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Meus Seios Enormes Podem Me Matar

A actriz pornográfica Elizabeth Starr fez implantes ilegais nos seios há 15 anos – num momento em que já eram considerados grandes- numa tentativa de impulsionar sua carreira. Hoje o seu mega-peito (que continua a crescer) – e arruinou a vida dela. Os médicos já a aconselharam a realizar uma mastectomia (remoção completa dos seios), em vez de viver com seus implantes, que são uma verdadeira bomba-relógio. A  mulher de 43 anos diz não poder enfrentar mais uma cirurgia, apesar de o risco de coágulo de sangue e infecções.

Elisabeth starr e o seus seios
Elizabet Starr receia que seus seios a matem a qualquer momento

Elizabeth, que já realizou surpreendentes 63 procedimentos correctivos até agora, disse: “Naquela época, eu tinha uma família para sustentar e eu sabia que ao ficar com seios maiores, eu iria aumentar minhas perspectivas de carreira.

“Agora eu vivo todos dias preocupada com imprevisíveis infecções ou coágulo de sangue -. Eles arruinaram a minha vida”. Veja a reportagem completa em vídeo

Autopsicografia moderna

o verdadeiro poeta não finge que sente!
sofre… sempre… na alma porque ama…
sincero, recto e honrado ele nunca mente
quando suas dores declama…

soldado de papel e caneta
na sua missão não dá tréguas a mentira ou invenção…
porque escreve com o coração!
luta, sua, grita, corre, voa… e no final apenas comenta!

a perfeita imperfeição entre tudo ele procura…
entre tempos e lugares na sua doença sem cura…
o verdadeiro poeta não diz a sua verdade…
pois se o fizesse levaria uma eternidade!

Noites de Maputo #11

Depois de algumas garrafas de 2M…

noites-maputo-1

Eu Tenho 50 Orgamos Por Dia

A maioria das mulheres só conseguem sonhar com um orgasmo múltiplo, mas para Amanda Gryce orgasmos múltiplos diários tornaram-se num pesadelo. A jovem de 22 anos de idade, tem uma condição rara chamada Síndrome de Excitação Sexual Persistente, o que significa que ela fica permanentemente sexualmente excitada e atinge o orgasmo regularmente desde os oito anos de idade, e agora ela chega a ter até 50 orgasmos por dia.

A simples vibração de um telemóvel é tudo o que é preciso para desencadear o orgasmo, música alta também provoca o orgasmo, assim como viajar de carro ou avião, ou seja, os orgasmos podem acontecer absolutamente em qualquer lugar . Ainda há pouco conhecimento científico sobre Síndrome de Excitação Sexual Persistente, os médicos não conseguem chegar a um acordo sobre a possível causa.

Amanda mantém o optimismo e agora empenha-se em difundir o conhecimento sobre a Síndrome de Excitação Sexual Persistente e orgasmos múltiplos numa tentativa de ajudar outras mulheres na mesma situação. Veja a reportagem em vídeo.

Memórias de um soldado no pós guerra

Naquele dia fui ao serviço, mas não estava com muita paciência para suportar as rígidas leis dum quartel. No dia anterior tivera uma discussão forte com a Sónia, a minha mulher, e dormimos cada um olhando para o seu lado, até amanhecer.

Foi por causa da discussão que saí cedo de casa, e como sempre que discutimos, não me despedi dela, levei o meu sacudú e bazei até à paragem, onde tinha que apanhar o chapa até Xiquelene, donde faria uma ligação até a Praça da Juventude, e de lá caminharia uns 8 quilómetros até a G.M.

Ao sair da casa, o velhote vizinho que varria a rua, num serviço voluntário de fofoquisse (ele conseguia ver quem dormiu em casa e quem está a voltar áquela hora), encetou um cumprimento que abortou ao ver a minha cara enrugada e meu olhar injectado. Ainda levantou a mão, mas mandei-o lixar! Ao me afastar dele, deixei de ouvir o “swap-swap” da vassoura, sinal de que estava olhando-me a tentar perceber que “bife” eu lhe poderia oferecer para contar.

Quando cheguei no job, logo na porta das armas, o sentinela brincou comigo dando-me uma continência imerecida (sou soldado raso), mas a sua brincadeira foi água abaixo, pois entendeu que não havia mood para pancadas.

Fui à caserna, equipei-me em silêncio. A caserna estava vazia, pois a maioria tinha ido fazer limpeza ou tomar banho (o turno que ia ser rendido rendido), por isso ninguém incomodou-me.

Logo que me “fardei”, desci para a parte traseira do quartel, onde ficava o gerador que nos alimentava de nergia das 19 às 22:00 (para ver telejornal), e fui me sentar no fogão móvel, velho, e useless made in Russia para carpir as mágoas.

Diziam que ali passava uma cobra entre as 06 e as 08, razão pela qual o sentinela nessa hora, afastava-se dali, e subia até ao campo dos obstáculos, embora alguns Sargentos rabujegntos insitissem que isso era táctica do soldado para não ficar no posto. Eram mazomenos 7 e 10, menos coisa, mais coisa.

Shit! Mas porque vou viver com uma gaja que me deixa sempre fora de mim? O que faço com ela se já temos uma linda menina que não poderá viver fora desta nossa união torpe? Se eu a expulso da minha casa, certamente vai levar a menina, e como ela vai sobreviver e ainda conseguir sustentar a criança?

Será que a minha felicidade deve ser abdicada a favor da felicidade (?) da criança? Tenho que sofrer isto tudo porque se não aceitar isto a criança vai passar mal? E porquê não mando embora a gaja e eu fico com a criança? Poxa, muitas perguntas e situações corriam na minha cabeça que não tive outra solução senão acender um Palmar para relaxar.

Sorri.

Yeah, a vida é lixada, djo! Um gajo está nesta situação por caus ade uma gaja!?! Eu, o chamado “Toupeira”, um gajo que fez temer comandantes renomados dos B.A.´s em quase maior parte da província de Maputo? Hahahahahahahahahah… Decobri-me a gargalhar. A ironia do destino. Maldito fim da guerra, poxa! Se fosse no tempo da guerra será que ela faria isto? Ou melhor, será que eu permitia isto?

E porque não? Estou a viver a minha vida aqui e agora. Resolver isto pode ser tão simples que, como estou habituado a soluções apuradas e radicais, isto seja novo para mim.

Só estamos juntos há sete meses, embora tenhamos namorado durante quase três anos. Ela era a minha pita nas dispensas e fugas que arranjava quando desse lá no campo real. Ela era o meu escape ao stress das ofensivas que fazia, dos combates que travava, dos cadáveres anónimos que via, das pernas destruídas pelas minas que calhava com elas. E foi ela que me salvou da loucura depois que o meu amigo directo foi morto quando assaltamos a base de Mahochahomo. Morreu nas minhas maos sem terminar as recomendações que queria me dar. Shit! Puta vida! A bala dos B.A.´s atravessou-lhe a garganta e tentei tapar com a mão, mas o sangue, quente e viscoso teimava em sair.

O comandante Wayene é que veio desgrudar-me literalmente e me convencer que o homem estava morto há muito tempo. Por razões lógicas deram-me uma dispensa “inacabável”, e fui-me ancorar nela. Foram os dias mais lindos que vivemos juntos.

Eu só tinha uma manta. Estendiamos a manta na esteira, dormíamos, e enrolávamos a mesma manta para nos cobrir. Ela acordava muito cedo, varria o quintal, lavava os pratos, preparava água para banho e matabicho. Lembro-me que foram exactamente 23 dias que fiquei com ela. O salário desse mês fui receber no Estado-Maior, e fui com ela. Dali fomos a Primavera comer sorvete. Estávamos belos e felizes! Belos tempos.

