A Verdadeira Origem do “Abraço de Urso”
O governo de Moçambique lançou nesta quarta-feira (20) em Maputo a promoção turística “Ganhe uma Ilha Paradisíaca”, na qual o vencedor terá o direito de usar uma vila situada na ilha de Benguerra, no Oceano Índico.
A campanha, divulgada pela internet e televisão, tem como objectivo divulgar aos turistas internacionais a riqueza natural e as ilhas da costa de Moçambique.
Os participantes poderão participar enviando mensagens por celular e 15 pessoas serão sorteadas para participar da grande final, informou o director do Instituto de Turismo de Moçambique (INATUR), José Tomo Psico.
Os 15 escolhidos disputarão o prémio num programa de televisão. O vencedor terá o direito de frequentar a ilha e levar três convidados, com todas as despesas pagas, durante duas semanas ao ano ao longo de três anos. Além disso, receberá o pagamento pelo aluguer da vila durante 25 anos.
O valor total do prémio é de cerca de US$ 25 milhões, segundo os organizadores da promoção. A campanha começará em 1º de Julho e 120 países poderão participar.
“Queremos promover o turismo sustentável e ecológico e mostrar Moçambique ao mundo”, afirmou o ministro de Turismo de Moçambique, Fernando Sumbana.
“Moçambique é um destino emergente e vemos que a maioria dos turistas estão escolhendo novos lugares, por isso estamos confiantes de que conseguiremos evitar a crise”, acrescentou Sumbana, em referência à queda de visitantes registrada em todo mundo devido à situação económica, especialmente na Europa e Estados Unidos.
A campanha pretende, além disso, atrair investidores do sector para incentivar a construção de novas instalações turísticas no país africano, segundo explicou o ministro.
“Melhoramos nossos hotéis, mas é momento de começar um trabalho maior e de fazer com que o turismo também sirva para o desenvolvimento social e económico”.
A vila em Benguerra tem duas casas e será construída no resort de luxo Marlin Lodge. A ilha faz parte da reserva natural do arquipélago de Bazaruto, a cerca de 15 quilómetros do litoral de Moçambique.
Bazaruto é uma das reservas marinhas mais importantes do leste da África e habitat de raias, tartarugas e tubarões baleias.
Sugerimos que comece pela Ilha de Vamizi

O adolescente foi levado de helicóptero para o hospital e passou por uma cirurgia de 3 horas para a remoção da lâmina. Por incrível que pareça,nenhuma parte vital do cérebro foi atingida pela lança e tudo correu bem durante e após a operação.
Yasser se comunicou com a equipe após a cirurgia, mas não se lembrou do acidente. “É uma história maluca e tão incomum como se pode imaginar. Não são todos dias que se vê um paciente com uma lança de 90 centímetros atravessada na cabeça, acordado e conversando”, disse o chefe de neurocirurgia do Hospital Brooklyn Center, Anders Cohen.

O médico conta que já viu de tudo no hospital, gente que chegou baleada, esfaqueada , com tacos de basebol ou facões em suas cabeças, mas o caso de Yasser foi especial. “Ele teve três pontos favoráveis, que nos ajudaram muito a salvá-lo: ele não entrou em coma, o local da lesão não apresentava grande perigo e os grandes vasos sanguíneos não foram cortados. Se tivesse sido acertado no lado esquerdo, seria ainda mais grave, pois é o lado do comando da fala e personalidade. Além disso, não houve grande sangramento”, analisou.
Segundo o médico, foi um caso de muita sorte, pois por milímetros tudo teria sido diferente. Outro factor importante foi que todos os amigos que estavam com Yasser, e o próprio, nem se atreveram a puxar a lança.
Apesar de passar bem, o adolescente permanecerá por mais algum tempo no hospital, para que os médicos possam avaliar se houve algum tipo de dano não aparente até o momento.
Quase todos sabem que as vias de acesso em Moçambique constituem um Calcanhar de Aquiles. As autoridades alegam que a quando de abertura de algumas estradas não se previa o actual número de viaturas que circulam pelo país. O resultado disso é óbvio – tráfego engarrafado que não acaba. De um tempo a esta parte os municípios tem estado a ampliar as estradas já existentes, isso tem outros custos, pois nos ditos troços existem famílias, que devem ser reassentadas em outros bairros mais seguros. O que custa mais
dinheiro.
Nós moçambicanos temos a mania de achar que não sabemos nada e que sempre precisamos de alguém para nos dizer o que fazer principalmente se essa pessoa for de pele branca.
Eu estava a conversar com alguns amigos cristãos sobre nosso país e dos problemas que temos atravessado, das novelas que corrompem nossas crianças, dos filmes americanos de propaganda, manipuladores e desinformadores, da musica indecente que nossos filhos estão expostos todos os dias e dos programas de televisão que nada fazem para promover o amor a pátria, muito pelo contrário, promovem todo tipo de inutilidades vindas de fora e ridicularizam qualquer um que tente fazer algo genuinamente Moçambicano.

