aprender línguas locais do que os expatriados ocidentais. Não faz sentido nenhum, também, imaginar que a China está a exportar o excesso de sua mão-de-obra para África, pois chineses que trabalham para empresas significantes – ao invés de serem empreendedores e terem emigrado por iniciativa própria – constituem somente cerca de dez mil, e entretanto provêm de uma nação de 1,4 bilhão de pessoas.

Recomendações

Para que as empresas chinesas contribuam ainda mais para o emprego, os actores políticos africanos e os meios de comunicação devem reconhecer que elas compreendem o benefício do uso da mão-de-obra local, aumentando o volume de operações locais e a redução as brechas culturais entre chineses e africanos. Os mitos sobre a presumível não utilização da mão-de-obra local pelas empresas chinesas deve ser abjurada, e aqueles [mitos] propagados para fins políticos, por forças políticas anti-China, devem ser combatidos, para que os africanos possam transitar para questões de emprego baseados na realidade das relações China-África. No entanto, o emprego local pode ser aprofundado, sistematizando colectivamente as obrigações legais dos investidores para recrutarem localmente, por meio de promulgação de normas, quotas ou reservas de emprego e, simultaneamente, a emissão atempada de licenças de trabalho para as posições não-nacionais.

Para que se desenvolva o emprego, através das relações China-África, os governos africanos devem, de igual modo, beneficiar das vantagens que decorrem da sobreposição da política aos negócios, nas operações das empresas estatais chinesas.

Durante a crise financeira mundial de 2008-2009, quando as empresas de mineração estrangeiras não-chinesas começaram a fechar ou a despedir os seus funcionários na Zâmbia, a empresa estatal China Non-ferrous Metal Mining Group (CNMC) accionou a contra-política dos “três nãos”: não à demissão de trabalhadores, não aos cortes no investimento e não ao abandono dos planos de expansão. A companhia comprou uma mina abandonada por uma empresa com sede na Suíça, re-contratou os seus trabalhadores, e empregou mais mil para abrir um novo corpo de minério. O apoio do governo chinês à política da CNMC serviu, de certa forma, para contrariar as afirmações do então partido da oposição, a Frente Patriótica (PF), que sustentava que “os chineses” não contribuíam para o emprego. Depois do partido PF ascender ao poder, em 2011, viria a abandonar a sua postura anti-China. Os governos africanos poderiam trabalhar com o governo chinês, suas empresas estatais, e até mesmo algumas empresas privadas, para propagarem a política dos “três nãos” para o continente.

Os governos africanos podem, ainda, promover o emprego instigando uma maior responsabilidade às empresas chinesas para que aumentem o investimento em mão-de-obra intensiva na indústria e serviços.

As empresas chinesas são as principais colaboradoras para o lançamento das bases para a industrialização de África, através da construção de infraestruturas. O Estado chinês controla os principais aspectos do Investimento Directo Estrangeiro para África, tornando-se, provavelmente, no mais importante actor mundial a encorajar companhias a assumirem os riscos do amplo desenvolvimento da indústria e serviços no continente. Os estados africanos, em conjunto, têm a soberania e o poder político necessário para obrigar o Estado chinês a tomar tais medidas.

Por fim, elevar os padrões da força de trabalho pode favorecer a geração de emprego através da criação de condições propícias à expansão da actividade empresarial.

Algumas fontes sugerem, de forma dúbia, que os empreendimentos chineses são os super-exploradores de África: Obama, em uma observação interpretada como uma alusão à China, disse, “Vocês [africanos] produzem matérias-primas, vendem-nas a preços baixíssimos e, em seguida, ao longo de toda a cadeia, alguém faz dinheiro e cria postos de emprego e valor”. Na verdade, as práticas das firmas chinesas são piores em alguns aspectos e melhores em outros aspectos, comparativamente a generalidade de investidores estrangeiros. Os governos chineses e africanos podem, contudo, influenciar as empresas a adoptarem uma visão de longo prazo e a melhorarem os salários e benefícios, mesmo quando ainda não estiverem a ter lucros. Eles criariam, assim, forças de trabalho mais estáveis ​​e evitariam problemas como os vistos em Sucoma – uma fábrica de açúcar privada, de origem chinesa, que opera em Madagáscar –, que experimentou tumultos generalizados em 2014, em parte porque alguns trabalhadores eram pagos pouco mais de um dólar por dia. A empresa afirma ter criado “10.000 empregos directos em todo Madagáscar, incluindo para 90 cidadãos chineses”. É, portanto, uma dessas empresas com 99% de mão-de-obra local, mas que por si só não satisfaz nem africanos nem chineses.

