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O Povo Makua

Os Makua são um grupo étnico Bantu do sudeste da África e sul da África é o maior grupo étnico em Moçambique, também existe uma grande população na fronteira com o Distrito Masasi na região de Mtwara, no sul da Tanzânia.

A Mãe da Humanidade

Monte Namuli
Monte Namuli

A tradição oral fala da pegada de uma mulher no exterior de uma caverna no Monte Namuli perto do que hoje é conhecido por Gurué. De acordo com as crenças Makua, a humanidade nasceu nesta caverna. E assim como as pessoas desta região, o Monte Namuli é considerado a mãe da humanidade. É também a esta montanha, onde os espíritos dos mortos vão quando a pessoa deixa o mundo dos vivos. Assim, a montanha representa o início e o fim da vida na Terra. Na verdade ainda é possível ver pessoas a levarem prendas para a montanha, principalmente capulanas.

Makua: A Sociedade Matrilinear

Hoje os falantes da língua Makua são a maior população étnica de Moçambique, com mais de quatro milhões. A província de Nampula tem a mais densa população Makua, mas é possível também encontrar falantes de Makua à partir do Zambeze para os rios Rovuma. Ao contrário das sociedades mais ao sul, os Makua formam família através da linhagem da mãe. Os filhos pertencem à mãe e à família da sua mãe, e não ao seu pai ou a família de seu pai. Essa tradição reflecte o respeito dos Makua pelo Monte Namuli como uma figura materna. Séculos de influência europeia e árabe marcam a paisagem com igrejas e mesquitas, no entanto, a maioria Makua continua a aderir às suas crenças tradicionais. Essas crenças são centradas nos antepassados ​​e nos espíritos dos mortos, a quem os Makua acreditam terem o controle do que acontece no mundo dos vivos. Na tradição Makua, não há morte ou doença que não esteja associada ao mundo sobrenatural. E assim, muito da cultura e tradição Makua é voltada à harmonia com os espíritos dos mortos. Magia e bruxaria são uma parte integrante da vida quotidiana nas sociedades tradicionais Makua.

Mussiro e Beleza

Mulheres de Moçambique: Nampula
Mulher com máscara do mussiro

Muitos aspectos da cultura única Makua podem permanecer ocultos para os visitantes daquela área. No entanto, uma coisa que certamente chama atenção é a Máscara de Mussiro, uma máscara facial pastosa derivada da árvore de Mussiro (Olax Dissitflora) usada pelas mulheres geralmente para fins cosméticos. Na verdade o mussiro é não é apenas aplicado no rosto, as jovens Makua também aplicam este cremo por todo o seu corpo, a fim de garantir a pele macia e bonita para sua noite de núpcias.

Tufo: A Dança das Mulheres

Makuas dançado Tufo
Makuas dançado Tufo

Não é possível falar da tradição africana sem falar de música e dança. O Tufo é uma dança tradicionalmente realizada apenas pelas mulheres acompanhadas por tambores. As dançarinas vestem roupas coloridas e muitas vezes aplicam uma máscara de Musiro e enrolam capulana pelo corpo, tornando esta dança diferente de qualquer outro em Moçambique. Era originalmente realizada em celebrações islâmicas por parte da população muçulmana, hoje a dança Tufo é realizada fora deste contexto também.

Sociedade em Queda #3

Taraxinha Safada em Maputo

Estas são as chamadas noites de taraxinha, comuns por quase todos os PALOP.

Vestidos Curtos de Capulana

Vestidos curtos estão em alta agora e para aquelas mulheres que gostam de estar na moda manter o estilo afro, eu preparei esta galeria com dezenas de modelos de vestidos curtos de capulana. São essencialmente vestidos comuns feitos com o tecido da capulana ou então com alguns traços dela.

A capulana mais uma vez mostra a sua versatilidade, permitindo que cada uma possa vestir ao seu próprio estilo e ao mesmo tempo carregar a capulana para todo o lado.  Como sempre trouxe modelos para todos os gostos, alguns mais curtos que os outros, enfim… Você vai certamente encontrar algo que lhe agrade!

Galeria de fotos de vestidos curtos de capulana.

Moçambique: Vida Depois da Morte

Um documentário sobre Moçambique, que apesar de mostrar uma visão super pessimista do nosso país, vale a pena ver.