Enquanto falávamos, passou perto de nós um jovem rapaz que trazia um enorme colar feito de missangas coloridas, peles de algum tipo de animal, e “arbustos” ou algo do género.
Meus amigos que frequentam igrejas neopentecostais de origem brasileira ficaram extremamente indignados com aquilo e começaram a referir-se a ele como macumbeiro, pecador e diziam coisas como: “Ele precisa se libertar” “Ele está servindo ao diabo”.
Eu fiquei um pouco incomodado com aquilo e entrei na conversa com estas palavras:
Ora vejamos meus amigos, vocês são cristãos, mas também são africanos, Deus nunca disse que os seus filhos deveriam usar calças ou vestidos, se fosse o caso, todos os cristãos usariam túnicas e sandálias, porque era assim que o povo de Deus vestia antigamente! Quando o cristianismo ganhou força na Europa, os europeus o receberam mas não começaram a usar túnicas e os hebreus não chamavam suas roupas “pecado”, porquê? Porque essa era a cultura deles, todos os países têm comunidades cristãs e cada comunidade veste e ornamenta-se de acordo com a cultura do seu povo.
O mesmo se aplica a vocês, é completamente errado um cristão achar que está a pecar porque usa missangas ou peles. Aliás, é estúpido rotular as pessoas com base em contos da carocha e filosofias de religiões que nada sabem sobre o nosso povo, aproveitando-se da nossa pobreza física e intelectual para nos injectarem seu dogmatismo, dominando-nos e deixando-nos ainda mais pobres. O papo usado para nos colonizar é o mesmo que faz os moçambicanos auto-reprimirem-se e desvalorizarem sua cultura.
É engraçado quando esses bispos e pastores sempre que chegam aqui, vestem túnicas nigerianas para parecerem africanos. Nós não somos nigerianos, não usamos túnicas!
As crenças alheias não são problema meu (embora a minha opinião seja bem clara), mas exorto às igrejas e outros que parem de chamar nossos irmãos moçambicanos de macumbeiros. Porque ser africano não é ser macumbeiro…
Valorizemos nossa cultura, nosso artesanato, nossa música pura, valorizemos nossa história, valorizemos a África, que já existiam antes dos mega-templos.