E agora? Temos uma linda menina, mas não temos duas semanas sem discutirmos e entrarmos em cenas de pancadaria e ameaças vis. O que está a acontecer? Ou será que eu é que estou a falhar? Ou tenho dificuldades em me adaptar a uma vida rotineira habituado que estava(?) a uma vida intensa e perigosa? Será que tenho que me despir dos mesu métodos militarizados e tentar acompanhar o passo dela? Mas qual é mesmo o passo dela?

Shit!

Por outro lado, será que eu sofro mais que ela? O que ela pensa disto tudo? Que tipo de sofrimento ela experimenta hoje que não me despedi dela? Porquê não me despedi dela, e esperar ouvir a sua reacção? Isto é, tenho a minha parte de culpa nisto tudo?

Shit! Sim, tenho uma parte da culpa, mas o problema principal é saber como e onde tudo começou. Mas realmente, quem começou com isto tudo? Eu? Ela?

Ahã… Tudo começou há dois dias, quando voltei do serviço e não a encontrei em casa. A Micha (nossa filha), estava sozinha a chorar. Esperei mazomenos 15 minutos para ela aparecer com um bidon amarelo de 25 litros de água na cabeça. A justificação dela foi de que na zona não saía água e ela foi procurá-la em Maxaquene (nós estamos na Polana Caniço).

Mandei vir com ela e ela rispostava. O que me irritou foi quando apareceu a nossa vizinha, ela com um bidon idêntico, mas vazio, a chamar por ela, e ela a fazer tensão de ir, levando o bidon! Poxa!

Peguei-lhe pelo braço, arranquei o bidon e atirei para longe! Epa, um gajo estava a voltar do job, cansado e sonolento, e ela ainda quer stressar-me?

Puxei-a para dentro da casa (de caniço, seis chapas, um “gone”, para quem sabe o que é isso), saí e puxei a porta, ela lá dentro. A Micha estava inconsolável de tanto chorar, e fui pegá-la e dar festinhas. Eu respirava com dificuldades de tanto nervoso que estava.

Quando levanto os meus olhos a quem vejo? Ao vizinho varredor e a nossa vizinha que já usava o bidon como uma cadeira do balcão do cinema Império. Gritei-lhes que saissem dali, ao que riram-se. Fui a anca e saquei a minha Walther e gritei outra vez. Chiça! Nunca vi um mergulho igual ao que o velhote varredor deu. Isso confirmou a fofoca que ouvi de que ele foi G.E. no tempo do colono. Quanto a minha vizinha, ela desapareceu e deixou o bidon ali na rua. Hahahahahahahahahahahaha… Gargalhei sozinho, qua até a Micha parou de chorar.

A Sónia quando ouviu-me a gargalhar, abriu a porta e viu-me com a pistola na mão, aproximou-se de mim e disse-me para guardar a arma. Fi-lo. Levou a Micha e o bidon e entrou dentro da casa e sentou-se na nossa cama três quartos, e começou a chorar baixinho.

Entrei com o sacudú e atirei-o na cabeceira da cama, saí e acendi um Palmar.

Desde esse dia, o papo entre nós eram monólogos e perguntas estritamente essenciais. Poupávamos ao máximo as palavras. “Posso te servir o jantar?” “Sim…” “A Micha dormiu bem?” “Sim…”

Shit!

E agora aqui estou eu sentado num fogão velho russo, esperando que passe a cobra e acabe comigo de uma vez por todas. Mas o que custa a gente viver em paz? O que custa o entendimento? Afinal o que é necessário para que um casal se entenda?

Um pouco de paciência, cedências de quando em vez e evitar-se situações que possam levar a discussões desnecessárias. A questão é: Quem deve ser paciente? Quem deve ceder? E quem deve evitar as discussões?

É que nesta união, parece que quem cede sou eu! Quem tem paciência sou eu! E quem evita discussões sou eu! E ela? Qual é a parte dela? Será que só é de aproveitar dos espaços que cedo? Ocupar as brechas que a minha paciência cria? Levantar a voz perante o meu silêncio?

Mas porquê viver esta vida madrasta, miserável e amarga? Eu sou uma máquina de guerra, e esta terminou há quase um ano, e eu estou aqui a chorar por uma rapariga frágil que posso parti-la ao meio e não sentir nada. Porquê é que sou duro e quase invencível na guerra, mas sou fraco e não consigo semear paz no meu lar?

Shit?

Saí dali do fogão, fui à caserna, mudei de roupa e vesti-me à civil.

A minha ideia era de voltar para casa, para a minha mulher, para de uma vez por todas acabarmos com isto tudo. Esta é a única saída. A conversa. Só falando com calma é que podemos chegar ao consenso. Do que vale trabalhar se o meu espírito não está livre? Um gajo como eu que trabalha com arma, não pode carregar mágoas para o job.

Se a minha cedência é pouca, hoje seria o dia que teria que alargá-la; se a minha paciência é curta, hoje seria o dia de elasticá-la. Chega de orgulho e de viver do passado!

 A vida civil é muito diferente da vida militar. Os civis são mais reguilas que os militares porque eles não tem regras. Então se quiser viver com eles e como eles, tinha que me adaptar a isso: sem regras! Então vou lá e falo com ela e clarificamos isto.

No dia de hoje, ou vivemos felizes ou morremos os dois!

Pensei em tirar as botas, mas eu jurara para mim mesmo que morreria de botas calçadas. Não tirei as Mohan indianas, minhas botas preferidas, que mesmo quando chegaram as botas de cano, neguei trocar, até que discuti com o Estado-maior da Unidade, um gajo com fama de ser anti-bala, e que combateu em Sitatonga a comandar um batalhão.

Eu disse ao gajo que se ele quisesse que trocasse as botas, tinha que vir descalçar-me. Ou ouviu a minha fama ou o gajo levou na desportiva, mas no dia seguinte chegaram umas Mohan novinhas directamente para mim: três pares delas.

Quando estava a pôr a minha camisete preta dos Gun´s&Roses, com Axel Rose em destaque, o meu Sargento perguntou porquê é que eu estava a mudar e a pôr “civil”. Olhei-o da mesma forma que um gato olha um passarinho. Ele disse que se eu tiver dispensa era só lhe dizer, e que só estava a perguntar porque estava a fazer efectividade. Terminei de pôr a camisete, levei meu blusão de “jeans” e saí da caserna em direcção à Porta da Armas.

Quando cheguei em casa encontrei a Sónia sentada a comer. Estava sentada num dos bidons que nos serviam de cadeira, a panela no seu regaço. O lenço amarrado severamente na cabeça deixava as suas rechochundas bochechas sobressairem naquela sua carinha redonda e triste.

A Micha estava por ali a esgaravatar a terra, e sujar-se. Quando ela (a Sónia) me viu, deixou de mastigar e acompanhou-me com os olhos até eu entrar dentro do “gone” onde fui deixar o sacudu. Sei lá que tipo de pensamento ia naquela cabeça dura, mas em compensação não sabia nada dos meus planos diabólicos.

Depois de deixar o sacudu, tirei a minha Walther da anca esquerda, tirei o carregador e confirmei as seis balas. As duas restantes ficaram no corpo do ladrão que tentou saltar o muro da casa do ricaço nosso vizinho, o senhor Wamba, que trabalhava como motorista na UNICEF. Ninguém sabe até hoje quem atirou sobre o gajo, nem a Sónia.