Noites de Maputo #13

Noites de Maputo: Le dá de lado
Noites de Maputo #13 (Enviada por Kevin)

Episódio 13 da série Noites de Maputo. Nada de extraordinário, apenas mais um txiling usual: Roupa curta, abana rabo pra qui e pra lá…

A História do Professor Tomé

Relatos de um estudante moçambicano: Parte 2: A História do Professor Tomé

Eu conheci o Professor Tomé quando eu estava na 12ª classe, ele era recém-formado como professor de francês e a minha turma foi a primeira que ele leccionou.

O professor Tomé era muito jovem, estava sempre cheio de energia e entusiasmo durante as aulas, sempre atento e disposto a ajudar os alunos com dificuldades. As minhas colegas sempre tentavam aproximar-se dele mais do que deviam mas ele sempre afastava-se, eu nunca havia visto o professor em conversas suspeitas com alguma aluna – a relação era sempre professor e aluno, apenas.

A relação dele com os outros professores era boa, porém ele nunca era convidado a fazer parte dos grupinhos de bate papo na hora do almoço. Ele estava quase sempre sozinho, esclarecendo alguma dúvida de um aluno, ou então ficava vendo TV na sala dos professores. Ele era uma pessoa muito social mas por algum motivo ele não se misturava com o resto dos professores. Poucas vezes o professor Tomé falava da vida pessoal dele com os alunos, mas lembro que ele já havia dito ser solteiro e que morava sozinho. Ele aparentava ter uns 25 anos, era elegante – parecia-me ter hábitos saudáveis.

A Sara era uma das moças mais bonitas da minha turma, e ela sabia disso. Certo dia ela apareceu na escola vestindo uma micro saia e uma blusa que podia ser confundida com um soutien, foi no dia em que o professor iria ditar as médias de francês. O Mateus, a Ana, a Sara e o Abel, tiveram notas baixas e dependiam da boa vontade do professor para poderem ir ao exame.

Boa parte dos alunos foi embora depois de saber a nota, só ficaram na sala os “alunos com problemas” e alguns curiosos. A Sara já estava preparada para falar com o professor, ela foi até a mesa do professor Tomé e praticamente esfregou os seios na cara do coitado que fazia um tremendo esforço para se concentrar no que ela dizia.

– Stor to a pedir ajuda!

O professor disse algumas coisas que eu não consegui ouvir, mas fizeram com que a Sara voltasse desapontada – dias depois descobri que ela havia chumbado mesmo.

O Abel também foi falar com o professor segurando um envelope, entregou ao professor que depois de ver o conteúdo devolveu ao Abel que voltou com uma cara semelhante a da Sara.

Ana não saiu da cadeira. Embora ela já tivesse problemas a inglês e não pudesse se dar ao luxo de estar em maus lençóis também a Francês. O professor levantou da cadeira e foi ter com a Ana que era uma aluna dedicada e disse.

– Vou dar-te a nota se prometeres que vais passar.

Ela deu um sorriso de alívio e gratidão e tudo que ela conseguiu dizer foi algo como “Ta bem, obrigada professor”.

O Mateus que era um grande amigo meu, também recebeu uma boa notícia por parte do professor. A Ana e o Mateus foram para casa felizes e fazendo planos de estudos para o exame que se aproximava.

Hoje o professor Tomé ainda lecciona na mesma Escola, porém agora ele é bem diferente do professor honesto que conheci, já é convidado aos grupinhos na hora do almoço, tornou-se num grande amigo do Professor Flávio que lhe mostrou como as coisas realmente funcionam, e em quase todos intervalos está com uma aluna bonitinha ao lado. Eu soube que a Sara conseguiu passar com uma nota altíssima no ano seguinte, depois de ter se tornado amiga do professor Tomé com quem vive maritalmente hoje juntamente com seus 3 filhos.

Conheça também A História da Ana

Noites de Maputo #12

Episódio 12 da série que mostra as noites de Maputo como você não vê na TV. Estrelando mais uma vez Liloca!

liloca

A Igreja Sul Africana Que Come Capim Para Mostrar Sua Fé

Comer capim pode parecer uma maneira pouco ortodoxa de demonstrar devoção religiosa. Mas para os membros da Rabboni Centre Ministries em Garankuwa, África do Sul, pastar no capim verde é uma parte fundamental da sua prática espiritual. O Pastor Lesego Daniel, que dirige o ministério, acredita que a prática leva os adoradores para “mais perto de Deus “- existindo alguns membros da congregação, que alegam terem sido curados de graves problemas de saúde.

O vídeo abaixo vai esclarecer todas as suas dúvidas.

Porque o Fama Show Precisa Voltar

Este menino de Nampula faz muito sucesso cantando uma música local. Não podemos considera-lo nenhum Stewart Sukuma, mas agradecemos pelas gargalhadas que nos proporcionou, lembra-nos alguns momentos agradáveis dos castings do Fama Show.