Senhor Presidente, com todo o respeito que tenho por si, como Chefe de Estado, embora não simpatize muito consigo, peço-lhe encarecidamente que leia esta carta que lhe escrevo num dia em que o meu coração volta a doer.
Recentemente, Sua Excia. Esteve na minha cidade, Inhambane, onde inaugurou a estátua de Samora Machel.
Sabe, senhor Presidente, eu estava muito perto de si, e um dos seus guarda-costas chegou a perguntar-me quem era eu e eu disse-lhe que era jornalista, e depois não me ligou mais.
Tentei aproximar-me mais de si, senhor Presidente, para lhe aconselhar a devolver a sua palavra depois de descerrar a obra medíocre que nos é ali presente, mas a barreira que lhe cercava era impenetrável e eu não queria confrontar-me com a bófia.
Tentei aproximar-me de si para lhe lembrar sobre a dimensão, o porte
enérgico de Samora, uma realidade que o arquitecto escolhido para desenhar Samora não nos conseguiu trazer, nem de perto nem de longe. Samora Machel é-nos apresentado macrocéfalo, velho e doente, contrariando a sua jovialidade que sempre soube manter.
Senhor Presidente, eu, no seu lugar, demitia os assessores que tem, uma vez que lhe empurraram para o ridículo, pois, na verdade, aquela estátua é ridícula, bizarra, macrocéfala. Aquilo é um mamarracho. Samora Machel está com uma cabeça enorme, com o rosto velho e doente e um panarício, (xivessane nas língua do sul do Save), no dedo indicador direito.
As nádegas do homem de Xilembene são pequenas, num corpo também pequeno para uma cabeça enorme e feia.
Aquela estátua, senhor Presidente, repito, é um mamarracho e, se me pudesse ouvir, mandava-a remover e procurar outro arquitecto para dignificar aquele que foi ídolo do povo, embora lhe sejam conhecidas as suas incontroladas loucuras, as suas ambições e uma série de defeitos que qualquer ser humano pode ter.
Um ídolo do povo, senhor Presidente, não pode ser tratado de forma tão baixa, de forma tão insultuosa, e os seus assessores deixaram-lhe dar o beneplácito a um mamarracho.

Gostaria que o senhor Presidente interrogasse aos seus assessores sobre o facto de terem implantando a estátua de Samora de costas para a cidade e com aquele aspecto ridículo. Não pode ser, senhor Presidente! Samora Machel tinha muitos samoras macheis dentro de si, como disse uma vez o ilustre Severino Nguenha, e cada um deles com uma intensa loucura.
Samora Machel era um actor de primeira água, onde quer que ele estivesse. Samora está virado para o mar, para o local onde estava a estátua de Vasco da Gama, como se o machangana de Gaza quisesse fazer o inverso do marinheiro.
O senhor Presidente devia incorporar, na equipa dos seus assessores, um artista, um louco, para lhe ajudar na visão das coisas que têm a ver com arte. Samora Machel era um artista e o arquitecto que fez aquela estátua, não tem absolutamente nada de artista.
É um medíocre, digo medíocre porque a nossa qualidade ou inqualidade é medida pelas obras que apresentamos. Se eu fosse um dos seus assessores, senhor Presidente, teria evitado aquele acto público.
O senhor Presidente tem responsabilidades imensas, com certeza! E eu tenho o direito de lhe escrever esta carta, como cidadão, e dizer-lhe que não concordo consigo nesta sua atitude em Inhambane.
Senhor Presidente, escrevo-lhe com elevado respeito e ficaria feliz se pudesse ler esta carta e ouvir o que penso. Sua Excia tem o direito de recusar algumas coisas dos seus camaradas e companheiros de trabalho.
Também tem o dever de me ouvir, como cidadão, muito embora eu saiba que pode concordar comigo ou não.
Senhor Presidente, por favor, oiça o meu clamor, que é o clamor de muitos, do povo, e mande remover aquela estátua e outras que andam por aí, insultando Samora Machel. Ficaria muito feliz se me pudesse ouvir.
Não consegui falar consigo quando estava muito pertinho de si. Mas tenho o privilégio de ter um espaço para, através dele, estampar as minhas ideias, os meus pensamentos, os meus sentimentos, as minhas feridas, as minhas alegrias também.
Entristece-me, senhor Presidente, a sua atitude, mas quem sou eu, um simples cronista, para fazer seja o que for contra a sua palavra?
Mesmo assim obrigado por me ter ouvido, mas ficaria mais feliz ainda se o senhor Presidente pudesse voltar atrás com a decisão que tomou. E isso nunca lhe vai fazer pequeno. Antes pelo contrário!