Parei na umbreira da porta e chamei-a para entrar. Só fazia isto quando acabava de receber. E acho que passou pela cabeça dela, mas descartou porque era dia 12 de Abril, e eu recebia entre os dias 18 e 22, dependendo do dia que o pagador quisesse, no meio desses dias.

Ela veio e entrou. Eu já estava sentado na cama, e a arma estava bem dissimulada debaixo da almofada. Quando entrou, procurou pela arma nas minhas mãos, na anca e sobre a cama, mas debalde. Aliás, eu sabia que ela ia procurar por ela.

Lembrei-me duma situação idêntica, quando eu e o Marvelino Mapina fomos assaltar a loja do Magaúle na zona de Matalane.

Levamos as nossas armas lá para as 18, e saímos do nosso quartel de Bobole. Era uma sexta, e no dia seguinte teríamos uma dispensa, mas estávamos sem cheta. Então decidimos matrecar alguns civis, e o Magaúle era o alvo perfeito. Afinal, depois das 18, toda a gente daquela aldeiazinha refugiava-se na “palaca”, ou na Quinta Floresta, ou no Centro de Treino da Polícia.

O que nos inquietava, é que se encontrássemos alguém, não podíamos disparar, pois é muito perto do Centro de Treino da Polícia, uns mil e quinhentos metros, mazomenos. E se não podíamos disparar éramos alvos fáceis, se por acaso outras pessoas tivessem tido a mesma ideia (os B.A.´s, neste caso).

Levamos umas granadas para o caso de nos cruzarmos com os gajos no caminho. O nosso quartel ficava em Bobole. Caminhamos pela margem do poente da EN1, até chegarmos sem encontrarmos vivalma, a não ser alguns fantasmas e mochos cobardes. Mandamos lixar. Aliás, nos treinos já tinham nos dito que nós já éramos cadáveres, só faltava mesmo a confirmação da data do enterro.

Chegamos na loja, e tudo correu lindamente. Enchemos os sacudus de “nkonho”, e saímos sem disparar nada. Beleza!

Beleza?

Um tipo do Centro de Matalane aparece-nos a frente a apontar-nos uma AKM. Poxa! Depois de termos feito o job todo?

Olhei para o gajo. O luar esbranquiçava o cenário, e as sombras sinistras pintavam de preto as bermas, abraçando vampirescamente as formas donde saíam. Estudei a arma do gajo, e descobri que o tipo tinha a segurança da arma fechada. Suspirei. O gajo queria nos levar até ao Centro, e logo tornar-se num herói. A dama do gajo estava a tremer de medo por causa da tensão que rodopiava no ar.

Eu disse ao gajo que aquilo podia terminar de duas formas: ou ele deixa-nos ir e ele continuava a namorar, ou então ele e a namorada ficavam ali para sempre. O tipo disse que nós (ele dissera, “Vocês os comandús”), tínhamos a mania de que somos invencíveis.

Eu já estava tenso, e, mamparra do gajo, nem notava que a arma dele tinha a segurança fechada. Em tempo de guerra, e com arma na mão, a segurança deve estar sempre on. Quando ele viu que eu estava a levantar a minha arma, correu o polegar para a segurança, mas já era tarde.

A bala perfurou-o bem no meio do nariz. O tiro fez a dama do gajo gritar, e virei a arma para ela e atingi-a no peito. Ela morreu com duas balas, pois o Marvelino já tinha atingido a cabeça dela. O que nos fez demorar, e o que mais tarde descobrimos que foi nossa estupidez, foi o facto de termos tido a ideia de meter os corpos no poço.

Para quê? Se ninguém nos viu?

Agora velocidade!

Corremos mato adentro, sabendo que os nossos três tiros foram alerta para os dois quartéis da polícia, e nós estávamos entre os dois, embora a Quinta Floresta ficasse para além da EN1, mas o gajos podiam muito bem nos cortar a retirada.

A nossa guerra era atravessar a picada que partia da EN1 até ao Centro de Treino antes de os do Centro saírem. Estávamos muito atrasados! Eles ficavam com uma secção de prontidão na porta, e esta já tinha saído para tomar conta da situação.

Escondemo-nos numa moita e tiramos as granadas, sem contudo tirar a espoleta. Aguardamos. Os gajos foram directamente para lá onde houve tiroteio, e nos deixaram o caminho livre.

Bazamos na boa até no quartel.

No dia seguinte uma forte delegação de polícias entrou no quartel. A bomba tinha rebentado. Os gajos viram pelas pegadas que eram Comandos, afinal, antes de estarmos em Bobole, o nosso quartel era ali mesmo!

O nosso comandante (que esqueço o nome, mas que chamávamos de “Terapia”, por confundir Carrapinha e Terapia). Ele dizia, quando chamava um gajo despenteado: “Hey, você deixa tua terapia assim sem pentear, qual teu problema?” O gajo defendia com unhas e garras os seus elementos. Ele disse aos polícias que se fossem gajos dali, então ele resolveria internamente com os seus homens. Se eles não estivessem satisfeitos, então deviam dizer ao Coronel Manuel António, Ministro deles, que… Qual era mesmo o nome daquele malandro, pa! Hummmmmmmmmmmmm… Poxa, esqueci-me, mesmo. Yeah, ele disse que podia dizer ao Ministro que ele (citando o seu nome), é que negou para levarem os seus homens para a cidade.

Parecia o fim do caso, mas não.

E como sabia que aquilo não terminou, não largava a minha Walther de qualquer maneira. Seja no banho no riacho, seja em casa da “mbuya”, seja onde ia, estava ela comigo.

Dois dias depois, aconteceu uma situação como esta que tenho com a Sónia. Eu estava sentado na tenda, na minha beliche, e eis que Mwamilibindji entra! Yeah, o nome do gajo era Mwamilibindji… Hahahahahahahahahahahaha… Quem não ia esquecer um nome destes pa? Mwamilibindji! Parecia nome de um pássaro colorido. Vejam aí um mwamilibindji! Traga a fisga pa! Hahahahahahahahahahahaha…

Como dizia, dois dias depois, o gajo entra na minha tenda. A primeira coisa que procurou foi a existência ou não de uma arma, pois tenho a certeza que gajos da Contra Inteligência Interna já tinham alertado o gajo que eu andava sempre com uma pistola. O gajo entrou e certificou-se que não havia arma nenhuma.

Ele começou a me mostrar que sabia que era eu e o Marvelino que fomos matar aquele polícia, e que na sua unidade não queria indisciplinados. Então ele não me queria mandar para uma força regular porque isso era favor (como se o fosse), então queria resolver o caso ali e agora. Eu também já tinha estudado o gajo, e vira que a pistolinha dele estava no coldre, e este estava aberto. O martelo da arma estava baixo. Menos perigo. Calculei que eu seria o mais rápido a sacar em caso de uma possível ameaça.

Esta não demorou a chegar. O gajo levantou-se e correu a mão para o coldre para tirar a arma. Eu estava sentado sobre a minha Walther, e saquei-a, puxando o martelo para trás, apontado bem no meio da cabeça do gajo. O gajo começou a gargalhar, deu-me costas saindo da minha tenda. Nunca mais se falou desse incidente!

Agora a situação estava ali a se repetir! Eu sentado na cama com uma arma pronta a ser usada. Mas que ameaça vinha da Sónia?

Será que matando a ela, a Micha e depois a mim resolveria o problema? Claro que resolve! Desaparecemos e ninguém fala com ninguém. Prontos!