[i] Artigo traduzido do original “Myth #1: Chinese Companies in Africa only hire Chinese workers”. Aceda em inglês através de: <http://www.reporting-focac.com/myth-1-chinese-workers.html>, último acesso em 20 de outubro de 2015.

[ii] Barry Sautman (Ph.D. pela Universidade de Columbia) é cientista político e advogado na Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong. Suas principais áreas de pesquisa são as relações China-África e políticas étnicas na China.

[iii] Yan Hairong (Ph.D. pela Universidade de Washington) é antropóloga da Universidade Politécnica de Hong Kong e autora de New Masters, New Servants: Migration, Development, and Women Workers in China (Duke University Press, 2008). Suas principais áreas de pesquisa incluem as relações China-África e desenvolvimento rural na China.

[iv] Pedro João Pereira Lopes (MPP pela Universidade de Pequim) é escritor, docente universitário e pesquisador. Suas principais áreas de pesquisa envolvem as relações China-África, pobreza, desenvolvimento e distribuição de riqueza.

Saiba porquê as pessoas vão ao Jardim dos Namorados

A nossa equipe de reportagem foi ao Jardim dos Namorados, num sábado, ao encontro de munícipes para saber deles quais eram os motivos que os levaram a escolher o local. Para a nossa boa sorte e satisfação todos os abordados eram casais.

NB: Alguns nomes dos parceiros (casais) são verdadeiros e foram publicados com a respectiva permissão.

Veja o que eles responderam:

Júlio e Anna: “é para passear e promover o turismo nacional – explorar aquilo que é a nossa cidade e apreciar a paisagem…”

César e Cláudia: “não é por causa de ser um sítio luxo não… tem uma boa brisa, silencio, é um local sem agitação…”

Adolfo e Carla: “num final-de-semana, um bom lugar para se estar na verdade, tranquilo e sem muito barulho. Um lugar apropriado para se passar o final-de semana com a pessoa amada…”

Armando e Luçana: “a ideia e ficar a vontade é espairecer um bocado. Também porque aqui é um sítio calmo e bonito…”

Élio e Safira: “é que aqui é um lugar aberto, viemos passear, frescar, estar perto da água…”

Adérito e Dulcineia: “… aqui é um sitio muito calmo, permite com que a gente esteja a vontade sem nenhum incómodo…”

Jamal e Kelufa: “…é um lugar calmo para estudar e espairecer, longe do corre-corre do dia-a-dia.”

Charles e Elina: “para conversar e ficar. Bom lugar para matar as saudades, apanhar a brisa…”.

Cada casal com seus próprios motivos, alguns convergentes e outros não, e certo é que o Jardim dos Namorados É UM BOM LUGAR PARA ESTAR!

Mozambique Music Awards (MMA) anuncia fim do projecto

Fundado em 2009, o maior evento de premiação artística e musical em Moçambique – Mozambique Music Awards (MMA), anunciou nesta terça-feira (03), através de um comunicado divulgado nas redes sociais, o fim do seu projecto, após ter sido alvo de várias criticas devido a sua desorganização na última edição.

A organização do evento assume todas as falhas por eles cometidos “Falhamos no passado sábado, nos nossos objectivos” -diz o comunicado em um dos parágrafos. Abrindo a possibilidade de um novo organizador: “Talvez seja tempo de deixar cair o projecto, de dar o espaço a quem eventualmente possa ter uma melhor visão e consequentemente leve a indústria de música e os excelentes fazedores de música moçambicana a outros patamares“. Por fim a organização despede-se agradecendo a todos que ao longo da sua existência deram suporte.