Uma mulher de 24 anos está sendo acusada de enganar uma adolescente de 15, se passando por homem para seduzi-la. Carissa Hads, de Massachusetts, foi presa no mês passado por aliciamento de menores e por ter relações sexuais com a garota.
Segundo relatos da polícia, junto com a falsária foi apreendido um pênis artificial cor da pele, que estava no bolso dianteiro da calça da mulher. O artefato, provavelmente, foi usado durante a “noite de amor” que as duas tiveram, conforme relatou a vítima ao jornal “Smoking Gun”.
O namoro de Carissa com a garota, identificada como A.L, começou pela internet em 2010. As duas moravam em estados diferentes nos EUA e se encontraram pessoalmente apenas três vezes. A mentirosa se apresentou como James Puryear Wilson, um garoto de 17 anos, e conquistou a confiança e o coração da adolescente.
O primeiro encontro do “casal” aconteceu mais de um ano após o início do “namoro” pela internet. A mãe de A.L. ainda foi junto com a filha para se certificar de que estava tudo bem. Como “James” morava em Massachusetts e a namorada na Virginia, a mãe ainda pagou um hotel para que o namorado tivesse onde ficar.
Conforme o depoimento da vítima à polícia, no segundo encontro que tiveram alguns meses depois, já na casa de A.L, as duas tiveram relações sexuais. A menina contou às autoridades que o “namorado” permanecia vestido durante o ato e ela nunca o viu totalmente sem roupas.
Além do pênis artificial, um colete ortopédico servia para cobrir os seios da mulher, para que o disfarce ficasse completo.
A.L começou a desconfiar do comportamento suspeito do namorado e foi à polícia, que imediatamente começou uma investigação, descobrindo o perfil falso de Carissa nas redes sociais. A mulher foi presa sem direito à fiança e pode ficar até 30 anos atrás das grades.


Pessoas Fofoqueiras


Pessoas Que Ficam do Lado Esquerdo da Escada Rolante

Turistas Que Ficam Sempre no Caminho

Homens Que Usam Isso


Pessoas Que Comentam Todas as Cenas do Filme

Pessoas Que Tiram os Sapatos nas Festas


Pessoas Que Ainda Deixam Recados

Pessoas que Andam Devagar na Faixa Esquerda


Pessoas Que Abusam de Emotions/Risonhos

Pessoas Malucas

Pessoas Que Insistem em Cantar Mesmo Sem Conhecer a Letra



MC Roger

Meu bilhete de identidade (BI) expira no próximo mês e estou a começar a ficar seriamente preocupado uma vez que ainda me lembro do sufoco que passei para conseguir trata-lo.
Eu lembro que cheguei lá pouco depois das 8 da manhã e já estavam lá centenas de pessoas, uma bicha (fila) enorme, acho que levei uns 3 minutos pra chegar até a última pessoa, a quem segui por uns 5 minutos até eu perder a paciência e me ir embora.
A bicha não ia pra frente, e sem perceber, eu dava passos pra traz pra dar lugar aos vizinhos, amigos ou qualquer pessoa que tivesse algum dinheiro para dar às pessoas que estavam mais à frente da bicha.
Eu decidi voltar lá no dia seguinte e mais cedo, eram cerca de 5 e meia, e para a minha surpresa já havia uma fila quase igual a do dia anterior. Para não perder a viagem comecei a seguir a fila até que um fulano com uma aparência não muito atraente chama-me discretamente, eu fui até ele (um pouco apreensivo, mas fui) e ouvi o que ele tinha a me dizer.
Ele: Tenho senha número 10.
Eu: Ham? Senha? O que? Quem é você?
Ele: Tenho senha da bicha de BI’s.
Eu percebi o que ele queria, tirei 200 meticais e lhe dei (eu sabia que 50 bastavam, mas não queria ter que ouvir coisas como “Aumenta lá 10 brada.”).
Fui até ao início da fila muito aliviado e feliz e procurei pela pessoa que tinha a senha número 9, não encontrei (provavelmente a senha ainda estava à venda), então fiquei atrás do número 8 mesmo.
O notário abre as 7:30 e ainda eram 6 e tal, por isso tive que ser simpático com quem estava por perto pra não ficar sozinho. Enquanto jogava conversa fora com as mamanas, surgiu um problema que não me surpreendeu muito: Havia pessoas com senhas com o mesmo número. Mas parece que isso não era problemas para os fiscais de senhas pois eles nem se importaram com isso, existia ali uma conexão entre eles e os vendedores.
Finalmente aquela tartaruga começou a andar e eu finalmente estava quase tratar meu BI e sair daquele caos.
Faltando apenas duas pessoas para eu ser atendido, uma das funcionárias fazer uma asneira num dos computadores e ainda cometeu a asneira de não saber como arranjar. Tivemos que ficar uns 30 minutos até que alguém chegasse e dissesse que só era preciso reiniciar o computador para tudo voltar ao normal.
Daí tive que aguentar os papos e as saídas constantes das senhoras que trabalham lá, tive que ver pessoas estranhas entrando e saído sem ter que formar bicha, era uma casa sem Lei.
E sempre que eu me lembro que daqui a alguns dias terei que passar por isso de novo fico indignado. Para qualquer coisinha neste país nós temos que pagar a uma bando de sem vergonhas que nem conseguem fazer o trabalho deles como deve ser?
Até onde eu sei, as instituições públicas encerram as 15, mas é normal que aqueles fulanos fechem aquilo as 12 quando já não cabe mais nenhuma nota nos bolsos.
Julho de 2012
Existem algumas coisas do nosso quotidiano que nós gostaríamos que todos os que visitassem nosso perfil do Facebook vissem, mesmo que passe muito tempo depois de terem acontecido. Pode ser um novo emprego, mudança de residência, viagens, até mesmo um novo animal de estimação. Para quem ainda não sabe como fazer isso, aproveite esta dica:
1 – Vá ao seu perfil.
2 – Clique em evento quotidiano/cotidiano.