Movimentei a mão para debaixo da almofada, peguei na coronha da Walther que já estava a esfriar; puxei o martelo com cuidado, já que a minha arma sempre anda alimentada. Adeus mundo cruel…

O amor ao ignoto está catapultando o MDM à ribalta politica moçambicana

Por Gustavo Mavie

´´A votação não pode provar o que está certo,
e o que está errado ou que é bom. Na verdade,
há grande possibilidade das pessoas votarem
naquilo que é errado, quanto mais quando é um
dado adquirido, que a maioria que vota não domina
as questões em que tem de votar´´ Sócrates, citado
por Hosho no livro Poder, política e mudança, 2012.

Os resultados das eleições autárquicas que se realizaram em Moçambique nos finais do ano passado, e que no caso de Gurué foram repetidas a 7 deste mês, acabaram revelando que afinal o MDM goza duma acentuada simpatia em muitas zonas do País e, por via disso, confirmou-se também, a meu ver, a tese de Giovani Papini, de que nós Homens somos muito atraídos pelo ignoto, isto é, pelo desconhecido.

Para que não haja quem duvide da veracidade deste axioma, dou, como exemplo, o caso daqueles homens que, mesmo tendo mulheres belíssimas, ainda assim não param de engatar outras para serem suas amantes, justamente porque são atraídos pela tal lei do ignoto. E é bom que se diga que não só os homens adoram o ignoto, como as próprias mulheres são vítimas da mesma tentação, porque querem provar outros homens. Numa palavra, eles e elas são fascinados pelo desconhecido.

Se transpormos o que acontece nos casamentos para o lado dos povos e os seus governos, verificamos quase o mesmo cenário, havendo vezes sem conta em que certos povos, se divorciam de um bom governo, para eleger um outro e muitas vezes mau ou mesmo pior que acaba atirando esses povos na pior das tragedias. Este é o que aconteceu com o povo alemão quando, em 1933, elegeu massivamente Adolfo Hitler para o liderar, mas que acabou mergulhando os seus compatriotas numa guerra mundial sem precedentes. Este foi de facto a prova mais irrefutável da veracidade desta tese de Sócrates de que a votação não pode provar o que está certo e o que não está certo ou que é bom. Infelizmente, até hoje, os alemães ainda não se desfizeram das feridas e muito menos das cicatrizes e do embaraço que esta guerra lhes causou como um povo.

Um dos exemplos que entre nós prova que nem sempre o que é apoiado pela maioria é o que convém que se faça, foi a consulta que o antigo Presidente Chissano mandou fazer um pouco antes de embarcar em negociações com a Renamo em 1990, em que a maioria de nós dissemos Não e Nunca negociar com bandidos armados, como era justamente conhecida a Renamo. Na verdade, Chissano viu nesse Não da maioria como uma posição que lhe favorecia a ele que devia aproveitá-la para pôr fim à guerra, porque estava mais do que claro, que sendo a maioria que era contra a Renamo, assim que se fizessem eleições multipartidárias, a sua Frelimo iria ganhá-las e a Renamo perderia. E assim, inteligentemente, Chissano optou por contrariar a maioria e começou com as negociações com a Renamo, designando o agora Presidente Guebuza, como chefe da equipa negocial que acabaria persuadindo a Renamo a aceitar por fim à guerra bélica, volvidos dois longos anos e meio, no que é agora prova de que negociar com a Perdiz é pior que negociar com o Diabo. Só isto mostra que o culpado no decorrente diálogo entre o governo e a Renamo é uma vez mais a Renamo, e não Pacheco ou o Governo como muitos acreditam erradamente.

Outra das provas de que nem sempre o voto é prova do que é certo ou errado, foi quando a maioria do povo zambiano descartou o partido independentista UNIP, do até hoje respeitado e venerado Pai da sua Nação, o Dr Kenneth Kaunda, e eleger no seu lugar, no meio de muita euforia, Frederick Chiluva, que nunca tinha feito nada de vulto até então, senão ter sabido vender o seu peixe aos zambianos com promessas claramente falsas, temperadas com a sua oratória ganha nas igrejas onde era também pastor. Mas assim que ascendeu ao poder, a única coisa que soube fazer com eficiência foi roubar e roubar sem parar, até que o próprio povo zambiano o destronou através do mesmo voto com que o havia catapultado para o trono.

Ainda há bem pouco tempo, vimos outras cenas vergonhosas serem protagonizadas pelo líder do MDC, Morgan Tsivangirai – que neste caso acabou inspirando o nosso Davis Simango a fundar o seu próprio MDM – a se valer do cargo de Primeiro-Ministro para somar uma legião de amantes que o foram acusando depois publicamente de as terem prometido que iria casar com elas. Mas hoje, este mesmo Tsivangirai que muitos zimbabweanos viam como o seu Messias que os salvaria de Mugabe que o viam como diabo, já o descartaram dos seus corações e mesmo os próprios membros do seu partido, já não o querem mais como seu líder.

Mas até há uns anos, e sem que tenha feito nada de vulto a não ser diabolizar Mugabe, não obstante tenha sido quem co-liderou a libertação do seu País dos racistas, Tsivangirai era venerado por muitos zimbabweanos e pelo Ocidente como o melhor político do País, como alguns encaram agora o Davis Simango do MDM, ou mesmo Dhlakama, cujo CV político espelha apenas que foi um servil General do apartheid quando este movia uma guerra sem quartel em Moçambique e Angola.

Até Salomão Moyane reconhece que a FRELIMO não merece ser descartada do poder porque está a fazer um trabalho sério

Na verdade, o que me inspirou este artigo é o facto de até o meu colega Salomão Moyane, que neste caso se notabilizou pelas suas criticas contra a Frelimo e os seus governos, dizer também que não percebe porque é que há cada vez mais moçambicanos a votarem contra a Frelimo, porque ele próprio vê que tem estado a fazer um belíssimo trabalho, que mais lhes mereceria um prémio do que uma penalização como o fizeram alguns compatriotas nestas últimas eleições autárquicas.

Numa dissertação que fez no último programa dominical de Jeremias Langa, na STV, denominado Pontos de Vista, Moyane disse ser irónico, que a maioria dos que têm votado contra a Frelimo agora, sejam os jovens a quem esta mesma Frelimo e o seu Governo têm feito tudo para resgatá-los da ignorância e de outros problemas como da pobreza, através da construção de escolas de todos os níveis e universidades em cada um e todos os cantos deste País.

À medida que fui escutando Moyane, fui lembrando que já antes desta preferência pelo MDM, mais de dois milhões dos meus compatriotas votaram a favor da Renamo nas primeiras eleições multipartidárias de 1994 e nas seguintes de 1999. No caso destas últimas, a Perdiz chegou a ter 117 deputados na AR contra 129 da Frelimo, o que a mim me espantou bastante, porque a Renamo tinha sido para mim um terrível instrumento de matança do apartheid. Curiosamente, já nas de 2004 e nas seguintes de 2009, os eleitores moçambicanos reduziram a bancada da Renamo à sua própria insignificância, tendo-se quedado em apenas 51 deputados até agora. Ora, todos estes altos-e-baixos na tendência de votar neste ou naquele partido, me parecem que confirmam esta tese socraniana de que o voto nem sempre é prova do que é certo, errado ou bom. Aliás, a agora falecida primeira-ministra britânica, Margareth Thacher, dizia que nem sempre o que tem o apoio da maioria é correcto ou certo.