 Veja o comunicado:
“Mozambique Music Awards ( MMA)

Estimados Amigos da Musica Moçambicana,

Como organizadores do Mozambique Music Awards, desde há 7 anos que tentamos elevar e fazer com que o mesmo ultrapasse fronteiras. Quer as fronteiras físicas quer as psicológicas. Promover a cultura deste lindo país e os seus fazedores, alem fronteiras e tentando mudar mentalidades, criando uma e única só voz, a da música moçambicana.

Fomos sempre sujeitos, à pressão de elevar os standards do evento assim como aproxima-lo da realidade da indústria de música moçambicana. Explicando o evento, mostrando a forma de avaliação, divulgando artistas e tentando mostrar que o caminho existe apesar de ser difícil e nem todos estarmos preparados para o enfrentar.

Desenvolvemos parcerias com entidades similares assim como medias internacionais para a promoção e divulgação do mesmo, por forma a que se criassem pontes de ligação e oportunidades para a promoção e realização dos artistas.

Falhamos no passado sábado, nos nossos objectivos. Após uma serie de batalhas que fomos travando ao longo dos passados anos para prestigiar a música e essencialmente os músicos de Moçambique que com todas as dificuldades tentam todos os dias produzir e fazer crescer uma indústria extremamente importante para a cultura deste país.

Poderíamos usar simplesmente palavras como “correu mal” ou com um “para a próxima será melhor”, mas não, como disse um ilustre cantor moçambicano, Stewart Sukuma, falharam muitas coisas e muitas delas inadmissíveis nesta altura e principalmente para os objectivos a que nos propomos.

No entanto, e porque aprendemos todos os dias, mesmo naqueles em que as coisas não correm como o pretendido, tiramos ilações extremamente importantes e todo o contributo que fomos lendo ou ouvindo serviu para que pudéssemos fazer uma introspecção e olhar de uma maneira diferente.

Iniciamos o projecto porque acreditamos que poderíamos fazer diferença, independentemente de irmos aprender com os nossos passos. Não nos julgamos a nós. Isso deixamos aqueles que diariamente escrevem ou analisam de uma forma critica o nosso papel ao longo destes anos de trabalho. Não somos nem nunca dissemos ser perfeitos e aprendemos todos os dias, no entanto demos passos e fizemos com que pelo menos a música fosse tema de análise e de discussão pública. Honramos estrelas do passado, muitas delas tiveram com o MMA o seu primeiro reconhecimento e atenção mediática.

Talvez seja tempo de deixar cair o projecto, de dar o espaço a quem eventualmente possa ter uma melhor visão e consequentemente leve a industria de música e os excelentes fazedores de música moçambicana a outros patamares.
É um momento de análise.

Despedimo-nos, mas antes não queríamos deixar de dedicar aqui publicamente o NOSSO GRANDE OBRIGADO e uma palavra enorme de apreço para:

  • Os músicos moçambicanos, as nossas desculpas se falhamos e os desejos que eles lutem todos os dias por atingirem novas metas e objectivos por forma a conseguirem cada vez mais afirmarem-se em casa e no mundo;
  • A todos os amantes da música moçambicana, para que não deixem de apoiar aqueles cuja dificuldade é serem apoiados na vossa presença num concerto ou na compra de um disco;
  • A todos os jornalistas e profissionais da televisão, rádio e imprensa, que sempre nos apoiaram no projecto, que continuem a apoiar os músicos e com particular atenção aqueles que sendo novos valores, estão a despontar e precisam de suporte. Aqui uma palavra de reconhecimento à STV pelo apoio e suporte dado;
  • Ao juri e organizações como a SOMAS, Associação de Músicos, Associação de Djs, Ministério da Cultura e todos os outros que nos apoiaram;
  • A todos os patrocinadores e em especial o BCI, que desde a primeira hora foi sempre um ponto de apoio e suporte e que faz um trabalho enorme de promoção e apoio a TODA a cultura moçambicana.

O nosso desculpa e o nosso muito obrigado a todos.

A organização do MMA”

Oito anos depois nasceu o primeiro filho de Órbita

O rapper moçambicano Órbita Mil AmPeres, do grupo Akácya Recordz apresentará, no domingo 08/11/2015, o seu primeiro álbum, na rua da Rádio, na cidade de Maputo.