♩ Eu quero beija-lo

Eu quero te ama-lo ♫

♪ O Meu amori está onde

Eu juro que te amu! ♬

Os lambe-botas: “O que vocês não conseguem tomar com o vosso esforço, conquistam com as lambidas nas botas dos vossos senhores ”

Após ter lido alguns textos acerca dos lambe-botas, notei que este adjectivo sempre se fazia presente nas diferentes manifestações culturais, económicas, e outras – principalmente nos meios de comunicação em massa. Então conclui: “todos nós conhecemos pelo menos um bajulador – exagerando um pouco nos parâmetros das deduções”. Acreditem! Conhecemos, sim, desde o nível de amador, até aos favoritos ao Prémio Nobel do lambebotismo. E como já sobejamente é sabido, os lambe-botas, têm alguns sinónimos banais, estes são: os bajuladores, os beija-mãos, os corta-fitas, os escovinhas, os puxa-sacos, os polidores, e outros contundentes adjectivos, que não são do benefício das boas maneiras de comunicação.

Esses indivíduos, de forma singular ou colectiva, usam diversos recursos à sua disposição em benefício dos seus Senhores, com o intuito de serem bem vistos e tirarem vantagens de volta, com as suas bajulações. Podendo ser: promoções, bons empregos, boas propagandas dos media, etc. Numa reciprocidade inequívoca do sistema de créditos e débitos dos “Bancos de Favores”.

Quanto maiores as lambidas dos vassalos aos seus Senhores, maiores são as oportunidades de “caírem para cima”, isto é: dormirem cidadãos comuns e acordarem Directores, ou ainda Ministros e vice-versa – não que todos assim vivam, dispa-se dessa ideia errónea, porque as conquistas dos lambedores, são efémeras, são como plantar sementes ao vento. Pois os lambidos só usam os lambedores como papéis higiénicos para limpar as piores diarreias dos seus ânus, mas no fim ambos terminam no aterro sanitário; “porque essa acção, não coordenada, acaba em muitas vezes lixando, mais do que ajudam.”

Falasse destes indivíduos: nos chapas, nas conversas de quintal, nos gabinetes de trabalho, nos hospitais, nos mercados, em suma um pouco em todo o lado. Hoje em dia, por exemplo, há o mediático G-40 (segundo uma lista publicada por um jornal nacional), compostos (40, será!?) quarenta elementos aos quais são atribuídos o “papel institucional-legal”de maquiar todos os factos em benefícios dos seus Soberanos. Considerando verdadeira a hipótese, e mantendo o resto constante:
esses se chamariam de “lambedores da ribalta”, ou os desviadores da opinião pública, ou ainda esquadrão de elite do lambebotismo, mas com as língua frívola como os cassetetes da FIR, em seguimento a agendas obscuras – mas é apenas uma hipótese.

Oh Deus, santa vergonha tenhamos nós!

Mas, antes permitam-nos as nossas vivas: viva a Santa hipocrisia; viva aos apóstolos anti-desgraça; viva os que ovacionam os donos do poder; viva os que marcham pelos melhores filhos de Moçambique; viva os servidores dos interesses privados no benefício da coisa pública; viva os que “são gracejados com títulos de heróis nacionais”, – mas que de heroicidade têm a língua, apenas. Ainda agradecemos pelas nossas contas rechonchudas, pelos nossos carros topo de gama, pelo perdão aos nossos desfalques! Santificadas sejam as nossas lambidas…

“Temos que ser amantes das criticas e das auto-criticas”, pois homens perfeitos existem nas nossas dimensões imaginárias.

Entristece-me em dobro, quando jovens como eu são conotados como lambedores de botas, e hipotecam à sua própria dignidade, o respeito, pelos favores dos seus Senhores. Somente homens sem princípios colocam o seu bom nome, e a sua dignidade à venda com as medidas de prata da bajulação. Eu vejo esses indivíduos como indivíduos sem auto-estima (por mais que tenham projectos pró auto-estima), sem personalidade, um desastre social. Piores que uma peste bubônica, que as sanguessugas e outra sorte de adjectivação barata, mas ajustada ao modo como pretendem se projectar nas suas vidas. Isto é: primeiro benefício, depois o trabalho de bajulice. Mas cada um é livre de viver como lhe convêm, cada um deve ser aceite como é, e mesmo assim respeitado…até ao ponto do limiar do gozo e exercício dos seus direitos…

Porém, o respeito não anula a crítica e vice-versa.