A falta de lógica e razão das opções de certos eleitores dão razão a Moyane, quando diz não perceber a logica política da maioria dos jovens, uma veza que hoje é graças ao trabalho da Frelimo que Moçambique conta hoje com mais de 17 mil escolas e 40 universidades, quando na hora da independência, só havia uma e só em Maputo. Isto é de facto de se louvar e premiar-se, porque fez-se num País que só é independente há 39 anos. Mais ainda, que saiu há apenas 21 anos duma devastadora guerra que quase não deixou nada em pé, e que era movida pelo apartheid através das mesmas pessoas que hoje estão sendo preferidas nas eleições, como é o caso do MDM, cuja liderança é na sua maioria constituída por antigos membros de cúpula da mesma Renamo que agora voltou a desenterrar o seu antigo machado de guerra, e está aí matando-nos outra vez, como o fez durante 16 anos a mando do apartheid.

Moyane foi mais longe ainda, deixando claro que não percebia como é que um Partido que conseguiu colocar Moçambique no Mapa do Desenvolvimento, está sendo agora paulatinamente preterido pelas mesmas pessoas que as libertou do colonialismo e está os tirando passo a passo da pobreza.

Para Moyane, a Frelimo e o seu Governo têm estado a ter um excelente desempenho que deveria merecer-lhe um grande prémio, tendo apontado o que chamou de comunicação ineficaz da Frelimo e do seu Governo, como sendo a principal causa desta antipatia crescente dos jovens em relação à Maçaroca. Ele vincou que a liderança da Frelimo não tem sido capaz de comunicar com eficácia e eficiência, para que se ´´faça compreender ou perceber-se que está a fazer um belo e bonito trabalho´´. Ele tem razão, porque está mais do que provado por conceituados estudiosos da comunicação, como Cristina Stuart, que hoje em dia, fazer um bom trabalho já não é suficiente, daí que é sempre imperioso que seja temerado por uma boa comunicação em que se explique o que está sendo feito e para quê estando sendo feito. Os peritos em comunicação dizem que quem só trabalha e não comunica, é como semear sem regar – as culturas estarão lá, mas estarão murchadas. Muitos jovens hoje não fazem a mínima ideia donde partimos e como partimos, e mal sabem que já estivemos num inferno.

Ele vincou que este é o calcanhar d`aquiles da Frelimo e do seu Governo, porque, segundo ele, pode se fazer um bom trabalho, mas se não se é capaz de se fazer compreender ou perceber-se junto do povo, este pode ser descaminhado pelos seus adversários.

Coincidentemente, o seu colega de programa, o Dr. Tomás Vieira Mário, secundou também Moyane, dizendo que a penalização da Frelimo nas urnas é algo paradoxal, porque de facto o que merecia é um grande prémio do povo deste País.

Eu concordo inteiramente com eles, porque de facto a Frelimo está a protagonizar o milagre de imunizar o nosso País da gravíssima crise económico-financeira que tem abalado quase todos os outros países do Mundo, incluindo quase todos os da Europa e os das Américas. Incluindo mesmo os EUA de Obama. O que prova que não estamos mal entregues como o dizem maldosamente os detractores da Frelimo, é que o nosso País é um dos 10 que que estão a registar há já mais de 10 anos consecutivos, um crescimento económico à media de 7 a 8 por cento, e que têm no topo a China.

É justamente porque o nosso País está imune da crise que sufoca os outros e os seus respectivos povos, que tem sido um dos que atrai legiões de pessoas de todos os cantos do Mundo, incluindo daqueles que até há pouco se riam da desgraça em que estávamos embrulhados pela Renamo quando se fazia de instrumento de guerra do apartheid que manteve Mandela na cadeia durante 27 anos e matou o nosso carismático presidente Samora Machel.

De facto, estes factos todos que aqui resumi, e que têm feito com que o nosso País esteja nas primeiras páginas pelas boas coisas e não más, que aqui estão acontecendo como é este desenvolvimento acelerado e as múltiplas descobertas de recursos naturais que estão fazendo com que haja muitos estrangeiros que também se interrogam porque é que há cada vez mais moçambicanos que falam tão mal da Frelimo e do seu Governo, quando estão a provar que estão levando o seu País e o seu povo à Terra Prometida.

´´Há qualquer coisa que não estou a entender, e caso esta tendência se mantiver e terminar com a remoção da Frelimo do poder, vocês moçambicanos incorrem no risco de estarem a trocar um cavalo que corre, por um que nunca sabem ao certo o que virá a ser, como o fizeram os alemães´´, assim me diria sábado ultimo, um amigo americano, de nome Peter, que o fui buscar no Aeroporto Internacional de Maputo, e que ficou tão positivamente impressionado, ao ver como o nosso Aeroporto foi modernizado, e que ficou também feliz, ao ver como a nossa Praça dos Heróis ficou bonita, após a restauração a que foi sujeita nos últimos meses.

´´Este Aeroporto só está no mesmo lugar mas já não é o mesmo, e está tão moderno que se pode já confundir com o de muitos países europeus´´, assim comentou. Ele disse que o que tem estado a ver aqui em Maputo é um grande contraste e um forte desmentido com o que tem lido nos Facebooks e alguns jornais online moçambicanos, de que em Moçambique tudo está mal.

´´Agora vejo que há muita gente de má-fé ou que age com motivação política eivada de maldade´´, disse à medida que fomos visitando a cidade de Maputo e seus arredores. ´´Nalgum momento, fico com a sensação de que é uma outra cidade e não a mesma que conheci há 20 anos quando estavam em guerra´´, disse visivelmente impressionado.

Na verdade, ouvindo o positivismo com que os estrangeiros têm falado do nosso País, cada vez mais acredito que há entre nós os que só dizem que aqui em Moçambique tudo está mal, porque não dispõem da tal capacidade de que fala Sócrates de fazer leituras correctas do que somos, ou se dispõem, são os tais de que falava o escritor Stefan Zweig, de que mesmo que saibam que tudo está bem, optam deliberadamente por dizer que nada está bem, porque, segundo ele, assim o são todos os que não gostam dos que fazem o que é bom.

Ele diz que em alguns casos, há momentos em que a consciência trai os que querem negar deliberadamente o que está bom por mera maldade ou oposição à pessoa que tenha feito esse algo bom ou correcto, e acabam reconhecendo de facto o mérito de outrem que preferiam negar por negar, sem que estejam tão conscientes de que estão a reconhecer o que não gostariam de reconhecer publicamente pelo menos. Só espero que não tenha sido o caso de Moyane ao reconhecer, finalmente e justamente, que o nosso Governo tem feito um belíssimo trabalho, e que isso só não é entendido por alguns jovens mais porque a comunicação governamental tem sido menos eficaz.

A Sátira das Nossas Bebedeiras

A Sátira das Nossas Bebedeiras
A Sátira das Nossas Bebedeiras

“ABANDONAR A BEBEDEIRA É ABANDONAR UM LAR”, é por isso que nunca devemos abandonar um lar, visto que a nossa família vem sempre em primeiro lugar! E, não é?

Então: na sexta-feira sim, no sábado sim, e no domingo também sim; mas é só para matar à ressaca dos dias passados (todavia uma chama a outra, e a outra chama mais uma). O resultado vê-se nas segundas-feiras: as caras amarotadas, os bafos alcoólicos-enjoativos, um completo mal-estar, e desejos marginais por petiscos – segunda-feira não deveria existir. Pois os subordinados andam distantes dos chefes (os chefes bafómetros), para que estes não notem àquele estado de ressaca que é difícil de disfarçar. Mas beber é uma válvula de escape. E decerto que vocês já ouviram às línguas ásperas dos fofoqueiros falando: àquele não bebe, “não fode”, nem fuma, afinal faz o quê? Boa pergunta.