Mouzinho Alberto Munguambe ou, simplesmente, Órbita, iniciou as suas primeiras gravações de música RAP em 2007 e somente oito anos depois apresentará um álbum. Trata-se de A-KULTUR-A-ÇÃO, um álbum que essencialmente “é uma espécie de revolução, renascimento de uma cultura inovadora no sistema musical” e, como é habitual para a maioria ao lançar o primeiro álbum, ‘o primeiro filho’, este “espelha aquilo que eu vivi, vivo e viverei até todo o sempre na cultura hip-hop Moz.” Do ponto de vista de Órbita o álbum terá boa aceitação do people uma vez que “o conteúdo é diversificado, tem várias linhagens musicais, tem sons com alguns toques de marrabenta. [Isto] só pra verem que é uma espécie e valorização do que é nosso.”

OOrbita

A primeira venda oficial de A-KULTUR-A-ÇÃO, que durou 3 anos de produção, será no dia 08 de Novembro de 2015, “venho gravando este álbum desde os finais 2012 e isso é normal para que um projecto torne-se realidade.” O tempo em causa, para o rapper, não representou barreiras algumas embora tako que gastou tenha sido manigue e isto “não é questão de gastar, é investimento. Mas não posso estar cá a precisar os valores porque são exorbitantes”. Na perspectiva de Órbita não se deve olhar por este aspecto, pois importa valorizar o produto final.

A estratégia de marketing será a venda na data referida de modo a que as pessoas assimilem o conteúdo do álbum e, em seguida, no dia 14 de Novembro de 2015, se façam presentes no Café e Bar Gil Vicente para assistirem ao lançamento em forma de show. E, no evento espera-se a presença de cantores e produtores que participaram de algumas faixas do álbum como: Zagalote (do grupo Kappacetes Azuis); Flash Ency (Vacina Boss); Hermético (Produtor) e Da Page (Produtor).

Texto: Emídio Massacola (Nigga Shar)

Patrícia e Michel da novela “Amor a Vida” são namorados na vida real

Em entrevista ao Gshow na última sexta-feira (30), a actriz Maria Casadevall, Patrícia na novela ‘Amor a Vida’, assumiu finalmente o namoro com Caio Castro, Michel na mesma novela.

Rumores sobre a relação do casal, vem sendo especulados desde 2013, ano em que contracenaram juntos na novela ‘Amor à Vida’.

A gente batalhou para se entender e acho que a gente foi aos poucos se encontrando…“, disse Maria.

Na mesma entrevista, a actriz contou como faz para se proteger da exposição da imprensa e consequentemente da falta de privacidade causada pela fama. “Em momento nenhum invadiram o espaço que é meu e que eu não abro para ninguémEntão, o que invadem é realmente o que é público. O meu trabalho, a novela, está aberto“, argumentou.

De ressaltar que o casal Maria Casadevall e Caio Castro, ou simplesmente Patrícia e Michel da novela “Amor a Vida” da STV, fazem na telenovela papel de um casal apaixonado e bastante fogoso.

Notícia ao Minuto

Facebook ajustará medidas de identificação de usuários

Após a pressão de grupos sociais, o Facebook anunciou que ajustará a política que obriga usuários a escolherem nomes “verdadeiros” em seu perfil.

A política que exige que os usuários apliquem os nomes pelos quais eles são conhecidos por família e amigos é rigorosamente vigiada pelo Facebook. A medida ajudaria a identificar a origem de bullyings e aumentaria a responsabilidade dos internautas.

Ainda assim, mesmo usando seus nomes verdadeiros, muitos usuários são suspensos pela rede. Indivíduos transgêneros que escolheram um nome para coincidir com o género com que se identificam denunciam como são afectados pelas actuais restrições do Facebook.

Em resposta a críticas de associações como a União Americana pelas Liberdades Civis, Alex Schultz, vice-presidente de Crescimento do Facebook, revelou que a empresa gostaria de acrescentar novas ferramentas para melhorar a forma como os usuários confirmam seu nome durante a inscrição na rede social.