Vestidos Para Gordinhas

Vestido branco

Esta galeria de fotos de Vestidos Para Gordinhas Moçambicanas é mais um pedido das minhas queridas leitoras que eu tenho o prazer de satisfazer. Esbanje beleza sensualidade, classe e glamour com estes 24 modelos de diferentes vestidos para gordinhas. Certifiquei-me de pensar em todos os estilos e preferências para que você saia daqui com pelo menos um vestido favorito. Espero que gostem da Galeria e não saiam sem me dar um “oi” nos comentários.

A Lagartixa Milagrosa

Este vídeo surpreendente mostra como uma lagartixa fez com que um mendigo sem pernas conseguisse andar sem problemas, graças a uma lagartixa milagrosa.

Michele Kobke: A Mulher Que Quer Ter a Menor Cintura do Mundo

Michele Koebke encolheu sua cintura de 64 centímetros para 40 centímetros, usando um espartilho TODOS OS DIAS, por três anos – mesmo na hora de dormir, ela usa a peça. A mulher de 25 anos de idade, que mora em Berlim, na Alemanha, diz que pretende alcançar os minúsculos 38 centímetros de cintura para ser como seu ídolo – a americana Cathie Jung – que actualmente detêm o recorde de menor cintura do mundo. Michele é solteira e acredita representar a figura feminina perfeita ao ter uma cintura muito pequena – mas esta façanha tem um custo elevado para a saúde dela.

Galeria de Fotos de Michele Kobke

Reportagem Sobre Michele Kobke

Sr. Cova

Meu nome é Cova mas algumas pessoas preferem me tratar por buraco, não sei quantos anos tenho, só sei que tenho uma família vasta que reside neste vasto Moçambique e tenho muitos amigos, uns que me odeiam e outros que se tornaram meus grandes amigos de verdade porque graças a mim eles podem comprar carros de luxo, construir casas, abrir empresas e muito mais. Enquanto outros me odeiam porque gastam o pouco que ganham na manutenção dos seus automóveis, motociclos ou velocípedes que constantemente se danificam ao tentar contornar-me ou ao passar sobre mim, para melhor dizer todos acabam passando sobre mim porque do jeito que fico grande em tamanho e em número, acaba por ser impossível me contornar.

Eu resido nas estradas onde tu circulas e quanto mais grande e em maior número eu fico mais lucros dou a quem por direito deveria me eliminar.

Te vejo a reclamar, a pedir pela minha eliminação porque eu estou a estragar os teus amortecedores, pneus e em suma, estrago o teu automóvel, motociclo ou velocípede, por vezes sou culpados por alguns acidentes que ocorrem por essas vias. Ai eles, ou seja, os meus comparsas, para te agradar chegam e dizem o seguinte: ″ estamos a lançar um projecto para a reconstrução da estrada ″, e ai colocam a tal primeira pedra e depois disso nada é feito durante os 6 meses ou sei lá quantos meses seguintes, para vos dizer a verdade eles vem me dizer o seguinte: ″ ainda não dás o dinheiro que queremos, cresça mais um pouco ″ e eu cresço tanto em tamanho quanto em número.

Chegou a altura de ganhar o dinheiro, fazem o projecto e o orçamento para a minha eliminação mas metade do dinheiro vai ao bolso dos que fizeram o projecto e orçamento e por fim colocam alcatrão cola ou desperdício de alcatrão em mim, só para eu ficar escondido por 3 meses e tu ficas feliz porque não sabes que em breve irei regressar para o meu trabalho amado. Por vezes ou seja, na maior parte dos projectos de construção ou reconstrução das estradas, depois de se realizar 1/10 do projecto, dizem que já não há fundos. Achas isso normal? Como foi aprovado um projecto para minha eliminação se o orçamento não conseguia cobrir a concretização do objectivo do projecto? Por fim pedem mais dinheiro ao Banco Mundial, Banco de Desenvolvimento Africano e etc.

Tens carro novo, em dois dias ficas a circular sobre mim e tens que ir a inspecção para poderes circular a vontade. Vais aos locais de inspecção e o teu carro é reprovado e ainda te admiras e procuras justificar o porque do resultado negativo da inspecção pois o teu carro só tem dois dias na estrada, após tu o teres tirado da Toyota de Moçambique, Ronil Auto e etc. Digo-te agora, que foi culpa minha, eu danifiquei. Agora te obrigo a pagar a gorjeta na inspecção para que o teu carro seja aprovado.
Ficas feliz quando mais estradas são construídas e eu digo que a tua felicidade é motivo de festa porque dentro de poucos meses terei novos familiares, uma vez que de certeza ninguém irá fazer manutenção no devido momento dessa nova estrada, pois é, ninguém, porque não tem lucro fazer manutenção duma estrada. E quando meus familiares começam a surgir, tu de novo a reclamares mas eu sempre avisei que iria acabar assim, tu é que não quiseste me escutar.