Eu bebo Cerveja, ou Gin, ou Whisky, ou Vodka, ou Sambuca, ou Double Punch, ou ainda Tentação – na verdade eu bebo álcool. Esses são os bêbados “SE ME DÃO”, os que misturam o gás, com a gasolina e/ou com o diesel, porque só querem estar paulados – a isso chama-se bebedeira por objectivo.

As pessoas quando bebem têm vários comportamentos, para além das suas complexidades normais, nisso, há vários grupos e classes de bêbados, porém citando alguns, há:

OS CHORÕES: esses contam os seus segredos para qualquer um – até pagam-te uma rodada, só para lhes escutes. Eles: pedem conselhos, falam dos seus fracassos familiares e conjugais, confessam que são cornos. Mas fingem que não se lembram de nada nos dias seguintes, e nem precisam lembrar.

OS MIJÕES: esses mijam-se nas calças, e cagam-se se puderem – são uma autêntica porcaria. As mulheres e mães, pedem para que parem de beber, mas eles insistem em viver.

OS PEGA-ME-LÁ UMA: esses ratos só saem de casa para pedir, e voltam bem rotos à custos de uma cara-de-pau (a justificação é: está mal, não há boladas e nem caiu o salário). Ignoram o facto de que isso é “vez-vez”, pagas-me hoje que eu amanhã pago-te – cuidado, não tarda que vamos-te fugir.

OS MA PAGA BEM: esses são um show de ostentação, as lambisgóias não aguentam com as notas de 1000 MT e com os posters de “Eu-Eu”. O som alto do V6 é uma discoteca móvel – esses só recolhem as “fast foods” das barracas.

OS VOMITADORES: esses vomitam no carro, na cama, nas tetas, dormem nos vómitos – são um desastre, e ainda deixam o ambiente bem fétido. Saem envergonhados e a justificação é que não haviam comido, ou porque a comida estava tocada, ou ainda porque às misturas lhes fizeram mal – deixa estar, mentira de bêbado é como verdade de um Santo…

OS DANÇARINOS: esses montam coreografias nas pistas de dança, caçam os rabos das meninas, aproveitam-se da contradança e sacam números. São os Animadores das festas, principalmente quando são djecks (pessoa que não é convidada à um folguedo, porém mesmo assim se faz presente), e dão um Show por um prato de feijoada.

OS PAQUERADORES NATOS: esses são os meus predilectos, o grupo que bebe só para tirar vergonha. O álcool é um afrodisíaco, ou uma poção mágica! – sem álcool são uns bocós, uns bundões.

OS BÊBADOS SENHORES DOUTORES – INTELECTUAIS: daqueles que apresentam-se nos moldes: chamo-me “dr. Edson”! Teu nome não é dr., meu Sr.. Esses sim, são um máximo pois: recitam, citam, avaliam o PIB, chamam a publicidade por propaganda, confundem o alho com o bugalho. Ressuscitam Descartes, o Marxismo, e o Fascismo. Enunciam as Leis da Parcimónia. Há vezes que calados dizem mais que nos discursos fanáticos.

OS BÊBADOS MIC TYSON OU BRUCE LEE: estes quando bebem são “punchlines” para todos, partem garrafas, rasgam-se as camisas, mordem-se, lançam socos para a malta, mandam ganchos nas fuças de todos, dão chapadas às mulheres – essa é a escória, um desrespeito à classe das bebedeiras. Mas elas não ficam atrás, puxam-se as mechas, os cabelos importados, mostram-nos as calcinhas, só fazem coisas de vergonha…

OS BÊBADOS VITZ, os modelos de baixo consumo: quando saíres com estes, que eles sejam os primeiros a pagarem as rodadas, pois em poucos minutos estão a dormir nas mesas dos bares, nas casas de banho, ou em qualquer local. Esses irritam-me pois sempre querem ser contados o que fizeram, mesmo se não fizeram nada, para além de dormir em plena bebedeira. A justificação é sempre plausível: estava a voltar do job, estava partido….

Os SPEED RACER: esses queimam borracha, afogam-se na marginal, fogem da polícia, batem em tudo, destroem vidas, não há pior espécie – tenham cuidado Sr. Altezza, Sr, e Mark II (todos), as estradas não são vossas…

Há os que bebem porque está na moda; outros porque estavam estressados com o teste na escola; outros porque têm complexos. A bebida é ingerida com vários propósitos.
– Parei de beber!
– Há quanto tempo?
– Desde o final de semana passado!
Não minta, o álcool é coisa seria.

Mas há quem o abandona pois o álcool destrói famílias, relações e, principalmente à nossa juventude. Não só: o álcool trás muitos males, também, principalmente quando misturado com o sexo, com o volante, ou com fumo. Essas misturas só acabam em tragédia – repousem na magnificente paz celestial, todas às almas que essas misturas dissiparam às vidas.

Há uma classe emergente e com bastante sucesso, essa é à das mulheres Mabaraquene. Uma nova sensação das noites. Bebem mana-a-mana, como se fossem homens. São: lindas, meigas, barrigudas, escandalosas, e barraqueiras. Levam a vida na esportiva, muitas delas são cultas, mulheres que admiro; outras são barraqueiras/discotequeiras bem escandalosas, com a maquiagem horrível, e um bafo de bode. Um pequeno subgrupo delas empurra à 2M de um jeito profissional, mas no fim da noite são obrigadas à apanhar as moedas. E assim a vida corre, também aquilo não bebe água e não come peixe, não é?!

O álcool pode ser visto de diferentes maneiras: pelo comportamento que gera depois do seu consumo ou pela forma que é consumida. Ele faz bem em boas dosagem, recomenda-se, mas tudo que é excedido trás consigo repercussões negativas. Nisso, o primeiro gole geralmente é o mais amargo, para os aprendizes; porém o primeiro copo trás grande satisfação para os mais experientes (“princípio marginalista: este principio económico estatui que a satisfação reduz quando são consumidas unidades marginais de um determinado bem”).

Se bebes, fazes parte de um desses grupos, ou conheces alguém com esse comportamento!

Sarah Massey e o Maior Rabo do Mundo

Sarah Massey detém actualmente o recorde de maior rabo do mundo. A mãe de dois filhos que vive em Chicago, EUA, chama a atenção em todos os lugares por onde passa por causa da sua bunda gigante. Por causa do traseiro enorme de Sara, tarefas simples diárias como apertar o cinto de segurança ou passar por uma porta são grandes tormentos. Veja a reportagem em vídeo.

Colecção de Moda Africana Para Mulheres Poderosas

Hoje trago algumas sugestões de roupa made in África para aquelas mulheres poderosas. Embora não haja muito vermelho aqui, podem ser boas opções para o dia dos namorados que chega já. É uma mistura de vestidos feitos de Capulana e Kente algumas sais em vestidos, todos cheios daquele brilho que caracteriza a moda africana.

Tentei como sempre trazer modelos para todos os gostos e  estilos, desde os mais simples aos mais ousados, dos mais casuais ao mais executivos, os vestidos ousados ficam para o meu próximo artigo. Espero que gostem dos modelos assim como eu!

O que gostaria de ver no próximo artigo sobre moda? Deixe a sugestão nos comentários.

O Melhor tratamento para dores de cabeça em Moçambique

Encontramos este vídeo no Youtube com o título original “Cure for headaches in Mozambique” e aprendemos um método interessante de parar com as dores de cabeça em cerca de dois minutos. Não temos muita certeza se o vídeo foi mesmo feito em Moçambique, mas vale mais pelo conteúdo!

A história da Ana

Relatos de um estudante moçambicano: Parte 1: A História da Ana

A Ana era aluna do ensino Secundário e pretendia futuramente formar-se na faculdade como professora de português. Ela era boa aluna mas tem dificuldades com as disciplinas de inglês e francês, por isso ela costumava me pedir algumas explicações de inglês.