Quando os usuários tiveram de confirmar o seu nome — o que deve ser feito, por exemplo, a pedido de um moderador — eles terão permissão para adicionar detalhes adicionais que contextualizem o seu nome, provando que de fato são verdadeiros e não deve ter seu perfil banido.

Segundo Schultz, as mudanças começarão a ser testadas em Dezembro.

Nós exigimos que as pessoas usem o nome no Facebook por que são conhecidos por família e amigos, e vamos continuar a fazê-lo“, disse. “Isso as torna mais responsáveis pelo que dizem, em vez de usar um nome anónimo que facilitaria assédio, intimidação ou spam. Vimos no início do ano que o assédio moral e diversos tipos de abuso são oito vezes mais prováveis quando as pessoas usam nomes desconhecidos“.

Para evitar transtornos com os moderadores da rede, recomenda-se que os usuários não usem qualquer tipo de símbolo, identificação profissional (como “mestre” ou “doutor”) ou pontuação em seu nomes. Ofensas e expressões sugestivas também podem acender o alerta dos moderadores do Facebook.

O Globo

Taís Araújo é vitima de racismo

Taís Araújo, uma das actrizes negra mais renomada do Brasil, conhecida e prestigiada da Globo, foi semana passada vítima de comentários racistas nas redes sociais.

“Me empresta seu cabelo aí para lavar a roupa” ou “te pago com banana” esses são alguns dos comentários que se pode ler na página do Facebook da actriz.

Ao se deparar com a situação, a actriz deixou uma mensagem aos internautas que chamou de cafonas e cobardes “É muito chato, em 2015, ainda ter que falar sobre isso, mas não podemos nos calar. Na última noite, recebo uma série de ataques racistas na minha página. Absolutamente tudo está registado e será enviado à Polícia Federal. Faço questão que todos sintam o mesmo que eu senti: a vergonha de ainda ter gente covarde e pequena neste país, além do sentimento de pena dessa gente tão pobre de espírito… Sigo o que sei fazer de melhor: trabalhar. Se a minha imagem ou a imagem da minha família te incomoda, o problema é exclusivamente seu!… qualquer forma de preconceito é cafona e criminosa!

O caso já esta na justiça, foi instaurado um inquérito para apurar o crime de racismo, onde a actriz será ouvida e os autores identificados e intimados para depor.

Recorde-se que no Brasil, o crime de racismo não prescreve e também não tem direito a fiança. Entre as possíveis penas estão prisão ou multa.

Taís-Araújo vítima de racismo

Notícia ao Minuto

Da loucura da sombra ao banquete da língua

IDEOFONE

Também

a minha pátria é a língua

MAS a que se expresse

nas coisas mais lindas

de dizer o alfacto

as sensibilidades da vida

o cemitério do nosso imaginário

sem queimar os sintomas do aroma

em que o exímio lexema nos mescla:

khigaá!

 

Pedofilia

Prefiro laranjal de gumes secos

uma vida de orvalho a pino da idade

a um cardume de erva vinagreira

com chambre deveras franzina

ela definha-se quando é para baixo

o prazer que se estreia

como cães em procissão

só uma louquinha de fundo

para se deixar perdidinha

nos escombros do avesso.

 

TESTE

Homem

moribundo

de pasmo

olhar côncavo

o pranto.

 

LIBERDADE

Com o silêncio das mãos

À medida da cabeça fiz

Lá dos meus pés:

Gris enleio ao longe

A primavera do céu

De baixo, nem legível é.

 

PRIMAVERA

Meu, corre o rio

Feroz nas pálpebras do leito

Com diligência a arte

O simi-sémen dos cinco desejos.

 

MÉTRICA

Querem árvores mesmos como

Uma calha sob a qual nos devamos

Prostrar em reverência.

Mas comem-se as mesmas tangerinas?…

Mesmo quando não tinha pálpebra!

E hoje não seria diferente

Porque nem retina hei, até.

Também nada a ver ainda

O mundo não há mais a revelar:

Exprimiram-no com fome dos loucos.

A palavra está seca que nem imagem borrifa

No mínimo esforço da tela.

 

 

Se ao menos as mulheres amassem

As camisinhas dos filhos que evitariam,

O prazer não lhes rompia as coxas

De dor que rala os cabelos ralos

Com uma dieta secular a enxovalhar

O Homem de gelo plácido na configuração

Em que o fio que o comprime é estandarte.