Não achas estranho que a TRAC, a empresa que geri a estrada de Maputo até Witback, consiga fazer estradas de alta qualidade na nossa Vizinha África do sul e quando chega em Moçambique a estrada fica obsoleta, porque eu apareço em muitas partes dessa via? Tu pagas a portagem que nem os teus irmãos vizinhos. Agora porquê a tua estrada está péssima e na do teu vizinho não existe nenhum familiar meu? Nem preciso te dizer a resposta porque já sabes e se não sabes é porque não queres saber ou então finges não querer ver como os que estão no sistema da minha existência.

Enquanto existirem os que com a ajuda do meu trabalho ganham o pão do dia-a-dia, para não dizer que ficam empresários a minha custa, eu nunca serei eliminado ou seja banido dessas estradas…

Chico António – O Documentário

Documentário de 8 minutos sobre o artista moçambicano Chico António. Uma produção de Panu Kari, Força Maior Lda. (2008)

Moda Para Africanas Executivas

Vestido preto e casaco preto e branco

A minha sugestão de moda hoje vai para mulheres executivas que gostam de andar sempre bonitas, mantendo um pouco aquele ar formal (muito pouco mesmo). Os modelos escolhidos para hoje não são essencialmente de origem africana, são vestidos modernos que juntam um pouco da essência da África e Europa.

Como sempre, tentei ir ao encontro dos mais diversos estilos. Independentemente do modelo que gostar mais, tome nota estas dicas básicas para todas as executivas:

  • Veste apenas roupa que lhe sirva perfeitamente;
  • Os acessórios e a roupa devem estar em harmonia;
  • Não importa o quão bonita esteja, você deve manter o ar profissional;
  • Mas também não fique presa a estilos antiquados (tudo muda);
  • E por fim, e mais importante: Use apenas a roupa que lhe faz sentir bem.

Vejas a galeria de fotos que preparei para vocês!

Este artigo foi sugeridos pela nossa leitora Cátia Ernesto. Você também pode sugerir as nossas próximas galerias nos comentários. Até pra semana!

Mikel Ruffinelli e as Maiores Ancas do Mundo

Mikel Ruffinelli, dona das maiores ancas (quadris) do mundo é a estrela da matéria de hoje. Aos 39, Mikel tem uma cintura que mede apenas 40 polegadas, que contrastam com suas ancas que medem mais 100 polegadas. As ancas são tão grandes que ela não consegue passar normalmente pelas portas e precisa comprar dois assentos nos aviões e comboios.

Mikel Rufinelli
Mikel Rufinelli diz ser feliz com suas ancas e não pretende emagrecer

O mais incrível de tudo, é que as ancas gigantes desta mulher de Los Angeles, EUA – mãe de quatro filhos – são completamente naturais e ela insiste que ela não quer perder peso, acreditando que fica mais bonita com as maiores ancas do mundo! Veja a reportagem em vídeo.

Blondie Bennett a Mulher Boneca Que Quer Ser Burra

Blondie Bennett é mais uma mulher obcecada pela Barbie e que busca levar a sua obsessão pela boneca ao extremo, usando hipnoterapia para ficar “sem cérebro” tal e qual uma boneca, ou seja, ela quer ser burra. A californiana de 38 anos, frequenta sessões hipnoterapia uma vez por semana afim de tornar-se uma “cabeça de vento”.

Blondie Bennett
Blondie, 38, usa regularmente Botox e preenchimentos labiais e ainda treina para tornar-se “atrapalhada”, como a boneca que ela idolatra.

Blondie, que mudou de nome a um ano e meio, já realizou 5 operações nos seios para torna-los enormes. Ela também usa Botox e preenchimentos labiais para dar-lhes uma aparência mais artificial. Mas para que sua transformação em boneca de plástico esteja completa, ele precisa tornar-se burra.

A jovem afirma que quer os homens a vejam como uma boneca de plástico sexual, e ser burra faz parte disso. “Eu tive 20 sessões e eu já começo a me sentir baralhada e confusa com frequência”, afirma Bennet. O dinheiro para a transformação vem de homens que apoiam a sua transformação em troca de fotos sensuais dela vestida como Barbie.

Veja a reportagem em vídeo.

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