E eu notei que mesmo com esforço ela simplesmente não conseguia entender nada, e se continuasse assim certamente iria chumbar a inglês. Alguma coisa estava a faltar das classes anteriores, parecia que ela estava a ter inglês pela primeira vez, era como ensinar o abecedário a uma criança de 2 anos, e eu sempre me perguntava como é que ela havia conseguido chegar até a 12 sem saber nada daquela disciplina.

Os exames estavam próximos e ela tinha boas médias em todas disciplinas, excepto a inglês e francês, mesmo com o esforço que ela fazia para aprender. O professor de francês –  Tomé, que era um professor honesto e muito simpático, decidiu ajudar a miúda e deu-lhe um 11 – que era mais do que suficiente para ela ir ao exame. Tudo que ele exigiu em troca foi que ela tivesse boa nota no exame.

Vou te deixar ir ao exame, basta prometeres que vais passar. Foi o que ele disse.

Ela agradeceu imenso, e aliviada, só tinha que tentar pedir uma ajudinha ao professor Flávio que a ajudara no ano anterior na disciplina de inglês.

Ela conseguiu a nota para o exame depois de ter aceite fazer sexo com o professor, algo muito comum nas escolas secundárias. Quando ela me contou isso eu fiquei decepcionado e fui embora, mas depois de pensar um pouco eu fui lá ouvir o resto da história.

A Ana teve boas notas nos exames em especial a inglês, embora ela me tenha dito que fizera mal o exame – o que me leva a pensar que ela esteve mais uma vez com o stor Flávio.

Ana não consegui entrar na Faculdade pública no primeiro ano, por isso ela ficou em casa, e nesse tempo ela teve um filho e passou a viver maritalmente com o .

No ano seguinte ela concorreu a uma vaga na Universidade Pedagógica e conseguiu entrar. Lá ela conheceu o Google, a Wikipédia e outras ferramentas excelentes de pesquisa, ao mesmo tempo que esquecia o caminho para biblioteca.

Hoje ela é professora de inglês das 10ª e 11ª classes. Sempre que conversamos ela reclama que os alunos não entendem nada. E como são todos burros, vão todos passar para a 12.

Eu preferi escrever esta pequena história, que é um retrato ameno daquilo que é o nosso sistema de ensino público para mostrar que infelizmente se este círculo vicioso continuar como está, não haverá cura para nossa educação.

mig33

O mig33 é uma comunidade de bate-papo móvel que conecta milhões de amigos em todo o mundo. Conecte-se ao Yahoo, MSN, Google Talk, AIM e ao Facebook Chat. O chat é gratuito, no entanto você também pode trocar presentes virtuais, partilhar fotos, divertir-se com jogos virtuais, e efectuar chamadas e SMS internacionais a baixo custo. É compatível com todos os telefones, é rápido e leve.

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As revelações do amor e da convivência

As melhores coisas e momentos da vida, não são aqueles que duram para sempre, mas sim os que nos fazem delirar até chegarmos ao ponto de levitar, sentir um friozinho na barriga, ficarmos com as pernas bambas, quando vemos as pessoas queridas – já sentiste isso? Então percebes!

Para alguns homens, é sintomático em seus subgrupos, falarem de sentimentos na verdadeira grandeza; uns porque não os conhecem, e outros porque na verdade acham que ser MACHÃO é: não sentir; é não se deixar levar; é não chorar; mas para mim isso são parvoíces, os sentimentos devem brotar crescer, e desabrochas …

TODA RELAÇÃO QUE COMEÇA, TERMINA – essa sim, é uma regra sem excepção. Contudo, para chegar-se ao fim, há sempre um começo. Não há nada mais doce que o inicio de uma relação.

No início, não há defeitos, vivesse de amor, de acarinho, de atenção, e as discussões não são de longe vislumbradas. Mas, as pessoas vão se conhecendo melhor, e quando a convivência começa a exigir mais dos dois aparecem: os defeitos, as separações, a distância, as traições, as separações, porém uns voltam e outros não, mas a vida contínua – pois a primavera não acaba quando morre uma andorinha.

Há aqui um inimigo natural das relações: o orgulho. O Sr. Orgulho é capaz de separar o “Adão da Eva” num instante. Por isso, meninos e meninas, não deixem que o orgulho seja o guia das vossas relações e do vosso afecto, pois a sua razão é maior que tudo.

Mas há quem acha que existe um par prefeito, isso para mim é como falar da “coisa certa na hora certa”! O que na verdade, em alguns casos, não passa de uma maneira de acomodar o fracasso contínuo nas relações. Acabou, pimba! Não era meu par perfeito! Acorde! Tu podes acabar com n-relações, mas não podes acabar n-possibilidades de pares perfeitos – percebes?

Amor a primeira vista é coisa para filme de Hollywood. A fidelidade não é o caminho para felicidade – aprendi a não criticar e não falar de coisas que não entendo.

Num mundo onde muitos querem ser felizes, mas poucos o são, é necessário aprimorar a ARTE DA CONVIVÊNCIA. Tens que saber que: a mulher é emoção e homem é razão; A NOSSA RELAÇÃO ACABOU! – “é musica predilecta das mulheres”, disse-me uma amiga, e a minha experiência não prova o contrario; o homem só descansa depois de comer a fruta – elas sabem; a convivência é a chave para o conhecimento mútuo – um axioma; o amor verdadeiro não acaba – contudo, primeiro deve existir; minta desde que não sejas pego pois as mulheres não gostam dos matrecos – uma realidade; tenha uma mola no bolso porque levar a “baby” ao Cinema não é grátis – e por isso que outras são interesseiras; tenhas várias relações antes de escolheres onde te amarrar – a experiência é o melhor professor, e por fim:

NUNCA PODERÁS SER FELIZ A DOIS SE NÃO CONSEGUES SÊ-LO SOZINHO.

Carta ao “Rappper” Lil Banks

Bem, havia “parado” de escrever cartas aos nossos ilustres da praça… pelo que me lembro, o último foi o K.M (KEY MARQUES), mas infelizmente não obtive resposta. Embora eu creia que tenha sido anotado o conselho … caso sim, isso é o que importa! A mania da maioria dos cantores e dos que se dizem cantores, Moçambicanos (nova geração, principalmente) é que não recebem as críticas com bons olhos, tudo termina nesta pobre frase:” É INVEJA”. Dai que, meu caro LIL BANKS, que não me venhas tu, tentar esquivar a tua falta de argumentos com esses pobres dizeres. É que seria pura mentira, “jamais” teria inveja de quem considero retardado mental!