Nem a espécie subalterna!

 

Às vezes, a loucura come-me

com veemência

para que de avesso não baloice

à berma do poema.

 

ABUNDÂCIA

Há uma grande raiz

no meu país:

insuficiência.

 

Ideia.

 

AMANTISMO

Saia pura e desusada

Que virgem lhes restas

Sou só lúgubre e não abstento

Porque não vos comi à poesia

Nem ruas, tuas, imperecíveis bosques

À minha combustão indistinta vos queimou.

Nem com pua o T que se solveu

Deixam o P e ua beijo

Nos alvéolos do medo.

Fazem-me. Fazem-me indébito

Os meus amores!…

Não têm da minha caverna a ciência.

Neyma é a “Melhor Artista Feminino dos Palop’s” no AEA 2015

A diva da marrabenta Neyma Alfredo, ganhou nos Estados Unidos no 2015 African Entertainment Awards (AEA), o Award para Melhor Artista Feminino dos Palop’s. O anuncio foi feito no último sábado (31) na gala que teve lugar em Nova Jérsia, nos nos Estados Unidos da América.

Em discurso de agradecimento feito em vídeo, Neyma disse que a gala foi um momento memorável para todos africanos, acrescenta agradecendo a todos os seguidores, fãs de todo o mundo, sobre tudo os Neymaticos.

Neyma recebeu o prémio com base no voto popular por fãs de música em todo o mundo.

Veja a lista dos vencedores do MMA 2015

Aconteceu na noite do sábado (31), no Conselho Municipal da cidade de Maputo, a 7ª edição do maior evento de premiação artística e musical em Moçambique, o “Mozambique Music Awards (MMA) 2015”, com o objectivo de honrar o melhor da música moçambicana, evento este que nesta edição, contou a apresentação do André Manhiça e Emerson Miranda.

Mr. Bow e Stewart Sukuma foram os grandes nomes da noite, pois venceram em quase todas as categorias que concorriam.

Esposa de Mr Bow

Confira a lista dos vencedores:

Categoria Nome do Artista
 Melhor Artista Feminino Ivete
Melhor Artista Masculino Mr. Bow
Artista Revelação Afro Madjaha
 Melhor Programa de Rádio Hermínio Chissano
 Música Mais Popular Mr. Bow
 Melhor Musica Afro Jazz Tanselle com Kamane
Prémio Carreira Gito Baloi
Prémio Homenagem Província Euridse Jeque
 Melhor Afro Tropical Euridse Jeque
 Melhor Música Ligeira Marlene
 Melhor Música R&B/ Soul Iveth e Miguel Xabindza
Melhor Musica Contemporânea Stewart Sukuma
Álbum Mais Vendido Stewart Sukuma
 Melhor Dj DJ Dilson
Melhor Música Hip-Hop/ Rap Laylow com Hernani
 Melhor Dance DJ Dilson
Melhor Vídeo Musical Mc Roger e Skalled
Melhor Música Pandza/ Dzukuta Cizer Boss

Lançada em 2009, esta iniciativa tem reunido anualmente artistas e bandas nacionais para se eleger os melhores da música moçambicana.

O concurso é realizado pela DDB Moçambique e é destinado a cantores da velha e nova geração e animadores de rádio e Djs.

Wikipedia diz não receber a atenção necessária dos media

De acordo com o The Next Web, o administrador do Wikipedia, Robert Fernandez, publicou no blog da empresa uma nota em que afirma que o Wikipedia não é falado o suficiente em meios de comunicação de língua inglesa.

A publicação continua e diz que é por causa dessa má cobertura jornalística que os media, simplesmente, não entendem “as mecânicas do Wikipedia, o papel da Fundação, projectos que não o Wikipedia Wikimedia e outros assuntos importantes que envolvem a enciclopédia e a comunidade”.

O Wikipedia tem-se tornado numa parte regular de qualquer utilizador da internet. Qualquer pessoa que se queira educar a si próprio, ou aprender sobre um tópico em particular, acaba por ir ao Wikipedia.

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