3 – Escolha o tipo de evento.
Caso não encontre um acontecimento específico, escolha a opção outro evento e depois especifique.
4 – Preencha os detalhes e escolha uma foto.

5 – Pronto. Já está!

Veja Algumas Fotos deste Magnífico Lugar
O Whatsapp é aplicativo de mensagens instantâneas para telemóveis que virou mania nacional, eu (um Moz Maníaco) não podia deixar de falar um pouco sobre ele, talvez este artigo lhe ajude a decidir se vale a pena mesmo começar a usar este aplicativo cujo nome é um dos termos mais buscados pelos moçambicanos no Google.
Um dos pontos fortes do whatsapp em relação a outros aplicativos populares em Moçambique é a simplicidade e baixo consumo de rede. Além disso, diferente do Nimbuzz ou mig33, não é necessário efectuar um cadastro para o usar o aplicado e nem é preciso adicionar amigos, o aplicativo usa o seu número de telemóvel e sua lista de contactos para encontrar amigos que já usam o aplicativo.
Recursos
– Multi-plataforma: funciona em todos telemóveis com sistemas operativos iOS, BlackBerry OS, Android, Symbian e Windows Phone.
– Sincronização automática de usuários do whatsapp na sua lista de contactos.
– Baixíssimos consumos de rede
– Suporte a mensagens de comprimento infinito
– Partilha de imagens, vídeos, musica, localização, etc..
– Chat em grupo com ícones personalizáveis.
Bom como podemos ver, não há grandes novidades em termos de funcionalidades, o destaque está mesmo na não necessidade de registro e nos baixos custos.
–>
Desvantagens em relação a outros Messengers
– Apesar de ser multiplataforma, este aplicativo não tem uma versão em Java que é a plataforma usada pela grande maioria dos telemóveis nas mãos de moçambicanos (salvo para Nokia C3, X2-01, e semelhantes),
ou seja, é preciso ter um telemóvel minimamente moderno para usar o aplicativo.
– Diferente do mig33, ebuddy e Nimbuzz, o Whatsapp não acolhe outras redes como MSN e Facebook.
– Não tem uma versão para PC.
Bom. Embora o aplicativo não seja la grande coisa termos de novidades, ele é um aplicativo simples e económico, por essas e por outras o whatsapp é uma Mania nacional que vale a pena experimentar.
Sem dúvidas nós já mostramos muitas ideias estranhas aqui, mas se tivéssemos que fazer um Top 10, esta com certeza teria que estar entre as primeiras .

Um grupo de malucos encontrou algo mais útil para fazer com o corpo do gato morto em vez de simplesmente enterra-lo, o resultado é este que você vai ver agora: Um Gato Helicóptero. Eles o chamam carinhosamente de Overllecoopter.