Carta ao "Rappper" Lil Banks
Lil Banks pisando a bandeira nacional em “Rip Rappers”

Meu caro Banks, desculpe-me tratar-te de tal maneira mas, após ver o teu video “RIP RAPPERS“, as ideias não se distanciaram tanto deste “retardado mental” que lhe atribuo. Uma delas era, “Este está a fazer-se de louco, para chamar a atenção…”, e a outra, ” Este é louco”! De certo que nem te passa pela cabeça o porquê de eu te associar sempre a insanidade. Ok, só para refrescar-te a ervilha que dizes ser cérebro, que usas para compôr as tuas patéticas letras e, fazer esses vídeos típicos da escória, farei um “refresh”…

“Verde e branco, preta, amarela, vermelha

Verde e branco, preta, amarela, vermelha

Verde e branco, preta, amarela ,vermelha

SAO CINCO CORES, DA NOSSA BANDEIRA…”

O que lhe lembram estas linhas, meu caro L.BANKS? Caso tenhas, de facto, ido à escola, de certo que estas nobres linhas (sabe o que quer dizer nobre?), bailam em tuas lembranças. Pois, apesar de teres partido o lápis/caneta, não creio que tenha sido na tenra idade. Valha-me Deus, Helena de Tróia, ficaria demasiado óbvia a tua ignorância… Então creio que conheces muito bem estas linhas! São da época em que os nossos educadores tentavam incutir em nós, os jovens de hoje e crianças de outrora, o valor e o sentido dos símbolos da/na bandeira nacional. E creio que houve êxito nisso, a maioria de nós cresceu sabendo e valorizando algo que, todos nós, os Moçambicanos, partilhamos! Independentemente da raça, religião, género, filiação politica e etc… Porém, não me parece que tenha sido o teu caso, oh LIL.B. Ou deves ter sofrido uma espécie de lavagem cerebral que, tratou de expulsar todos valores morais que em ti (pelos teus pais e professores) foram incutidos. Porque não faz sentido, é quase inacreditável aquilo que vi. Se alguém me tivesse contado, juro-te jamais acreditaria… Diga-me ó LIL.B, como podes tu, pores-te de cócoras por cima da nossa bandeira nacional, como se estivesses defecando? Não encontro sentido nisso, sinceramente! E sequer vestígios de uma atitude de alguém que goza da plena sanidade mental. Ou estavas possuído pelos espíritos que habitam na praia? O teu acto foi repugnante, idêntico ao do doido da praça, aquele que vadia pelas ruas, pelado, fazendo gestos e gritando palavras sem nexo! É a única descrição que lhe consigo atribuir. Porque não acredito que tenhas acordado e pensado: ” Vou pegar na bandeira nacional, ficar de cócoras por cima dela, e simular uma caganeira enquanto mando umas rimas, isso dar-me-a fama e irá reforçar meu swagg…”. Não consigo entender, ou melhor, recuso-me a perceber. Por ventura estarás tu, chamando a todo o povo moçambicano de, MERDA? Porque, de que tens presenteado ao país (Moçambique ) com merda, disso não tenho duvidas. Caso tenhas, sente-se e assista aos teus vídeos e ouve as tuas músicas. Desta vez foste longe demais e a sério, não desejo outra coisa, senão ver-te na cadeia a pagar pela ofensa que a todo povo Moçambicano, proferiste!

Caso não tenhas mais nada a gravar/cantar, melhor que te cales! Podes até ficar por aí a dizer que pegas em milhões e vestes roupa cara, que estaremos pouco nos lixando. Uma vez que a tua realidade e a de muitos da tua corja, já é bem conhecida. Vocês todos não saem da baixa da cidade de Maputo… porque será? Mas isso não vem ao caso, é problema vosso! Só que, insultar a toda uma nação para ganhar atenção, é uma brutal falta de respeito e consideração! Aconselho-te a analisares o teu infeliz acto e, em seguida, procurar a um psicólogo. Porque creio que estejas doente! Porém, se não, com todo respeito e educação, meu senhor, abandone ao ”mic”, as câmeras, a tv… tal e qual abandonaste aos cadernos e, Á À “M”! Creio que poderas bancar a consulta, uma vez que pegas em milhões… porém, se tiverem findado, venda a “roupa cara” e pague a consulta! Melhor andar nu, mas lúcido! É que só por dinheiro um psicólogo se daria ao trabalho de te escutar mas, por caridade, eu duvido! Ainda o contaminavas… E eu já me cansei das tuas “crises de lucidez”…

PS:Já agora, começo a acreditar que você, “MANIHGA”, molestou aquela menor de idade… a sério, esta ficando cada vez mais óbvio…

Foto retirada do video do (ARTISTA?) L.Banks

O poeta de lírica vagabunda

Sentado invisível, num jardim ou numa praça,
As feridas em si , as escreve com lagrimas…
…Sem rigor, sem estilos e sem rimas…
…Sem delicadeza, sem beleza e com pouca despeza escreve poemas de nova raça…

Com longos versos e curtas estrofes, escreve de todo jeito em jeito de criança,
… não escreve por vontade, gosto ou inclinação…
…escreve sempre e escreve muito, por falta de opção!
… pobre nobre que escreve de graça!

Sonha com milhões e acorda com tustões…
Escreve para centenas, os que lêem , são nem as dezenas…
É sofrida a vida de um poeta de lírica vagabunda!

Como Resolver Bug de Resident Evil 6: Sherry Morre do Nada

Muito jogadores estão com dificuldades de passar a última parte do Capítulo 5 do Resident Evil 6, porque ao fim de uma cutscene em que Sherry é salva do mostro da moto-serra por Ada, ela simplesmente morre e a missão falha. O que acontece é idêntico ao bug da campanha do Leon, onde este morre depois de encontrar o clone de Ada.

Você já deve ter percebido que não importa se você joga com Jake ou com Sherry, o resultado é o mesmo, a moça morre e você vê a mensagem Missiona Failed.

Solução 1

Se você adquiriu o jogo legalmente e tem acesso ao Steam, baixe a atualização do jogo e pronto.

Solução 2

Diferente da solução para a campanha do Leon esta não é garantida. Eu não sei exatamente qual das coisas à seguir me fez resolver o problema. Por isso deixarei aqui as mesmas condições em que estava quando resolvi.

  1. Jogue com Jake
  2. Não atire no monstro que tenta matar Shery – melhor, não faça nada, espere Ada aparecer.
  3. Corte a cutscene o mais rápido que você puder (Select/Esc).
  4. Não faça nada antes, nem durante o loading.
  5. Pronto funcionou pra mim.

Atenção: Eu precisei dar uns 3 “continues” para isso dar certo, talvez no seu caso leve mais ou menos que isso. E só não atirei no monstro na terceira tentativa, de tão frustrado que estava. Lembro que na época em que procurei ajuda, um indiano disse que ele simplesmente deu “continues” umas dezenas de vezes até dar certo.

Não há como pular essa fase, pois é a última do capítulo.

Espero que ter ajudado. Deixe seu comentário caso tenha dúvidas.

Como Resolver Bug de Resident Evil 6: Leon Morre do Nada

Olá Nerd, se você está aqui é porque está tendo um problema com o jogo Resident Evil 6 para PC, precisamente no capítulo 4 da campanha de Leon e Helena. O bug aparece logo após a cutscene onde Leon e Chris se encontram pela primeira vez, depois da confusão toda, quando você está super ansioso para continuar, você vê Leon caindo no chão e vê a tão odiada mensagem Mission Failed. Você decide dar um continue e continua morrendo até que decide tentar completar a fase com Helena e mesmo assim Mission Failed.

Solução 1

Se você adquiriu o jogo legalmente e tem acesso ao Steam, baixe a atualização do jogo e pronto.

Solução 2

Se você adquiriu o jogo de outra forma, você pode continuar a campanha do Leon, simplesmente indo para a próxima fase através do Chapter Select no menu inicial do jogo.

Como Resolver Bug de Resident Evil 6: Leon Morre do Nada
No lugar de “Continue” escolha “Chapter Select” no Menu

O que você vai perder com a solução 2?

Um pouco de acção e uma cutscene onde Leon, Helena, Jake, Sherry e Simmons se reúnem, num momento em que Sherry e seu companheiro descobrem a verdade sobre Simmons.

Bom. É tão simples quanto isso, espero ter ajudado.

Noites de Maputo #10

Não tenho certeza se isto é Carnaval ou um Baile Funk, o importante mesmo é que este é mais um episódio das noites de Maputo que a TV não mostra.

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